DO GLOBO RURAL
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Pecuaristas se animam com bônus para exportar para União Europeia
Pecuaristas se animam com bônus para exportar para União Europeia
02/09/2013 07h31
Rastrear o rebanho dá lucro extra aos pecuaristas de Goiás.
Fazendas certificadas recebem até R$ 3 a mais por arr
O confinamento de bois na fazenda Mirante, em Nerópolis, nesta época do ano dá gosto de ver. São 14 mil animais distribuídos em 131 currais. Têm bois das mais diferentes raças e pesos e enquanto uns já estão prontos, outros ainda vão comer muita ração para atingir o ponto de abate.
A fazenda Mirante é certificada para exportar para a União Europeia. Trabalha com os próprios animais e também de outros pecuaristas, que fazem dois tipos de contratos, por diária ou por parceria.
A bonificação é um prêmio pago pelos frigoríficos aos pecuaristas pelo rastreamento do rebanho, por isso, só entram no confinamento da Mirante bois rastreados.
Mesmo que não tenha o gado rastreado, o pecuarista pode participar do confinamento, para isso ele gasta apenas R$ 4 com a instalação de um brinco e um botom com os números fornecidos pelo Ministério da Agricultura. Quando os animais já chegam rastreados das fazendas de origem, basta cumprir uma quarentena. Se eles não são rastreados na entrada têm que cumprir uma permanência mínima de 70 dias antes do abate.
Em todo o país, mais de mil fazendas estão certificadas para exportar gado para a União Europeia. Quando a fazenda está habilitada, os frigoríficos pagam um bônus como recompensa pela produção.
O pecuarista fica sabendo na hora quanto vai receber de bônus. Assim que ele deixa o gado no confinamento, o valor já é calculado, mas oscila de acordo com o período em que o animal vai ser abatido.
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domingo, 1 de setembro de 2013
Criança Esperança 2013 arrecada mais de R$10 milhões em doações
Criança Esperança 2013 arrecada mais de R$10 milhões em doações
31/08/2013 23h58 - Atualizado em 01/09/2013 00h07
Show foi realizado neste sábado (31) na Zona Oeste do Rio.
Ivete Sangalo, Thiaguinho, Luan Santana e XuxaA 28ª edição do Criança Esperança foi realizada em uma casa de shows na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, neste sábado (31). A festa reuniu mais de 20 estrelas da música popular brasileira. Até as 23h, mais de 800 mil ligações tinham sido feitas e mais de R$10 milhões arrecadados. O evento teve a apresentação de Fernanda Lima, Lázaro Ramos e Patrícia Poeta e direção de Luiz Gleiser.
Xuxa faz dueto com o Padre Fábio de Melo. (Foto: Reprodução/TV Globo)Xuxa faz dueto com o Padre Fábio de Melo.
(Foto: Reprodução/TV Globo)
A apresentadora Xuxa e o Padre Fábio de Melo fizeram o primeiro número musical da noite, cantando 'Depende de Nós'.
“Eu sei a força que vocês têm. Para ajudar essas crianças, tudo depende de nós”, disse Xuxa, em tom emocionado.
Maria Rita e Erasmo Carlos cantaram ‘Eu Quero apenas’, do próprio Erasmo e do Rei Roberto Carlos. O dueto é inédito: os artistas se conheceram durante os ensaios do Criança Esperança.
Naldo e a cantora Ellen Oléria, vencedora do primeiro The Voice Brasil, foram os próximos a cantar no palco do Criança Esperança, exaltando o tema do evento, que prezou por músicas que tinham temas ligados à esperança e à solidariedade.
saiba maisCriança Esperança faz último ensaio antes de evento neste sábado, no Rio
Ensaios para o Criança Esperança no Rio acontecem em clima de festa
Enquanto isso, fora do palco, artistas da Globo atendiam os telefonemas com as doações dos telespectadores. O apresentador Zeca Camargo, do Fantástico, comandava a arrecadação no ‘Mesão da Esperança’.
