Publicação aborda manejo e aproveitamento de efluentes de aquicultura
Desenvolvimento do setor deve vir acompanhado de práticas ambientais sustentáveis, como o tratamento da água com sistemas naturais
TÉCNICA
01/02/2014 | 16h51
A aquicultura vem crescendo de maneira expressiva no Brasil e no mundo nas últimas décadas. Em 2018, pela primeira vez, a produção de peixes de cultivo deverá ultrapassar o número de peixes capturados para consumo humano. Para 2021, a previsão da Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO) é que a produção de peixes a partir da aquicultura seja de 52%.
outras notícias sobre aquicultura e pesca
Porém, este desenvolvimento deve vir acompanhado de práticas ambientais sustentáveis, como o tratamento da água com sistemas naturais (água de criação e do efluente gerado) e o reuso da água utilizada para outros fins, como a hidroponia.
Tendo estes assuntos como tópicos principais, os pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Mariana Moura e Silva, Marcos Losekann e Hamilton Hisano disponibilizaram uma publicação sobre manejo e aproveitamento de efluentes de aquicultura.
Conforme os autores, como exemplo de sistema tratamento de água alternativo, existem os Sistemas de Recirculação de Água para Aquicultura (SRAP), os quais possibilitam a produção de organismos aquáticos com a liberação mínima de efluentes e pequena reposição de água, de cerca de 5% do volume total por dia, que se perde por evaporação. É uma tendência, sendo tipicamente um sistema fechado que permite aos produtores controlar as condições ambientais durante todo o ano.
Além disso, a otimização de espaços e recursos naturais levam ao desenvolvimento de sistemas integrados de produção. A integração da aquicultura com a hidroponia - a aquaponia - pode se apresentar como uma solução para proporcionar o uso da água mais eficiente, incrementando a produção de peixes e vegetais sem aumentar o seu consumo, evitando o despejo do efluente em corpos d’água, além de fornecer um fertilizante natural para o cultivo.
Com a intensificação da produção, a exigência de espaço nesse sistema acaba sendo inferior ao tradicional, podendo gerar economia nos custos, além da possibilidade de instalação em localidades periurbanas, que garantem maior proximidade com o mercado consumidor, diminuindo os custos de armazenamento e transporte.
EMBRAPA
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Acesse a publicação completa em pdf
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Publicação aborda manejo e aproveitamento de efluentes de aquicultura
Publicação aborda manejo e aproveitamento de efluentes de aquicultura
Desenvolvimento do setor deve vir acompanhado de práticas ambientais sustentáveis, como o tratamento da água com sistemas naturais
TÉCNICA
01/02/2014 | 16h51
A aquicultura vem crescendo de maneira expressiva no Brasil e no mundo nas últimas décadas. Em 2018, pela primeira vez, a produção de peixes de cultivo deverá ultrapassar o número de peixes capturados para consumo humano. Para 2021, a previsão da Organização das Nações Unidas para Alimentação e a Agricultura (FAO) é que a produção de peixes a partir da aquicultura seja de 52%.
outras notícias sobre aquicultura e pesca
Porém, este desenvolvimento deve vir acompanhado de práticas ambientais sustentáveis, como o tratamento da água com sistemas naturais (água de criação e do efluente gerado) e o reuso da água utilizada para outros fins, como a hidroponia.
Tendo estes assuntos como tópicos principais, os pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) Mariana Moura e Silva, Marcos Losekann e Hamilton Hisano disponibilizaram uma publicação sobre manejo e aproveitamento de efluentes de aquicultura.
Conforme os autores, como exemplo de sistema tratamento de água alternativo, existem os Sistemas de Recirculação de Água para Aquicultura (SRAP), os quais possibilitam a produção de organismos aquáticos com a liberação mínima de efluentes e pequena reposição de água, de cerca de 5% do volume total por dia, que se perde por evaporação. É uma tendência, sendo tipicamente um sistema fechado que permite aos produtores controlar as condições ambientais durante todo o ano.
Além disso, a otimização de espaços e recursos naturais levam ao desenvolvimento de sistemas integrados de produção. A integração da aquicultura com a hidroponia - a aquaponia - pode se apresentar como uma solução para proporcionar o uso da água mais eficiente, incrementando a produção de peixes e vegetais sem aumentar o seu consumo, evitando o despejo do efluente em corpos d’água, além de fornecer um fertilizante natural para o cultivo.
Com a intensificação da produção, a exigência de espaço nesse sistema acaba sendo inferior ao tradicional, podendo gerar economia nos custos, além da possibilidade de instalação em localidades periurbanas, que garantem maior proximidade com o mercado consumidor, diminuindo os custos de armazenamento e transporte.
