Safra leva Paraná a rever infraestrutura
01/11/13 - 00:00
Faltam armazéns para um quarto da superprodução de grãos no país, mostram especialistas em rodada de palestras da Gazeta do Povo
O Paraná vai rever a partir desta sexta-feira (1º) os investimentos em armazenagem e escoamento da safra de grãos - que promete novo salto - em uma rodada de debates do Agronegócio Gazeta do Povo. A primeira das cinco edições do evento será nesta manhã, em Ponta Grossa, uma das regiões mais bem servidas do país em silos, rodovias e ferrovias, mas que também se depara com a necessidade de novos investimentos.
A escassez de espaço nos armazéns e a sobrecarga no escoamento da soja e do milho vão pautar a discussão de produtores, técnicos e empresários na Associação dos Engenheiros e Agrônomos de Ponta Grossa.
Contexto
A explosão na produção de grãos sobrecarrega os portos e faz o Brasil recuar à década de 1980 em relação à disponibilidade de armazéns. O investimento contínuo em silos não acompanhou o crescimento do cultivo de soja e milho, pautado na demanda internacional, mostram os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A colheita nacional pode chegar a 200 milhões de toneladas, 50 milhões acima da capacidade estática dos armazéns.
Palestras
A viabilidade dos novos armazéns é o assunto da palestra do professor de pós-graduação e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento Eugênio Stefanelo. A nova estratégia do Porto de Paranaguá será apresentada pelo superintendente dos portos do estado, Luiz Henrique Dividino. A tendência de aumento na produção e suas implicações ficam a cargo de Giovani Ferreira, coordenador do Agronegócio Gazeta do Povo.
Os palestrantes vão apresentar esses temas também em Cascavel (dia 18/11), Londrina (02/12), Maringá (02/12) e Curitiba (12/12). Em cada edição, um representante do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai detalhar a ampliação do crédito para construção de armazéns, que conta com R$ 25 bilhões até 2018.
Gazeta do Povo
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Safra leva Paraná a rever infraestrutura
Safra leva Paraná a rever infraestrutura
Safra leva Paraná a rever infraestrutura
01/11/13 - 00:00
Faltam armazéns para um quarto da superprodução de grãos no país, mostram especialistas em rodada de palestras da Gazeta do Povo
O Paraná vai rever a partir desta sexta-feira (1º) os investimentos em armazenagem e escoamento da safra de grãos - que promete novo salto - em uma rodada de debates do Agronegócio Gazeta do Povo. A primeira das cinco edições do evento será nesta manhã, em Ponta Grossa, uma das regiões mais bem servidas do país em silos, rodovias e ferrovias, mas que também se depara com a necessidade de novos investimentos.
A escassez de espaço nos armazéns e a sobrecarga no escoamento da soja e do milho vão pautar a discussão de produtores, técnicos e empresários na Associação dos Engenheiros e Agrônomos de Ponta Grossa.
Contexto
A explosão na produção de grãos sobrecarrega os portos e faz o Brasil recuar à década de 1980 em relação à disponibilidade de armazéns. O investimento contínuo em silos não acompanhou o crescimento do cultivo de soja e milho, pautado na demanda internacional, mostram os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A colheita nacional pode chegar a 200 milhões de toneladas, 50 milhões acima da capacidade estática dos armazéns.
Palestras
A viabilidade dos novos armazéns é o assunto da palestra do professor de pós-graduação e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento Eugênio Stefanelo. A nova estratégia do Porto de Paranaguá será apresentada pelo superintendente dos portos do estado, Luiz Henrique Dividino. A tendência de aumento na produção e suas implicações ficam a cargo de Giovani Ferreira, coordenador do Agronegócio Gazeta do Povo.
Os palestrantes vão apresentar esses temas também em Cascavel (dia 18/11), Londrina (02/12), Maringá (02/12) e Curitiba (12/12). Em cada edição, um representante do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai detalhar a ampliação do crédito para construção de armazéns, que conta com R$ 25 bilhões até 2018.
Gazeta do Povo
Safra leva Paraná a rever infraestrutura
01/11/13 - 00:00
Faltam armazéns para um quarto da superprodução de grãos no país, mostram especialistas em rodada de palestras da Gazeta do Povo
O Paraná vai rever a partir desta sexta-feira (1º) os investimentos em armazenagem e escoamento da safra de grãos - que promete novo salto - em uma rodada de debates do Agronegócio Gazeta do Povo. A primeira das cinco edições do evento será nesta manhã, em Ponta Grossa, uma das regiões mais bem servidas do país em silos, rodovias e ferrovias, mas que também se depara com a necessidade de novos investimentos.
A escassez de espaço nos armazéns e a sobrecarga no escoamento da soja e do milho vão pautar a discussão de produtores, técnicos e empresários na Associação dos Engenheiros e Agrônomos de Ponta Grossa.
Contexto
A explosão na produção de grãos sobrecarrega os portos e faz o Brasil recuar à década de 1980 em relação à disponibilidade de armazéns. O investimento contínuo em silos não acompanhou o crescimento do cultivo de soja e milho, pautado na demanda internacional, mostram os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A colheita nacional pode chegar a 200 milhões de toneladas, 50 milhões acima da capacidade estática dos armazéns.
Palestras
A viabilidade dos novos armazéns é o assunto da palestra do professor de pós-graduação e técnico da Companhia Nacional de Abastecimento Eugênio Stefanelo. A nova estratégia do Porto de Paranaguá será apresentada pelo superintendente dos portos do estado, Luiz Henrique Dividino. A tendência de aumento na produção e suas implicações ficam a cargo de Giovani Ferreira, coordenador do Agronegócio Gazeta do Povo.
Os palestrantes vão apresentar esses temas também em Cascavel (dia 18/11), Londrina (02/12), Maringá (02/12) e Curitiba (12/12). Em cada edição, um representante do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) vai detalhar a ampliação do crédito para construção de armazéns, que conta com R$ 25 bilhões até 2018.