Zezé de Camargo e Luciano se juntaram à sensação do sertanejo Paula Fernandes para cantar um sucesso da dupla, ‘Criação Divina’. Em seguida, Lázaro Ramos surpreendeu e começou a cantar a letra de ‘Tô Fazendo a Minha Parte’, de Diogo Nogueira. O próprio Diogo, pouco depois, surgiu no palco para cantar junto com ator.
A velha e a nova geração do samba se reuniram no palco do Criança Esperança quando Alcione e Péricles cantaram o sucesso “Sacode a Poeira”. Um dos artistas de maior sucesso do Brasil atualmente, o cantor Thiaguinho executou o sucesso “Simples Desejo”, sacudindo o público na Citibank Hall.
Renato Aragão se emociona na 28ª edição do Criança Esperança. (Foto: Reprodução/TV Globo)Renato Aragão se emociona na 28ª edição do Criança Esperança. (Foto: Reprodução/TV Globo)
Quando Renato Aragão entrou no palco o público vibrou muito. O eterno Didi Mocó se lembrou de uma história triste e elegeu o momento mais impactante no evento nesses 28 anos:
“O que mais me marcou foi uma história muito triste. Fui fazer uma missão pela Unicef no interior do Nordeste, em uma época de seca muito intensa. Eu soube de uma história de uma criança com fome, que, nos braços da mãe, perguntou: “Mãe, lá no céu tem pão”? E depois morreu. O criança esperança existe para que isso não aconteça mais", disse Aragão, emocionado, que ainda pediu que todas as crianças tenham a oportunidade de ir para a escola. "Educação abre as portas para as oportunidades. É esse o meu desejo", finalizou Didi, que não segurou as lágrimas ao ser saudado pelo público de forma entusiasmada. Ao sair do palco, ele retribuiu: "Vocês são maravilhosos!", gritou.
Após a apresentação de Jorge & Mateus, Luan Santana apareceu e o público foi mais uma vez a loucura, cantando cada verso do sucesso “Te esperando” junto com o cantor. Calcinha Preta, Naldo, Ellen Oléria, Ivete Sangalo e Roupa Nova também fizeram parte da festa. Martinho da Vila e Mart’nália fecharam o show Criança Esperança 2013.
Desde a criação do evento, em 1986, o Criança Esperança beneficiou 5,2 mil projetos sociais e mais de quatro milhões de pessoas.
Artistas se reúnem para participar do Mesão da Esperança. (Foto: João Cotta/Globo)Artistas se reúnem para participar do Mesão da Esperança. (Foto: João Cotta/Globo)



Do G1 Rioparticiparam da festa.



Do G1 Rioparticiparam da festa.
Para economistas, pouca abertura comercial trava crescimento do país
Para economistas, pouca abertura comercial trava crescimento do país
01/09/2013 09h37
Barreiras comerciais também são apontadas como entraves ao avanço.
Especialistas creem que PIB poderá crescer ao m
A pouca abertura comercial do Brasil ao exterior foi apontado por analistas de diferentes partes do mundo como um dos grandes entraves ao crescimento da economia nacional. O coro de que o Brasil registraria avanços significativos se retirasse barreiras protecionistas e aumentasse seu volume de trocas foi visto durante o 6º Congresso Internacional de Mercados Financeiro e de Capitais da BM&F Bovespa, em Campos do Jordão, neste final de semana.
saiba maisDólar não será moeda de referência 'para sempre', diz Nobel de economia
Aposentado aos 37, megainvestidor Jim Rogers critica economia do Brasil
Ficamos frustrados com resultado do grupo de Eike, diz presidente da bolsa
'Não creio que futuro do Brasil seja tão triste', diz criador da sigla Bric
“O governo daquela senhora [presidente Dilma Rousseff] deveria remover todos os controles de moeda, converter o país em um mercado totalmente livre. Deveria remover todos os subsídios. O Brasil poderia e deveria ser um dos grandes países do mundo, mas o governo anda fazendo bobagens”, disse o economista e megainvestidor norte-americano Jim Rogers.
