16ª Feira Negócios nos Trilhos começa na próxima semana em São Paulo
01/11/13 - 12:07
Considerada a maior Feira da América Latina, a NT Expo – que funcionará das 13h às 20h de 05 a 07 de novembro - está recebendo 210 expositores de 21 países, ocupa 15.500 m² de área de exposição e traz inúmeras novidades, entre as quais estão o veículo elétrico POD-SIT, oferecido como proposta para resolver o problema dos congestionamentos nas metrópoles e uma caminhonete rodoferroviária que trafega sobre trilhos e rodovias.
Diversas autoridades já confirmaram presença, entre elas Jorge Bastos, diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Serviço
NT Expo - 16ª Feira Negócios nos Trilhos (NT 2013)
Data: 05 a 07 de novembro de 2013
Horário Exposição:
Dia 5 - Abertura oficial da NT Expo – 11 horas
Dias 6 e 7 - 13 horas às 20 horas
Eventos paralelos:
Dia 5 de novembro
Rail Brazil Tech & Business Summit – 14h00 às 16h30 - Sala Santana 1
Fórum UIC South América - 17h30 às 20h30 – Sala Santana 1
Data: 6 e 7 de novembro das 9h00 às 17 horas
Local: Pavilhão Vermelho - Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo (SP)
Mais informações em www.ntexpo.com.br
Agrolink com informações de assessoria
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
16ª Feira Negócios nos Trilhos começa na próxima semana em São Paulo
16ª Feira Negócios nos Trilhos começa na próxima semana em São Paulo
16ª Feira Negócios nos Trilhos começa na próxima semana em São Paulo
01/11/13 - 12:07
Considerada a maior Feira da América Latina, a NT Expo – que funcionará das 13h às 20h de 05 a 07 de novembro - está recebendo 210 expositores de 21 países, ocupa 15.500 m² de área de exposição e traz inúmeras novidades, entre as quais estão o veículo elétrico POD-SIT, oferecido como proposta para resolver o problema dos congestionamentos nas metrópoles e uma caminhonete rodoferroviária que trafega sobre trilhos e rodovias.
Diversas autoridades já confirmaram presença, entre elas Jorge Bastos, diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Serviço
NT Expo - 16ª Feira Negócios nos Trilhos (NT 2013)
Data: 05 a 07 de novembro de 2013
Horário Exposição:
Dia 5 - Abertura oficial da NT Expo – 11 horas
Dias 6 e 7 - 13 horas às 20 horas
Eventos paralelos:
Dia 5 de novembro
Rail Brazil Tech & Business Summit – 14h00 às 16h30 - Sala Santana 1
Fórum UIC South América - 17h30 às 20h30 – Sala Santana 1
Data: 6 e 7 de novembro das 9h00 às 17 horas
Local: Pavilhão Vermelho - Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo (SP)
Mais informações em www.ntexpo.com.br
Agrolink com informações de assessoria
16ª Feira Negócios nos Trilhos começa na próxima semana em São Paulo
01/11/13 - 12:07
Considerada a maior Feira da América Latina, a NT Expo – que funcionará das 13h às 20h de 05 a 07 de novembro - está recebendo 210 expositores de 21 países, ocupa 15.500 m² de área de exposição e traz inúmeras novidades, entre as quais estão o veículo elétrico POD-SIT, oferecido como proposta para resolver o problema dos congestionamentos nas metrópoles e uma caminhonete rodoferroviária que trafega sobre trilhos e rodovias.