Gazeta do Povo
Fórum discute avanços tecnológicos na formulação de alimentos para pets
Fórum discute avanços tecnológicos na formulação de alimentos para pets
Fórum discute avanços tecnológicos na formulação de alimentos para pets
01/11/13 - 15:29
A Alltech promoveu, no dia 28 de outubro, em São Paulo, o 2º Pet Food Fórum. Mais de 90 participantes de toda a América Latina tiveram a oportunidade de conhecer, através das palestras técnicas, as novas tecnologias desenvolvidas para assistir as indústrias que buscam produzir alimentos mais sustentáveis e naturais – uma tendência do mercado global de alimentação.
Para Guilherme Minozzo, vice-presidente da Alltech para a América Latina, alguns fatores colaboram para o aumento da população pet como: pessoas vivendo cada vez mais sozinhas; crescimento do número de idosos e casais que adotam a filosofia de não ter filhos.
“Atualmente, os mercados mais maduros nesta área são os EUA e Europa. França, Inglaterra e Alemanha dominam o pet food europeu, onde 50% do total em alimentos de animais de estimação são industrializadas, ou seja, não recebem sobras de comida consumidas por humanos” pontua Guilherme. Países como Espanha, Grécia, Escandinávia e Portugal estão em crescimento e a porcentagem de pets alimentados apenas com ração varia entre 20% e 50%.
Já a Ucrânia, Rússia, Romênia, Bulgária, Turquia e Hungria têm menos de 25%, embora são locais com fortes tendências ao aumento na produção devido ao crescimento do número de pessoas mais idosas que adotam pet.
Bruno Caputi, coordenador de Assuntos Regulatórios e Qualidade do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), falou sobre a legislação do MAPA para o funcionamento de empresas do segmento de pet food como a BPF - Boas Práticas de Fabricação – que garante a conformidade e inocuidade dos produtos disponibilizados no mercado, além da segurança e rastreabilidade dos produtos importados e exportados.
Bruno destacou alguns avanços e mudanças que estão acontecendo na legislação. “Atualmente produtos completos, que são as rações sem adição de componentes funcionais, e os específicos, complementos da dieta como biscoitos, não precisam mais de registro para serem produzidos. Ou seja, no momento em que o produto está pronto, oriundo de uma fábrica com BPF, é necessário apenas a análise e aprovação de um técnico, o que acaba tornando o processo mais rápido” citou o coordenador. Ele também explica que uma vantagem do Brasil para a produção de alimentos animais é a vasta oferta de ingredientes primários, não sendo necessária a importação.
Crescimento e a busca por novas soluções – O crescimento da população pet e a preocupação dos donos em alimentar cada vez melhor os seus animais exige aumento na produção e criatividade das indústrias. Isto porque a matéria-prima utilizada para rações é muitas vezes a mesma para alimentação humana, o que agrava a competitividade. São necessárias novas tecnologias, melhor gestão da água e novas fontes.
Como solução é possível o uso de insetos. Eles são ingredientes altamente nutritivos, com bons níveis de proteína e produzem 10 vezes menos metano do que um ruminante, por exemplo, o que os torna menos agressivos à natureza. O krill, pequeno crustáceo muito utilizado na aquicultura, também pode ser alternativa na alimentação de pets por possuir um alto nível de Ômega 3.
Uma realidade na busca por novas fontes são as algas, muito nutritivas, com 30% a 60% de sua composição podendo ser proteína e 4% a 70% carboidratos. Além disso, são organismos vegetais de crescimento mais rápido na natureza, porque não gastam energia para a formação de raízes e estruturas de suporte de celulose como caules, folhas e galhos. O dr. Fernando Rutz, Professor da Universidade Federal de Pelotas e um dos palestrantes do evento, explicou que uma quantidade de 150 ml de alga pode se transformar em 20 toneladas de produto.
Algumas algas são riquíssimas em DHA, ácido graxo essencial do tipo Ômega 3, colaborativo para o desenvolvimento de algumas atividades metabólicas dos pets. “O Ômega 3 é anti-inflamatório e importante para equilibrar a quantidade de Ômega 6, inflamatório, que o corpo recebe da alimentação. O desequilíbrio entre estes dois ácidos pode causar doenças. Por exemplo, quando a quantidade de Ômega 6 é consideravelmente maior, aumenta a chance de um infarto de miocárdio” ressaltou Fernando.
O ideal é que haja uma relação de 2:1 entre Ômega 6 e Ômega 3 no organismo do animal. A Alltech desenvolveu recentemente o SP1, um produto à base de algas heterotróficas que possui grande quantidade de DHA, que auxilia na prevenção de doenças cardíacas e melhora o desempenho cerebral de cães e gatos.
Nutrigenômica – a tecnologia aliada dos pets – Esse foi o tema principal das palestras realizadas pelo Dr. Kelly Swanson, Professor da Universidade de Illinois (EUA), renomado nos estudos de nutrigenômica. Para ele, este campo da ciência, que analisa o efeito da dieta na expressão dos genes, tem muito a contribuir para os avanços na alimentação saudável dos animais de estimação.
A principal ferramenta da nutrigenômica é o RNAm, que expressa as informações do DNA de um indivíduo. A maior dificuldade da área é interpretar os inúmeros dados coletados pelo aparelho microarray, porém quando bem estudados mostram quais os genes são afetados de acordo com a dieta do animal. Por esta razão, Kelly afirma que as pesquisas em nutrigenômica aumentam e isto será muito bom para a indústria pet. “Algumas produções no EUA utilizam estas pesquisas, é uma realidade que será mais consistente no futuro” prevê Swanson.
Os estudos em nutrigenômica já proporcionam alguns tratamentos para enfermidades em pets, como por exemplo, a obesidade em cães. Nos EUA cerca de 40% da população de pet são obesos. Alguns fatores que agravam este fator são a genética, o sedentarismo, a castração, a composição dos alimentos e a superalimentação. Uma das soluções apresentadas após a observação da expressão genética é uma dieta enriquecida com antioxidante.
