As exportações do setor totalizaram US$ 1,65 bilhão no trimestre, o mesmo valor do ano passado. Foram US$ 1,17 bilhão para a celulose e US$ 479 milhões para o papel, crescimento de 0,8% e queda de 1,4% na receita, respectivamente.
De janeiro a março, o volume de celulose exportado no período somou aproximadamente 2,1 milhões de toneladas, com destaque para a China. A receita com as vendas para esse país cresceu 14%. As exportações de papel atingiram 451 mil toneladas, com 34% de aumento da receita do produto destinado à América do Norte – US$ 59 milhões –, comparado aos resultados de janeiro a março de 2012. No entanto, a América Latina permanece como principal destino do produto, com US$ 258 milhões acumulados no período, apesar da redução de 2,3% na receita do trimestre.
As vendas de celulose no mercado doméstico cresceram 2% e somaram 416 mil toneladas no trimestre, contra 408 mil toneladas em 2012. Por outro lado, as vendas do papel internamente cresceram 4,8% no trimestre, com total de 1,3 milhão de toneladas comercializadas.
Ações contra o desvio de finalidade do papel imune, destinado à produção de livros, jornais e revistas, continuam a ser trabalhadas pelo setor, tanto no âmbito público quanto no privado. O objetivo é erradicar essa prática que continua a causar sérias distorções no mercado brasileiro de papel.
Conjuntura Edição 53.
Notícias de Análise de Mercado
Mapa testa lacre para acelerar liberação de cargas nos portos
Mapa testa lacre para acelerar liberação de cargas nos portosLOGÍSTICA
01/05/2013 | 10h11
Uso de chip eletrônico vai economizar anualmente cerca de R$ 60 milhões em gastos das empresas exportadoras de carne com energia elétrica
Com o objetivo de agilizar o trâmite burocrático para liberação de contêineres nos portos brasileiros, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a iniciativa privada, está testando o uso de um lacre eletrônico nas cargas. Batizado de Canal Azul, o projeto tem sido avaliado nos portos de Santos (SP) e de Navegantes (SC). A expectativa é que o sistema seja implementado em definitivo dentro de um ano.
– Nas próximas semanas, vamos colocar em funcionamento um terceiro projeto piloto desse sistema no Porto de Paranaguá, no Paraná – explicou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade.
O processo começa ainda na indústria e, inicialmente, o experimento está sendo adotado apenas para carregamentos de carne bovina (somente no Porto de Santos) e de carne suína (somente no Porto de Navegantes). O contêiner é lacrado com um chip identificador enquanto um funcionário da empresa cadastra informações sobre a carga no Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).
– Assim que a mercadoria chegar ao porto, todo o processo burocrático já terá sido realizado. Isso possibilitará conferir mais rapidamente as informações – destacou o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques.
Quando o sistema for implementado por todas as empresas exportadoras de carne, a previsão é de que o setor privado economize anualmente cerca de R$ 60 milhões apenas em gastos com energia elétrica nos portos. O Brasil envia para o mercado internacional cerca de 200 mil contêineres de carne por ano.
A diferença de tempo entre o despacho tradicional da carga (com documentação impressa) e a com chip chega a ser de quatro dias, dependendo do volume de atendimentos. O trâmite também possibilita avaliar se o contêiner foi violado.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
Uso de chip eletrônico vai economizar anualmente cerca de R$ 60 milhões em gastos das empresas exportadoras de carne com energia elétrica
Com o objetivo de agilizar o trâmite burocrático para liberação de contêineres nos portos brasileiros, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a iniciativa privada, está testando o uso de um lacre eletrônico nas cargas. Batizado de Canal Azul, o projeto tem sido avaliado nos portos de Santos (SP) e de Navegantes (SC). A expectativa é que o sistema seja implementado em definitivo dentro de um ano.
– Nas próximas semanas, vamos colocar em funcionamento um terceiro projeto piloto desse sistema no Porto de Paranaguá, no Paraná – explicou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade.
O processo começa ainda na indústria e, inicialmente, o experimento está sendo adotado apenas para carregamentos de carne bovina (somente no Porto de Santos) e de carne suína (somente no Porto de Navegantes). O contêiner é lacrado com um chip identificador enquanto um funcionário da empresa cadastra informações sobre a carga no Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro).
– Assim que a mercadoria chegar ao porto, todo o processo burocrático já terá sido realizado. Isso possibilitará conferir mais rapidamente as informações – destacou o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Ênio Marques.
Quando o sistema for implementado por todas as empresas exportadoras de carne, a previsão é de que o setor privado economize anualmente cerca de R$ 60 milhões apenas em gastos com energia elétrica nos portos. O Brasil envia para o mercado internacional cerca de 200 mil contêineres de carne por ano.
A diferença de tempo entre o despacho tradicional da carga (com documentação impressa) e a com chip chega a ser de quatro dias, dependendo do volume de atendimentos. O trâmite também possibilita avaliar se o contêiner foi violado.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
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