EMBRAPA
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ABCZ promove curso de morfologia e avaliação de nelores em Avaré em fevereiro
ABCZ promove curso de morfologia e avaliação de nelores em Avaré em fevereiro
Curso faz parte da programação da 1ª Expo Nelore, a Expoinel Paulista 2014
01/02/2014 | 15h07
A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) vai realizar entre os dias 21 e 23 de fevereiro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel, em Avaré (SP), o I Curso de Morfologia e Avaliação para Escolha e Seleção de Reprodutores e Matrizes da Raça Nelore. O curso é realizado pelo Núcleo Nelore de Avaré e da BR Agrocursos, e faz parte da programação da 1ª Expo Nelore, a Expoinel Paulista 2014.
O conteúdo programático do evento conta com importantes palestras técnicas para o suporte aos pecuaristas, profissionais e estudantes que desejam se especializar e obter mais conhecimentos sobre a seleção genética do nelore. Entre os palestrantes estão os jurados efeticos da ABCZ Roberto Vilhena Vieira, Thiago Veloso Rabelo e Carlos Henrique Machado, que também é Superintendente de Melhoramento Genético das Raças Zebuínas.
As inscrições são limitadas e podem ser realizadas no endereço eletrônico da Nelore Avaré ou por e-mail. O investimento necessário para pecuaristas, produtores rurais e profissionais é de R$ 550,00; já para estudantes (com comprovação da instituição de ensino) e colaboradores das fazendas participantes do evento (com comprovação de registro de trabalho) é de R$ 400,00.
Quem efetuar a inscrição até o próximo dia 03 de fevereiro tem direito a um desconto especial, condição esta que também beneficia grupos de empresas e faculdades, sindicatos ou cooperativas. O contato para mais informações pode ser feito através do Núcleo Nelore de Avaré, no telefone (14) 3732-1608.
SAFRAS
Publicação da Embrapa ensina a produzir café de qualidade com economia de água e redução de custos
Publicação da Embrapa ensina a produzir café de qualidade com economia de água e redução de custos
Tecnologias de baixo custo de produção estão acessíveis para cafeicultores com pequena escala de produção
EFICIÊNCIA
01/02/2014 | 13h21
O cuidado dispensado durante toda a fase de pós-colheita do café é um dos grandes diferenciais para a obtenção de um produto de qualidade. E, nesse processo, a forma de lavagem dos grãos e de uso e reúso da água vai influenciar também na sustentabilidade da produção e do meio ambiente. Sobre o tema, a Embrapa Café lança a Circular Técnica 4 Lavadores e Sistema de Reúso da Água no Preparo do Café.
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A publicação mostra diferentes tecnologias para a lavagem, como máquinas cada vez mais eficientes no uso da água para compor as novas unidades de processamento, e separação dos diversos tipos de fruto cafés (cereja, boias, verdoengos e verdes), bem como o reúso da água pelo Sistema de Limpeza de Água Residuária – SLAR na produção de café cereja descascado.
Lavagem do café
Para lembrar da importância da etapa de lavagem para a produção de café de qualidade superior, o pesquisador Juarez Souza e Silva diz que, mesmo retirando-se todas as impurezas, como paus, pedras e folhas, durante a abanação, o lavador cumpre a tarefa de retirar o material fino aderido à superfície dos frutos e ainda separa os frutos maduros dos boias – aqueles secos, brocados, malformados e imaturos – e outros materiais estranhos.
– É com a adoção do lavador ou separador hidráulico que, em função da densidade, cafés que flutuam na água, comumente chamados boias, são separados dos frutos pesados. Além da separação dos boias, os frutos maduros (cerejas) podem, ainda, ser separados dos frutos parcialmente maduros (verde cana) no descascador de cerejas. Finalmente, depois de submetidos a uma secagem adequada para cada tipo, segundo classificação acima, devem ser armazenados separadamente – explica o pesquisador.
Opções para a cafeicultura com pequena escala de produção – A publicação ensina como construir lavadores de baixíssimo custo de produção, como por exemplo o Maravilha, o tipo caixa e tela sombrite e o com sistema basculante. Os modelos de lavadores com o sistema basculante para separação de cerejas foram pensados para serem construídos com parte dos recursos encontrados na fazenda e pode ter 50% de sua estrutura feita em alvenaria de tijolo e devidamente impermeabilizada com argamassa de cimento.
O Maravilha foi um dos primeiros lavadores a surgir e tinha como principal característica a eficiência no processo de separação, sendo um lavador semelhante e tão bom quanto os mecânicos. Um lavador moderno nada mais é que um lavador Maravilha com sistema de transporte mecanizado e com racionalização do uso da água.