As pesquisas para gatos também apresentaram bons resultados. Na França foi injetado extrato de chá verde nas dietas de felinos que aumentou a sensibilidade à insulina, diminuiu a quantidade de triglicérides séricos no organismo, entre outras vantagens, sem fazer com que o animal perdesse peso.
A Alltech possui um Centro de Nutrigenômica localizado em Lexington, Kentucky (USA) e possui uma aliança para fins de pesquisa com a Universidade de Kentucky.
Agrolink com informações de assessoria
Fórum discute avanços tecnológicos na formulação de alimentos para pets
01/11/13 - 15:29
A Alltech promoveu, no dia 28 de outubro, em São Paulo, o 2º Pet Food Fórum. Mais de 90 participantes de toda a América Latina tiveram a oportunidade de conhecer, através das palestras técnicas, as novas tecnologias desenvolvidas para assistir as indústrias que buscam produzir alimentos mais sustentáveis e naturais – uma tendência do mercado global de alimentação.
Para Guilherme Minozzo, vice-presidente da Alltech para a América Latina, alguns fatores colaboram para o aumento da população pet como: pessoas vivendo cada vez mais sozinhas; crescimento do número de idosos e casais que adotam a filosofia de não ter filhos.
“Atualmente, os mercados mais maduros nesta área são os EUA e Europa. França, Inglaterra e Alemanha dominam o pet food europeu, onde 50% do total em alimentos de animais de estimação são industrializadas, ou seja, não recebem sobras de comida consumidas por humanos” pontua Guilherme. Países como Espanha, Grécia, Escandinávia e Portugal estão em crescimento e a porcentagem de pets alimentados apenas com ração varia entre 20% e 50%.
Já a Ucrânia, Rússia, Romênia, Bulgária, Turquia e Hungria têm menos de 25%, embora são locais com fortes tendências ao aumento na produção devido ao crescimento do número de pessoas mais idosas que adotam pet.
Bruno Caputi, coordenador de Assuntos Regulatórios e Qualidade do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), falou sobre a legislação do MAPA para o funcionamento de empresas do segmento de pet food como a BPF - Boas Práticas de Fabricação – que garante a conformidade e inocuidade dos produtos disponibilizados no mercado, além da segurança e rastreabilidade dos produtos importados e exportados.
Bruno destacou alguns avanços e mudanças que estão acontecendo na legislação. “Atualmente produtos completos, que são as rações sem adição de componentes funcionais, e os específicos, complementos da dieta como biscoitos, não precisam mais de registro para serem produzidos. Ou seja, no momento em que o produto está pronto, oriundo de uma fábrica com BPF, é necessário apenas a análise e aprovação de um técnico, o que acaba tornando o processo mais rápido” citou o coordenador. Ele também explica que uma vantagem do Brasil para a produção de alimentos animais é a vasta oferta de ingredientes primários, não sendo necessária a importação.
Crescimento e a busca por novas soluções – O crescimento da população pet e a preocupação dos donos em alimentar cada vez melhor os seus animais exige aumento na produção e criatividade das indústrias. Isto porque a matéria-prima utilizada para rações é muitas vezes a mesma para alimentação humana, o que agrava a competitividade. São necessárias novas tecnologias, melhor gestão da água e novas fontes.
Como solução é possível o uso de insetos. Eles são ingredientes altamente nutritivos, com bons níveis de proteína e produzem 10 vezes menos metano do que um ruminante, por exemplo, o que os torna menos agressivos à natureza. O krill, pequeno crustáceo muito utilizado na aquicultura, também pode ser alternativa na alimentação de pets por possuir um alto nível de Ômega 3.
Uma realidade na busca por novas fontes são as algas, muito nutritivas, com 30% a 60% de sua composição podendo ser proteína e 4% a 70% carboidratos. Além disso, são organismos vegetais de crescimento mais rápido na natureza, porque não gastam energia para a formação de raízes e estruturas de suporte de celulose como caules, folhas e galhos. O dr. Fernando Rutz, Professor da Universidade Federal de Pelotas e um dos palestrantes do evento, explicou que uma quantidade de 150 ml de alga pode se transformar em 20 toneladas de produto.
Algumas algas são riquíssimas em DHA, ácido graxo essencial do tipo Ômega 3, colaborativo para o desenvolvimento de algumas atividades metabólicas dos pets. “O Ômega 3 é anti-inflamatório e importante para equilibrar a quantidade de Ômega 6, inflamatório, que o corpo recebe da alimentação. O desequilíbrio entre estes dois ácidos pode causar doenças. Por exemplo, quando a quantidade de Ômega 6 é consideravelmente maior, aumenta a chance de um infarto de miocárdio” ressaltou Fernando.
O ideal é que haja uma relação de 2:1 entre Ômega 6 e Ômega 3 no organismo do animal. A Alltech desenvolveu recentemente o SP1, um produto à base de algas heterotróficas que possui grande quantidade de DHA, que auxilia na prevenção de doenças cardíacas e melhora o desempenho cerebral de cães e gatos.
Nutrigenômica – a tecnologia aliada dos pets – Esse foi o tema principal das palestras realizadas pelo Dr. Kelly Swanson, Professor da Universidade de Illinois (EUA), renomado nos estudos de nutrigenômica. Para ele, este campo da ciência, que analisa o efeito da dieta na expressão dos genes, tem muito a contribuir para os avanços na alimentação saudável dos animais de estimação.
A principal ferramenta da nutrigenômica é o RNAm, que expressa as informações do DNA de um indivíduo. A maior dificuldade da área é interpretar os inúmeros dados coletados pelo aparelho microarray, porém quando bem estudados mostram quais os genes são afetados de acordo com a dieta do animal. Por esta razão, Kelly afirma que as pesquisas em nutrigenômica aumentam e isto será muito bom para a indústria pet. “Algumas produções no EUA utilizam estas pesquisas, é uma realidade que será mais consistente no futuro” prevê Swanson.
