segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Indea faz 270 notificações no vazio do algodão em MT

Indea faz 270 notificações no vazio do algodão em MT 02/12/2013 08:12 Acabou o período do vazio sanitário do algodão, em Mato Grosso, que durou 60 dias. O Instituto de Defesa Agropecuária - INDEA- fez cerca de 600 fiscalizações, que resultaram em mais de 270 notificações e 22 autuações. O vazio é para combater o bicudo do algodoeiro, uma das pragas que mais caisa prejuízos aos produtores porque impede a bertura das maçãs 'derrrubando' de forma considerável a produção. Sem plantas para hospedar a praga na entressafra, fica mais controlada. O bicudo do algodoeiro é uma espécie de besouro de cor cinza ou castanha com grande capacidade de infestação. O Globo Rural informa que fiscias estiveram emuma fazenda, em Sorriso, logo no início do vazio sanitário, e não encontrou problemas, mas agora, na visita de retorno, constataram plantas vivas de algodão no meio da lavoura de feijão. As chamadas soqueiras são os restos de plantas que ficam nas lavouras depois da colheita e que devem ser eliminadas antes do início do vazio. Se a limpeza não é bem feita, elas acabam brotando com a volta das chuvas. O gerente explica as dificuldades para manter a área livre de invasoras. "Jogamos a química, mas sempre sobra muita soqueira por causa da época que é de seca, não tem umidade, então a absorção do veneno é pouca”, disse. Rodrigo Vicenzi, fiscal do Indea, explicou ao Globo Rural que, “sendo encontrada planta viva de algodão, a gente notifica o produtor para que seja feita a destruição em um prazo de até 15 dias. Depois disso, se o produtor destruiu, nós fazemos novo termo. Caso não tenha sido feita a destruição do algodão, aí o produtor é autuado e outras medidas são tomadas quando necessário”. Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: arquivo)

Cuiabá sedia feira nacional de peixes nativos amanhã

Cuiabá sedia feira nacional de peixes nativos amanhã 02/12/2013 07:49 Com uma programação voltada para palestras técnicas sobre mercado, legislação, tecnologia, melhoramento genético, entre otros, acontece a Feira Nacional de Peixes Nativos, que ocorre amanhã e depois, 3 e 4 de dezembro, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. De acordo Valéria Pires, gestora do Projeto de Piscicultura do Sebrae/MT, trata-se de uma oportunidade para apresentar aos participantes toda a potencialidade da cadeia, bem como estreitar a relação entre seus integrantes. “O objetivo é aproximar o produtor das indústrias e demais inte- grantes da cadeia produtiva da piscicultura de peixes nativos para troca de informações, principalmente em termos de tecnologia. Isso porque há muitas informações disponíveis quanto a este assunto, mas sobre peixes nativos não há o suficiente. Tanto, que esperamos também a presença de integrantes da comunidade acadêmica e científica”, explica a gestora. Segundo ela, estarão participando do evento como palestrantes especialistas dos estados do Pará, Amazonas, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. Voltada para a cadeia produtiva da piscicultura para Mato Grosso, que é o maior produtor de peixes nativos do país, o evento vai contar com a apresentação de tecnologias, produtos e serviços disponíveis no mercado. Em paralelo à feira, acontecerão palestras técnicas relevantes e inovadoras sobre a atividade de piscicultura. O evento compreenderá uma Feira de exposição das empresas patrocinadoras juntamente com palestras técnicas. O seminário ocorrerá no Auditório Integrado (Auditórios: Minerais, Árvores e Flores) do Centro de Eventos do Pantanal, no qual serão dispostos um palco de 3x6m, 500 cadeiras e 10 estandes de exposição de produtos e serviços. De forma que as cadeiras serão centralizadas no auditório Minerais e Árvores, local para coffee break e os stands serão dispostos no Auditório das Flores. Mato Grosso é o maior produtor de peixe nativo de água doce do país e o quinto na produção total da aquicultura. São produzi das anualmente cerca de 16.627 toneladas de peixe, com destaque para a criação de pintado, pacu, tambacu e tambaqui. Tendo ainda 51,8% da fatia da aquicultura na região Centro- Oeste e 6,2% do mercado nacional. O Brasil tem potencial para atingir, até 2030, uma produção anual de 20 milhões de toneladas de peixe, assumindo assim um papel importante no aproveitamento do pescado mundial. Atualmente, o país contabiliza 1, 3 milhão de toneladas por ano, dado que revela não só o potencial existente como também a necessidade de mais investimentos e atenção ao setor. Fonte: A Gazeta

