segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Em São Paulo frango vivo inicia dezembro com mesmo preço de um ano atrás

01/12/14 - 10:05 O frango que está sendo processado nesta segunda-feira nos abatedouros paulistas foi negociado no sábado por R$2,50/kg. Isto significa que inicia o último mês do ano com a mesma cotação registrada há um ano. Então, o frango vivo permaneceu com o preço inalterado em R$2,50/kg desde 29 de outubro até 20 de janeiro de 2014. Foram 84 dias, o mais longo período de estabilidade já registrado pelo setor. Entre setembro e outubro deste ano houve indícios de que idêntico processo poderia se repetir em 2014. Foi quando a cotação permaneceu em R$2,70/kg por quase 30 dias, um dos mais longos períodos de estabilidade do ano. Ela foi interrompida por pouco mais de duas semanas ainda em outubro. Mas logo foi retomada, permanecendo até o início da quarta semana de novembro. Reforçava-se, com isso, o pressentimento de que poderia prosseguir até o final de 2014. Não foi o que ocorreu. Pois comportamento semelhante ao que havia ocorrido em Minas Gerais passou a ser registrado em São Paulo: em apenas cinco dias de negócios (entre a terça-feira e o sábado) o frango vivo perdeu 20 centavos de seu preço. Nominalmente, portanto, a ave viva tem agora o mesmo valor de um ano atrás. Porém, considerada a inflação acumulada desde então, seu valor é, hoje, inferior. Avisite

RS: Entressafra eleva preço da melancia

01/12/14 - 09:34 Pedaço médio de 2,5 quilos não sai por menos de R$ 8, podendo chegar a R$ 10 O preço da melancia ao consumidor está de oito a dez vezes maior que o valor pago ao produtor. Os que estão iniciando a colheita, como em Alpestre, têm recebido, em média, R$ 2,80 pela fruta com 10 a 12 quilos. Já na fruteira ou no supermercado um pedaço médio de 2,5 quilos não sai por menos de R$ 8, podendo chegar a R$ 10. A mesma proporção se aplica ao preço no atacado, que em novembro variou de R$ 0,70 a R$ 0,80 na Ceasa, onde estão chegando as primeiras cargas da safra gaúcha. Contudo, ainda predomina a fruta de Goiás. Entre os motivos para a disparidade está a entressafra. Segundo o agrônomo Antônio Conte, assistente técnico em fruticultura da Emater, nesta época a oferta se restringe a produtores que anteciparam o plantio para agosto. Geralmente, a semeadura ocorre em setembro, quando o frio já está ameno. No entanto, mesmo tomando o cuidado de cobrir as áreas com lona para driblar geadas, é uma tática arriscada. “Quem consegue colher tem esse privilégio de mercado”, avalia. Outra possível causa é a seca no Sudeste, que ocasionou dificuldade para produção. “A melancia que vem de fora sempre é mais cara”, justifica. Para o final de dezembro, a tendência de preço pago ao produtor é R$ 1,20 a fruta, já em fevereiro esse valor cai para R$ 0,40 a R$ 0,50. Correio do Povo