Os estudos em nutrigenômica já proporcionam alguns tratamentos para enfermidades em pets, como por exemplo, a obesidade em cães. Nos EUA cerca de 40% da população de pet são obesos. Alguns fatores que agravam este fator são a genética, o sedentarismo, a castração, a composição dos alimentos e a superalimentação. Uma das soluções apresentadas após a observação da expressão genética é uma dieta enriquecida com antioxidante.
As pesquisas para gatos também apresentaram bons resultados. Na França foi injetado extrato de chá verde nas dietas de felinos que aumentou a sensibilidade à insulina, diminuiu a quantidade de triglicérides séricos no organismo, entre outras vantagens, sem fazer com que o animal perdesse peso.
A Alltech possui um Centro de Nutrigenômica localizado em Lexington, Kentucky (USA) e possui uma aliança para fins de pesquisa com a Universidade de Kentucky.
Agrolink com informações de assessoria
Bayer faz grande participação no “1º Workshop da Qualidade do Leite”
Bayer faz grande participação no “1º Workshop da Qualidade do Leite”
Bayer faz grande participação no “1º Workshop da Qualidade do Leite”
01/11/13 - 15:15
No dia 26 de outubro ocorreu o “1º Workshop da Qualidade do Leite” realizado pela Cooperbom - Cooperativa Agropecuária de Bom Despacho, com o apoio de diversas empresas parceiras da Cooperativa. O evento aconteceu no Clube da ABB, em Bom Sucesso (MG) e reuniu cerca de 650 pessoas, entre cooperados e colaboradores.
Os objetivos foi treinar os cooperados e colaboradores na qualidade do leite como base nas premissas do Programa de Educação Continuada do MAPA, informar sobre as análises e procedimentos, e ressaltar a importância de produzir leite de qualidade, seguro e com rastreabilidade, livre de contaminantes e adulterantes.
A Bayer Unidade Bovinos, junto com seu distribuidor Dianagro, teve uma grande participação no evento com seu estande. Contou com a presença dos veterinários Antonio Mira e Rômulo Mendes, que tiraram dúvidas dos participantes e apresentaram as soluções Bayer para a pecuária.
“Saímos muito satisfeitos com nossa participação no workshop. Nosso estande foi um dos mais visitados durante todo o evento, com isso conseguimos apresentar a linha de produtos Bayer e esclarecer todas as dúvidas do público presente”, relata o médico veterinário da Bayer, Antonio Mira.
Segundo a Cooperbom, a iniciativa do 1º Workshop da Qualidade do Leite é o primeiro passo para tornar a Cooperativa e seus cooperados melhores, mais competitivos no mercado, produzindo com qualidade e respeito. Se cada um fizer a sua parte, todos juntos poderão fazer melhor, garantindo ao consumidor segurança e confiabilidade.
Bayer faz grande participação no “1º Workshop da Qualidade do Leite”
01/11/13 - 15:15
No dia 26 de outubro ocorreu o “1º Workshop da Qualidade do Leite” realizado pela Cooperbom - Cooperativa Agropecuária de Bom Despacho, com o apoio de diversas empresas parceiras da Cooperativa. O evento aconteceu no Clube da ABB, em Bom Sucesso (MG) e reuniu cerca de 650 pessoas, entre cooperados e colaboradores.
Os objetivos foi treinar os cooperados e colaboradores na qualidade do leite como base nas premissas do Programa de Educação Continuada do MAPA, informar sobre as análises e procedimentos, e ressaltar a importância de produzir leite de qualidade, seguro e com rastreabilidade, livre de contaminantes e adulterantes.
A Bayer Unidade Bovinos, junto com seu distribuidor Dianagro, teve uma grande participação no evento com seu estande. Contou com a presença dos veterinários Antonio Mira e Rômulo Mendes, que tiraram dúvidas dos participantes e apresentaram as soluções Bayer para a pecuária.
“Saímos muito satisfeitos com nossa participação no workshop. Nosso estande foi um dos mais visitados durante todo o evento, com isso conseguimos apresentar a linha de produtos Bayer e esclarecer todas as dúvidas do público presente”, relata o médico veterinário da Bayer, Antonio Mira.
Segundo a Cooperbom, a iniciativa do 1º Workshop da Qualidade do Leite é o primeiro passo para tornar a Cooperativa e seus cooperados melhores, mais competitivos no mercado, produzindo com qualidade e respeito. Se cada um fizer a sua parte, todos juntos poderão fazer melhor, garantindo ao consumidor segurança e confiabilidade.
Ex ministro recebe prêmio VisãoAgro 2013
Ex ministro recebe prêmio VisãoAgro 2013
Ex ministro recebe prêmio VisãoAgro 2013
01/11/13 - 15:05
Premiação é um reconhecimento pelas quatro décadas da dedicação do ex-ministro a ações em prol do setor sucroenergético
O ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues será homenageado com o Prêmio VisãoAgro “Saccharum”, categoria “Mega Visionários do Setor Sucroenergético”. A cerimônia da premiação acontece no dia 28 de novembro, a partir das 20h, no Espaço Golf, em Ribeirão Preto, SP.
De acordo com o organizador do evento, o Grupo Visão, o objetivo do prêmio é reconhecer personalidades que tenham contribuído para a disseminação e desenvolvimento do setor sucroalcooleiro brasileiro. Como é o caso de Rodrigues, um dos principais defensores da causa do açúcar e álcool, tendo atuado de forma fundamental para o crescimento do setor.
Fundador da Organização dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Orplana), no fim dos anos 70, o ex-ministro participou das primeiras ações do Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de S. Paulo (Consecana), da criação do programa de pagamento de cana sobre teor de sacarose e do Próalcool, entre outras atividades e entidades do segmento. Em todas elas, Rodrigues sempre esteve engajado com a cadeia produtiva canavieira.