Soja começa semana em alta na Bolsa de Chicago

Soja começa semana em alta na Bolsa de Chicago 02/12/2013 07:35 A semana começa com o mercado internacional da soja operando em alta. Os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago estendem os ganhos registrados na última sessão e, por volta das 7h40 (horário de Brasília), os ganhos das posições mais negociadas eram de 3,75 e 8 pontos nesta segunda-feira (2). No mesmo momento, milho e trigo também trabalhavam em campo positivo. A soja ainda encontra suporte e força para continuar avançando nos estoques norte-americanos bastante escassos, as exportações bastante aceleradas e os excedentes exportáveis dos EUA cada vez mais ajustados. Até o momento, das 39,5 milhões de toneladas projetadas pelo USDA (Departamrnto de Agricultura dos Estados Unidos) para serem exportadas, 37 milhões já estão comprometidas. “Vai faltar soja nos EUA com certeza e será pior do que o ano passado. Naturalmente, os preços devem subir, o futuro da escassez está próximo. Até o final de dezembro o país já terá vendido tudo e não terão como suprir o mundo, especialmente, nesse intervalo até a chegada da produção sulamericana no mercado. Vamos ter um mercado com bons preços para a próxima safra brasileira e o produtor terá oportunidade para antecipar vendas para 2015”, explica Liones Severo, consultor do SIM Consult. Veja como fechou o mercado na última sexta-feira (29): Soja: Com demanda firme, mercado fecha a semana em alta Nesta sexta-feira (29), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam do lado positivo da tabela, depois do feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, comemorado nesta quinta (28). As principais posições da commodity registraram ganhos entre 5,00 e 16,75 pontos. O vencimento janeiro/14 terminou o pregão cotado a US$ 13,36/ bushel. Na visão do consultor do SIMConsult, Liones Severo, a firmeza nos preços já era prevista, uma vez que os excedentes exportáveis dos EUA estão se esgotando rapidamente. Até o momento, o país já comprometeu 37 milhões de toneladas das 39,5 milhões de toneladas previstas para as exportações. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que as exportações norte-americanas ficaram em 1.405,9 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 21 de novembro. Na semana anterior, o volume foi de 1.376,4 milhão de toneladas. A China foi o principal comprador do produto dos EUA. O órgão norte-americano também reportou nesta sexta, a venda de 110 mil toneladas de soja em grão aos chineses. O volume deverá ser entregue na temporada 2014/15. E com esse ritmo acelerado de vendas, o consultor destaca que, antes da entrada da safra da brasileira no mercado, o país não terá mais produto disponível para cobrir as vendas feitas para a China. “Vai faltar soja nos EUA com certeza e será pior do que o ano passado. Naturalmente, os preços devem subir, o futuro da escassez está próximo. Até o final de dezembro o país já terá vendido tudo e não terão como suprir o mundo, especialmente, nesse intervalo até a chegada da produção sulamericana no mercado. Vamos ter um mercado com bons preços para a próxima safra brasileira e o produtor terá oportunidade para antecipar vendas para 2015”, explica Severo. O consultor ainda destaca que os preços alcançaram R$ 71,00 a saca no Porto de Rio Grande, para a safra nova. Em relação à China, Severo destaca que, o país deve continuar comprando soja e também milho. E, apesar das projeções indicando para uma produção cheia na América do Sul, não será suficiente para atender a demanda. Ainda de acordo com o consultor, o Brasil precisaria produzir, no mínimo, 90 milhões de toneladas. “Os EUA não irá conseguir atender outros mercados que não sejam a China e o Brasil terá que atender esses outros mercados. Podemos esperar preços mais altos, o mundo está carente de produtos e a única maneira de resolver a escassez é através do preço. E dentro dessas circunstâncias, o mercado indica que os preços de escassez são de US$ 15 ou US$ 16/bushel”, ressalta. Diante desse cenário, a tendência é de preços mais firmes para a soja, consequentemente, os produtores brasileiros terão boas oportunidades para negociar a safra. Fonte: Notícias Agrícolas / Carla Mendes

Escoar grãos na BR-163 até PA já pode ocorrer com agilidade em 2014, diz presidente

