No AM, novas variedades de guaraná prometem melhor rendimento
03/12/2013 06h55
Duas novas variedades são mais resistentes às pragas da cultura.
Lançamentos são da Embrapa Ama
O BRS Marabitana é amarelado, o BRS Saterê mais vermelho. Os dois tipos de guaraná são as mais novas cultivares lançadas pela Embrapa Amazônia Ocidental, que há 32 anos realiza pesquisas com o fruto.
As novas plantas são mais resistentes à antracnose, doença que atrofia galhos e causa o superbrotamento da planta. De maneira mais severa, a antracnose impede a frutificação. Esta é a principal doença do guaraná.
Por serem mais resistentes, as novas cultivares também produzem mais. Cada planta rende em torno de 1 quilo a 1,5 quilo de sementes secas e apesar de terem passado por todo um processo de melhoramento genético, os pesquisadores garantem que o sabor não tem diferença.
No momento, o agricultor Fernando Francelino é o único que está investindo nas duas novas cultivares. As mudas estão bem cuidadas e na fase em que estão, precisam ser irrigadas a cada 10 minutos. Assim, vão crescer saudáveis e florescer em cerca de dois anos.
O ano passado foram colhidas em todo o estado 850 toneladas de guaraná, um movimento econômico de cerca de R$ 17 milhões.
O volume deveria ser três vezes maior, mas 40% da área de plantação do Amazonas ainda não está produzindo. São plantios novos de cultivares melhoradas e por isso, as pesquisas não param.
Do Globo Rural
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
No AM, novas variedades de guaraná prometem melhor rendimento
No AM, novas variedades de guaraná prometem melhor rendimento
03/12/2013 06h55
Duas novas variedades são mais resistentes às pragas da cultura.
Lançamentos são da Embrapa Ama
O BRS Marabitana é amarelado, o BRS Saterê mais vermelho. Os dois tipos de guaraná são as mais novas cultivares lançadas pela Embrapa Amazônia Ocidental, que há 32 anos realiza pesquisas com o fruto.
As novas plantas são mais resistentes à antracnose, doença que atrofia galhos e causa o superbrotamento da planta. De maneira mais severa, a antracnose impede a frutificação. Esta é a principal doença do guaraná.
Por serem mais resistentes, as novas cultivares também produzem mais. Cada planta rende em torno de 1 quilo a 1,5 quilo de sementes secas e apesar de terem passado por todo um processo de melhoramento genético, os pesquisadores garantem que o sabor não tem diferença.
No momento, o agricultor Fernando Francelino é o único que está investindo nas duas novas cultivares. As mudas estão bem cuidadas e na fase em que estão, precisam ser irrigadas a cada 10 minutos. Assim, vão crescer saudáveis e florescer em cerca de dois anos.
O ano passado foram colhidas em todo o estado 850 toneladas de guaraná, um movimento econômico de cerca de R$ 17 milhões.
O volume deveria ser três vezes maior, mas 40% da área de plantação do Amazonas ainda não está produzindo. São plantios novos de cultivares melhoradas e por isso, as pesquisas não param.
Do Globo Rural
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