Diversas autoridades já confirmaram presença, entre elas Jorge Bastos, diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Serviço
NT Expo - 16ª Feira Negócios nos Trilhos (NT 2013)
Data: 05 a 07 de novembro de 2013
Horário Exposição:
Dia 5 - Abertura oficial da NT Expo – 11 horas
Dias 6 e 7 - 13 horas às 20 horas
Eventos paralelos:
Dia 5 de novembro
Rail Brazil Tech & Business Summit – 14h00 às 16h30 - Sala Santana 1
Fórum UIC South América - 17h30 às 20h30 – Sala Santana 1
Data: 6 e 7 de novembro das 9h00 às 17 horas
Local: Pavilhão Vermelho - Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo (SP)
Mais informações em www.ntexpo.com.br
Agrolink com informações de assessoria
Produção mundial de grãos sobe 10 milhões de toneladas, aponta IGC
Produção mundial de grãos sobe 10 milhões de toneladas, aponta IGC

Produção mundial de grãos sobe 10 milhões de toneladas, aponta IGC
01/11/13 - 11:35
por Leonardo Gottems
O Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou nesta quinta-feira (31.10) sua previsão de produção mundial de grãos para a safra 2013/14 em 10 milhões de toneladas na comparação com a projeção anterior, que havia sido divulgada no último dia 26 de Setembro. De acordo com o órgão, serão produzidas 1,940 bilhões de toneladas nesta safra, o que representa um aumento de 150 milhões de toneladas (8%) em relação à estimativa da safra 2012/2013.
O milho representou a maior alta: 948 milhões de toneladas, um aumento de 5 milhões de toneladas sobre o mês passado e até 85 milhões de toneladas na comparação com o ano passado. A soja aumentou 2 milhões de toneladas, para 282 milhões, saltando 11 milhões em relação à safra 2012/2013.
O Índice de Grãos e Oleaginosas do IGC (GOI) subiu 2%, incluindo um aumento de 3% para o trigo, 2% para o milho e 1% de soja, enquanto o arroz ficou praticamente inalterado. Por outro lado, o GOI caiu 16% em relação ao ano anterior. A volatilidade do milho e dos futuros de soja tem diminuído a partir de níveis elevados em agosto e setembro.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems

Produção mundial de grãos sobe 10 milhões de toneladas, aponta IGC
01/11/13 - 11:35
por Leonardo Gottems
O Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou nesta quinta-feira (31.10) sua previsão de produção mundial de grãos para a safra 2013/14 em 10 milhões de toneladas na comparação com a projeção anterior, que havia sido divulgada no último dia 26 de Setembro. De acordo com o órgão, serão produzidas 1,940 bilhões de toneladas nesta safra, o que representa um aumento de 150 milhões de toneladas (8%) em relação à estimativa da safra 2012/2013.
O milho representou a maior alta: 948 milhões de toneladas, um aumento de 5 milhões de toneladas sobre o mês passado e até 85 milhões de toneladas na comparação com o ano passado. A soja aumentou 2 milhões de toneladas, para 282 milhões, saltando 11 milhões em relação à safra 2012/2013.
O Índice de Grãos e Oleaginosas do IGC (GOI) subiu 2%, incluindo um aumento de 3% para o trigo, 2% para o milho e 1% de soja, enquanto o arroz ficou praticamente inalterado. Por outro lado, o GOI caiu 16% em relação ao ano anterior. A volatilidade do milho e dos futuros de soja tem diminuído a partir de níveis elevados em agosto e setembro.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
Milho cai para menor nível desde agosto de 2010 - Análise Agrolink
Milho cai para menor nível desde agosto de 2010 - Análise Agrolink
Milho cai para menor nível desde agosto de 2010 - Análise Agrolink
01/11/13 - 10:31
por Leonardo Gottems
A Bolsa de Cereais de Chicago registrou nesta quinta-feira (31.10) baixa de 2 centavos de dólar no preço do milho nos contratos de Dezembro deste ano, fechando em US$ 4.28. A nova queda empurrou o milho para o nível mais baixo desde 25 de agosto de 2010.
O mercado chegou a subir para seu nível mais alto em 3 dias no início da sessão, logo após a notícia de fortes vendas de exportação, mas outros fatores pressionaram o mercado para baixo. As vendas de exportação das últimas 3 semanas ficaram em 4,555 milhões de toneladas para a campanha em curso e 738.000 para a próxima campanha de comercialização, para um total de 5.293.000 toneladas, o que é cerca de duas vezes acima das expectativas.