MS: Dos produtos vendidos na Ceasa, 85,51% são de outras regiões do País

01/12/14 - 09:26 Embora Mato Grosso do Sul seja conhecido como Estado com grande área de produção rural, não dá conta de produzir frutas, verduras e legumes suficientes para o consumo interno. Do total de produtos comercializados pela Ceasa (Central de Abastecimento de Mato Grosso do Sul), apenas 14,49% são produzidos aqui e 85,51% são importados de outras regiões do país. Em 2013, a central negociou 166,6 mil toneladas. Dessas, 24,1 toneladas de produtores médios e pequenos do Estado e 54,4 toneladas vieram de São Paulo, o que representa 32,69%. O restante, 88 toneladas que representam 52,81% dos produtos vieram de Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Espírito Santo, Tocantins, Distrito Federal, Mato Grosso, Bahia, Pará e Pernambuco. Apenas em verduras folhosas o Estado é autossuficiente, de acordo com a Ceasa. As condições climáticas têm forte influência neste cenário, segundo o gerente da divisão de mercado da Ceasa, Eder Nei Caxias. Conforme o tempo não há como produzir determinado produto em certa época, ele é importado e por isso os preços oscilam tanto. “Nós dependemos do que acontece lá de onde vem as hortaliças. O que ocorre lá afeta os preços aqui”, explica Eder, ao citar como exemplo o tomate, o mais comercializado aqui, respondendo por 12,62% do total. O fruto é importado de um local por aproximadamente quatro meses e depois passa a vir de um outro Estado, por conta das mudanças climáticas. É aí que o produto chega custar até 200% a mais em pouco tempo, segundo o analista da divisão de mercado da Ceasa, Christiano Chaves. “Alguns produtos têm de 50% a 200% de alta no preço, com exceção das folhas que são mais produzidas aqui mesmo”, afirma. Dificuldades – Falta interesse de produtores de maior porte em investir na produção de hortaliças e frutas, o que poderia diminuir a necessidade de importação, segundo Christiano. “O grande problema é que eles têm medo de investir no que não conhecem direito e perder dinheiro”, justifica. Para os produtores se interessam em variar na produção, surge um desafio que faz muitos desistirem. Falta mão de obra qualificada, de acordo com o analista da Ceasa. “Sem gente capacitada para trabalhar fica muito difícil. Além disso, o Estado tem potencial, mas não tem incentivos fiscais. Temos alguns exemplos de um produtor de uva aqui em Campo Grande e outro de mamão e melão que tentaram e está dando certo, mas não é fácil para que está começando”, destaca. O produtor de mamão e malancia é Admilton do Santos, que há 16 anos junto aos irmãos enfrenta diariamente o desafio de manter a produção. “Os adubos são mais caros aqui em MS. Um saco custa R$ 100. Para financiar um caminhão pequeno eu teria que pagar um parcela de R$ 4 mil por mês e ia pagar dois veículos com os juros”, elenca o produtor de Sidrolândia, que paga cerca de R$ 400 de frete para transportar a mercadoria a ser vendida até o Ceasa, em Campo Grande, um trajeto de 70 quilômetros, que gasta em média uma hora. Carnes e grãos – Na pecuária, a produção supera o volume comercializado no Estado, de acordo com dados levantados pelo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Superintendência Federal de Agricultura no Mato Grosso do Sul (Sipoa/SFA/MS). Do total de 950 mil toneladas produzidas em 2013, 139 mil toneladas foram exportadas, o que representa 14,65%. Dentre as aves, a exportação é de 37,88%. Das 366 mil toneladas, 138 mil toneladas foram destinadas a outros países. Da carne suína, 12,22% é exportado. São 104 mil toneladas, das quais 12 mil toneladas para exportação. O milho produzido no Estado, que em 2013 chegou a 7 milhões de toneladas, teve 1,8 milhões de toneladas, 23,66% exportadas. Dentre os grãos, o produto que reserva maior quantidade para exportação é a soja. Dos 5 milhões de toneladas produzidas, 2,2 milhões de toneladas são exportadas. Campo Grande News Autor: Caroline Maldonado

Rede de Políticas Agropecuárias se reúnem em Santiago

01/12/14 - 09:20 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) será representado pelo secretário interino de Política Agrícola (SPA), Wilson Vaz de Araújo, na 34ª Reunião Ordinária da Rede de Coordenação de Políticas Agropecuárias (REDPA), no dia 3 de dezembro, em Santiago, no Chile. A REDPA, ligada ao Conselho Agropecuário do Sul (CAS), congrega diretores de Políticas Agropecuárias da Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Os diretores apresentarão o panorama agropecuário de cada país, avaliarão as atividades realizadas neste ano e programarão as ações para 2015. Na oportunidade, também os coordenadores da Rede foram convocados para a reunião dos Grupos de Água, Solos e Mudanças Climáticas, nos dias 1º e 2. Desta forma, o assessor da SPA, Edilson Guimarães, também participará do encontro. Para saber mais sobre o REDPA: http://consejocas.org/index.php/redpa/antecedentes Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

