segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Norte de Mato Grosso registra maior alta na arroba do boi

Norte de Mato Grosso registra maior alta na arroba do boi 26/08/2013 16:41 Fazenda gado pastando Norte de Mato Grosso (SN) 3 / O preço da arroba do boi caiu em quatro regiões de Mato Grosso. Com base em valores médios fechados na semana passada, o Instituto Mato-grossense de Agropecuária (Imea) informou, esta tarde, que no Centro-Sul foi registrado o maior decréscimo, 0,32%, com valor fixado em R$ 89,98. O Nordeste surgiu em seguida com desvalorização de 0,15% e cotação a R$ 86,13. No Noroeste a diminuição foi de 0,13%, com preço a R$ 86,13 e no Sudeste, 0,10%, com valor de R$ 89,67. Por outro lado, o instituto apontou a valorização do preço da arroba do boi em três regiões. No Norte foi registrado o maior incremento, de 0,16%, fechando a R$ 86,58. No Médio-Norte a alta foi de 0,03%, com valor cotado a R$ 86,72. Já no Oeste o aumento de 0,07%, chegando a R$ 89,98. O Imea destacou que o mercado físico mato-grossense passa pelo período de entressafra, caracterizada pela baixa oferta de animais provenientes de pastagens, uma dependência do gado confinado e também dos animais suplementados, sejam eles em semiconfinamentos ou aqueles "tratados" no pasto. Conforme o instituto “as expectativas para 2013 não são das melhores para Mato Grosso, em virtude dos custos de produção, principalmente os relacionados à aquisição dos animais e os relativos aos insumos alimentares. Entretanto, a análise não pode focar somente a oferta, deve-se levar em consideração as expectativas para a demanda”. Dados de julho da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), segundo o Imea, revelam que as exportações de carne bovina ganharam mais espaço na cesta de compras dos parceiros comerciais internacionais do Estado. “No sétimo mês de 2013 foram embarcadas 30,2 mil toneladas de carnes in natura (bovina, aves e suína), um aumento de 3,8% ante o mês de junho (29,2 mil toneladas). Do volume total embarcado, 66,1% eram de carne bovina in natura; 33,5% de carne de aves in natura; e 0,4% de carne suína in natura”. Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Weverton Correa (Só Notícias/Cleverton Neves/arquivo)

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