Fertilizante de nitrato sintético pode poluir por décadas, alerta estudo
28/10/13 - 16:09
por Leonardo Gottems
Uma pesquisa conduzida por cientistas na França colocou em alerta os produtores ao apontar que a utilização de fertilizantes de nitrato sintético podem deixar um legado de poluição que persiste por décadas no solo e na água subterrânea. O estudo foi publicado na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
“Os fertilizantes são de importância fundamental na agricultura moderna, mas a destinação no longo prazo de fertilizantes derivados do nitrogênio no sistema ‘solo-planta-água não’ é totalmente compreendido. Este estudo revelou que três décadas após a aplicação em solos agrícolas (em 1982), entre 12% a 15% dos fertilizantes ainda persistiam na matéria orgânica do solo, enquanto outros 8% a 12% tinha escoado para o lençol freático”, apontou o sumário da PNAS.
De acordo com a pesquisa, “parte desse adubo restante que ainda persistia no solo pode ser absorvido pelas culturas ou vazar para o lençol freático por pelo menos mais cinco décadas – muito mais do que se pensava anteriormente”. O Nitrato em excesso no meio ambiente tem sido vinculado à água potável contaminada e pode causar o rápido crescimento de algas que comprometem ecossistemas e vida marinha costeira.
A equipe, que reuniu cientistas franceses e canadenses, se concentrou em um campo na França onde foram cultivados trigo e beterraba. Os especialistas registraram entre 61% a 65% de absorção pelas plantas. De acordo com os autores, os esforços de recuperação do solo e da água “precisam levar em conta o atraso resultante de legados de aplicações passadas de fertilizantes sintéticos em sistemas agrícolas e a capacidade de retenção de azoto de solos”.
O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Mathieu Sebiloa, Bernhard Mayerb, Bernard Nicolardotc, Gilles Pinayd e André Mariottia.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Fertilizante de nitrato sintético pode poluir por décadas, alerta estudo
Fertilizante de nitrato sintético pode poluir por décadas, alerta estudo
Fertilizante de nitrato sintético pode poluir por décadas, alerta estudo
28/10/13 - 16:09
por Leonardo Gottems
Uma pesquisa conduzida por cientistas na França colocou em alerta os produtores ao apontar que a utilização de fertilizantes de nitrato sintético podem deixar um legado de poluição que persiste por décadas no solo e na água subterrânea. O estudo foi publicado na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
“Os fertilizantes são de importância fundamental na agricultura moderna, mas a destinação no longo prazo de fertilizantes derivados do nitrogênio no sistema ‘solo-planta-água não’ é totalmente compreendido. Este estudo revelou que três décadas após a aplicação em solos agrícolas (em 1982), entre 12% a 15% dos fertilizantes ainda persistiam na matéria orgânica do solo, enquanto outros 8% a 12% tinha escoado para o lençol freático”, apontou o sumário da PNAS.
De acordo com a pesquisa, “parte desse adubo restante que ainda persistia no solo pode ser absorvido pelas culturas ou vazar para o lençol freático por pelo menos mais cinco décadas – muito mais do que se pensava anteriormente”. O Nitrato em excesso no meio ambiente tem sido vinculado à água potável contaminada e pode causar o rápido crescimento de algas que comprometem ecossistemas e vida marinha costeira.
A equipe, que reuniu cientistas franceses e canadenses, se concentrou em um campo na França onde foram cultivados trigo e beterraba. Os especialistas registraram entre 61% a 65% de absorção pelas plantas. De acordo com os autores, os esforços de recuperação do solo e da água “precisam levar em conta o atraso resultante de legados de aplicações passadas de fertilizantes sintéticos em sistemas agrícolas e a capacidade de retenção de azoto de solos”.
O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Mathieu Sebiloa, Bernhard Mayerb, Bernard Nicolardotc, Gilles Pinayd e André Mariottia.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
Fertilizante de nitrato sintético pode poluir por décadas, alerta estudo
28/10/13 - 16:09
por Leonardo Gottems
Uma pesquisa conduzida por cientistas na França colocou em alerta os produtores ao apontar que a utilização de fertilizantes de nitrato sintético podem deixar um legado de poluição que persiste por décadas no solo e na água subterrânea. O estudo foi publicado na revista PNAS, da Academia Nacional de Ciências dos EUA.
“Os fertilizantes são de importância fundamental na agricultura moderna, mas a destinação no longo prazo de fertilizantes derivados do nitrogênio no sistema ‘solo-planta-água não’ é totalmente compreendido. Este estudo revelou que três décadas após a aplicação em solos agrícolas (em 1982), entre 12% a 15% dos fertilizantes ainda persistiam na matéria orgânica do solo, enquanto outros 8% a 12% tinha escoado para o lençol freático”, apontou o sumário da PNAS.
De acordo com a pesquisa, “parte desse adubo restante que ainda persistia no solo pode ser absorvido pelas culturas ou vazar para o lençol freático por pelo menos mais cinco décadas – muito mais do que se pensava anteriormente”. O Nitrato em excesso no meio ambiente tem sido vinculado à água potável contaminada e pode causar o rápido crescimento de algas que comprometem ecossistemas e vida marinha costeira.
A equipe, que reuniu cientistas franceses e canadenses, se concentrou em um campo na França onde foram cultivados trigo e beterraba. Os especialistas registraram entre 61% a 65% de absorção pelas plantas. De acordo com os autores, os esforços de recuperação do solo e da água “precisam levar em conta o atraso resultante de legados de aplicações passadas de fertilizantes sintéticos em sistemas agrícolas e a capacidade de retenção de azoto de solos”.
O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Mathieu Sebiloa, Bernhard Mayerb, Bernard Nicolardotc, Gilles Pinayd e André Mariottia.
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Autor: Leonardo Gottems
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