PR: Resultados do ‘Balde Cheio’ atraem mais produtores de leite

01/12/14 - 09:15 A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Umuarama promoveu uma tarde de campo na sexta-feira (28/11), para disseminar os resultados do programa Balde Cheio, que tem permitido ganhos significativos de rentabilidade na pecuária leiteira, com foco nas pequenas propriedades. Técnicos agropecuários, produtores e representantes dos órgãos envolvidos na parceria visitaram o Sítio São Sebastião, na rodovia PR-580 – a cerca de 2 mil metros do distrito de Serra dos Dourados, sentido a Ivaté – onde foram recebidos pelo produtor rural Carlos Novack. O programa é uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil, a Prefeitura de Umuarama e a Associação dos Municípios Entre Rios (Amerios), que repassa aos pecuaristas técnicas de manejo desenvolvidas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). São adequações simples, de baixo custo, que trazem resultados rápidos na produção. Quatro técnicos acompanham 80 produtores de leite, sendo 40 no município de Umuarama – que conta com dois técnicos –, mais 20 em Perobal e outros 20 em Tuneiras do Oeste. O Secretário da Agricultura, Antonio Carlos Favaro lembrou que a rentabilidade, que melhora a qualidade de vida, é uma maneira de segurar os jovens no campo. “Apenas 6% da população de Umuarama vive na lavoura e pecuária. São 6 mil pessoas ocupando mais de 100 mil hectares de terras com a difícil missão de produzir alimentos. Por isso, encaramos o desafio de melhorar a renda dessas famílias e garantir boas condições de vida para que elas não desistam da atividade rural e possam ter uma vida digna”, afirmou. O gado da região de Umuarama já conta com uma boa genética, embora nem todas as propriedades atentem para a importância de ter vacas de boa linhagem. Por meio do Balde Cheio, os produtores conseguem melhorar as pastagens e aumentar a produção. Outros mantêm a quantidade diária de leite, mas reduzem os custos e com isso lucram mais. O secretário da Agricultura lembrou que Umuarama já conta com cooperativas formadas e garantindo bons resultados na área de hortifrutigranjeiros e também na reciclagem, por meio da coleta seletiva de lixo realizada em toda a cidade pela Prefeitura. Além disso, surgiu recentemente uma cooperativa de carnes nobres, que tem conseguido melhorar os ganhos para os pecuaristas de corte que investem em novilhos precoces. Resultados Na tarde de campo foram apresentados números obtidos por produtores de leite que reforçam o potencial do programa Balde Cheio. O produtor Carlos Novack é um exemplo. Ele começou produzindo 90 litros por dia, já chegou a tirar 150 litros/dia e espera atingir a meta de 220 litros nos primeiros meses de 2015 – quando pretende ter 18 vacas produzindo uma média de 12 a 13 litros/dia por animal. No Sítio Aracaju, a produção está saltando de 400 litros/dia para 1.100 – o que permitirá uma produção anual de 23,6 mil litros com 54 animais. No início eram 30 vacas leiteiras. A Chácara Lovat dobrou a produção com o mesmo número de vacas (22): de 70 litros, o produtor conseguiu atingir 150 litros/dia. Umuarama Ilustrado

MG: Café de Espera Feliz ganha concurso estadual de qualidade

01/12/14 - 09:05 Os produtores Greciano Lacerda Moura e Roberto Carlos de Miranda são os campeões estaduais do 11º Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. O anúncio foi feito na quinta-feira, 27/11, durante cerimônia de encerramento do concurso realizada em Patos de Minas, região do Cerrado Mineiro. A disputa também escolheu os três melhores cafés em cada uma das quatro regiões produtoras nas categorias Café Natural e Café Cereja Descascado. A solenidade foi marcada por homenagens e pela realização de um leilão com microlotes do cafés campeões estaduais. O produtor Greciano Lacerda Moura é do município de Espera Feliz, nas Matas de Minas. Ele ficou em primeiro lugar na categoria Cereja Descascado em sua região. Roberto Carlos de Miranda é de Araponga, município da Zona da Mata mineira. O produtor venceu a categoria Café Natural. Como os dois cafeicultores tiveram as maiores pontuações no geral, eles foram eleitos campeões estaduais em suas categorias e receberam o Troféu Melhor Café de Minas Gerais. Greciano Moura também recebeu a medalha Sustentabilidade. Uma homenagem ao cafeicultor com o melhor café produzido com sustentabilidade, de acordo com a certificação oficial do Estado, o programa Certifica Minas Café. O chefe de gabinete da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Renato Sousa, participou do evento. Ele ressaltou a importância do concurso e a parceria com instituições públicas de ensino e pesquisa, cooperativas e empresas privadas. “ É um concurso de grande abrangência, que busca incentivar a constante melhoria da qualidade dos cafés de Minas Gerais, como meio mais eficaz na conquista de maiores mercados e, ainda, agrega valor ao produto, atendendo a crescente demanda por produtos diferenciados”. Durante a cerimônia de encerramento do concurso foram premiados os três melhores cafés de cada região em cada categoria. Também houve a entrega de diploma aos primeiros colocados em cada categoria e de certificado aos cafeicultores finalistas. As empresas patrocinadoras do concurso: Du Pond, Syngenta, Café Brasil e Assopatos, e os compradores dos cafés campeões do concurso também receberam homenagens. Outro destaque da solenidade foi a realização de um leilão com microlotes de café (uma saca de 60Kg) dos campeões estaduais de cada categoria. Leilão Virtual Entre os dias 8 e 21 de novembro aconteceu um leilão virtual, no site da FAEPE, com seis lotes dos vencedores das duas categorias de três regiões produtoras de café. Cada lote é formado por 10 sacas de 60Kg. O lance inicial foi de R$ 1.100,00. Os cafés leiloados receberam nota acima de 84 pontos, de acordo com a tabela de classificação da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA). O Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais é realizado pelo governo do Estado, por meio da Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Universidade Federal de Lavras, Organização das Cooperativas de Minas Gerais (OCEMG), Federação de Agricultura (FAEMG), Instituto Federal de Ensino e Tecnologia de Machado (IEF/Sul de Minas), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT CAFÉ), Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FAEPE). O evento conta ainda com o apoio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Para a edição deste ano foram inscritas 1.025 amostras das quatro regiões cafeeiras do Estado: Cerrado Mineiro, Chapadas de Minas, Matas de Minas e Sul de Minas. Os lotes foram entregues pelos cafeicultores nos escritórios da Emater-MG, sendo aceitos somente cafés da espécie Arábica, safra 2014, tipo 2 para melhor. “Nosso principal objetivo não é estimular a competição. O caráter é mais educativo. Os resultados das amostras analisadas serão detalhados em laudos e entregues aos extensionistas da Emater-MG responsáveis pelas inscrições. Produtor e técnico terão condições de discutir quais as possibilidades existentes dentro das tecnologias preconizadas para a produção de bons cafés. Ou seja, o concurso é um trabalho de melhoria contínua dos cafés de Minas Gerais”, ressalta Marcos Fabri Junior. Confira abaixo a lista com os vencedores. Campeões Estaduais Categoria Cereja Descascado: Greciano Lacerda Moura Município: Espera Feliz Categoria Natural: Roberto Carlos de Miranda Município: Araponga Medalha de Sustentabilidade Greciano Lacerda Moura Categoria Natural Sul de Minas 1º LUGAR: Giovanni Leto Barone Município: Guaxupé Cerrado Mineiro 1º LUGAR: Versi Crivelenti Ferrero Município: Patos de Minas Matas de Minas 1º LUGAR: Roberto Carlos de Miranda Município: Araponga Chapadas 1º LUGAR: Cláudio Fujio Nakamura Município: José Gonçalves de Minas Categoria Cereja Descascado Sul de Minas 1º LUGAR: Sebastião Márcio R. Nogueira Município: Carmo de Minas Cerrado Mineiro 1º LUGAR: Décio Bruxel Município: Varjão de Minas Matas de Minas 1º LUGAR: Greciano Lacerda Moura Município: Espera Feliz Chapadas 1º LUGAR: Primavera Agronegócios LTDA Município: Angelândia Portal Caparaó..

