Registro de defensivos biológicos vai mudar ainda neste ano
25/09/13 - 15:26
por Leonardo Gottems
As regras para o registro de novos defensivos biológicos no Brasil devem mudar “até o final do ano” de 2013. A informação foi revelada pelo coordenador geral de agrotóxicos e afins do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel, ao jornal DCI.
A principal crítica das empresas desenvolvedoras dessa tecnologia é que as normas exigidas para os produtos biológicos é a mesma em relação aos químicos. De acordo com o governo, uma das maiores queixas do setor será atendida: a de registro dos produtos biológicos para todas as culturas de uma só vez, e não de lavoura para lavoura.
As autoridades brasileiras “já aceitaram o argumento de que produtos biológicos, por não deixarem resíduos nas plantas, podem ser estendidos para todas as culturas, e agora estamos na fase final para saber se tem problema do ponto de vista da saúde”, adiantou Rangel.
Pedro Faria, da Biosphere, saúda a decisão: “Para o produto químico, tem resíduos. Mas no caso do produto biológico, não. Não tem sentido restringir o uso de um produto para controlar uma doença de solo que afeta três culturas diferentes”. A empresa foi criada em 2007 com o objetivo de introduzir no Brasil um novo conceito de prevenção da contaminação de alimentos pelas aflatoxinas em amendoins, o Afla-Guard.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Registro de defensivos biológicos vai mudar ainda neste ano
Registro de defensivos biológicos vai mudar ainda neste ano
Registro de defensivos biológicos vai mudar ainda neste ano
25/09/13 - 15:26
por Leonardo Gottems
As regras para o registro de novos defensivos biológicos no Brasil devem mudar “até o final do ano” de 2013. A informação foi revelada pelo coordenador geral de agrotóxicos e afins do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel, ao jornal DCI.
A principal crítica das empresas desenvolvedoras dessa tecnologia é que as normas exigidas para os produtos biológicos é a mesma em relação aos químicos. De acordo com o governo, uma das maiores queixas do setor será atendida: a de registro dos produtos biológicos para todas as culturas de uma só vez, e não de lavoura para lavoura.
As autoridades brasileiras “já aceitaram o argumento de que produtos biológicos, por não deixarem resíduos nas plantas, podem ser estendidos para todas as culturas, e agora estamos na fase final para saber se tem problema do ponto de vista da saúde”, adiantou Rangel.
Pedro Faria, da Biosphere, saúda a decisão: “Para o produto químico, tem resíduos. Mas no caso do produto biológico, não. Não tem sentido restringir o uso de um produto para controlar uma doença de solo que afeta três culturas diferentes”. A empresa foi criada em 2007 com o objetivo de introduzir no Brasil um novo conceito de prevenção da contaminação de alimentos pelas aflatoxinas em amendoins, o Afla-Guard.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
Registro de defensivos biológicos vai mudar ainda neste ano
25/09/13 - 15:26
por Leonardo Gottems
As regras para o registro de novos defensivos biológicos no Brasil devem mudar “até o final do ano” de 2013. A informação foi revelada pelo coordenador geral de agrotóxicos e afins do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel, ao jornal DCI.
A principal crítica das empresas desenvolvedoras dessa tecnologia é que as normas exigidas para os produtos biológicos é a mesma em relação aos químicos. De acordo com o governo, uma das maiores queixas do setor será atendida: a de registro dos produtos biológicos para todas as culturas de uma só vez, e não de lavoura para lavoura.
As autoridades brasileiras “já aceitaram o argumento de que produtos biológicos, por não deixarem resíduos nas plantas, podem ser estendidos para todas as culturas, e agora estamos na fase final para saber se tem problema do ponto de vista da saúde”, adiantou Rangel.
Pedro Faria, da Biosphere, saúda a decisão: “Para o produto químico, tem resíduos. Mas no caso do produto biológico, não. Não tem sentido restringir o uso de um produto para controlar uma doença de solo que afeta três culturas diferentes”. A empresa foi criada em 2007 com o objetivo de introduzir no Brasil um novo conceito de prevenção da contaminação de alimentos pelas aflatoxinas em amendoins, o Afla-Guard.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
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