Na avaliação do ex-presidente do Banco Central e hoje sócio do banco BTG Pactual Pérsio Arida, a preocupação maior que se tem hoje sobre o crescimento brasileiro vem da baixa produtividade – refletida, em parte, pela falta de abertura econômica.
Jim Rogers, em imagem de arquivo (Foto: AFP)Jim Rogers, em imagem de arquivo (Foto: AFP)
“Nossa produtividade, infelizmente, é baixa e está caindo ao longo do tempo. O motivo pelo qual está caindo é difícil de dizer exatamente, porque a produtividade capta tudo o que vai de errado e tudo o que vai certo na economia. Na verdade, a queda da produtividade é resultado de distorções massivas microeconômicas e de uma economia fechada para o mercado exterior”, disse o economista.
As perspectivas do criador da sigla dos emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), Jim O’Neill, não poderiam ser mais positivas para a economia brasileira. No entanto, para que o resultado seja alcançado, o economista britânico, PhD pela University of Surrey, aponta como caminho, além de mais investimento privado, a abertura da economia.
“A economia brasileira precisa de mais investimento e se tornar mais aberta ao exterior. É a única maneira de conseguir o equilíbrio entre oferta e demanda. Existem bilhões de pessoas lá fora. Se quiser se sair melhor, [o país] terá de se envolver com elas”, afirmou.
Hoje, estão em vigor no Brasil perto de 50 medidas antidumping - de sacos de juta a ventiladores de mesa - vendidos por diversos países e o país, no ano, vem importando mais do que exportando. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, no acumulado do ano até 25 de agosto, a balança comercial apresenta um déficit no valor de US$ 3,85 bilhões, resultado de exportações em US$ 151,8 bilhões (queda de 1,3% sobre o ano passado), e importações em US$ 155,7 bilhões - aumento de 10%.
Para Jim O’Neill, criador da sigla Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), desempenho do Brasil é menos decepcionante do que dizem. (Foto: Divulgação/BM&FBOVESPA)Para Jim O’Neill, criador da sigla Bric
(Foto: Divulgação/BM&FBOVESPA)
Para onde vai o crescimento
Sobre o crescimento do Brasil, não há consenso. Para O’Neill, o futuro do Brasil não deverá ser tão triste. “Creio que o crescimento do Brasil no longo prazo tende a ser de 4% ao ano. Quando falo de Brasil, eu, pessoalmente, acho que o desempenho do crescimento do Brasil é sempre menos decepcionante do que dizem. Verifiquei que, quando criei a sigla, o crescimento era menor. Em 2001 [quando a sigla foi criada], 2002 e 2003, o crescimento médio foi de 1,7%. Presumindo o crescimento deste ano, o avanço de 2011, 2012 e 2013 será maior, de 2%. As pessoas parecem estar esquecendo que as economias são feitas de ciclos.”
Já para Gustavo Franco, PhD em economia pela Universidade de Harvard, a economia deverá fechar o ano com crescimento de 2%. Esse é o limite que Pérsio Arida considera saudável para que não haja pressões inflacionárias. “A taxa de crescimento potencial poderia ser mais alta, mas o Brasil hoje não pode crescer muito mais do que 2% ao ano sem pressionar a inflação”, afirmou.
Segundo o último boletim Focus, do Banco Central, os analistas do mercado financeiro prevêem que o PIB deverá mostrar expansão de 2,20% em 2013. No último dia 22, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a projeção do PIB foi revisada para baixo, para 2,5%.

Anay Cury Do G1, em Campos do Jordão (SP)

Anay Cury Do G1, em Campos do Jordão (SP)
Sistema financeiro está sólido e com altos níveis de capital, diz Tombini
Sistema financeiro está sólido e com altos níveis de capital, diz Tombini
31/08/2013 18h14
Presidente do BC participou de congresso da Bovespa, neste sábado (31).