A China comprou 777.600 toneladas, mas a grande surpresa foi a compra de 1,689 milhões de toneladas do México para esta safra e 734.400 toneladas para a temporada 2014/15. Em 24 de outubro, as vendas acumuladas de milho ficaram em 66% da previsão do USDA para 2013/2014 (atual campanha), contra a média de 45,5% em 5 anos nesta altura do ano.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
Milho cai para menor nível desde agosto de 2010 - Análise Agrolink
01/11/13 - 10:31
por Leonardo Gottems
A Bolsa de Cereais de Chicago registrou nesta quinta-feira (31.10) baixa de 2 centavos de dólar no preço do milho nos contratos de Dezembro deste ano, fechando em US$ 4.28. A nova queda empurrou o milho para o nível mais baixo desde 25 de agosto de 2010.
O mercado chegou a subir para seu nível mais alto em 3 dias no início da sessão, logo após a notícia de fortes vendas de exportação, mas outros fatores pressionaram o mercado para baixo. As vendas de exportação das últimas 3 semanas ficaram em 4,555 milhões de toneladas para a campanha em curso e 738.000 para a próxima campanha de comercialização, para um total de 5.293.000 toneladas, o que é cerca de duas vezes acima das expectativas.
A China comprou 777.600 toneladas, mas a grande surpresa foi a compra de 1,689 milhões de toneladas do México para esta safra e 734.400 toneladas para a temporada 2014/15. Em 24 de outubro, as vendas acumuladas de milho ficaram em 66% da previsão do USDA para 2013/2014 (atual campanha), contra a média de 45,5% em 5 anos nesta altura do ano.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
Canola apresenta rendimento diferenciado na região de Ijuí (RS)
Canola apresenta rendimento diferenciado na região de Ijuí (RS)
Canola apresenta rendimento diferenciado na região de Ijuí (RS)
01/11/13 - 09:23
O município de Ijuí e também a região se destacam pela diversificação de culturas, mesmo que soja, trigo e milho ainda sejam as fontes principais de renda para os agricultores. No segmento de plantio alternativo uma das culturas é a canola.
A colheita da safra deste ano já chega ao final e a produtividade varia de 10 a 15 sacas por hectare até 35 sacas. A empresa Produtiva de Ijuí acompanha cultivo de aproximadamente dois mil hectares de canola na região, especialmente em Ijuí, Augusto Pestana, Boa Vista do Cadeado e Jóia.
As lavouras plantadas mais no cedo sofreram com a geada, que atingiu a planta durante a floração, por isso nesses locais o rendimento é mais baixo. Já nas lavouras mais tardias, que não tiveram geadas na flor, a produtividade da canola ultrapassa 35 sacas por hectare. O rendimento médio esperado era de 28 a 30 sacas por hectare.
Rádio Progresso de Ijuí
Canola apresenta rendimento diferenciado na região de Ijuí (RS)
01/11/13 - 09:23
O município de Ijuí e também a região se destacam pela diversificação de culturas, mesmo que soja, trigo e milho ainda sejam as fontes principais de renda para os agricultores. No segmento de plantio alternativo uma das culturas é a canola.
A colheita da safra deste ano já chega ao final e a produtividade varia de 10 a 15 sacas por hectare até 35 sacas. A empresa Produtiva de Ijuí acompanha cultivo de aproximadamente dois mil hectares de canola na região, especialmente em Ijuí, Augusto Pestana, Boa Vista do Cadeado e Jóia.
As lavouras plantadas mais no cedo sofreram com a geada, que atingiu a planta durante a floração, por isso nesses locais o rendimento é mais baixo. Já nas lavouras mais tardias, que não tiveram geadas na flor, a produtividade da canola ultrapassa 35 sacas por hectare. O rendimento médio esperado era de 28 a 30 sacas por hectare.
Rádio Progresso de Ijuí
Agricultores cobram políticas para o avanço da produção no Semiárido
Agricultores cobram políticas para o avanço da produção no Semiárido
Agricultores cobram políticas para o avanço da produção no Semiárido
01/11/13 - 08:59
Reunidos no 3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Semiárido, os produtores rurais reivindicaram na quinta-feira (31) de representantes dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente e do Instituto Nacional do Semiárido (INSA) políticas públicas para melhorar a produção agrícola.