“Tem pelo menos 40 anos que este é um tema da minha análise técnica, por isso tenho trabalhado em favor do setor sucroalcooleiro, participando de discussões, de programas e entidades”, afirma Roberto Rodrigues. Para ele, “são muitos anos olhando este setor com interesse, com atenção e com a certeza de que ele representa uma grande possibilidade para o Brasil mudar o paradigma da matriz energética mundial, levando os países tropicais a produzirem mais energia”.
O ex-ministro comemora com orgulho a homenagem que receberá como um visionário do setor. “Me sinto profundamente honrado por lembrarem do meu nome para este prêmio. Não me considero merecedor dele, pois acho que tem muita gente mais extraordinária no setor que merece muito mais do que eu. Juro que farei tudo para justiçar esta premiação a cada dia de minha vida”.
Maior referência brasileira em cooperativismo, Rodrigues, atualmente, é o Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP, Presidente do Conselho do Agronegócio da FIESP e da Academia Nacional de Agricultura. Também é Professor Titular do Departamento de Economia da UNESP – Jaboticabal e Embaixador Especial da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) para o cooperativismo mundial.
Recentemente, o ex-ministro conclamou as lideranças de todas as entidades do setor a criarem um projeto nacional onde todas tivessem participação ativa para unificar um discurso e trabalhar em conjunto com a Frente Parlamentar do Congresso Nacional pela Valorização do Setor Sucroenergético, que será criada na próxima semana, em Brasília. O objetivo é fortalecer, difundir e potencializar ações em defesa da cadeia produtiva da cana-de-açúcar em busca de uma política publica para o setor.
Em sua 11ª edição, o Prêmio VisãoAgro “Saccharum” irá reconhecer e homenagear empresas, organizações e pessoas que tenham se destacado nas áreas agrícola, industrial e administrativa do setor sucroalcooleiro nacional. Na categoria “Mega Visionários do Setor Sucroenergético” serão homenageados também José Paulo Stupiello; Luiz Carlos Correia Carvalho; João Nicolau Petroni; Manoel Carlos de Azevedo Ortolan;Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias; Antonio Eduardo Tonielo; Tarcísio Angelo Mascarim;Silvio Coutinho e Maurílio Biagi Filho.
Os laureados foram indicados através de uma pesquisa de opinião realizada pela AR Empreendimentos – Marketing e Eventos e supervisionada pelo Grupo de Estudos em Gestão Industrial do Setor Sucroalcooleiro (GEGIS) e pela Revista Visão da Agroindústria, do Grupo Visão.
Prêmio VisãoAgro
Criado em 2003, pelo jornalista Alex Ramos, o Prêmio Visão da Agroindústria - Brasil (agora Prêmio VisãoAgro “Saccharum”) tornou-se um dos principais eventos sociais do setor agroindustrial nacional da cana-de-açúcar, reconhecendo pessoas, empresas e instituições que vêm ajudando a estabelecer os padrões de Qualidade e Competitividade deste que é um dos principais segmentos econômicos do país. Ao longo de suas dez edições anteriores (às quais se somou a edição Paulista, a partir de 2007, intitulado VisãoAgro - Paulista), o evento foi prestigiado por um público qualificado, tendo homenageado mais de quatro mil empresas e cerca de três mil personalidades do setor sucroalcooleiro.
Interessados em participar do evento podem adquirir convites ligando para 16 – 3041.2002 ou 3041.3288.
Serviço:
Prêmio VisãoAgro 2013 “Saccharum”
Dia: 28 de novembro
Hora: a partir das 20h
Local: Espaço Golf, em Rodovia Dr. Antônio Duarte Nogueira, Km 316 - Anel Viário Contorno Sul Ribeirão Preto, SP.
Informações: 16.3041.2002 / 3041.3288 / 3041.5035
Agrolink com informações de assessoria
Ex ministro recebe prêmio VisãoAgro 2013
01/11/13 - 15:05
Premiação é um reconhecimento pelas quatro décadas da dedicação do ex-ministro a ações em prol do setor sucroenergético
O ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues será homenageado com o Prêmio VisãoAgro “Saccharum”, categoria “Mega Visionários do Setor Sucroenergético”. A cerimônia da premiação acontece no dia 28 de novembro, a partir das 20h, no Espaço Golf, em Ribeirão Preto, SP.
De acordo com o organizador do evento, o Grupo Visão, o objetivo do prêmio é reconhecer personalidades que tenham contribuído para a disseminação e desenvolvimento do setor sucroalcooleiro brasileiro. Como é o caso de Rodrigues, um dos principais defensores da causa do açúcar e álcool, tendo atuado de forma fundamental para o crescimento do setor.
Fundador da Organização dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Orplana), no fim dos anos 70, o ex-ministro participou das primeiras ações do Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de S. Paulo (Consecana), da criação do programa de pagamento de cana sobre teor de sacarose e do Próalcool, entre outras atividades e entidades do segmento. Em todas elas, Rodrigues sempre esteve engajado com a cadeia produtiva canavieira.
“Tem pelo menos 40 anos que este é um tema da minha análise técnica, por isso tenho trabalhado em favor do setor sucroalcooleiro, participando de discussões, de programas e entidades”, afirma Roberto Rodrigues. Para ele, “são muitos anos olhando este setor com interesse, com atenção e com a certeza de que ele representa uma grande possibilidade para o Brasil mudar o paradigma da matriz energética mundial, levando os países tropicais a produzirem mais energia”.
O ex-ministro comemora com orgulho a homenagem que receberá como um visionário do setor. “Me sinto profundamente honrado por lembrarem do meu nome para este prêmio. Não me considero merecedor dele, pois acho que tem muita gente mais extraordinária no setor que merece muito mais do que eu. Juro que farei tudo para justiçar esta premiação a cada dia de minha vida”.