País adotará medidas para assegurar estabilidade
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini disse neste sábado (31) que o sistema financeiro brasileiro está sólido, com elevados níveis de capital, liquidez e provisões e que a instituição adotará as providências necessárias para assegurar a estabilidade da economia e o bom funcionamento dos mercados. Tombini esteve no 6º Congresso Internacional de Mercados Financeiros e de Capitais da BM&F Bovespa, em Campos do Jordão, no interior de São Paulo.
“O processo de normalização das condições monetárias nas economias avançadas já começou. A comunicação do Fed já mudou. E essa mudança está se refletindo nas variáveis financeiras. Os mercados se anteciparam aos fatos e os preços dos ativos financeiros estão mais voláteis. As economias emergentes são as mais impactadas por essa volatilidade. No entanto, o Brasil está preparado para enfrentar essa volatilidade”, disse.
Tombini lembrou que na semana passada o Banco Central anunciou o programa de leilões de swap cambial e de venda de dólares com compromisso de recompra. “Semanalmente, pelo menos até o final deste ano, realizaremos leilões de swap cambial, no montante de US$ 2 bilhões, e de venda com compromisso de recompra, no total de US$ 1 bilhão. Se necessário, realizaremos operações adicionais.”
Segundo Tombini, o Banco Central utilizará diversos instrumentos “para reduzir a volatilidade excessiva e mitigar potenciais riscos à estabilidade financeira. E essa estratégia estará presente durante todo o período de transição entre o mundo atual e o mundo à frente, de condições monetárias normalizadas e maior crescimento da economia e do comércio global”.
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Banco Central do BrasilAnay Cury Do G1, em Campos do Jordão (SP)
Franquia que oferece cursos de moda requer baixo investimento
Franquia que oferece cursos de moda requer baixo investimento
01/09/2013 07h34
A escola virou franquia em 2011 e hoje tem 17 unidades.
O negócio fatura R$ 18 mil por mês; capital necessári
Uma rede de franquia oferece cursos de moda e já formou mais de 60 mil alunos. A escola virou franquia em 2011 e hoje tem 17 unidades, que ensinam o passo a passo da confecção. O curso mais procurado é o de corte e costura. Além do curso básico, o aluno também aprende conceitos de moda, desenho e estilo. A mensalidade dos cursos é a partir de R$ 280 por mês. O investimento para abrir uma franquia é de 50 mil. O negócio fatura R$ 18 mil por mês. Desse valor, 30% são de lucro líquido, ou seja, R$ 5.400,00 por mês.
Entre os alunos, 97% são mulheres, e a maioria é da classe C e tem de 19 a 40 anos.
Segundo o franqueador, o mercado tem pouca concorrência para atender a uma das maiores carências do segmento: a falta de costureiras. E a estrutura do negócio é enxuta: uma sala de aula, de 60 m², com sete máquinas de costura.
Como cada aula dura duas horas, uma única sala comporta até quatro turmas com 40 alunos por dia. Reynaldo Mello foi um dos primeiros franqueados da rede. Ele montou a unidade em 2011, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.
Franqueador e franqueado procuraram juntos o ponto comercial por três meses. Os planos da rede são abrir 230 novas franquias da escola nos próximos cinco anos no país. O foco são cidades a partir de 150 mil habitantes ou que estejam em polos de confecção. “De acordo com franqueadora, teríamos de escolher local de fácil acesso e grande movimentação, então foi o que escolhemos, estar numa das avenidas mais importantes de São Bernardo e na frente de um dos terminais de ônibus mais importantes”, diz Mello. A unidade de Mello tem 70 alunos. A maioria vai para aprender o “beabá”.
“Nossa escola ela tem 30 anos de experiência no mercado, nós trabalhamos com a formação profissional específica para confecção e moda, então o que nós proporcionamos para o nosso franqueado é justamente um formato de gerenciamento, operação e formação do profissional que vai sair de nossas salas de aula”, diz o franqueador Aloízio de Freitas. “O franqueado consegue iniciar seu negócio com trabalho dele, que faz o papel de gerente da unidade, um atendente e um professor, essa é a equipe mínima para se iniciar o processo.”
“Eu não tinha noção de costura então o método é bem legal, gostei. Com o livro que eles apresentam o molde, fica fácil”, diz a aluna Eliana Santos.