"Os agricultores do Semiárido não querem mais aquelas políticas que só viam a gente como necessitados da seca. Não queremos ficar na dependência de carros-pipa, aguardando a próxima seca voltar. Queremos produzir de forma sustentável. Para isso, precisamos garantir o acesso adequado à água”, disse diretora do Sindicato dos Trabalhadores de Remígio, no agreste paraibano, Roselita Victor da Costa.
Roselita defendeu os saberes tradicionais dos trabalhadores e tecnologias locais como as cisternas para captação da água da chuva. "Assegura o acesso à água em períodos de escassez e responde à ideia de que o Semiárido é um lugar que não tem possibilidade de desenvolvimento", declarou.
"Na medida em que nós propomos esta política [de cisternas] ela está democratizando o acesso à água nos sítios", completou a coordenadora da Articulação do Semiárido na Paraíba, Glória Batista.
Ela defendeu a aproximação do conhecimento tradicional dos agricultores com o conhecimento técnico e acadêmico como uma caminho para a construção de políticas públicas para a região. "Esse conhecimento precisa ser cada vez mais valorizado para construir a convivência com o Semiárido", disse.
Glória também defendeu mais agilidade e incentivo para a compra das sementes crioulas, produzidas pelos agricultores. "Temos uma diversidade e riqueza de sementes, vindas das antigas gerações. A gente não quer as sementes envenenadas. Nós precisamos de políticas públicas que fortaleçam as nossas sementes", ressaltou.
O secretário de Segurança Alimentar do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Arnoldo de Campos, disse que o governo vem desenvolvendo políticas voltadas para a convivência com o Semiárido. Segundo ele, programas como o Bolsa Família, o Garantia Safra, uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) voltada para os agricultores e as agricultoras familiares da região tem garantido o acesso a recursos para a produção e períodos de estiagem.
"Começa com o Bolsa Família, passa pelo Garantia Safra, que quando vem a seca o governo repassa um recurso mensal para o agricultor a fim de que ele mantenha a sua capacidade de renda. O microcrédito, o Pronaf, o Pronaf B foram ajustados no último plano safra”, disse.
Campos também citou o Plano Nacional de Agroecologia e os programas de compras como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) como instrumentos de incentivo à produção agrícola do Semiárido.
Já o diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Inácio Salcedo, disse que o órgão está buscando contato com os agricultores para, a partir dos saberes tradicionais, sistematizar novas tecnologias de convívio com a região. "Por meio do aprendizado que estamos tendo com agricultores experimentadores estamos buscando montar uma gestão de informação dos conhecimentos acumulados por eles e que posteriormente possa ser difundido para os agricultores da região", disse.
O debate sobre políticas públicas para o Semiárido encerrou o 3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores do Semiárido que promoveu a troca de experiência entre os produtores e também tratou de temas como o manejo agroecológico do solo, a produção e troca de sementes crioulas, além do lançamento de publicações e apresentações culturais que promoveram reflexão sobre a realidade do semiárido.
Agência Brasil
Autor: Luciano Nascimento
Agricultores cobram políticas para o avanço da produção no Semiárido
01/11/13 - 08:59
Reunidos no 3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores Experimentadores do Semiárido, os produtores rurais reivindicaram na quinta-feira (31) de representantes dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e do Meio Ambiente e do Instituto Nacional do Semiárido (INSA) políticas públicas para melhorar a produção agrícola.
"Os agricultores do Semiárido não querem mais aquelas políticas que só viam a gente como necessitados da seca. Não queremos ficar na dependência de carros-pipa, aguardando a próxima seca voltar. Queremos produzir de forma sustentável. Para isso, precisamos garantir o acesso adequado à água”, disse diretora do Sindicato dos Trabalhadores de Remígio, no agreste paraibano, Roselita Victor da Costa.
