terça-feira, 1 de julho de 2014
Alagoas: agricultores com perdas devem fazer vistoria do Garantia-Safra
01/07/14 - 11:28
As prefeituras e agricultores dos municípios alagoanos que aderiram ao Garantia-Safra têm até o dia 28 de agosto para solicitar vistoria à Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
O procedimento se faz necessário para aqueles que apresentarem indícios de perda média da safra igual ou superior a 50% (cinquenta por cento) nas lavouras por conta de seca ou excesso de chuvas.
A iniciativa é padrão para solicitar formalmente à Secretaria de Agricultura Familiar, por meio do Sistema Garantia-Safra - Verificação de Perdas, a vistoria das lavouras de agricultores aderidos no plano e indicação do técnico vistoriador.
De acordo com o coordenador Estadual do Garantia Safra, José Antônio dos Santos, este prazo não será prorrogado. “Por isso é tão importante que os nossos parceiros que contribuem para o sucesso do Garantia-Safra em Alagoas não deixem de cumprir esta obrigação”, reforçou o coordenador.
O município que deixar de enviar os laudos perde a cobertura do programa. A adesão ao Garantia-Safra garante que em caso de perda de 50% ou mais da próxima plantação, provocada por seca ou excesso de chuvas, cada agricultor recebe um seguro no valor de R$ 850,00, divididos em cinco parcelas.
O Garantia-Safra está disponível para as culturas de arroz, algodão, feijão, mandioca e milho, desde que cultivadas em áreas que variem entre 0,6 e 10 hectares, sem irrigação, em municípios do Alto e Médio Sertão, Bacia Leiteira ou região Agreste.
“Este programa é um incentivo aos produtores e faz parte das ações que objetivem o desenvolvimento de políticas públicas a favor do homem do campo e esta é uma das grandes preocupações do governo do Estado”, ressaltou o secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, José Marinho Júnior. Ele acrescenta que as prefeituras e pessoas envolvidas neste processo devem ficar atentas aos prazos e obrigações para não perder o direito pelo Garantia Safra.
Agência Alagoas
Sorriso e Alta Floresta têm maior valor médio do álcool em Mato Grosso
01/07/2014 07:50
Enfim, o preço do litro do etanol hidratado atingiu na última semana o psicológico patamar de R$ 1,99. Mesmo reduzindo de forma muito morosa – já que o Estado está em plena moagem da cana-de-açúcar desde abril – o valor que deixa a casa dos R$ 2, pode ser encontrado em postos de diferentes redes varejistas de Cuiabá e Várzea Grande.
Considerando o valor que vinha sendo adotado pelo mercado, de cerca de R$ 2,29 – o mesmo em vigor durante a entressafra - para o encontrado até o momento, R$ 1,99, há uma queda acumulada de 13%. Nas usinas, por exemplo, nos últimos 60 dias, os preços finais do combustível, incluído impostos e frete, encolheram cerca de 14%. Em maio o litro saída das indústrias a R$ 1,721, no início de junho foi a R$ 1,587 - queda de 7,78% - e na última semana de junho, a R$ 1,48.
A redução segue vagarosa no varejo e frustrando a expectativa do consumidor que esperava por baixas mais significativas com o início da safra da cana. “Temos quase uma dúzia de usinas em Mato Grosso e eu não entendo porque pagamos tão caro pelo etanol. Há alguns anos o litro não chegava a R$ 1,50 e agora beira R$ 2,30 na Capital. Quem pode explicar isso?”, questiona o analista de Sistemas, João Carlos de Oliveira. Para ele, o litro a R$ 1,99 ainda é caro e considerando a relação custo/benefício entre o etanol e a gasolina, ele segue abastecendo com petróleo, “infelizmente estamos presos, temos o pré-sal e nada muda entre os derivados de petróleo, temos uma das grandes safras de cana do país e nada muda para os mato-grossenses”, reforça.
