quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Lavouras de cevada apresentam bom desenvolvimento no Rio Grande do Sul

Lavouras de cevada apresentam bom desenvolvimento no Rio Grande do Sul Lavouras de cevada apresentam bom desenvolvimento no Rio Grande do Sul 22/08/13 - 18:01 Grande parte das áreas de cultivo de cevada no Rio Grande do Sul já se encontra na fase de elongação, mantendo bom stand de lavoura. Em decorrência das condições climáticas do último período, marcadas pelo excesso de umidade, estão surgindo os primeiros sinais de manchas foliares e ferrugem. Segundo o Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar e divulgado nesta quinta-feira (22/08), os trabalhos de lavouras de cevada mantêm-se concentrados na aplicação de nitrogênio em cobertura e de fungicidas. As primeiras lavouras implantadas com canola, que se encontram em fase de formação e enchimento de grãos, foram prejudicadas pelas geadas ocorridas nos últimos dias, devendo haver redução no potencial produtivo destas áreas. As lavouras formadas no final de maio e que se encontram na fase de floração plena estão sadias e com bom potencial produtivo até o momento. O atual valor de referência é de R$ 62,00 a saca. O trigo começa a entrar na fase reprodutiva com mais intensidade, apresentando bom desenvolvimento vegetativo e boa expectativa de produção. O clima predominante de noites e madrugadas frias, aliado à alta insolação durante o dia, contribui para essa situação. No momento as lavouras se encontram, em termos percentuais, com 14% em fase de floração e 2% em enchimento de grãos, com os restantes 84% em fase vegetativa, o que representa dois pontos percentuais à frente do registrado na safra anterior. Em termos sanitários, a cultura apresenta baixa incidência de doenças, embora os primeiros focos de ferrugem já tenham sido observados, fazendo com que os produtores intensifiquem o monitoramento e o controle. No Vale do Caí, o cultivo do morango segue em situação de normalidade, sendo prejudicado apenas pela falta de luminosidade e por alguns dias com excesso de umidade. A última semana teve vários dias com chuvas em excesso, o que favoreceu o aparecimento do mofo cinzento. Além disto, os dias nublados dificultaram o processo normal de maturação fisiológica da infrutescência, alterando aspectos de cor e sabor da fruta. Alguns casos pontuais de ataque de ácaro (uma das principais pragas na região) apareceram nesta última semana, principalmente nas plantas de segundo ano. O preço segue em bons patamares, com produtores recebendo na Ceasa até R$ 36,00 por uma dúzia de bandejas (cerca de 4 quilos). Na Região Sul, os pomares de pêssego estão em fase final da poda, principalmente da cultivar Granada, última a ser podada. Em média, os pomares das cultivares precoce estão em plena floração e início da frutificação. O frio até o momento é favorável à cultura do pêssego. Seguem os tratamentos fitossanitários realizados na fase de floração nos pomares de pêssego. Na região de Passo Fundo, a situação da cultura é normal para esta época do ano. No Vale do Rio Uruguai, os pomares já foram podados, mas no Planalto ainda não, devido às baixas temperaturas. A região do Vale do Caí é uma das principais produtoras e fornecedoras de hortaliças do Rio Grande do Sul. As condições climáticas têm sido adequadas para o desenvolvimento e sanidade das olerícolas adaptadas ao Inverno, como repolho, couve-flor e brócolis. Um dos cultivos mais expressivos é o de pepino para conserva, plantado em estufas e túneis baixos, que se encontra na fase de frutificação, sendo influenciado negativamente pelas baixas temperaturas das últimas semanas. O rebanho leiteiro do Estado, em geral, está em boas condições nutricionais e sanitárias, principalmente naquelas propriedades que têm um bom plano de alimentação e manejo sanitário dos animais. O preço do litro de leite manteve-se estável em relação à semana passada na maioria dos municípios. No entanto, em algumas propriedades em que a pastagens cultivadas anuais de inverno, especialmente a aveia e azevém, ainda não apresentam condições que permitam o pastejo direto dos animais, a produção de leite tem declinado acentuadamente. Neste caso, os agricultores têm utilizado alimentos processados, como silagem, feno, rações e concentrados proteicos, evitando assim a queda da produção, que já começa a se pronunciar, em função da escassez de pasto em algumas propriedades. Agrolink com informações de assessoria

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