Roselita defendeu os saberes tradicionais dos trabalhadores e tecnologias locais como as cisternas para captação da água da chuva. "Assegura o acesso à água em períodos de escassez e responde à ideia de que o Semiárido é um lugar que não tem possibilidade de desenvolvimento", declarou.
"Na medida em que nós propomos esta política [de cisternas] ela está democratizando o acesso à água nos sítios", completou a coordenadora da Articulação do Semiárido na Paraíba, Glória Batista.
Ela defendeu a aproximação do conhecimento tradicional dos agricultores com o conhecimento técnico e acadêmico como uma caminho para a construção de políticas públicas para a região. "Esse conhecimento precisa ser cada vez mais valorizado para construir a convivência com o Semiárido", disse.
Glória também defendeu mais agilidade e incentivo para a compra das sementes crioulas, produzidas pelos agricultores. "Temos uma diversidade e riqueza de sementes, vindas das antigas gerações. A gente não quer as sementes envenenadas. Nós precisamos de políticas públicas que fortaleçam as nossas sementes", ressaltou.
O secretário de Segurança Alimentar do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Arnoldo de Campos, disse que o governo vem desenvolvendo políticas voltadas para a convivência com o Semiárido. Segundo ele, programas como o Bolsa Família, o Garantia Safra, uma ação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) voltada para os agricultores e as agricultoras familiares da região tem garantido o acesso a recursos para a produção e períodos de estiagem.
"Começa com o Bolsa Família, passa pelo Garantia Safra, que quando vem a seca o governo repassa um recurso mensal para o agricultor a fim de que ele mantenha a sua capacidade de renda. O microcrédito, o Pronaf, o Pronaf B foram ajustados no último plano safra”, disse.
Campos também citou o Plano Nacional de Agroecologia e os programas de compras como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) como instrumentos de incentivo à produção agrícola do Semiárido.
Já o diretor do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Inácio Salcedo, disse que o órgão está buscando contato com os agricultores para, a partir dos saberes tradicionais, sistematizar novas tecnologias de convívio com a região. "Por meio do aprendizado que estamos tendo com agricultores experimentadores estamos buscando montar uma gestão de informação dos conhecimentos acumulados por eles e que posteriormente possa ser difundido para os agricultores da região", disse.
O debate sobre políticas públicas para o Semiárido encerrou o 3º Encontro Nacional de Agricultoras e Agricultores do Semiárido que promoveu a troca de experiência entre os produtores e também tratou de temas como o manejo agroecológico do solo, a produção e troca de sementes crioulas, além do lançamento de publicações e apresentações culturais que promoveram reflexão sobre a realidade do semiárido.
Agência Brasil
Autor: Luciano Nascimento
Comissão de Agricultura aprova novas regras para crédito rotativo rural
Comissão de Agricultura aprova novas regras para crédito rotativo rural
Comissão de Agricultura aprova novas regras para crédito rotativo rural
01/11/13 - 00:00
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (30) proposta (PL 5777/13) que estabelece regras aplicáveis ao crédito rural rotativo e permite que essa modalidade seja adotada também de forma sistêmica (em todo o conjunto de atividades econômicas que se realizam na propriedade rural). Para o relator, deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), a proposta "se apresenta indispensável para conferir suporte e fôlego a este relevante setor da economia".
O relator apresentou emenda para detalhar as regras de concessão do crédito rotativo rural. Pelo texto inicial, do deputado Giacobo (PR-PR), esse tipo de financiamento pode abranger vários ciclos produtivos de diversas atividades agropecuárias realizadas pelo mutuário.
Regras do financiamento
Já a emenda do relator especifica que o orçamento do empréstimo será calculado com base nas despesas realizadas ou em percentual das receitas obtidas em ciclos anteriores. Itens de custeio, comercialização e investimento podem ser contemplados. No caso do produtor iniciante, o cálculo terá como base as receitas estimadas.
Ainda segundo as alterações do relator, a partir do momento em que o mutuário entregar a documentação, a instituição financeira terá prazo de 15 dias para liberar o financiamento. O prazo do empréstimo e o cronograma de pagamentos levarão em conta as épocas de retorno das atividades assistidas.