Ranking - Essa demora em reduzir os preços do etanol na bomba, em razão da safra, tirou Mato Grosso dos primeiros lugares do ranking nacional da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) onde o litro é mais barato. O Estado que sempre brigou pelo primeiro e segundo lugares com São Paulo, Paraná e Goiás, encerrou a semana de 22 a 28 de junho, como o sexto mais barato do país, média mato-grossense de preços em R$ 2,21, enquanto São Paulo apresentou o menor valor, R$ 1,89, seguido do Paraná (R$ 2,01), Goiás (R$ 2,05), Mato Grosso do Sul (R$ 2,17), Minas Gerais (R$ 2,19) e Mato Grosso. O litro mais caro está no Acre, R$ 2,91.
Dentro do Estado, entre os municípios visitados pela ANP semanalmente, Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), segue como o local que exibe o maior valor médio, R$ 2,36, seguido de Alta Floresta (800 quilômetros ao norte de Cuiabá). Em Cuiabá a média da última semana ficou em R$ 2,20 e em Várzea Grande, R$ 2,16. Fazem parte ainda dessa relação Cáceres (R$ 2,26), Rondonópolis (R$ 2,24), Santo Antônio de Leverger (R$ 2,18) e Sinop (R$ 2,28).
Ainda avaliando a última pesquisa da ANP, nota-se que em Cuiabá, mesmo com a oferta do litro a R$ 1,99, muitos postos ainda resistem em aderir às baixas. Dos 52 postos pesquisados pela Agência na Capital, apenas três estão com preços inferiores a R$ 2, seis baixaram entre R$ 0,10 e R$ 0,12 e 26 continuam com os mesmos preços, com vários ainda com valor de bomba em R$ 2,29.
O gerente de um estabelecimento na Avenida Carmindo de Campos, posto bandeirado – que só revende produtos de uma determinada marca/empresa como BR, Ipiranga e Shell – que pediu para não ter o nome revelado, disse que a baixa só chega às bombas quando a distribuidora repassa. “Não temos como seguir as baixas das últimas semanas da usina, como temos ouvido falar, se aqui, na hora da entrega o preço de nota vem inalterado. Tão logo a nossa bandeira reduza seu valor esse decréscimo estará disponível para os nossos clientes. Não tenha dúvida disso”.
O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo/MT) lembra sempre que o segmento revendedor é livre para definir os preços dos combustíveis. “Mesmo verificando queda nos preços nas usinas, há expectativa de que nas próximas semanas as distribuidoras repassem para os postos mais reduções”.
Mais uma vez, O Diário não conseguiu falar com nenhum representante do segmento distribuidor de combustível em atuação aqui no Estado. Conforme o último levantamento de preços da ANP, as distribuidoras reduziram o valor repassado aos postos nas últimas quatro semanas - de 1º de junho a 28 de junho - de R$ 1,77 para R$ 1,70, preços médios.
Fonte: Diário de Cuiabá (foto: Só Notícias/arquivo)
Carne bovina sobe mais no atacado que no varejo em um ano
01/07/2014 09:59
Os preços da carne bovina sem osso no varejo oscilaram pouco na última semana.
No Paraná e em Minas Gerais as cotações tiveram ligeira alta de 0,1% em relação à semana anterior. No Rio de Janeiro os preços se mantiveram no período.
Em São Paulo houve queda de 0,3% na semana. Frente ao mesmo período do ano passado os preços estão 13,2% maiores.
No atacado as cotações subiram 23,7%.
As cotações subiram menos no varejo que no atacado em um ano, o que diminuiu a margem de comercialização dos supermercados e açougues.
Este elo teve que absorver parte das altas, com o intuito de manter o volume de vendas.
No mesmo período de 2013, a margem de comercialização do varejo em relação ao atacado era de 79,2%. Hoje caiu para 65,7%.
Fonte: Assessoria
Oferta elevada pressiona indicador do açucar
01/07/2014 09:48
Os preços do açúcar cristal oscilaram na última semana e voltaram a cair na segunda-feira, 30. Com o bom andamento da safra, a oferta tem sido maior que a demanda, e os preços no spot atingiram, na quarta-feira, 25, o menor valor desde outubro/13.
Em alguns dias, contudo, as cotações ficaram um pouco mais firmes, com algumas usinas aumentando os valores pedidos. Na segunda-feira, o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal (mercado paulista), cor Icumsa entre 130 e 180, fechou a R$ 48,92/saca de 50 kg, alta de 0,24% em relação à segunda anterior, 23.
