Fundo de Aval será retomado para beneficiar pequeno agricultor do Paraná
04/09/13 - 10:10
O Governo do Paraná retomou o programa Fundo de Aval, para pequenos agricultores familiares comprarem máquinas, implementos e equipamentos para modernização da propriedade. Durante reunião do Comitê Gestor do Fundo de Aval, na terça-feira (03), sob a presidência do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, foi decidido novo fluxo operacional para o processo de aval com aporte de R$ 1 milhão para alavancar até R$ 10 milhões em novos financiamentos para a agricultura familiar.
O Fundo de Aval estava paralisado desde fim de 2010, em função da inadimplência acumulada, que atingiu R$ 12,3 milhões. Na reunião do Comitê Gestor foi definida a cobrança desse passivo pela Fomento Paraná. A minuta de convênio para reativação do programa segue para autorização do governador Beto Richa.
A expectativa é que até o fim de outubro, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE inicie as primeiras operações de investimentos com o apoio do Fundo de Aval. De acordo com Ortigara, o Estado deu o aval, mas também, é seu dever a recomposição do passivo para que possa avançar com outras propostas de financiamento para beneficiar o agricultor familiar.
REGIÕES – Segundo levantamento da Fomento Paraná, agricultores das regiões do Arenito, de Laranjeiras do Sul, Norte Pioneiro e Litoral concentram entre 70% a 80% da dívida com o fundo. São cerca de 5 mil agricultores inadimplentes. Conforme entendimento da Procuradoria Geral do Estado (PGE), esse passivo deve ser cobrado pela agência, que poderá parcelar a dívida.
Ortigara ressaltou que o objetivo do programa Fundo de Aval é facilitar o acesso ao crédito a quem não tem garantias suficientes. O Estado oferece essas garantias, mas a relação deve ser transparente dos dois lados. “É preciso que o agricultor pague seu débito junto à Fomento Paraná para que ela possa emprestar para outros produtores”, disse.
Conforme balancete apresentado pela Fomento Paraná, o Fundo de Aval estava com R$ 8 milhões aportados, que com as aplicações financeiras atingiram aproximadamente R$ 12,8 milhões. Porém descontando as parcelas de contratos honrados pelo Fundo até 2011, o saldo atual é de cerca de R$ 563 mil. Segundo o secretário, o governador concordou em fazer novo aporte. Mas agora é preciso evitar a inadimplência. “É dever do Estado cobrar sob pena do fundo se exaurir com acúmulo de débitos, inviabilizando a continuidade do programa”, justificou.
GRUPO – O Comitê Gestor é formado por representantes do Instituto Emater, Fomento Paraná, Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Foi aprovado um grupo técnico para analisar as pré-propostas de acesso ao Fundo de Aval. Somente serão acatadas pelo BRDE, as pré-propostas analisadas em com a Declaração de Acesso ao Fundo de Aval, fornecidas por esse grupo de trabalho.
Além dessa aprovação no âmbito do Comitê Gestor, também será necessário a aprovação no nível local, pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural – CMDR, para posteriormente sofrer a análise no âmbito estadual.
Agência Estadual de Notícias - Paraná
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Fundo de Aval será retomado para beneficiar pequeno agricultor do Paraná
Fundo de Aval será retomado para beneficiar pequeno agricultor do Paraná
Fundo de Aval será retomado para beneficiar pequeno agricultor do Paraná
04/09/13 - 10:10
O Governo do Paraná retomou o programa Fundo de Aval, para pequenos agricultores familiares comprarem máquinas, implementos e equipamentos para modernização da propriedade. Durante reunião do Comitê Gestor do Fundo de Aval, na terça-feira (03), sob a presidência do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, foi decidido novo fluxo operacional para o processo de aval com aporte de R$ 1 milhão para alavancar até R$ 10 milhões em novos financiamentos para a agricultura familiar.
O Fundo de Aval estava paralisado desde fim de 2010, em função da inadimplência acumulada, que atingiu R$ 12,3 milhões. Na reunião do Comitê Gestor foi definida a cobrança desse passivo pela Fomento Paraná. A minuta de convênio para reativação do programa segue para autorização do governador Beto Richa.
A expectativa é que até o fim de outubro, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE inicie as primeiras operações de investimentos com o apoio do Fundo de Aval. De acordo com Ortigara, o Estado deu o aval, mas também, é seu dever a recomposição do passivo para que possa avançar com outras propostas de financiamento para beneficiar o agricultor familiar.
REGIÕES – Segundo levantamento da Fomento Paraná, agricultores das regiões do Arenito, de Laranjeiras do Sul, Norte Pioneiro e Litoral concentram entre 70% a 80% da dívida com o fundo. São cerca de 5 mil agricultores inadimplentes. Conforme entendimento da Procuradoria Geral do Estado (PGE), esse passivo deve ser cobrado pela agência, que poderá parcelar a dívida.