“A pessoa que desenha vai vender a roupa para o cliente. Então tem que demonstrar a estampa e todos os detalhes. A importância do caimento também, porque tem roupa que você vai fazer que não é o tecido adequado. Então no desenho ela consegue passar tudo isso, todos esses detalhes”, diz a professora Patricia Marx.
“As nossas escolas têm uma grande procura por mão de obra por parte das confecções, elas procuram muitos profissionais conosco, tanto que nós nem conseguimos atender a essa demanda”, diz Freitas.
A franqueadora ensina a cuidar de cada detalhe do negócio. “Você já vem com toda bagagem do dono da franquia e você traz pra você, você simplesmente adapta o seu modo de gerenciar a esse modelo já pronto”, diz Mello.
“Não existem escolas formando esses profissionais e nosso modelo de negócio consegue adequar essa demanda, essa formação profissional para oferecer para o mercado de confecção”, diz Freitas.
Contato:
Sigbol Fashion
Franqueador: Aloízio de Freitas
Rua Domingos De Morais, 1621 – Vila Mariana
São Paulo/SP – CEP: 04009-003
Telefone: (11) 5904-6461
www.sigbol.com.br
Do PEGN TV
Do PEGN TV
Cursos de artesanato ajudam quem quer montar pequeno negócio
Cursos de artesanato ajudam quem quer montar pequeno negócio
01/09/2013 07h51
Empresárias em SP dão cursos de diversas técnicas e aquecem mercado.
No Brasil, 8,5 milhões de pessoas estão envolv
No Brasil, o setor de artesanato movimenta R$ 50 bilhões por ano. E em São Paulo, empresas investem em alternativas para aumentar os lucros.
São os cursos de artesanato que movimentam o comércio de matéria-prima e capacitam quem deseja montar um pequeno negócio.
No Brasil, 8,5 milhões de pessoas estão envolvidas com artesanato. Quase metade da produção está no Nordeste. A atividade representa cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. E para quem pensa em investir no mercado, o momento é favorável. Segundo Rita Mazzoti, diretora de uma das maiores feiras de artesanato do Brasil.
“Uma das formas de a gente achar um trabalho rápido é quando você tem habilidade para fazer alguma coisa. Você tem alguma técnica, rapidinho você está produzindo alguma coisa. Começando a vender, ganhando algum dinheiro. Então, não deixa de ser alguma forma de sair de crises”, diz.
A empresária Wania Catóia é um exemplo de quem se deu bem no mercado de artesanato. Ela é dona de um ateliê, em São Paulo. Wania dá cursos de artesanato em madeira, cartonagem e forração francesa, uma técnica de revestimento com tecido.
O espaço foi montado há 5 anos, com um investimento inicial de R$ 100 mil.
“Fiz faculdade de artes e aos poucos... (...) eu fui percebendo que o artesanato, que era uma renda extra, na verdade virou a renda principal”, diz.
O ateliê tem 35 alunas matriculadas nos cursos e recebe semanalmente pessoas que participam de aulas avulsas. “Tem as pessoas que procuram o artesanato como fonte de renda e tenho as pessoas que trabalham com o artesanato como arte terapia, como um hobby.”
Priscila Caldeira faz o curso há pouco tempo e já ganha dinheiro com o artesanato. “Comecei fazendo as coisas para dar primeiro. Depois começou a surgir a oportunidade de vender”, explica.
No ateliê, Wania também vende os materiais usados na confecção do artesanato. “Tem bastante material. Aqui a gente trabalha com uma variedade, a gente trabalha com material para pintura em madeira, cerâmica, gesso, pintura em tecido, a gente trabalha com tela, scrapbook, cartonagem, encadernação”, diz.
Na loja, além de matéria-prima para a confecção do artesanato, Wania também vende produtos prontos. O faturamento médio da empresária com os cursos e a loja é de R$ 20 mil por mês.
