quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Investimentos do PDRIS vão permitir redução de 40% de desmatamento no TO

Investimentos do PDRIS vão permitir redução de 40% de desmatamento no TO Investimentos do PDRIS vão permitir redução de 40% de desmatamento no TO 04/09/13 - 09:55 Com investimentos de US$ 17,5 milhões, o governo do Tocantins está promovendo programas para o melhoramento da gestão ambiental no Estado. São ações previstas no Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado Sustentável (PDRIS), envolvendo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades), em parceria com o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). O PDRIS para o meio ambiente tem como foco a melhoria do sistema de licenciamento ambiental, monitoramento e medidas de execução, aprimoramento do sistema de cadastro de direitos sobre o uso da água. Além disso, o projeto prevê a realização de estudos sobre de políticas públicas para a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais. De acordo com o Secretário da Semades, Alan Barbiero, o principal desafio é a modernização do processo de licenciamento ambiental e o reforço na estrutura atual do Naturatins. “Queremos combater o desmatamento ilegal, reduzir as queimadas e ainda ampliar as unidades de conservação, porque nós precisamos preservar nossa biodiversidade”, explica. As ações da área de meio ambiente estão dentro do componente do melhoramento do gerenciamento ambiental, em que há a definição de uma linha de base do desmatamento ilegal, que será realizada com embasamento no novo código florestal. “Temos o compromisso de até 2018, prazo final do projeto, reduzir em 40% do desmatamento ilegal no Estado”, ressalta Rubens Brito, diretor de meio ambiente da Semades. Oficina Para capacitar técnicos ambientais, o governo está promovendo a Oficina de Planejamento Estratégico, no Parque Estadual do Cantão, a partir da próxima quinta-feira, 5, com 30 profissionais de todos os departamentos do Naturatins. “Estamos avaliando nossa estrutura e as principais necessidades, pois assim saberemos onde e como investir os recursos desse projeto”, avalia Rômulo Rogério Mascarenhas, diretor executivo do Instituto. Agrolink com informações de assessoria

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