terça-feira, 1 de julho de 2014
Preço pago pelo quilo do suíno vivo no Rio Grande do Sul é de R$ 3,52
01/07/2014 08:48A Pesquisa Semanal da Cotação do Suíno, milho e farelo de soja no Rio Grande do Sul, realizada ontem (30), apontou alta de R$ 0,09 no preço pago pelo quilo do suíno vivo ao produtor independente no Estado gaúcho, em relação a última semana, ficando em R$ 3,52.
O valor da saca de 60 quilos do milho ficou em R$ 25,37 (anterior R$ 25,75) e o farelo de soja ficou em R$ 1.088,75 para pagamento à vista (anterior R$ 1.091,25) e em R$ 1.100,00 com 30 dias de prazo (anterior R$ 1.097,50).
Agroindústrias e cooperativas- O preço médio do suíno agroindustrial (integrado) permanece em R$ 2,91. As agroindústrias e cooperativas apresentaram as seguintes cotações: Cotrel R$ 3,00; Cosuel/Dália Alimentos R$ 2,91; Cotrijuí R$ 2,85; Cooperativa Languiru R$ 2,90; Cooperativa Majestade R$ 2,90; Ouro do Sul R$ 3,00; Alibem R$ 2,90; BRF R$ 2,90; JBS R$ 2,90; e Pamplona R$ 2,90.
A Pesquisa Semanal é feita pela Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), com apoio exclusivo da MSD Saúde Animal, empresa Parceira da Suinocultura Gaúcha. Todas as pesquisas podem ser conferidas no site da Acsurs, o www.acsurs.com.br - guia Mercado - Mercado Gaúcho.
Fonte: Assessoria
Exportação de soja corresponde a 13,9% das vendas brasileiras ao exterior
01/07/2014 08:30
Nos primeiros cinco meses deste ano, a soja em grão foi o principal produto exportado pelo Brasil, representando 13,9% das vendas externas do país e ultrapassando, pela primeira vez, o minério de ferro, segundo informação do boletim Agronegócio Internacional, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). As exportações do complexo soja, nesse período, atingiram US$ 15,58 bilhões, representando 17,1% do total das exportações brasileiras, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Os principais destinos das exportações desse segmento do agronegócio de janeiro a maio último foram a China (US$ 9,7 bilhões), os Países Baixos (US$ 1,3 bilhão) e a Tailândia (US$ 501,4 milhões). O boletim Agronegócio Internacional destaca que os cinco principais produtos exportados nesse período pelo agronegócio foram a soja em grão, o farelo de soja, a carne bovina, a celulose e os couros.
Já com relação às exportações de carnes, o destaque foi para a carne bovina: crescimento de 11,2% no volume exportado e alta de 10,7% no valor das vendas externas, em comparação com o ano passado. O setor alcançou 2,5% do total das vendas do país ao exterior e receita de US$ 2,8 bilhões. Os principais destinos das exportações do segmento foram Hong Kong (US$ 1 bilhão), Rússia (US$ 731 milhões) e Venezuela (US$ 534 milhões). O dado negativo ficou por conta do comportamento dos preços da carne de frango exportada, uma queda de 13,6% no período analisado. Mesmo assim, em volume, houve um incremento de 2,3%.
Milho deve ter queda- Já no caso do comércio global de milho, no biênio 2014/2015, deverá haver queda devido à redução das importações da China e do México, diz o boletim da CNA. Recentemente, no entanto, o governo chinês decidiu liberar as importações de milho do Brasil. A CNA assinala que o objetivo declarado dos chineses, com a medida, é reduzir a dependência nas compras do cereal junto aos EUA. Os americanos fornecem mais de 90% do milho comprado pela China. A expectativa é de um aumento expressivo nas importações de milho pelos chineses no decorrer dos próximos anos. Isso devido ao crescimento estimado da produção de carne bovina da China, além de uma demanda maior por parte das indústrias locais processadoras de alimentos.