Maior referência brasileira em cooperativismo, Rodrigues, atualmente, é o Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP, Presidente do Conselho do Agronegócio da FIESP e da Academia Nacional de Agricultura. Também é Professor Titular do Departamento de Economia da UNESP – Jaboticabal e Embaixador Especial da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) para o cooperativismo mundial.
Recentemente, o ex-ministro conclamou as lideranças de todas as entidades do setor a criarem um projeto nacional onde todas tivessem participação ativa para unificar um discurso e trabalhar em conjunto com a Frente Parlamentar do Congresso Nacional pela Valorização do Setor Sucroenergético, que será criada na próxima semana, em Brasília. O objetivo é fortalecer, difundir e potencializar ações em defesa da cadeia produtiva da cana-de-açúcar em busca de uma política publica para o setor.
Em sua 11ª edição, o Prêmio VisãoAgro “Saccharum” irá reconhecer e homenagear empresas, organizações e pessoas que tenham se destacado nas áreas agrícola, industrial e administrativa do setor sucroalcooleiro nacional. Na categoria “Mega Visionários do Setor Sucroenergético” serão homenageados também José Paulo Stupiello; Luiz Carlos Correia Carvalho; João Nicolau Petroni; Manoel Carlos de Azevedo Ortolan;Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias; Antonio Eduardo Tonielo; Tarcísio Angelo Mascarim;Silvio Coutinho e Maurílio Biagi Filho.
Os laureados foram indicados através de uma pesquisa de opinião realizada pela AR Empreendimentos – Marketing e Eventos e supervisionada pelo Grupo de Estudos em Gestão Industrial do Setor Sucroalcooleiro (GEGIS) e pela Revista Visão da Agroindústria, do Grupo Visão.
Prêmio VisãoAgro
Criado em 2003, pelo jornalista Alex Ramos, o Prêmio Visão da Agroindústria - Brasil (agora Prêmio VisãoAgro “Saccharum”) tornou-se um dos principais eventos sociais do setor agroindustrial nacional da cana-de-açúcar, reconhecendo pessoas, empresas e instituições que vêm ajudando a estabelecer os padrões de Qualidade e Competitividade deste que é um dos principais segmentos econômicos do país. Ao longo de suas dez edições anteriores (às quais se somou a edição Paulista, a partir de 2007, intitulado VisãoAgro - Paulista), o evento foi prestigiado por um público qualificado, tendo homenageado mais de quatro mil empresas e cerca de três mil personalidades do setor sucroalcooleiro.
Interessados em participar do evento podem adquirir convites ligando para 16 – 3041.2002 ou 3041.3288.
Serviço:
Prêmio VisãoAgro 2013 “Saccharum”
Dia: 28 de novembro
Hora: a partir das 20h
Local: Espaço Golf, em Rodovia Dr. Antônio Duarte Nogueira, Km 316 - Anel Viário Contorno Sul Ribeirão Preto, SP.
Informações: 16.3041.2002 / 3041.3288 / 3041.5035
Agrolink com informações de assessoria
Plantio da soja se aproxima dos 70% em MS
Plantio da soja se aproxima dos 70% em MS
Plantio da soja se aproxima dos 70% em MS
01/11/13 - 14:49
O plantio da soja na safra verão 2013/14 em Mato Grosso do Sul atingiu o percentual de 67,1% do total da área destinada ao cultivo da oleaginosa, o equivalente a 1,4 milhão de hectares. De acordo com a Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS – Sistema Famasul), a área média cultivada por município é de aproximadamente 33 mil hectares e o volume de chuvas tem colaborado para a eficácia do plantio.
Na evolução do plantio da soja por região, o Sul do Estado soma 72,5% já concluído. Juti se destaca com 10 mil hectares já cultivados, 90% da sua área destinada ao cultivo da soja. Em seguida Laguna Carapã, Amambaí, e Rio Brilhante, contam com 80% do plantio concluído.
Ao Centro-Norte de MS os agricultores já semearam 58,6% da área. Segundo a Aprosoja/MS, Pedro Gomes calcula 80% do processo finalizado, seguido por Chapadão do Sul e Sidrolândia, ambas com 70%.
As informações do relatório do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga) confirmam que as chuvas colaboraram para o ritmo acelerado do plantio e que o nível pluviométrico médio registrado no Estado entre 21 a 27 de outubro foi de 29,2 milímetros.
Estoque de grãos
De acordo com a Granos Corretora, parte dos grãos colhidos nas safras anteriores ainda está armazenada em MS. A quantidade de milho safrinha do ciclo 2012/13 ainda estocado é de 3,3 milhões de toneladas, enquanto que o volume de soja que resta ser comercializada se aproxima das 120 mil toneladas.
Famasul
Plantio da soja se aproxima dos 70% em MS
01/11/13 - 14:49
O plantio da soja na safra verão 2013/14 em Mato Grosso do Sul atingiu o percentual de 67,1% do total da área destinada ao cultivo da oleaginosa, o equivalente a 1,4 milhão de hectares. De acordo com a Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS – Sistema Famasul), a área média cultivada por município é de aproximadamente 33 mil hectares e o volume de chuvas tem colaborado para a eficácia do plantio.
Na evolução do plantio da soja por região, o Sul do Estado soma 72,5% já concluído. Juti se destaca com 10 mil hectares já cultivados, 90% da sua área destinada ao cultivo da soja. Em seguida Laguna Carapã, Amambaí, e Rio Brilhante, contam com 80% do plantio concluído.
Ao Centro-Norte de MS os agricultores já semearam 58,6% da área. Segundo a Aprosoja/MS, Pedro Gomes calcula 80% do processo finalizado, seguido por Chapadão do Sul e Sidrolândia, ambas com 70%.
As informações do relatório do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Siga) confirmam que as chuvas colaboraram para o ritmo acelerado do plantio e que o nível pluviométrico médio registrado no Estado entre 21 a 27 de outubro foi de 29,2 milímetros.
