quinta-feira, 31 de outubro de 2013

SENAR capacita produtoras no beneficiamento de frutas

SENAR capacita produtoras no beneficiamento de frutas O SENAR MINAS promove nesta semana dois cursos de Beneficiamento de Frutas para 30 produtoras e trabalhadoras rurais de Piumhi e Alterosa .. ... . .. . .SENAR capacita produtoras no beneficiamento de frutas Com o treinamento, elas estarão aptas a produzir polpas de frutas que podem ser usadas em sucos, sorvetes, doces e trabalhos em confeitaria. A instrutora Lorraine Thayla Lima Soares informou que as participantes aprendem técnicas de cozimento e congelamento das frutas para produzir polpas, xaropes e um conservante que aumenta a durabilidade dos produtos. “Ensinamos técnicas que conservam as frutas por um ano, bem como seu beneficiamento e a produção de polpas. Trabalhamos com frutas que seriam descartadas por falta de consumo”, disse a nutricionista. “Muitas delas têm essa matéria prima em casa”, completou. As frutas escolhidas são as mais comuns no município, principalmente abacaxi, uvaia, maçã, mamão, pêssego, acerola, limão, e laranja. “O curso foi pedido pelas produtoras, que são donas de casa ou trabalham em fazendas. Eles fizeram o curso de produção de doces do SENAR no começo deste ano e se interessaram pelo beneficiamento das frutas, principalmente congelamento e produção de polpas”, disse a mobilizadora do sindicato de Alterosa, Lúcia Bebiana. Em Piumhi, algumas mulheres pretendem montar uma associação para produzir as polpas. “Pretendemos levar o projeto para uma fundação de Piumhi. Gostamos muito do curso, pois aprendemos muita coisa e não sabíamos que podíamos aproveitar tanto as frutas. Vale a pena fazer os cursos do SENAR, porque nos qualifica muito”, afirmou a agente comunitária de Piumhi, Elaine Aparecida Ferreira. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 14:10hs Fonte: Assessoria de Comunicação do SENAR MINAS .

Soja impulsiona vendas externas do Estado

Soja impulsiona vendas externas do Estado A excelente safra agrícola de 2013, que teve como estrela a soja, impulsionou as exportações do Rio Grande do Sul no terceiro trimestre, quando foram vendidos US$ 6,4 bilhões .. ... . .. . .Soja impulsiona vendas externas do Estado O crescimento de 24,6% representou US$ 1,3 bilhão a mais do que no mesmo período do ano passado. A variação também foi maior do que a da média nacional, de -0,2%, e superou a evolução observada entre os dez maiores destinos exportadores do País, que apresentaram queda em volume de produtos vendidos para fora do território brasileiro. “O setor agrícola, que teve uma participação de 30,5% nas exportações, com vendas de US$ 1,9 bilhão, dobrou em valor (102%) e volume físico (127%), puxado pela soja”, informa o economista da Fundação de Economia e Estatística (FEE) Guilherme Risco. “Para se ter uma ideia do crescimento registrado nas exportações gaúchas frente ao terceiro trimestre do ano passado, a soja respondeu por US$ 1 bilhão”, detalha. Já a indústria de transformação, que representou 68,5% (US$ 4,3 bilhões) do valor total de exportações, cresceu US$ 304 milhões (7,5%) no terceiro trimestre. Os destaques deste setor foram as vendas de automóveis e de máquinas e equipamentos, que inflaram, respectivamente, 23,5% e 27,5% em valor e 18,3% e 15,2% em volume. De janeiro a setembro, o valor exportado pelo Estado teve elevação de 28,6%, enquanto que o volume aumentou 26,8%, ultrapassando a quantidade de produtos vendidos para o exterior em nível nacional, que foi de 5,1%. De acordo com Risco, as exportações representaram mais de 10% do PIB gaúcho. Nos primeiros nove meses do ano, as vendas para fora acumularam US$ 17,5 bilhões. A variação de US$ 3,9 bilhões em comparação ao mesmo período do ano passado foi puxada pela agricultura, em função da soja, que respondeu por 84% deste desempenho. “Graças ao volume da soja, que dobrou em relação a 2012, o Estado deve fechar 2013 com crescimento maior do que o do ano passado”, projeta o economista, destacando que de janeiro a setembro a variação do volume total das exportações gaúchas foi de 16,4%, bem acima da ocorrida em nível nacional (4,1%). “Esse aumento em volume de vendas foi o segundo da lista entre os dos dez maiores estados exportadores, sendo superando apenas pelo do Mato Grosso (20,3%)”, aponta Risco. No ano, o Rio Grande do Sul atingiu a terceira posição no ranking de principais destinos exportadores do País, ficando abaixo de São Paulo (23,56%) e Minas Gerais (13,91%) e acima do Rio de Janeiro (8,21%), somando 9,85% das exportações nacionais. No decorrer de 2013, as vendas de equipamentos para o Panamá, por conta da plataforma de petróleo, ajudaram a impulsionar a indústria de transformação, injetando mais US$ 1,6 bilhão no setor, que vendeu em torno de US$ 12 bilhões. Já as exportações para a China (soja) representaram 22,59% (US$ 3,4 bilhões) do total vendido pelo Estado. Entre os setores que sofreram queda, Risco destaca o decréscimo de US$ 321,6 milhões nas exportações de produtos alimentícios e de US$ 79,8 milhões nas vendas externas de máquinas e equipamentos, além da redução de US$ 41 milhões no setor de produtos de metal. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 13:10hs Fonte: Jornal do Comércio .

