terça-feira, 29 de outubro de 2013

Governo de MT quer pavimentar 3 mil km no próximo ano

Governo de MT quer pavimentar 3 mil km no próximo ano 29/10/2013 07:59 Conforme verificado no estudo Centro Oeste Competitivo, dos 106 projetos prioritários, a maioria ainda está em fase de planejamento neste ano, num total de 42 projetos (39,6%) que requerem R$ 23,686 bilhões em investimentos. O 2o maior grupo é formado por modais de transporte apenas projetados, sendo 28 projetos ou 26,4% do total, e aporte necessário de R$ 4,839 bilhões. Dezessete projetos ou 16% estão em fase de idealização e para executá-los será necessário R$ 1,918 bilhão. Em andamento há 19 projetos que representam 17,9% do total de obras necessárias. Para serem concluídos, ainda são necessários R$ 5,995 bilhões de aporte. De acordo com o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, já foi asfaltado 1,2 mil km de estradas e a meta é concluir 3mil km de asfalto no próximo ano. Doze quilômetros de pontes também foram licitadas e 6 trechos da BR-163 estão sendo duplicados. Ele menciona ainda que foi aberto o processo de concessão rodoviária da BR-163 desde Sinop até a divisa com Mato Grosso do Sul e confirmou a federalização da rodovia dos Imigrantes, incorporando o trecho de 28 km do entroncamento das rodovias BR-163, BR- 364 e MT-407 à BR-070. O secretário de Logística Intermodal de Transportes de Mato Grosso, Francisco Vuolo, acrescenta que 60% da produção mato- grossense é retirada por meio do modal rodoferroviário. Para baratear os custos de transporte, será necessário investir mais na malha ferroviária e em hidrovias. Vuolo lembra que foi contratado em abril deste ano o estudo de viabilidade da Ferronorte para o trecho de Rondonópolis a Cuiabá e da Capital até Santarém, no Pará. Com os estudos e projetos concluídos em 2014 será possível lançar a licitação em seguida. A extensão dos trilhos de Rondonópolis a Santarém tem o custo estimado em R$ 16,2 bilhões, segundo o secretário. Ele acrescenta ainda que o edital de contratação da concessionária para o trecho da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) de Campinópolis (Goiás) a Lucas do Rio Verde está prevista para dezembro deste ano. A obra está orçada em R$ 6 bilhões para um trecho de 1,065 mil km. Em relação às hidrovias, avalia como alternativas mais viáveis 3 corredores principais (Paraguai-Paraná, Teles Pires-Juruena-Tapajós e Araguaia-Tocantins). O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirma que o setor industrial pode e quer participar do esforço para recuperar e modernizar a infraestrutura brasileira. “Uma rede de transporte integrada e eficiente facilita a distribuição dos produtos, reduz os custos e aumenta a competitividade”. Fonte: A Gazeta

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