AgRural vê safra de soja do Brasil em recorde de 94,9 mi t; plantio avança a 85%

01/12/14 - 09:03 A safra de soja 2014/15 do Brasil foi estimada nesta sexta-feira em um recorde de 94,9 milhões de toneladas, segundo número revisado da AgRural, que apontou queda de apenas 50 mil toneladas na comparação com a estimativa do mês passado, com tempo úmido recente reduzindo preocupações dos produtores. "Com as chuvas desta semana, não há motivo ainda para mexer na produtividade. Ela segue na linha de tendência de dez anos, que indica 50,3 sacas por hectare na média brasileira, afirmou a consultoria em nota. O plantio está se desenvolvendo e atingiu 85 por cento da área recorde projetada em 31,5 milhões de hectares, apenas 18 mil hectares abaixo da projeção anterior da AgRural, com produtores apostando na oleaginosa no plantio de verão devido a preços mais interessante que os do milho. A área plantada deverá crescer 4,2 por cento ante a temporada passada, quando a seca afetou as produtividades dos cultivos, especialmente no Paraná, segundo produtor nacional. Dessa forma, se o tempo colaborar em 2014/15, a safra de soja do Brasil, segundo produtor mundial após os Estados Unidos, deverá crescer 10,2 por cento ante a temporada passada, disse a AgRural. A questão climática chegou a preocupar produtores, gerando atrasos no plantio que ainda permanecem. O plantio de soja da safra 2014/15 do Brasil avançou esta semana nove pontos percentuais em relação ao índice da semana anterior, mas ainda está atrasado na comparação com os 89 por cento da mesma época de 2013. Segundo a AgRural, o avanço no plantio só não foi maior esta semana devido aos bons volumes de chuva registrados em vários Estados. "Mas, se por um lado essas precipitações atrapalharam momentaneamente a entrada das máquinas em campo, por outro elas foram muito bem-vindas para dar umidade às áreas de semeadura mais tardia e também para garantir às lavouras as melhores condições de desenvolvimento vistas até agora nesta safra", afirmou. No Mato Grosso, principal produtor brasileiro de soja, o plantio está praticamente finalizado. Reuters