FMI diz que abrandamento da economia mundial é o maior risco para África

FMI diz que abrandamento da economia mundial é o maior risco para África O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou que o abrandamento econômico mundial é um dos três principais riscos para a economia dos países subsaarianos, segundo o Regional Economic Outlook para esta região, divulgado hoje .. ... . .. . .FMI diz que abrandamento da economia mundial é o maior risco para África "Uma desaceleração acentuada do crescimento global, especialmente na China, pode prejudicar as exportações, principalmente com preços mais baixos nas matérias-primas, e reduzir os fluxos de ajuda de investimento direto estrangeiro", escrevem os técnicos do FMI. No documento, os autores do estudo destacam que uma significativa queda nos preços do petróleo ou de outras matérias-primas prejudica exportadores que ainda estão demasiado dependentes do petróleo, exemplificando com os casos de Angola e da República Democrática do Congo. Além disso, o FMI aponta ainda riscos internos e um retrocesso nos fluxos de capital. "É possível que um aperto nas condições monetárias dos Estados Unidos ou uma nova mudança nas expetativas possa levar a novos constrangimentos nos mercados financeiros, que teriam implicações nas condições financeiras da maioria das economias africanas financeiramente integradas, algumas das quais pretendem emitir obrigações de dívida nos próximos meses." As recomendações do fundo para contrabalançar esses perigos já constam de relatórios anteriores e passam essencialmente pela aposta das políticas macroeconômicas e financeiras na estabilidade, principalmente no que diz respeito ao "encorajamento a investimentos privados produtivos". Por outro lado, é também recomendado prudência no que diz respeito à acumulação de dívidas por parte dos países e, por último, é deixada uma palavra sobre a política monetária e cambial e – tema incontornável – sobre o ambiente de investimento. "Para continuar atraindo capital estrangeiro para o desenvolvimento da capacidade produtiva desses países, as autoridades devem aumentar os esforços para melhorar ainda mais o clima empresarial, incluindo por meio de reformas apropriadas na política fiscal e administrativa e melhorar as regulamentações e a burocracia." O FMI reviu em baixa a previsão de crescimento para a África Subsariana, em 0,7 e 0,1 ponto neste e no próximo ano, estimando agora crescimentos de 5% e 6% em 2013 e 2014. De acordo com o Regional Economic Outlook para a região, "o crescimento econômico deve permanecer robusto, apoiado pelos contínuos investimentos em infraestruturas e na capacidade produtiva", mas mais lento que na previsão de maio. As previsões de crescimento econômico para os dois maiores países lusófonos africanos mantêm-se inalteradas: o FMI espera que Angola cresça 5,6% e 6,3%, neste e no próximo ano, e antecipam que Moçambique vai crescer 7% este ano, acelerando para os 8,5% em 2014. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 16:10hs Fonte: Agência Lusa .