Escoar grãos na BR-163 até PA já pode ocorrer com agilidade em 2014, diz presidente 02/12/2013 07:20 As obras de pavimentação da BR-163 seguem lentas ligando Mato Grosso ao Pará, mas acredita-se que já ano que vem, seja possível escoar a produção para os portos do Norte (com redução de 1 mil quilômetros a serem percorridos, em relação aos do Sul Sudeste no quais as distâncias chegam 3 mil quilômetros) com qualidade. A avaliação é do presidente do Sindicato Rural de Sinop, Leonildo Bares, que participou do Estradeiro da Aprosoja, formada por um grupo de técnicos e produtores que saíram de Cuiabá, semana passada, e vistoriam os trabalhos até Santarém. Com a diminuição no traeto projeta-se redução nos cursos do frete. 328 dos 1005 quilômetros entre a divisa de Mato Grosso e o município paraense ainda não foram asfaltados. O presidente explicou que parte do trecho que falta ser pavimentado, está em boas condições, o que à princípio já facilita o início do transporte pelo região. Apesar de reconhecer que as obras estão em ritmo lento, ressaltou acreditar que até 2015 estejam totalmente prontas. O prazo já foi prorrogado pelo menos três vezes pelo governo federal. De acordo com a assessoria da Aprosoja, o trecho de 335 quilômetros entre a chamada Vila do 30, localizada no Distrito de Campo Verde, em Itaituba, e Santarém, é o mais complicado, com 146 quilômetros sem pavimentação. Duas empresas são responsáveis pelas obras, a Sanches Tripoloni, com um lote de 112 quilômetros entre Vila do 30 e Rurópolis, e o 8º Batalhão de Engenharia de Construção (BEC), com um lote de 223 quilômetros, de Rurópolis até Santarém". Conforme a associação, "no lote da Sanches Tripoloni, a BR-163 e a BR-230, também conhecida como Transamazônica, encontram-se e dividem o trajeto. Todos os 112 quilômetros estão sem pavimentação, com porções da estrada ainda em leito natural. Este também é o trecho que mais possui pontes: são 11, das quais cinco estão sem encabeçamento, uma só com a fundação e ainda há bueiros por fazer. A empreiteira assumiu o lote neste ano. Ainda foi constatado que "os 223 quilômetros do 8º BEC são marcados por muitos cortes grandes de solo e aterros. A maior parte do trecho já está pavimentado, restando 34 sem pavimentação, e alguns sem terraplanagem na saída de Rurópolis. São um total de seis pontes já prontas e dois bueiros ainda em construção. Há trechos que foram construídos ainda em 1998 e já foram revitalizados ano, pois a empresa que possuía o direito entrou em recuperação judicial". O Estradeiro, além da Aprosoja, uma das ações do Movimento Pró-logística de Mato Grosso e tem como missão articular junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para implantação e manutenção de obras rodoviárias, ferroviárias, hidroviárias e portos que possibilitem redução de custos para o setor produtivo e a comunidade em geral. Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: Só Notícias/Cleverton Neves/arquivo)

Pirarucu ao molho de maracujá é dica de receita para o fim de ano

Pirarucu ao molho de maracujá é dica de receita para o fim de ano 02/12/2013 07h35 Criação do peixe em cativeiro ganha cada vez mais espaço em Goiás. Pirarucu pode engordar até 10 quilos em um De segunda a sexta, as irmãs Ana Cristina Bastos Araújo é administradora de empresas e Luiza Helena Bastos Nedel é médica. No fim de semana, elas dividem o descanso com o trabalho na fazenda em São Luís de Montes Belos, onde criam pirarucu. Hoje são quase 1,5 mil peixes criados em seis tanques de mil metros quadrados cada um. O quilo do pirarucu é vendido a R$ 31, um animal de 16 quilos, por exemplo, vai dar um lucro líquido de R$ 250. “O aproveitamento da carne fica em torno de 48 a 50%”, diz Ana Cristina. O couro é resistente e pode ser aproveitado para fazer botas, chapéus e até arreios, mas o melhor mercado mesmo, por enquanto, é o do filé de pirarucu. A carne é uma das mais nobres entre as de peixes de água doce e uma das receitas bastante apreciadas é o pirarucu ao molho de maracujá com bacon. Ingredientes 1 e ½ quilo de filé de pirarucu Limão a gosto ½ litro de leite 1 cebola picada Alho a gosto 3 pimentas de cheiro 1 colher de orégano 2 colheres de pimenta rosa 2 colheres de pimenta biquinho Suco de 2 maracujás 200 gramas de bacon em tiras Alecrim a gosto Sal, pimenta do reino, noz moscada e azeite a gosto Modo de preparo O primeiro passo é marinar o peixe no leite com limão, cebola, alho e noz moscada. Depois, em uma forma, arrume os filés temperados, adicione o suco do maracujá, a polpa, o bacon por cima e bastante azeite. Com o prato montado, cubra com papel alumínio e leve ao forno a 180ºC. tópicos: São Luís de Montes Belos Do Globo Rural