A emenda de Vasconcellos permite também que a instituição financeira dispense a fiscalização da operação, desde que o cadastro do produtor permaneça atualizado, com registro das atividades rurais desenvolvidas. A emenda faculta ainda aos bancos classificar a operação como custeio, investimento ou comercialização.
Simplificação
De acordo com o texto aprovado, o crédito rotativo poderá ser formalizado por meio de cédula de crédito rural, cédula de crédito bancário ou contrato de abertura de crédito. Este último, pelo texto, se equipara à cédula de crédito rural e se caracteriza como título executivo extrajudicial.
Ainda conforme o texto, o cadastro do mutuário será único e válido por todo o período em que vigorar o crédito rotativo. Caso seja necessário atualizá-lo, isso será feito de forma gratuita.
Hoje, segundo o autor, exige-se renovação anual de cadastro e sucessivos registros de cédulas de crédito rural em cartório. "Isso onera desnecessariamente o produtor, que já tem que lidar com tantos outros custos e dificuldades", argumenta.
O projeto também dispensa o agricultor de apresentar certidões para comprovação de regularidade fiscal. Para isso, a instituição de crédito deverá consultar a situação do mutuário no cadastro informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin).
Tramitação
A proposta tem caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta: PL-5777/2013
Edição - Pierre Triboli
Agência Câmara
Autor: Maria Neves
Comissão de Agricultura aprova novas regras para crédito rotativo rural
01/11/13 - 00:00
A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (30) proposta (PL 5777/13) que estabelece regras aplicáveis ao crédito rural rotativo e permite que essa modalidade seja adotada também de forma sistêmica (em todo o conjunto de atividades econômicas que se realizam na propriedade rural). Para o relator, deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), a proposta "se apresenta indispensável para conferir suporte e fôlego a este relevante setor da economia".
O relator apresentou emenda para detalhar as regras de concessão do crédito rotativo rural. Pelo texto inicial, do deputado Giacobo (PR-PR), esse tipo de financiamento pode abranger vários ciclos produtivos de diversas atividades agropecuárias realizadas pelo mutuário.
Regras do financiamento
Já a emenda do relator especifica que o orçamento do empréstimo será calculado com base nas despesas realizadas ou em percentual das receitas obtidas em ciclos anteriores. Itens de custeio, comercialização e investimento podem ser contemplados. No caso do produtor iniciante, o cálculo terá como base as receitas estimadas.
Ainda segundo as alterações do relator, a partir do momento em que o mutuário entregar a documentação, a instituição financeira terá prazo de 15 dias para liberar o financiamento. O prazo do empréstimo e o cronograma de pagamentos levarão em conta as épocas de retorno das atividades assistidas.
A emenda de Vasconcellos permite também que a instituição financeira dispense a fiscalização da operação, desde que o cadastro do produtor permaneça atualizado, com registro das atividades rurais desenvolvidas. A emenda faculta ainda aos bancos classificar a operação como custeio, investimento ou comercialização.
Simplificação
De acordo com o texto aprovado, o crédito rotativo poderá ser formalizado por meio de cédula de crédito rural, cédula de crédito bancário ou contrato de abertura de crédito. Este último, pelo texto, se equipara à cédula de crédito rural e se caracteriza como título executivo extrajudicial.
Ainda conforme o texto, o cadastro do mutuário será único e válido por todo o período em que vigorar o crédito rotativo. Caso seja necessário atualizá-lo, isso será feito de forma gratuita.
Hoje, segundo o autor, exige-se renovação anual de cadastro e sucessivos registros de cédulas de crédito rural em cartório. "Isso onera desnecessariamente o produtor, que já tem que lidar com tantos outros custos e dificuldades", argumenta.
O projeto também dispensa o agricultor de apresentar certidões para comprovação de regularidade fiscal. Para isso, a instituição de crédito deverá consultar a situação do mutuário no cadastro informativo de créditos não quitados do setor público federal (Cadin).