JBS reúne avicultores em audiência a fim de discutir solucões para a crise

JBS reúne avicultores em audiência a fim de discutir solucões para a crise As dificuldades apresentadas pelos avicultores do Sul de Santa Catarina serão debatidas durante esta semana e na próxima com empresários do setor agroindustrial e também na Assembleia Legislativa .. ... . .. . .JBS reúne avicultores em audiência a fim de discutir solucões para a crise A Associação dos Avicultores do Sul Catarinense vem realizando uma série de audiências e reuniões a fim de buscar uma solução para a crise no setor. De acordo com o presidente da Associação dos Avicultores do Sul Catarinense, Emir Tezza, segundo o estudo ainda não finalizado, a dívida em financiamentos dos produtores gira entre R$ 150 a R$ 200 milhões. “Os produtores financiaram a construção dos seus aviários com base em um contrato feito com as empresas. Só que elas não cumpriram o acordo e os avicultores não conseguiram honrar seus pagamentos”, justificou Tezza. O presidente disse que o valor pago por cada ave deveria ficar em R$ 0,70, mas que, atualmente, este valor está em apenas R$ 0,40. Um das maiores reivindicações dos avicultores é que cada ave seja vendida, pelo menos, por R$ 0,80. Nesta quinta-feira (31), a JBS receberá os representantes da Associação para discutir o assunto. Conforme Tezza, esta é a segunda vez, desde que o Grupo JBS adquiriu as empresas do setor na região, que os produtores têm a oportunidade de debater com os empresários. “Só conseguimos falar com eles pela primeira vez no último dia 16 de outubro em audiência com o Ministério Público do Trabalho”, reclamou. A audiência que foi convocada pela empresa acontecerá às 9h, na sede da Seara Alimentos, em Forquilhinha (SC). No próximo dia 4 de novembro também está marcada na Assembleia Legislativa do Estado uma audiência para tratar da crise no setor, que deve contar com a bancada de representantes da agricultura e vários deputados. Cerca de 100 produtores da região devem ir ao encontro que acontecerá às 17h. .Data de Publicação: 31/10/2013 às 16:00hs Fonte: CarneTec .

Plantio de soja atinge 59,0% da área prevista para 2013/2014

Plantio de soja atinge 59,0% da área prevista para 2013/2014 Segundo o Departamento de Economia Rural (DERAL), o plantio de soja atingiu 59,0% dos 4,87 milhões de hectares esperados para o ciclo 2013/2014 .. ... . .. . .Plantio de soja atinge 59,0% da área prevista para 2013/2014 Em virtude dos preços mais atrativos, muitos produtores optaram por ampliar suas áreas. A expectativa do DERAL é que o incremento seja de 4,1%, o equivalente a 193,5 mil hectares a mais que na safra passada. Estima-se que 73,0% das lavouras do estado estejam em fase de desenvolvimento vegetativo e 27,0% em fase de germinação. Quanto à comercialização, até o dia 28 de outubro foram negociados, para entrega futura, 20,0% da soja 2013/2014. Em Paranaguá-PR, a saca de 60kg de soja fechou cotada em R$71,50 (30/10), alta de 0,7% no acumulado do mês. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 15:50hs Fonte: Scot Consultoria .

CCJ do Senado aprova projeto sobre dupla tarifação da energia

CCJ do Senado aprova projeto sobre dupla tarifação da energia A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou um projeto que obriga as distribuidoras de eletricidade a instalar, sem custos para produtores rurais, relógios de dupla tarifação de energia nas propriedades .. ... . .. . .CCJ do Senado aprova projeto sobre dupla tarifação da energia A proposta foi aprovada em regime de urgência nesta quarta-feira, 30, e segue para apreciação no plenário do Senado. Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a medida beneficia principalmente as atividades de irrigação e aquicultura, que já contam com descontos especiais nas tarifas de energia. Agricultores irrigantes e aquicultores arcavam com o ônus destes aparelhos, cuja instalação é condição para que tenham tarifas diferenciadas. Os relógios de dupla tarifação têm por objetivo medir o consumo de energia elétrica em diferentes horários. No caso da irrigação e da aquicultura, os equipamentos registram o consumo das 21h30 às 6h para que os produtores tenham direito aos descontos especiais nas tarifas, que podem chegar a 90%, dependendo da região. A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu (PMDB/TO), relatora da matéria, explicou que a proposta suspende o dispositivo da Resolução Normativa nº 207, de 2006, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que impunha o ônus aos produtores rurais. Na avaliação da senadora, a resolução exorbita as competências da Aneel. Ela justificou que a Lei 10.438, de 2002, que concede os descontos nas tarifas, não autoriza a agência a transferir aos produtores rurais os custos da instalação dos equipamentos de medição do consumo de energia elétrica. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 15:40hs Fonte: G1- Globo .