Soja tem semana positiva em pregão de Chicago, com preços em alta

Soja tem semana positiva em pregão de Chicago, com preços em alta 02/12/2013 09h48- Atualizado em 02/12/2013 09h48 Sexta-feira, no pós-feriado, alta foi de até 16 pontos. Demanda continua influenciando desempenho da A semana encerrou com valorização nos preços da soja no mercado futuro da Bolsa de Chicago. No pregão de sexta-feira, no pós-feriado do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, a alta foi de até 16 pontos. No acumulado de cinco dias, o saldo manteve-se positivo, sustentado pela demanda, apontou nesta segunda-feira (02) relatório da consultoria Agrinvestor Intelligence. De acordo com os analistas, o contrato de janeiro ganhou 17 pontos e o de maio 7 pontos sobre a sexta-feira da semana anterior. Segundo os especialistas, a forte procura foi influenciada pelas exportações americanas, acima das expectativas, além das compras pela China que, sozinha, adquiriu quase 1 milhão de toneladas de um total de 1,4 milhão, aponta Agrinvestor. O relatório deste início de semana aponta que o clima na América do Sul continua favorável, perto do ideal para o desenvolvimento das lavouras da nova safra, tanto no Brasil como na Argentina, o que é um fator limitante para altas mais acentuadas dos preços. Conforme Agrinvestor, o spread (diferencial) entre safra atual (janeiro) e futura (novembro) aumentou de uma semana para cá, estando agora em 1,89 pontos (era de 1,52 há uma semana). No mercado brasileiro de câmbio, o dólar comercial encerrou a sexta-feira com alta de 0,9%, commodity. Leandro J. NascimentoDo G1 MT

Agricultores de Alagoas diversificam a produção em busca de mais renda

Agricultores de Alagoas diversificam a produção em busca de mais renda 02/12/2013 09h41 Município de Arapiraca é conhecido como o Cinturão Verde de Alagoas. Plantio de hortaliças agora dá lugar O Cinturão Verde ocupa uma área de 120 hectares e abrange 16 povoados de Arapiraca. O projeto foi implantado em 2003 com o objetivo de incentivar a diversificação de culturas no município e durante esses 10 anos, a produção de hortaliças folhosas ganhou força na região. Hoje em dia, elas abastecem 90% do mercado de Maceió, por exemplo. Mas aos pocuos, outras culturas vão ganhando espaço no Cinturão Verde, para satisfação dos agricultores. No povoado Pé Leve Velho, José Luiz Barbosa apostou na produção de quiabo pela segunda vez. A lavoura ocupa uma área pequena: pouco mais de meio hectare, mas o retorno deve ser rentável. A perspectiva de produção gira em torno de 15 toneladas. A colheita está prevista para os próximos dias e a venda do produto será direta ao município através do PAA, Programa de Aquisição de Alimentos. O produtor rural José Távaro reservou oito hectares de terras em sua propriedade para o plantio de amendoim. As sementes, ele recebeu de um fornecedor com quem realizou uma parceria. Um dos principais motivos do sucesso do Cinturão Verde é a irrigação. A região foi escolhida para a implantação do projeto justamente por possuir um lençol freático rico em água, o que garante a produção o ano inteiro. Em outra propriedade, o verde das melancias está sendo visto pela primeira vez. Quatro hectares foram plantados e a expectativa de produção é de 25 toneladas por hectare. A irrigação foi importante neste processo, mas apesar de abundante na propriedade, a água deve ser liberada de forma controlada. Além de garantir espaço na lavoura, a melancia tem tudo para conquistar o mercado. tópicos: Arapiraca Do Globo Rural