Fonte: Assessoria
Números do USDA pressionam e mercado do milho dá continuidade às quedas
01/07/2014 08:17
No pregão desta terça-feira (1), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) operam do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity dão continuidade ao movimento de queda iniciado no dia anterior. Por volta das 8h32 (horário de Brasília), os contratos exibiam perdas entre 1,75 e 2,50 pontos. O vencimento julho/14 era cotado a US$ 4,21 por bushel.
As cotações do cereal recuaram 4,9% na última sessão, a maior queda desde 28 de junho de 2013. O mercado foi pressionado pelos números dos estoques trimestrais dos EUA, reportados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O órgão apontou os estoques em 97,87 milhões de toneladas, volume maior do que o esperado pelos investidores, de 94,5 milhões de toneladas.
O departamento ainda indicou que cerca de 37,07 milhões de hectares foram cultivados com o milho na temporada 2014/15. O mercado esperava um número próximo de 37,1 milhões de hectares, mesma projeção feita pelo USDA no último boletim de oferta e demanda.
Outro fator que também pesa sobre os preços futuros são os números de acompanhamento de safras também divulgados pelo departamento. Em torno de 75% das lavouras de milho estão em boas ou excelentes condições, percentual maior do que a semana anterior, de 74%. Cerca de 20% das plantações registram situação regular e 5% estão em condições ruins ou muito ruins.
Fonte: Notícias Agrícolas
01/07/2014 - 09:57
Projeto sobre patrimônio genético é primeiro passo para ratificar Nagoya, diz presidente da FPA
De Brasília - Vinícius Tavares
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) vai debater com mais profundidade o anteprojeto de lei que trata do patrimônio genético brasileiro. A proposta, que tem o objetivo de estimular a bioindústria e as pesquisas na área, foi enviada pela presidente Dilma Rousseff, em regime de urgência, ao Congresso Nacional, no último dia 20 de junho.
Para representantes da bancada, o governo, ao querer valorizar o conhecimento que os povos tradicionais têm em suas comunidades, não levou em consideração as propostas do setor produtivo rural.
“Na verdade, o que está por trás disso, de modo subterfúgio, é o Protocolo de Nagoya, que, se ratificado, fará do Brasil um dos maiores pagadores de royalties do mundo. Sem dúvida alguma, esse projeto de lei sobre patrimônio genético é o primeiro passo para a ratificação do Protocolo de Nagoya”, afirmou o presidente da entidade, deputado federal Luis Carlos Heinz (PP-RS).
Segundo dados da FPA, R$ 900 milhões serão pagos pelos brasileiros por ano somente para a soja.
Conforme prevê o Protocolo de Nagoya, se uma planta ou lavoura for usada pela indústria, o pais de origem deve receber parte dos lucros auferidos. Ou seja, os produtores brasileiros ou as indústrias pagarão royalties de todos os produtos que não são nativos do Brasil.
Caso seja ratificado, o protocolo vai fazer com que o Brasil pague royalties sobre soja, milho, arroz, batata, algodão etc, etc, já que mais de 95% dos produtos consumidos no Brasil são exóticos.
“Na verdade, o que está por trás disso, de modo subterfúgio, é o Protocolo de Nagoya, que, se ratificado, fará do Brasil um dos maiores pagadores de royalties do mundo. Sem dúvida alguma, esse projeto de lei sobre patrimônio genético é o primeiro passo para a ratificação do Protocolo de Nagoya”, afirmou o presidente da entidade, deputado federal Luis Carlos Heinz (PP-RS).
Segundo dados da FPA, R$ 900 milhões serão pagos pelos brasileiros por ano somente para a soja.
Conforme prevê o Protocolo de Nagoya, se uma planta ou lavoura for usada pela indústria, o pais de origem deve receber parte dos lucros auferidos. Ou seja, os produtores brasileiros ou as indústrias pagarão royalties de todos os produtos que não são nativos do Brasil.
Caso seja ratificado, o protocolo vai fazer com que o Brasil pague royalties sobre soja, milho, arroz, batata, algodão etc, etc, já que mais de 95% dos produtos consumidos no Brasil são exóticos.
