sábado, 24 de agosto de 2013

Cavalo muda vida de família e chega à final do Freio de Ouro

Cavalo muda vida de família e chega à final do Freio de Ouro 24/08/2013 | 09h19 Canal Rural e C2Rural transmitem último dia de provas Há três anos a família Betiollo não fazia ideia do que significava criar cavalos. Em 2010 o casal Carlos e Lucel assistia em casa, pela televisão, a um leilão realizado na Expointer e resolveu fazer um investimento despretensioso, mas que mudaria a rotina de suas vidas: eles compraram o Quinchamallo do Infinito, um cavalo crioulo que custava R$ 40 mil. Hoje, o animal é finalista do Freio de Ouro e custa R$ 300 mil, uma valorização 650%. Canal Rural e C2Rural transmitem último dia de provas do Freio ao vivo no domingo a partir das 12h. >> Acesse o site especial do Freio de Ouro 2013 >> Acompanhe a cobertura completa da Expointer 2013 Mas o sucesso do investimento foi o menor dos impactos que o potranco trouxe aos Betiollo.O Quinchamallo do Infinito foi o primeiro cavalo adquirido pela família. Hoje, Carlos e Lucel têm mais de 50 Crioulos, e mais 20 estão a caminho. O crescimento da criação fez com que o casal inaugurasse uma cabanha, a Beribá de Candiota, que conta com toda infraestrutura de redondel, mangueiras e baias. Eles se tornaram proprietários rurais e precisaram se qualificar para isso. Com o tempo, essa mudança de vida fez com que o casal ambicionasse novos desafios. Há seis meses eles contrataram o ginete Felipe Silveira, que é já venceu duas vezes o Freio de Ouro, para treinar o Quinchamallo. Em apenas um semestre o animal já se credenciou a participar da final da competição. Essa disputa é o ponto alto do ano dos criadores. Ela consagra campeões e perpetua nomes que passam a ser considerados como referências da raça. Para chegar à final da disputa, que ocorre no primeiro final de semana da Expointer, os animais passam por inúmeras disputas acirradas e que apenas os mais qualificados superam. A agora criadora, Lucel, fala que, apesar da valorização, o animal nunca estará à venda. Ela quer o crescimento da cabanha e lucrar com o investimento, mas se identificou de tal forma com o Quinchamallo, que fala como se o animal fizesse parte da família. – Ele é tão manso que eu o alimento de balde, na boca. Ele me acompanha até a porta de casa e só não entra porque não deixamos, pois é manso como um cachorro. Eu amo meu cavalo – diz. ABCCC

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