Patchwork
Na zona leste de São Paulo, um ateliê é especializado em patchwork. A palavra vem do inglês, significa trabalho com retalhos. O artesanato já é bem popular no Brasil.
A empresária Laura Daleck montou o ateliê em 2003. Começou num espaço pequeno com um investimento baixo, de R$ 10 mil. “Eu, um dia olhando uma revista, vi essa técnica do patchwork. Me encantei (...). Fui fazer os cursos, fui me aperfeiçoando até dar aula de patchwork.”
Em 10 anos, o ateliê cresceu, dobrou de tamanho. Hoje, são 300 metros quadrados onde funcionam duas salas de aula bem espaçosas.
O ateliê fica sempre lotado. As vagas são disputadas e tem até lista de espera. No total, 110 alunas estão matriculadas. São várias turmas com aulas semanais. Elas aprendem de técnicas básicas do patchwork até as mais avançadas. O resultado é encantador, peças criativas, coloridas e bem práticas para o dia a dia.
O curso custa R$ 150 por mês, as aulas são semanais com duração de três horas.
A aluna Rosângela Alves faz o curso para se aperfeiçoar. Há cinco anos ela ganha dinheiro com patchwork. “Acaba sendo um produto personalizado (...), cada peça tem o seu estilo.”
O faturamento médio do ateliê é de R$ 20 mil por mês. Para atrair a clientela e se tornar competitiva nesse mercado, a empresária Laura fica sempre de olho nas novidades. “Faço curso para aprender técnicas novas, eu tenho ido viajar, todo ano procuro viajar”, diz.
CONTATOS
ATELIÊ LAURA DALECK
Entrevistado: Empresária Laura Daleck
Rua Itapeti, 613 - Tatuapé
São Paulo/SP – CEP: 03324-002
Telefone: (11) 2094-3808
www.lauragdaleck.com.br
WANIA CATOIA ATELIER
Contato: Empresária Wania Catóia
Rua Desembargador do Vale, 1007 - Perdizes
São Paulo/SP - CEP: 05010-040
Telefone: (11) 2537-6257
www.atelierwaniacatoia.com.br
WR SÃO PAULO – FEIRAS E CONGRESSOS
Contato: Diretora da Mega Artesanal Rita Mazzoti
Rua Amélia Correia Fontes Guimarães, 556 – Morumbi
São Paulo/SP – CEP: 05617-010
Telefone: (11) 3721-3116
www.wrsaopaulo.com.br
Do PEGN TV
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Projeto incentiva negócios voltados ao turismo no Piauí
Projeto incentiva negócios voltados ao turismo no Piauí
01/09/2013 07h41
Sebrae ajuda a qualificar a gestão dos negócios do setor.
Rede de restaurantes faz pratos típicos com o ca
Para atrair mais visitantes, um projeto incentiva a qualificação na gestão dos negócios na área do turismo e da gastronomia na região de Teresina, no Piauí. Participam do projeto 43 restaurantes, agências de turismo e a rede hoteleira.
Um restaurante de Teresina aposta na culinária local, usando o capote, uma ave conhecida como galinha d’angola, na decoração e na maioria dos pedidos.
O proprietário, Paulo Tajra, entrou no ramo da gastronomia em 2001 e hoje tem uma rede de restaurantes segmentados. “Nós temos sete restaurantes, todos com gastronomia diferenciada, e sempre contamos com o apoio do Sebrae, que nos ajudava, nos auxiliava na parte de treinamento, qualidade de produtos em busca de melhores serviços”, diz Paulo.
O Sebrae criou um projeto para promover o turismo e a gastronomia do Piauí chamado “Caminhos entre rios”, que envolve empresas de sete cidades da região para qualificar a gestão dos negócios e atrair mais visitantes.
Com o projeto do Sebrae, o restaurante melhorou a manipulação dos alimentos e investiu no treinamento dos funcionários. “Nós temos focado muito nessa questão da qualidade do atendimento, da qualidade da alimentação e nós temos uma solução que é o nosso centro de qualidade Sebrae, onde se trabalha muito a questão da manipulação dos alimentos, das boas práticas na cozinha e isso tem melhorado muito o padrão dos restaurantes de Teresina”, diz Gilson Vasconcelos, do Sebrae de Teresina.
