sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Soja opera de lado em Chicago nesta 6ª
Soja opera de lado em Chicago nesta 6ª
31/01/2014 13:18
Depois de registrar importantes altas nesta quinta-feira (30), o mercado internacional da soja opera da lado na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (31). As movimentações são pouco expressivas.
A falta de soja nos Estados Unidos e as exportações que acontecem em um ritmo muito forte confirmam a firmeza da demanda aquecida e ainda dão suporte aos preços da oleaginosa. Os estoques norte-americanos são ajustados, já há mais de 42,5 milhões de toneladas comprometidas enquanto a projeção do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) era de 40,69 milhões de toneladas e os embarques já ultrapassam as 30 milhões.
Por outro lado, há expectativas de uma safra recorde na América do Sul e uma pressão sazonal sobre as cotações com a chegada dessa nova oferta. Entretanto, como explicou Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting, já começam a ser relatadas menores produtividades no Brasil por conta do clima quente e seco.
“A alta temperatura está fazendo com que as lavouras tardias percam flores, tem lavouras perdendo folhas... E isso provavelmente vai trazer impacto para a produtividade”.
Brandalizze afirma que, no Paraná, as lavouras precoces já mostram produtividade abaixo do esperado. “Esse crescimento da safra do Mato Grosso talvez não compense todos esses problemas que estão ocorrendo hoje... Não estamos mais vendo uma safra de 90 milhões de toneladas, estamos mais para o lado de 88 milhões de toneladas, que já é uma grande safra”.
Fonte: Notícias Agrícolas
Prazo da Contribuição Sindical de pessoa jurídica termina hoje
Prazo da Contribuição Sindical de pessoa jurídica termina hoje
31/01/2014 11:20
Termina hoje o prazo para o produtor rural, pessoa jurídica, recolher a Contribuição Sindical Rural, exercício 2014. A contribuição é um tributo obrigatório, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), regulamentada pelo Decreto nº 1.166/1971.
São considerados pessoa jurídica os produtores rurais que possuem imóvel rural ou empreendem, a qualquer título, atividade econômica rural, enquadrados como "empresários" ou "empregadores rurais".
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) enviou a guia bancária ao produtor já preenchida com o valor da contribuição em 2014. Até a data do vencimento, o pagamento pode ser feito em qualquer agência bancária.
Caso o produtor não tenha recebido este documento, pode entrar em contato com o sindicato rural de sua região ou acessar o serviço de 2ª Via de Contribuição Sindical Rural do Canal do Produtor.
Fonte: Assessoria
Exportações das trading companies cresceram 4,9% em 2013
Exportações das trading companies cresceram 4,9% em 2013
31/01/2014 10:59
A participação das empresas do tipo nas exportações brasileiras aumentou em 2013, sendo o setor responsável por 9,8% das vendas totais país ao exterior (US$ 242,179 bilhões), superando o percentual de 2012, de 9,3%. O valor destas transações cresceu 4,9%, passando de US$ 22,563 bilhões, em 2012, para US$ 23,658 bilhões, em 2013.
Em relação às importações do segmento de empresas, houve retração de 11% no comparativo. As compras, no ano passado, foram de US$ 4,417 bilhões, enquanto que, em 2012, haviam sido de US$ 4,961 bilhões. A participação sobre o total das aquisições nacionais (US$ 239,621 bilhões) foi reduzido para 1,8%, já que, em 2012, havia sido de 2,2%.
A corrente de comércio do setor totalizou US$ 28,075 bilhões, com crescimento de 2% sobre o valor aferido em 2012 (US$ 27,524 bilhões). O superávit das empresas trading companies também se expandiu, em 9,3%, passando de US$ 17,602 bilhões para US$ 19,241 bilhões.
Mercados- O principal mercado de destino das exportações brasileiras do segmento, em 2013, foi a China, com vendas de US$ 9,864 bilhões, representando 41,7% do total exportado. Na sequência, apareceram: Japão (US$ 2,179 nilhões, participação de 9,2%), Países Baixos (US$ 1,331 bilhão, 5,6%), Coreia do Sul (US$ 1,269 bilhão, 5,4%), e Alemanha (US$ 983,9 milhões, 4,2%).
A China foi também o principal mercado fornecedor das empresas trading companies brasileiras no ano, com transações de US$ 955,1 milhões, valor equivalente a 21,6% das compras totais. Na segunda posição está a Argentina (US$ 791,6 milhões, participação de 17,9%), seguida por Estados Unidos (US$ 548,7 milhões, 12,4%), México (US$ 376,6 milhões, 8,5%), e Reino Unido (US$ 326,4 milhões).
Produtos- As exportações de produtos básicos responderam por 89% do valor exportado por essa categoria de empresas. Nesta pauta, destacaram-se: minério de ferro (US$ 15,008 bilhões, participação de 63,4% do total exportado), soja em grão (US$ 3,588 bilhões, 15,2%), milho em grão (US$ 1,383 bilhão, 5,8%), farelo de soja (US$ 665,6 milhões, 2,8%), e carne de frango (US$ 174,4 milhões, 0,7%).