01/07/2014 - 09:05
Apesar de recorde em produção da soja a safra 2014/2015 deverá ser de vacas magras
Da Redação - Viviane Petroli
Foto: Ilustração
Apesar de recorde em produção da soja a safra 2014/2015 deverá ser de vacas magras
O aumento do custo com os insumos nas últimas safras está levando Mato Grosso a sair de um ciclo de "vacas gordas" para um de "vacas magras". Tais altas verificadas têm mostrado que o produtor deve ter cautela na hora de fazer novos investimentos. As projeções de custo por hectare para a soja transgênica em Mato Grosso são de R$ 2.411,56, um valor 5,2% superior ao verificado na safra 2013/2014.
De acordo com o boletim semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o incremento para a safra 2014/2015 já era esperado em decorrência a maior demanda pelos insumos, somados a alta do dólar, que também ajuda a encarecer os custos de produção.
“Fato que já preocupa, uma vez que as cotações podem não acompanhar o ritmo dos gastos e assim comprometerem a margem de lucro do produtor. Assim, os tempos são de guardar dinheiro para as safras que virão, pois para a temporada 2014/15, utilizando como base o preço de paridade atual próximo a R$ 46,00/sc, torna a margem de lucro da próxima safra bastante arroxada”, aconselha o Imea.
Segundo o boletim semanal do Imea, divulgado nesta segunda-feira, 30 de junho, o valor total das despesas de custeio da lavoura estão estimados em média de R$ 1.631,22, dos quais R$ 1.456,47 são despesas com insumos (sementes R$ 224,89, fertilizantes R$ 627,94 e defensivos R$ 603,64).
Para a safra 2014/2015 está projetado um aumento de 3,9% na área, que deverá saltar dos 8,3 milhões de hectares plantados na atual safra para 8,6 milhões de hectares. Já a produção 4,88% de incremento, elevando-se de 26,03 milhões de toneladas para 27,30 milhões de toneladas.
Da Redação - Viviane Petroli
Foto: Ilustração
Apesar de recorde em produção da soja a safra 2014/2015 deverá ser de vacas magras
O aumento do custo com os insumos nas últimas safras está levando Mato Grosso a sair de um ciclo de "vacas gordas" para um de "vacas magras". Tais altas verificadas têm mostrado que o produtor deve ter cautela na hora de fazer novos investimentos. As projeções de custo por hectare para a soja transgênica em Mato Grosso são de R$ 2.411,56, um valor 5,2% superior ao verificado na safra 2013/2014.
De acordo com o boletim semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o incremento para a safra 2014/2015 já era esperado em decorrência a maior demanda pelos insumos, somados a alta do dólar, que também ajuda a encarecer os custos de produção.
“Fato que já preocupa, uma vez que as cotações podem não acompanhar o ritmo dos gastos e assim comprometerem a margem de lucro do produtor. Assim, os tempos são de guardar dinheiro para as safras que virão, pois para a temporada 2014/15, utilizando como base o preço de paridade atual próximo a R$ 46,00/sc, torna a margem de lucro da próxima safra bastante arroxada”, aconselha o Imea.
Segundo o boletim semanal do Imea, divulgado nesta segunda-feira, 30 de junho, o valor total das despesas de custeio da lavoura estão estimados em média de R$ 1.631,22, dos quais R$ 1.456,47 são despesas com insumos (sementes R$ 224,89, fertilizantes R$ 627,94 e defensivos R$ 603,64).
Para a safra 2014/2015 está projetado um aumento de 3,9% na área, que deverá saltar dos 8,3 milhões de hectares plantados na atual safra para 8,6 milhões de hectares. Já a produção 4,88% de incremento, elevando-se de 26,03 milhões de toneladas para 27,30 milhões de toneladas.
01/07/2014 - 08:32
Governo decide manter IPI para automóveis e móveis reduzido até o final do ano
Da Redação - Viviane Petroli
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01/07/2014 - 08:00
Exposição Morfológica Passaporte de cavalos Crioulos em MT é caminho para disputa no RS
Da Redação - Viviane Petroli
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