quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Suinocultores são capacitados no Médio-Norte de Mato Grosso
Suinocultores são capacitados no Médio-Norte de Mato Grosso
05/09/2013 07:59
Mato Grosso é o estado com maior número de suinocultores capacitados pelo Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS). Desde que foi iniciado, em junho deste ano, foram qualificados 294 criadores nos municípios de Diamantino, Tapurah, Campo Verde e Nova Mutum (Médio-Norte), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a previsão é envolver 500 participantes até o final do ano.
Em todo o país, o projeto capacitou desde 2012 cerca de 1000 mil pessoas por meio de 100 turmas, distribuídas nos estados do Rio Grande do Sul, Pa- raná, Santa Catarina, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Ceará, entre outros, conforme informações da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).
No Estado, os cursos se estendem até a primeira quinzena de dezembro e devem envolver mais uma cidade, ainda em negociação, segundo a Associação dos Criadores de Suínos (Acrismat), entidade coordenadora do projeto, juntamente com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).
Qualificação dos trabalhadores voltada para a criação dos animais é realizada em seis módulos, envolvendo todo o processo, completando 104 horas. São abordadas as fases da maternidade, creche, recria e terminação, fabricação de ração, manejo e produção de suínos e reprodução. Por ser o 5o maior produtor de suínos no Brasil, com um rebanho aproximado de 1,6 milhão de animais, a qualificação é importante. De acordo com o diretor executivo da Acrismat, Custódio Rodrigues, o segmento da suinocultura em Mato Grosso sempre buscou melhorar a produção na cadeia produtiva, o que é evidenciado pelo número de participantes nos cursos ofertados por meio do PNDS.
Conforme observou a psicóloga da RH Brasil, Cristina Ohara, é perceptível o interesse de profissionais e empresários de todas as atividades econômicas em se qualificar, mas ainda há muitos cursos com vagas ociosas. Para ela, é preciso haver uma reformulação na forma como esses cursos são postos, principalmente para atender ao trabalhador. “A maioria dos cursos é realizada durante o turno de trabalho e o profissional acaba priorizando trabalhar”.
Fonte: A Gazeta
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