No conjunto dos industrializados (11%), os principais produtos vendidos, em 2013, foram: suco de laranja congelado (US$ 642,6 milhões, 2,7%), açúcar em bruto (US$ 495,8 milhões, 2,1%), café solúvel (US$ 190,4 milhões, 0,8%), suco de laranja não congelado (US$ 178,9 milhões, 0,8%), e açúcar refinado (US$ 82,5 milhões, 0,3%).
Na pauta de importação das trading companies, os bens industrializados representaram 97,1% e os produtos básicos corresponderam 2,9%. Os bens mais adquiridos pelo setor no período foram: automóveis de passageiros (US$ 1,593 bilhão, participação de 36,1% do total importado), aparelhos transmissores e receptores de telefonia celular (US$ 302,2 milhões, 6,8%), aviões (US$ 183,5 milhões, 4,2%), pneumáticos (US$ 176,5 milhões, 4,0%), e máquinas automáticas para processamento de dados (US$ 148,8 milhões, 3,4%).
Trading companies- As vendas ao exterior por intermédio das empresas trading companies são classificadas como exportações indiretas e são equiparadas às exportações diretas no aspecto fiscal. Elas apresentam vantagens, principalmente, para o pequeno e médio produtor nacional que não dispõem de uma estrutura própria dedicada às operações de comércio exterior.
Fonte: Assessoria
Novo chefe da Embrapa Arroz e Feijão tomará posse mês que vem
Novo chefe da Embrapa Arroz e Feijão tomará posse mês que vem
31/01/2014 10:45
O pesquisador Flávio Breseghello toma posse oficialmente como chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão no próximo dia 6 de fevereiro. A solenidade será realizada às 10h, na sede da unidade de pesquisa, em Santo Antônio de Goiás (GO), e marcará o início da nova gestão, com a apresentação da proposta orientadora de trabalho para o período 2014-2016.
Flávio Breseghello, 45 anos, é engenheiro agrônomo graduado pela Universidade Federal de Goiás (1991), mestre em Agronomia por essa mesma instituição e PhD em Genética e Melhoramento de Plantas pela Universidade de Cornell, EUA (2005). Ele integra o corpo técnico da Embrapa Arroz e Feijão desde 1994 e estava atuando como membro do Grupo de Pesquisa e Transferência de Tecnologia em Melhoramento de Arroz.
Junto com Flávio Breseghello, assumem os cargos de chefes-adjuntos o pesquisador Paulo Augusto Vianna Barroso (área de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento), o pesquisador Alcido Elenor Wander (área de Transferência de Tecnologia e Comunicação) e a analista Renata Bueno Miranda Junqueira (área de Administração).
A Embrapa Arroz e Feijão é uma das 47 Unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e conta em seu quadro funcional com 63 pesquisadores, 45 analistas e 201 assistentes. Sua missão é “viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade das cadeias produtivas do arroz e do feijão em benefício da sociedade brasileira”.
Para tanto, a Embrapa Arroz e Feijão estabelece uma série de parcerias, dentro e fora do país, para a realização de atividades de pesquisa, desenvolvimento, inovação, ensino e extensão rural. Esse trabalho colaborativo é empreendido com os setores público e privado, através de projetos, programas governamentais ou com instituições que possuam missão convergente com a da Unidade.
Além disso, para atender às demandas regionais do Estado de Goiás, a Embrapa Arroz e Feijão abriga profissionais de outros centros de pesquisa da Empresa e que desenvolvem atividades com as culturas do algodão, soja, milho e sorgo, bem como em pecuária de corte e de leite.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias com assessoria
31/01/2014 - 14:33
31/01/2014 - 14:33
Unaí vai sediar encontro regional da agricultura mineira
Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais
O município de Unaí, Noroeste de Minas, vai sediar um dos encontros regionais programados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com o objetivo de construir uma agenda estratégica, que irá nortear as políticas públicas do setor até 2030. O encontro no muncípio está previsto para a segunda quinzena de fevereiro. Serão sete encontros pelo Estado.
Segundo o secretário Zé Silva, estes encontros são fundamentais porque servirão de plataforma para o debate sobre o desenvolvimento da agricultura e pecuária em Minas Gerais e no país. “Iremos ouvir os diferentes setores, pois queremos que essas ações sejam integradas e que o processo seja uma construção coletiva”, afirma.
Zé Silva informa que, após ouvir os representantes dos diversos segmentos, será elaborado um documento final que vai contar com a colaboração de especialistas e pessoas renomadas do agronegócio mineiro e nacional, como o ex-ministro da Agricultura Alysson Paulinelli; o Presidente da Embrapa, Maurício Lopes; o pesquisador da Embrapa, Paulo Martins; o especialista em políticas públicas, Sérgio Paganini e o sociólogo Rudá Ricci.
O secretário Zé Silva também já anúnciou outras etapas dos eventos regionais em Montes Claros (Norte de Minas), Uberaba (Tirângulo Mineiro) e Alfenas (Sul do estado).