O capote é um dos pratos mais originais do Piauí. No restaurante ele é preparado frito, com arroz e ao molho pardo, e 60% dos clientes pedem a iguaria. “Esse prato aqui, que chama capote com arroz, é prato típico do Piauí, então eu sempre faço questão de vir aqui no restaurante. Realmente é muito bom”, diz o cliente Materson Silva.
Teresina fica longe do litoral, por isso a maior parte dos turistas vai à cidade por conta de negócios. De olho nesse público, que gosta de provar uma comida típica, o restaurante abriu um departamento especializado em eventos. Dependendo da época do ano, os gastos desse tipo de cliente representam 40% do faturamento da empresa.
De acordo com um estudo realizado pelo Sebrae, 30% dos turistas que visitam o Piauí são motivados por negócios. “O turista que vem até aqui está disposto a pagar por um bom serviço, por uma boa comida e isso acontece com muita frequência aqui”, diz Baísa Tajra.
Um dos objetivos do projeto “Caminho entre rios” é desenvolver novos roteiros turísticos e gastronômicos que atraiam mais visitantes à Teresina. Há potencial, já que o Piauí é o destino menos procurado pelos turistas que vão ao nordeste.
Turismo receptivo
Para atender clientes que têm recursos financeiros, mas pouco tempo livre, a empresária Bya Mello abriu uma agência de turismo receptivo. O Sebrae ajudou a empresária a definir o foco do negócio e hoje Bya organiza roteiros de acordo com a vontade do interessado, fechando os pacotes pela internet.
A empresa faz roteiro personalizado, fecha contrato e só chega até o cliente quando ele chega no aeroporto ou no hotel em Teresina. Também há roteiros individuais e para pequenos grupos de turistas.
O tour pela capital do Piauí começa por onde o contratante do serviço está hospedado. Teresina é conhecida como “cidade verde” por causa da grande quantidade de árvores, parques e praças, então o turista consegue admirar essa paisagem do alto da ponte estaiada. O mirante é a primeira parada da excursão.
Outra parada obrigatória é na central de artesanato. No local, o turista pode comprar produtos típicos do Piauí, como as joias feitas com opalas ou saborear a tradicional cajuína.
O final fica por conta do lugar que dá nome ao projeto de incentivo ao turismo. O encontro dos rios é uma das paisagens mais famosas do estado. Do lado esquerdo do rio fica o Piauí e do lado direito, o Maranhão. Nesse lugar se encontram dois importantes rios: o Parnaíba e o Poti.
É um dos principais pontos turísticos da região, mas está ameaçado, tanto que é possível ficar de pé no meio do rio porque o nível de água tem diminuído a cada ano. O incentivo ao turismo pode chamar a atenção para o problema.
Em 2012, só a pequena agência de Bya atendeu 160 clientes e faturou R$ 85 mil. “A gente agrega à Teresina, capital, o roteiro ‘caminho entre rios’, que fica nas cidades em torno da capital. Além disso, o nosso litoral, o delta do rio Parnaíba, o parque nacional de sete cidades e o parque nacional serra da capivara são os pontos do nosso estado do Piauí que a gente comercializa e oferece pro nosso turista.”
CONTATOS:
SEBRAE
Central de Relacionamento: 0800-570-0800
www.sebrae.com.br
FAVORITO COMIDA TÍPICA
Contato: Paulo Tajra Melo e Baisa Tajra Melo
Rua Angélica, 1059 – Bairro Fátima
Teresina/PI – CEP: 64049-532
Telefone: (86) 3232-2020
www.favoritorestaurante.com.br/comidatipica
PIAUÍ TOUR
Contato: Empresária Maria de Lurdes Ribeiro de Melo
Av. Joaquim Ribeiro, 198/1 – Nossa Senhora das Graças
Teresina/PI – CEP: 64018-570
Telefone: (86) 9981-9796
www.piauitour.com
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