Tramitação
A proposta tem caráter conclusivo e seguirá para análise das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta: PL-5777/2013
Edição - Pierre Triboli
Agência Câmara
Autor: Maria Neves
Europa pode autorizar cultivo de novo milho transgênico
Europa pode autorizar cultivo de novo milho transgênico
Europa pode autorizar cultivo de novo milho transgênico
01/11/13 - 00:00
A Europa pode autorizar em breve o cultivo no bloco de um segundo tipo de milho geneticamente modificado, se a Comissão Europeia e os Estados membros não conseguirem entrar em acordo para proibir a prática.
O grupo Pionner, filial do gigante americano da agroindústria DuPont, pede desde 2001 uma autorização para cultivar em solo europeu o milho transgênico TC1507, resistente a vários tipos de herbicidas, que tem como princípio ativo o glufosinato de amônio. Ecologistas alertam para os riscos tóxicos desse tipo de milho que é cultivado em nove países do continente americano e no Japão. Desde 2006, o TC1507 é importado na Europa para a alimentação humana e animal.
Uma condenação da Corte de Justiça da União Europeia por "atraso injustificável" no final de setembro deste ano obriga a comissão a tirar da gaveta o caso 12 anos depois. O pedido deve ser submetido ao voto dos ministros do Meio Ambiente da UE, que devem se reunir novamente no dia 13 de dezembro. Caso não haja acordo entre os Estados, a Comissão Europeia deverá autorizar o cultivo, caso contrário será condenada pela corte do bloco.
"A comissão Europeia vai decidir na próxima semana qual continuidade jurídica dar a decisão do tribunal", declarou nesta quinta-feira, Frédéric Vincent, porta-voz de Tonio Borg, comissário europeu para a Saúde e responsável pelo caso.
Atualmente, apenas o milho OGM da Monsanto, MON810, é cultivado no continente. Em 2008, a França e outros países europeus como a Áustria, a Hungria, a Grécia, a Bulgária, a Romênia, e o Luxemburgo, proibiram o cultivo do dessa planta transgênica em seu território. Mas a decisão foi suspensa em 2011 e novamente em agosto desse ano.
RFI Brasil - Rádio França Internacional
Europa pode autorizar cultivo de novo milho transgênico
01/11/13 - 00:00
A Europa pode autorizar em breve o cultivo no bloco de um segundo tipo de milho geneticamente modificado, se a Comissão Europeia e os Estados membros não conseguirem entrar em acordo para proibir a prática.
O grupo Pionner, filial do gigante americano da agroindústria DuPont, pede desde 2001 uma autorização para cultivar em solo europeu o milho transgênico TC1507, resistente a vários tipos de herbicidas, que tem como princípio ativo o glufosinato de amônio. Ecologistas alertam para os riscos tóxicos desse tipo de milho que é cultivado em nove países do continente americano e no Japão. Desde 2006, o TC1507 é importado na Europa para a alimentação humana e animal.
Uma condenação da Corte de Justiça da União Europeia por "atraso injustificável" no final de setembro deste ano obriga a comissão a tirar da gaveta o caso 12 anos depois. O pedido deve ser submetido ao voto dos ministros do Meio Ambiente da UE, que devem se reunir novamente no dia 13 de dezembro. Caso não haja acordo entre os Estados, a Comissão Europeia deverá autorizar o cultivo, caso contrário será condenada pela corte do bloco.
"A comissão Europeia vai decidir na próxima semana qual continuidade jurídica dar a decisão do tribunal", declarou nesta quinta-feira, Frédéric Vincent, porta-voz de Tonio Borg, comissário europeu para a Saúde e responsável pelo caso.
Atualmente, apenas o milho OGM da Monsanto, MON810, é cultivado no continente. Em 2008, a França e outros países europeus como a Áustria, a Hungria, a Grécia, a Bulgária, a Romênia, e o Luxemburgo, proibiram o cultivo do dessa planta transgênica em seu território. Mas a decisão foi suspensa em 2011 e novamente em agosto desse ano.
RFI Brasil - Rádio França Internacional
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