Já o tipo caixa de tela sombrite, como o próprio nome sugere, o café boia e materiais leves são retirados com o auxílio de uma peneira comum, muito utilizada na abanação do café. Para retirar o café pesado (maduros e verde cana), basta levantar a tela sombrite, drenar a água de lavagem e separação e transportar o café para a operação seguinte. De modo geral, todos os sistemas alternativos aos lavadores mecânicos tradicionais podem ser construídos facilmente e com materiais e mão-de-obra facilmente disponíveis próximos à fazenda.
A circular da Embrapa informa todos os passos de forma didática e ainda instrui casos de necessidade de treinamento e licenciamento prévio, como para quem pretende comercializar as tecnologias apresentadas.
O SLAR
Desenvolvido pela Embrapa Café, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais – Epamig e Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural, o Sistema de Limpeza de Água Residuária (SLAR) é constituído por três caixas de decantação/flotação e duas peneiras filtros que podem ser construídos na propriedade com custos reduzidos.
As caixas retêm os resíduos mais densos que a água por decantação e os menos densos por flotação. Os resíduos com potencial para obstruir os esguichos do cilindro do descascador são retidos nas peneiras (filtro).
– Assim que a água tenha sido usada em quatro ou cinco recirculações, é destinada ao processo de fertirrigação e o resíduo das caixas (decantado e sobrenadante) é encaminhado para o processo de compostagem – explica o pesquisador.
Os autores da Circular Técnica 4 constataram que o reúso da água residuária, após passar pelo SLAR, possibilitou reduzir em 76% o gasto de água no processamento dos frutos do cafeeiro e que, além desse aspecto, o sistema de filtragem evita o entupimento frequente dos orifícios por onde sai a água do descascador quando a remoção dos resíduos grosseiros não é utilizado.
A publicação pode ser baixada em pdf, no site da Embrapa.
EMBRAPA
Fundos Constitucionais de Financiamento aplicam R$ 23,5 bilhões em 2013
Fundos Constitucionais de Financiamento aplicam R$ 23,5 bilhões em 2013
O valor é 6,3% superior ao montante financiado em 2012
CRÉDITO
01/02/2014 | 11h01
Os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO) aplicaram R$ 23,5 bilhões no ano passado. O valor é 6,3% superior ao montante, de R$ 22,1 bilhões, financiado em 2012.
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Dados da Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais (SFRI), do Ministério da Integração Nacional, mostram que o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste contratou 557 mil operações, totalizando R$ 12,7 bilhões em financiamentos concedidos. O FNE financia atividades produtivas na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) compreendida pelos nove Estados da região, além dos municípios localizados no norte de Minas Gerais e Espírito Santo.
Já o Fundo Constitucional do Centro-Oeste, que atende produtores rurais e empreendedores nos três Estados da região, além do Distrito Federal, realizou 47 mil contratações, totalizando a liberação de R$ 6,1 bilhões. Ainda de acordo com informações da SFRI, a região Norte, que é atendida pelo FNO, registrou a contratação de 44 mil operações de crédito, o que representa o financiamento de R$ 4,7 bilhões. Segundo o secretário nacional da SFRI, Wanderley Barreto, os números superaram as expectativas.
– As previsões de disponibilidades, no valor de R$ 21,7 bilhões, no início de 2013 foram superadas em 8,5%, alcançando um volume de contratações da ordem de R$ 23,5 bilhões – comenta Barreto.
Para 2014, os Fundos Constitucionais preveem a aplicação de R$ 13,1 bilhões para o FNE, R$ 5,4 bilhões para o FNO e R$ 5,0 bilhões para o FCO.
– As contratações ocorrerão conforme as programações de financiamento aprovadas pelos Conselhos Deliberativos dos Fundos. As programações são elaboradas anualmente em conjunto pela Secretaria de Fundos e Incentivos Fiscais do MI, pelas Superintendências de Desenvolvimento Regional e pelos Bancos Administradores – explica Barreto.
Criados em 1989, os Fundos Constitucionais de Financiamento têm por objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mediante a execução de programas de financiamento aos setores produtivos, promovendo a redução das desigualdades regionais.
MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL
01/02/2014 - 11:21
01/02/2014 - 11:21
Funai paga diárias para índios loiros de olhos azuis invadirem Congresso Nacional, diz membro da FPA
De Brasília - Vinícius Tavares
Plenário da Câmara foi invadido em 2013 e muitos dos manifestantes não eram índios, segundo FPA
O deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO), líder do partido na Câmara Federal e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), não poupa críticas à Funai ao editar a Instrução Normativa número dois, que garante passagens, diárias, alimentação e hospedagem a indígenas participarem de atividades em Brasília.
Segundo ele, enquanto índios participam de manifestações e invasões de propriedades organizadas por ongs que apoiam o governo e a Funai, o dinheiro do contribuinte é gasto de forma pouco transparente.