Estoque de grãos
De acordo com a Granos Corretora, parte dos grãos colhidos nas safras anteriores ainda está armazenada em MS. A quantidade de milho safrinha do ciclo 2012/13 ainda estocado é de 3,3 milhões de toneladas, enquanto que o volume de soja que resta ser comercializada se aproxima das 120 mil toneladas.
Famasul
Açúcar: preços fecham mistos; mercado interno valorizou 11,34% em outubro
Açúcar: preços fecham mistos; mercado interno valorizou 11,34% em outubro
Açúcar: preços fecham mistos; mercado interno valorizou 11,34% em outubro
01/11/13 - 13:57
Os preços do açúcar no mercado internacional fecharam mistos nesta quinta-feira (31). Na bolsa de Nova York, os preços da commodity nos contratos para março/2014 ficaram estáveis, com negócios firmados em 18,32 centavos de dólar por libra-peso. Em Londres, o açúcar registrou queda, de US$ 1,80, com contratos no vencimento dezembro/13 cotados a US$ 483,30 a tonelada.
O preço no mercado interno voltou a cair ontem (31.10). Em São Paulo, segundo os índices medidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), da USP, as usinas paulistas negociaram o açúcar cristal a R$ 52,45 a saca de 50 quilos, uma retração de 0,74% perante os preços da véspera. No mês de outubro a commodity valorizou 11,34% nas usinas paulistas.
Etanol
Os preços do etanol hidratado medidos pela Esalq/BVMF seguiram em queda. Com base nas usinas paulistas, eles retraíram 0,14%, com negócios firmados em R$ 1.096,50 o metro cúbico, nesta quinta-feira (31.10).
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Açúcar: preços fecham mistos; mercado interno valorizou 11,34% em outubro
01/11/13 - 13:57
Os preços do açúcar no mercado internacional fecharam mistos nesta quinta-feira (31). Na bolsa de Nova York, os preços da commodity nos contratos para março/2014 ficaram estáveis, com negócios firmados em 18,32 centavos de dólar por libra-peso. Em Londres, o açúcar registrou queda, de US$ 1,80, com contratos no vencimento dezembro/13 cotados a US$ 483,30 a tonelada.
O preço no mercado interno voltou a cair ontem (31.10). Em São Paulo, segundo os índices medidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq), da USP, as usinas paulistas negociaram o açúcar cristal a R$ 52,45 a saca de 50 quilos, uma retração de 0,74% perante os preços da véspera. No mês de outubro a commodity valorizou 11,34% nas usinas paulistas.
Etanol
Os preços do etanol hidratado medidos pela Esalq/BVMF seguiram em queda. Com base nas usinas paulistas, eles retraíram 0,14%, com negócios firmados em R$ 1.096,50 o metro cúbico, nesta quinta-feira (31.10).
UDOP - União dos Produtores de Bioenergia
Especialistas discutem armazenagem da produção agrícola do Paraná
Especialistas discutem armazenagem da produção agrícola do Paraná
Especialistas discutem armazenagem da produção agrícola do Paraná
01/11/13 - 11:47
O Superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, participou nesta sexta-feira (01.11) do ciclo de palestras sobre infraestrutura de armazenagem da safra agrícola paranaense. O encontro, realizado em Ponta Grossa, abriu a agenda do ciclo de palestras que levará a todas regiões do estado a discussão deste tema.
O coordenador da Expedição Safra e coordenador do Agronegócio na Gazeta do Povo, Giovani Ferreira, abriu a discussão falando da importância de se discutir o tema. "A motivação dos debates vem da necessidade em se discutir alternativas estruturais à crescente produção agrícola do estado e do país. Há dez anos, a variações entre as safras era de duas, três até cinco milhões de toneladas. Agora, entre uma safra e outra o movimento fica acima de 10 milhões de toneladas. Na temporada 2012/13, por exemplo, foram 20 milhões de toneladas adicionais, enquanto que o desempenho da temporada atual (2013/14) pode superar em 15 milhões de toneladas a safra anterior", disse.
Dividino apresentou o trabalho realizado nos portos paranaenses para otimizar o fluxo de mercadorias. Ele falou do trabalho de reformulação logística que acabou com a fila de caminhões e também as adequações no recebimento de fertilizantes que fez despencar o tempo de espera de navios. "A determinação do governador Beto Richa foi de que o Porto precisa oferecer ao usuário, e aqui falamos principalmente o produtor, um serviço de qualidade. Nossa luta diária é para melhorar o nível de serviço e atender cada vez melhor quem nos procura", disse.
O superintendente falou ainda do pacote de investimentos anunciado no mês passado, totalizando R$ 175 milhões, para obras de dragagem, substituição de carregadores de grãos e recuperação das vias de acesso.
No que se refere ao problema de armazenagem, Dividino ressaltou a importância de se repensar esta defasagem presente em todo o Brasil. Ele explicou que a capacidade instalada para armazenamento de grãos em Paranaguá é de 1,6 milhão de toneladas. "Se colocássemos esta capacidade de armazenagem em linha reta e sobre caminhões, teríamos uma fila de Paranaguá até Cuiabá. Mesmo com uma capacidade estática para grãos bastante grande, nossos estudos demonstram que isso precisa aumentar para atender a demanda futura. Mas o armazenamento no interior precisa também ser expandida", disse. "Aqui estamos organizando o fluxo e conseguimos receber 16% a mais de caminhões este ano sem nenhuma fila",completou.
Armazenagem
O especialista da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no Paraná, Eugênio Stefanelo, foi um dos palestrantes do evento e falou sobre os problemas de armazenagem de grãos no Brasil.
"O agronegócio é sem dúvida o setor que puxa a balança comercial brasileira para cima. Até setembro, as exportações do agronegócio brasileiro representaram 44 bilhões de dólares", disse.