Ortigara ressaltou que o objetivo do programa Fundo de Aval é facilitar o acesso ao crédito a quem não tem garantias suficientes. O Estado oferece essas garantias, mas a relação deve ser transparente dos dois lados. “É preciso que o agricultor pague seu débito junto à Fomento Paraná para que ela possa emprestar para outros produtores”, disse.
Conforme balancete apresentado pela Fomento Paraná, o Fundo de Aval estava com R$ 8 milhões aportados, que com as aplicações financeiras atingiram aproximadamente R$ 12,8 milhões. Porém descontando as parcelas de contratos honrados pelo Fundo até 2011, o saldo atual é de cerca de R$ 563 mil. Segundo o secretário, o governador concordou em fazer novo aporte. Mas agora é preciso evitar a inadimplência. “É dever do Estado cobrar sob pena do fundo se exaurir com acúmulo de débitos, inviabilizando a continuidade do programa”, justificou.
GRUPO – O Comitê Gestor é formado por representantes do Instituto Emater, Fomento Paraná, Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Foi aprovado um grupo técnico para analisar as pré-propostas de acesso ao Fundo de Aval. Somente serão acatadas pelo BRDE, as pré-propostas analisadas em com a Declaração de Acesso ao Fundo de Aval, fornecidas por esse grupo de trabalho.
Além dessa aprovação no âmbito do Comitê Gestor, também será necessário a aprovação no nível local, pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural – CMDR, para posteriormente sofrer a análise no âmbito estadual.
Agência Estadual de Notícias - Paraná
Fundo de Aval será retomado para beneficiar pequeno agricultor do Paraná
04/09/13 - 10:10
O Governo do Paraná retomou o programa Fundo de Aval, para pequenos agricultores familiares comprarem máquinas, implementos e equipamentos para modernização da propriedade. Durante reunião do Comitê Gestor do Fundo de Aval, na terça-feira (03), sob a presidência do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, foi decidido novo fluxo operacional para o processo de aval com aporte de R$ 1 milhão para alavancar até R$ 10 milhões em novos financiamentos para a agricultura familiar.
O Fundo de Aval estava paralisado desde fim de 2010, em função da inadimplência acumulada, que atingiu R$ 12,3 milhões. Na reunião do Comitê Gestor foi definida a cobrança desse passivo pela Fomento Paraná. A minuta de convênio para reativação do programa segue para autorização do governador Beto Richa.
A expectativa é que até o fim de outubro, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE inicie as primeiras operações de investimentos com o apoio do Fundo de Aval. De acordo com Ortigara, o Estado deu o aval, mas também, é seu dever a recomposição do passivo para que possa avançar com outras propostas de financiamento para beneficiar o agricultor familiar.
REGIÕES – Segundo levantamento da Fomento Paraná, agricultores das regiões do Arenito, de Laranjeiras do Sul, Norte Pioneiro e Litoral concentram entre 70% a 80% da dívida com o fundo. São cerca de 5 mil agricultores inadimplentes. Conforme entendimento da Procuradoria Geral do Estado (PGE), esse passivo deve ser cobrado pela agência, que poderá parcelar a dívida.
Ortigara ressaltou que o objetivo do programa Fundo de Aval é facilitar o acesso ao crédito a quem não tem garantias suficientes. O Estado oferece essas garantias, mas a relação deve ser transparente dos dois lados. “É preciso que o agricultor pague seu débito junto à Fomento Paraná para que ela possa emprestar para outros produtores”, disse.
Conforme balancete apresentado pela Fomento Paraná, o Fundo de Aval estava com R$ 8 milhões aportados, que com as aplicações financeiras atingiram aproximadamente R$ 12,8 milhões. Porém descontando as parcelas de contratos honrados pelo Fundo até 2011, o saldo atual é de cerca de R$ 563 mil. Segundo o secretário, o governador concordou em fazer novo aporte. Mas agora é preciso evitar a inadimplência. “É dever do Estado cobrar sob pena do fundo se exaurir com acúmulo de débitos, inviabilizando a continuidade do programa”, justificou.
GRUPO – O Comitê Gestor é formado por representantes do Instituto Emater, Fomento Paraná, Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral e Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Foi aprovado um grupo técnico para analisar as pré-propostas de acesso ao Fundo de Aval. Somente serão acatadas pelo BRDE, as pré-propostas analisadas em com a Declaração de Acesso ao Fundo de Aval, fornecidas por esse grupo de trabalho.
Além dessa aprovação no âmbito do Comitê Gestor, também será necessário a aprovação no nível local, pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural – CMDR, para posteriormente sofrer a análise no âmbito estadual.
Agência Estadual de Notícias - Paraná
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