Produção de grãos
A região do Noroeste de Minas foi a maior produtora de grãos do Estado no ano de 2013. A posição foi garantida após uma safra 2,9 milhões de toneladas. A quantidade corresponde a 23,8% da colheita estadual. O município de Unaí manteve a liderança na produção de grãos entre os municípios de Minas. No ano passado, foram colhidas 836,7 mil toneladas.
31/01/2014 - 14:12
31/01/2014 - 14:12
Produtores de café conilon do ES têm expectativa de uma boa colheita
Globo Rural
Produtores de café conilon do Espírito Santo estão intensificando os tratos culturais na expectativa de uma boa colheita. Nem a chuvarada que atingiu a região, em dezembro, tirou o ânimo dos agricultores.
Em uma fazenda em Rio Bananal, norte do estado, os funcionários agilizam a adubação da lavoura de café.
Os nutrientes são fundamentais para a formação dos frutos nesta fase final de enchimento dos grãos.
Uma característica comum no norte do Espírito Santo é o calor. Agora no verão normalmente os dias ficam mais quentes, a temperatura chega aos 33ºC, o que exige do agricultor um outro cuidado: a irrigação.
Na fazenda de Tobias Gerlim, a lavoura é molhada durante o dia e também à noite.
No Espírito Santo, a safra do café deve chegar a 12 milhões de sacas, 75% desse total é de café conilon. Rio Bananal é um dos maiores produtores de conilon do Espírito Santo com 500 mil sacas por ano.
A cidade foi uma das mais castigadas pela chuva do fim do ano passado, mas de acordo com o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, o Incaper, a estimativa para a próxima safra não é de queda. “Na média geral, a gente estima que as lavouras terão ganho em produtividade aqui em Rio Bananal”, explica Clebson Pautz, técnico agrícola do Incaper.
Gilberto de Matos está otimista e espera uma colheita 20% maior que no ano passado. “A minha perspectiva é que vou colher em torno de 80 ou 90 sacas por hectare”, diz.
31/01/2014 - 13:53
31/01/2014 - 13:53
IGP-M cede em janeiro auxiliado pelos preços agrícolas
Valor Econômico
O fim do efeito dos reajustes de combustíveis concedidos em novembro e um comportamento mais favorável das matérias-primas agrícolas levaram a inflação de janeiro a um patamar mais comportado, que deve ser mantido no começo de ano, com uma pressão menor por parte dos alimentos. A avaliação é de Salomão Quadros, superintendente-adjunto de inflação do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).
Calculado pela FGV, o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) cedeu de 0,60% em dezembro para 0,48% no primeiro mês do ano, pouco abaixo das expectativas do mercado. O resultado foi influenciado principalmente pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) agrícola, que saiu de aumento de 0,75% na medição passada para deflação de 0,89% na atual. Incluindo-se os produtos industriais, o IPA total - que representa 60% do indicador geral - reduziu sua alta de 0,63% para 0,31% na passagem mensal.
Ao recuarem de 2,61% para 1,32% entre dezembro e janeiro, os combustíveis no atacado ajudaram a conter o IGP-M, mas a maior contribuição partiu das matérias-primas brutas agropecuárias. Este subgrupo, que havia avançado 1,42% em dezembro passado, caiu 0,64% em janeiro, variação que teve impacto negativo de 0,49 ponto percentual no IPA. Segundo Quadros, o recuo nas cotações de soja explicou boa parte desse movimento: a commodity caiu 5,38%, após ter subido 2,20%.
Para Quadros, o cenário parece tranquilo para a produção de grãos neste início de ano, com perspectivas de boas safras domésticas e também internacionais. "A contribuição desinflacionária das matérias-primas agrícolas é uma boa notícia e muito importante para se desenhar o cenário de inflação para este ano, depois de um período conturbado com dois anos de inflação de alimentos muito pressionada no varejo", disse o economista.
Ele também observou que outros produtos agropecuários estão em desaceleração no atacado, como aves (1,64% para 0,24%), leite in natura (-2,87% para -6,84%), milho (5,93% para 3,27%) e laranja (11,20% para 4,16%). Já o trigo diminuiu sua retração de 8,96% para 2,95%, entrando no seu terceiro mês seguido de deflação.
Como explicação para o forte alívio dos alimentos ao produtor não ter chegado em igual intensidade no varejo, Quadros mencionou que a soja, que representa mais de um terço das matérias-primas agropecuárias, tem influência imediata pequena sobre a alimentação ao consumidor. Excluindo-se este grão, o economista calculou que a inflação das matérias-primas agropecuárias foi de 0,88% em janeiro, variação que considerou como o início de um processo de "descompressão" ainda incipiente e que, por isso, ainda não foi observado no Índice de Preços ao Consumidor (IPC).
Com peso de 30% no IGP-M, o IPC subiu de 0,69% para 0,87% entre dezembro e janeiro, puxado pelo aumento de 0,65% para 2,92% no grupo educação, leitura e recreação. Pela metodologia da FGV, os reajustes de mensalidades escolares têm impacto sobre a inflação no primeiro mês do ano. Já o grupo alimentação teve uma leve alta no período, ao passar de 0,94% para 1,06%.
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