Para avaliar a questão da armazenagem, Stefanelo apresentou os números relativos à produção de soja, milho e trigo. Na safra 2012/2013, a produção nacional destes três produtos totalizou 167,2 milhões de toneladas. A capacidade nacional de armazenagem é de 122 milhões de toneladas. "Estamos falando num deficit de 45 milhões de toneladas de armazenagem no Brasil. E isso demonstra que estamos longe do padrão internacional que pede que a armazenagem seja suficiente para 1,2 vezes a safra. Se não mudarmos este cenário e com a perspectiva de crescimento da safra, em 2022 o nosso deficit de armazenagem poderia chegar a 187 milhões de toneladas", explicou Stefanelo.
Considerando os dados apenas do Paraná, a produção de soja, milho e trigo foi de 35 milhões de toneladas e a armazenagem para estes produtos no estado é de 23 milhões de toneladas - o que gera um deficit de 12,5 milhões de toneladas, podendo chegar em 2022 a 28 milhões de toneladas, de acordo com os dados da Conab.
Financiamento
Técnicos do Banco Regional do Desenvolvimento doExtremo Sul (BRDE) também apresentaram as opções refinanciamento disponíveis ao setor do agronegócio, dando ênfase principalmente aos programas relativos à armazenagem de grãos.
O Ciclo de Palestras Informação e Análise do Agronegócio vai percorrer cinco cidades. O próximo encontro será em Cascavel (18.11), seguindo para Maringá (02.12); Londrina (02.12); e Curitiba (12.12). Com exceção de Londrina, que ocorre à noite, a agenda nas demais cidades será realizada pela manhã.
Agrolink com informações de assessoria
Especialistas discutem armazenagem da produção agrícola do Paraná
01/11/13 - 11:47
O Superintendente dos portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, participou nesta sexta-feira (01.11) do ciclo de palestras sobre infraestrutura de armazenagem da safra agrícola paranaense. O encontro, realizado em Ponta Grossa, abriu a agenda do ciclo de palestras que levará a todas regiões do estado a discussão deste tema.
O coordenador da Expedição Safra e coordenador do Agronegócio na Gazeta do Povo, Giovani Ferreira, abriu a discussão falando da importância de se discutir o tema. "A motivação dos debates vem da necessidade em se discutir alternativas estruturais à crescente produção agrícola do estado e do país. Há dez anos, a variações entre as safras era de duas, três até cinco milhões de toneladas. Agora, entre uma safra e outra o movimento fica acima de 10 milhões de toneladas. Na temporada 2012/13, por exemplo, foram 20 milhões de toneladas adicionais, enquanto que o desempenho da temporada atual (2013/14) pode superar em 15 milhões de toneladas a safra anterior", disse.
Dividino apresentou o trabalho realizado nos portos paranaenses para otimizar o fluxo de mercadorias. Ele falou do trabalho de reformulação logística que acabou com a fila de caminhões e também as adequações no recebimento de fertilizantes que fez despencar o tempo de espera de navios. "A determinação do governador Beto Richa foi de que o Porto precisa oferecer ao usuário, e aqui falamos principalmente o produtor, um serviço de qualidade. Nossa luta diária é para melhorar o nível de serviço e atender cada vez melhor quem nos procura", disse.
O superintendente falou ainda do pacote de investimentos anunciado no mês passado, totalizando R$ 175 milhões, para obras de dragagem, substituição de carregadores de grãos e recuperação das vias de acesso.
No que se refere ao problema de armazenagem, Dividino ressaltou a importância de se repensar esta defasagem presente em todo o Brasil. Ele explicou que a capacidade instalada para armazenamento de grãos em Paranaguá é de 1,6 milhão de toneladas. "Se colocássemos esta capacidade de armazenagem em linha reta e sobre caminhões, teríamos uma fila de Paranaguá até Cuiabá. Mesmo com uma capacidade estática para grãos bastante grande, nossos estudos demonstram que isso precisa aumentar para atender a demanda futura. Mas o armazenamento no interior precisa também ser expandida", disse. "Aqui estamos organizando o fluxo e conseguimos receber 16% a mais de caminhões este ano sem nenhuma fila",completou.
Armazenagem
O especialista da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) no Paraná, Eugênio Stefanelo, foi um dos palestrantes do evento e falou sobre os problemas de armazenagem de grãos no Brasil.
"O agronegócio é sem dúvida o setor que puxa a balança comercial brasileira para cima. Até setembro, as exportações do agronegócio brasileiro representaram 44 bilhões de dólares", disse.
Para avaliar a questão da armazenagem, Stefanelo apresentou os números relativos à produção de soja, milho e trigo. Na safra 2012/2013, a produção nacional destes três produtos totalizou 167,2 milhões de toneladas. A capacidade nacional de armazenagem é de 122 milhões de toneladas. "Estamos falando num deficit de 45 milhões de toneladas de armazenagem no Brasil. E isso demonstra que estamos longe do padrão internacional que pede que a armazenagem seja suficiente para 1,2 vezes a safra. Se não mudarmos este cenário e com a perspectiva de crescimento da safra, em 2022 o nosso deficit de armazenagem poderia chegar a 187 milhões de toneladas", explicou Stefanelo.
Considerando os dados apenas do Paraná, a produção de soja, milho e trigo foi de 35 milhões de toneladas e a armazenagem para estes produtos no estado é de 23 milhões de toneladas - o que gera um deficit de 12,5 milhões de toneladas, podendo chegar em 2022 a 28 milhões de toneladas, de acordo com os dados da Conab.
Financiamento
Técnicos do Banco Regional do Desenvolvimento doExtremo Sul (BRDE) também apresentaram as opções refinanciamento disponíveis ao setor do agronegócio, dando ênfase principalmente aos programas relativos à armazenagem de grãos.
O Ciclo de Palestras Informação e Análise do Agronegócio vai percorrer cinco cidades. O próximo encontro será em Cascavel (18.11), seguindo para Maringá (02.12); Londrina (02.12); e Curitiba (12.12). Com exceção de Londrina, que ocorre à noite, a agenda nas demais cidades será realizada pela manhã.
Agrolink com informações de assessoria
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