Porém, na comparação com a sexta-feira, 27, o Indicador recuou 0,18% e, em junho, acumulou queda de 4%. Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa é que continuem sendo ofertados bons volumes de açúcar no spot, visto que muitas usinas têm necessitado de caixa para cumprir despesas do correr da safra.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias com assessoria
Valores do milho ficam abaixo do mínimo federal em parte de MT, diz Cepea
01/07/2014 09:30
As cotações de milho seguem recuando em praticamente todas as regiões brasileiras acompanhadas pelo Cepea. Em algumas regiões de Mato Grosso, os preços chegaram a patamares menores que o mínimo determinado pelo governo.
Com isso, na semana passada, pela primeira vez no ano, foi sinalizada a possibilidade de intervenção governamental para escoamento do cereal do estado. De acordo com pesquisadores do Cepea, as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras devem resultar em alta produtividade agrícola, o que é bom aos produtores, mas eleva a disponibilidade interna.
Assim, representantes do setor produtivo estão pressionando o governo para que tome medidas que visem a manutenção da renda do produtor mato-grossense, como o encaminhamento do milho para regiões deficitárias e/ou para exportação.
Entre 23 e 30 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, referente à região de Campinas (SP), teve redução de 2,9%, fechando a R$ 25,16/saca de 60 kg na segunda-feira. Se considerados os negócios também em Campinas, mas cujos prazos de pagamento são descontados pela taxa de desconto NPR, o preço médio à vista foi de R$ 24,66/sc de 60 kg na segunda, retração de 2,8%. Em junho, as quedas foram de mais de 9%.
Fonte: Assessoria
Agropecuária tem saldo positivo de empregos em Nova Mutum
01/07/2014 09Mutum encerrou maio com saldo de 167 empregos gerados a mais A constatação é do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), que aponta 1,1 mil admissões e pouco mais de 1 mil demissões. Em abril, o resultado foi oposto com 148 demitidos a mais). Na agropecuária, 218 pessoas foram chamadas para trabalhar e outras 212 mandadas embora, com saldo 6 seis a mais.
O setor de serviços liderou com 103 contratados a mais, provenientes e 319 admitidos e 216 demitidos. O balanço aponta que o comércio foi o segundo setor que mais empregos - 96 funcionários, decorrentes de 314 contratações e 218 demissões. Em seguida, a construção civil, com 32 pedreiros e serventes admitidos a mais, (110 contratados e 78 dispensados)
Por outro lado na indústria de transformação demitiu 39 a mais, já que 225 foram contratados e outros 264 mandados embora. Mesma situação nos serviços industriais de utilidade pública, com 32 a menos.
Apesar dos números no saldo do ano, Nova Mutum gerou 661 empregos a mais, decorrentes de 6 mil admissões e 5,3 mil demissões.
Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Weverton Correa:17
Comissão de Agricultura discute hoje resultados do Plano Brasil Agroecológico
01/07/2014 08:55A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal realiza audiência pública hoje, às 14h30, no plenário 6, em Brasília, para discutir os resultados do Plano Brasil Agroecológico, do governo federal. Lançado em outubro do ano passado, o plano inclui 125 ações para estimular a produção e o consumo de alimentos orgânicos no País .
Segundo o governo, serão investidos R$ 8,8 bilhões até 2015, dos quais R$ 7 bilhões serão para garantir crédito para o financiamento da produção, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) ou do Plano Agrícola e Pecuário.
Foram convidados para o debate o presidente da Embrapa, Mauricio Antonio Lopes; o secretário-executivo da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, Selvino Heck; o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Valter Bianchini; o secretário de Segurança Alimentar do Ministério do Desenvolvimento Social, Arnaldo Campos; e o secretário-executivo da Articulação Nacional de Agroecologia, Denis Monteiro.
A audiência foi solicitada pela deputada Luci Choinacki (PT-SC), coordenadora da Frente Parlamentar Mista pelo Desenvolvimento da Agroecologia e Produção Orgânica.
Fonte: Assessoria
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