Odebrecht Agroindustrial deve separar cogeração

Odebrecht Agroindustrial deve separar cogeração Em linha com o que vem ocorrendo com outras sucroalcooleiras, a Odebrecht Agroindustrial, braço de açúcar e álcool do grupo Odebrecht, deverá separar os ativos de cogeração de energia da operação canavieira em uma nova empresa .. ... . .. . .Odebrecht Agroindustrial deve separar cogeração A Odebrecht afirma que a possibilidade está em estudo, com o objetivo de ampliar ganhos de sinergia no próprio grupo, uma vez que a cogeração não seria vendida, mas incorporada a outros ativos semelhantes da companhia. Se concretizada, a operação também deverá reduzir a dívida bancária da sucroalcooleira, hoje equivalente a cinco vezes sua receita líquida. Segundo fontes consultadas pelo Valor, entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões desse endividamento com bancos poderia ser repassado à nova empresa, que concentraria ativos de energia renovável do grupo. Apesar de a companhia negar com veemência que tenha qualquer intenção de se desfazer desse ativo, a avaliação no mercado é que o movimento permitirá à Odebrecht Agroindustrial, no futuro, vender total ou parcialmente a cogeração a investidores estratégicos, a exemplo do que outras usinas vêm fazendo. A empresa detém uma das maiores capacidades de cogeração de energia a partir do bagaço de cana do Brasil. São 816 megawatts (MW) de potência instalada. Nesta safra 2013/14, a previsão é de vender cerca de 1,7 mil gigawatts/hora de eletricidade. O presidente da Odebrecht Agroindustrial, Luiz de Mendonça, garante que, até este momento, nenhuma decisão foi tomada, apesar de reconhecer que a companhia estuda a possibilidade de separar os ativos. Se esse plano for adiante, diz ele, haveria a transferência dos ativos, da receita e também da dívida correspondente à cogeração. Ele não quis comentar os valores em análise. No entanto, lembrou que, desde que foi criada, ainda com a denominação ETH Bioenergia, a Odebrecht Agroindustrial investiu cerca de R$ 10 bilhões no negócio de processamento de cana-de-açúcar no Brasil. Desse montante, em torno de R$ 1 bilhão foram investimentos específicos na parte industrial de cogeração nas nove usinas do grupo. "Mas o ativo de energia não se limita aos equipamentos industriais. O ativo agrícola (cana), que é o que demanda mais investimentos, também compõe o pacote de cogeração", diz Mendonça. Ele afirma que, se acontecer, a separação dos ativos não será um "spin off", ou seja, uma segregação para venda do negócio. "Esse ativo vai ficar dentro do grupo, que já tem outros negócios na área de energia. O objetivo é capturar ganhos de sinergia dentro da organização". Os ativos de energia das usinas de cana do Centro-Sul vêm tendo mais liquidez de venda que os ativos de fabricação de açúcar e etanol, com cotações neste momento depreciadas. Basicamente, dois formatos de negociação são mais comuns, segundo o consultor da FGAgro, Luiz Cláudio Barreira. No primeiro modelo, a usina vende a estrutura de cogeração já existente, geralmente, para concessionárias de energia. Estas usam (vendem a eletricidade) o ativo em contratos de 15 a 20 anos (geralmente fazem investimentos para ampliá-lo). Durante esse período, a usina usa apenas o vapor para operar a planta industrial de açúcar e álcool e somente recebe o ativo de volta após o vencimento do contrato. Um segundo formato é adotado por usinas que ainda não têm os ativos de cogeração. Elas vendem o projeto (ou parte dele) para um investidor, fornecem o bagaço da cana e usam o vapor para a operação sucroalcooleira. O excedente da eletricidade fica para o parceiro (ou parte para a usina, dependendo do acordo), também até o vencimento do contrato. Entre as usinas do Centro-Sul que adotaram um desses modelos estão as três unidades do grupo Tonon Bioenergia, a usina Andrade, controlada pela Guarani (Tereos Internacional), além das três plantas industriais do grupo paulista Usina da Pedra. Barreira diz que a tendência é de um aumento desse tipo de negociação no setor, sobretudo com a piora do mercado de captação de dívida no exterior e com a própria restrição de crédito às usinas no mercado interno. "É uma forma de capitalização relativamente rápida. Muitos grupos no Centro-Sul estão nos procurando para realizar esse tipo de operação", afirma o consultor. Mas esse não é o caso da Odebrecht Agroindustrial, garante Mendonça. Não há interesse em vender os ativos, tampouco o foco neste momento é a desalavancagem, segundo o presidente da empresa. Na última temporada encerrada em 31 de março, a Odebrecht Agroindustrial teve prejuízo líquido de R$ 1,241 bilhão. A BNDESPar detém 14,37% de participação na Odebrecht Agroindustrial, que é controlada pelo grupo Odebrecht, com 56,03%. Os fundos Ashmore e Tarpon detêm 13,10% e 2,45% da empresa respectivamente. A japonesa Sojitz Co. tem 12,23% e a Sojitz Brasil, 0,83%. Neste ciclo 2013/14, o grupo deve ter uma moagem de 7% a 8% abaixo do esperado, devido a ocorrência de geadas nas usinas de Mato Grosso do Sul. . Data de Publicação: 31/10/2013 às 15:30hs Fonte: Idea Online .