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“Aqui em Brasília a Funai edita a IN 2 definindo regras para que os índios se encontrem em articulação social no Distrito federal. O que pretende a Funai com essa IN número dois? São critérios para poder comprar passagem de avião, para contratar hotel, resorts, para contratar uma alimentação à altura daquilo que as comunidades e os indígenas possam comer", afirmou.
"Se isto fosse a verdade, se realmente viessem comunidades viessem a Brasília para se manifestarem, até que não seria, mas seria razoável. Mas na verdade, o que a Funai faz é alimentar os famosos índios loiros de olhos azuis”, que invadem o plenário da Câmara para fumar maconha e financiados com dinheiro público”, completou.
O assunto voltará à tona a partir da próxima semana, quando os membros da Frente Parlamentar da Agropecuária retomam os trabalhos legislativos. A bancada ruralista estuda pedir esclarecimentos à Funai e ao Ministério da Justiça sobre as atividades realizadas, as datas, o número de participantes e os recursos públicos investidos nas atividades.
01/02/2014 - 11:20
01/02/2014 - 11:20
Recuperação da economia mundial favorecerá exportações brasileiras no agro em 2014
De Brasília - Vinícius Tavares
Foto: Reprodução
Economia mundial está em trajetória de recuperação e deverá expandir 3,6% em 2014
A economia mundial está em trajetória de recuperação e deverá expandir 3,6% em 2014, segundo estimativas do FMI. Os países da zonando Euro deverão superar a recessão, saindo da retração de cerca de 0,4%, em 2013, para uma expansão de 1% neste ano.
A projeção é da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e consta do documento Balanço 2013 e Perspectivas para 2014, divulgado em dezembro.
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2013 permitiu que produtores de leite saíssem do prejuízo com aumento de exportações para China
As projeções sobre a melhoria da economia americana também são positivas para 2914. Em 2013, os Estados Unidos cresceram 1,6% e neste ano, chegar a 2,6%. Já os países da América Latina e do Caribe deverão crescer a uma taxa de 3,1%.
As economias emergentes, principalmente as da Ásia, serão novamente aquelas que irão registrar as taxas mais robustas de crescimento (estimativa de 5,1% para continente).
Conforme a CNA, a China, embora não cresça mais no ritmo de dois dígitos, continuará sendo força importante para o crescimento mundial Em 2014, a economia chinesa deverá expandir 7,3%, mantendo o ritmo acima de 7% nos próximos cinco anos.
Outro fato positivo considerado pela entidade em relação à economia chinesa, no curto prazo, é a mudança – mesmo que ainda lenta – do foco de crescimento daquele país: maior participação do consumo interno em detrimento das exportações como motor de desenvolvimento econômico.
“Já que parte importante das vendas externas do Brasil está pautada n agronegócio, um crescimento mais intenso do consumo das famílias chinesas é vantajoso para as exportações brasileiras para aquele país”, conclui o documento.
01/02/2014 - 09:46
01/02/2014 - 09:46
Dilma anuncia privatização das rodovias que ligam Sinop ao Pará e Rondonópolis a Goiânia
Da Redação - Katiana Pereira
Foto: Reprodução
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta sexta-feira (31) a concessão de mais cinco trechos de rodovias ainda em 2014. Um deles será os 976 km da BR 163, que liga Sinop (500 km de Cuiabá) até Porto Miritituba (PA). Também serão concedidos à iniciativa privada 707 quilômetros da BR 364, que liga Rondonópolis (210 km de Cuiabá) a Goiânia (GO).
Foi anunciado ainda que será leiloada a concessão da ponte Rio-Niterói; outro trecho de 436 km da BR 364, entre Mato Grosso e Minas Gerais; da BR 476, entre Paraná e Santa Catarina; e da BR 480, entre Goiás e Minas Gerais.
Indígenas autorizam Estado a pavimentar rodovia que corta Parque Nacional do Xingu
No caso da BR-163/230, concessão de 976 km, o ministro dos Transportes, César Borges creditou aos produtores a escolha pelo Porto de Miritituba, no lugar de Santarém. “O Porto de Santarém é urbano e tem alguns problemas. Mas, nada impede que, futuramente, também direcionemos as concessões nesta direção”, disse em entrevista ao portal UOL.
O anúncio foi feito durante a assinatura do termo de concessão para a BR 060, no Palácio do Planalto. As rodovias serão concedidas por 30 anos, tendo como principal justificativa a necessidade de escoamento de produtos brasileiros para portos subutilizados.
O Governo Federal informou que as concessões fazem parte do Programa de Investimento em Logística. Serão concedidos, no total, 2.625 km. Desses, 2.282 km serão de duplicações. Ao todo, os investimentos serão de R$ 17,8 bilhões.
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