sexta-feira, 1 de maio de 2015

Agrishow: Yara e Stara renovam parceria para distribuição do N-Sensor no país

01/05/15 - 14:19 O presidente da Yara, Lair Hanzen, e o presidente da Stara, Gilson Trennepohl, assinaram, nesta terça-feira, 28/4, durante a 22ª edição da Agrishow, o contrato que renova a parceria entre as empresas para distribuição do N-Sensor - equipamento que determina a dose de fertilizante nitrogenado (YaraBela) a ser aplicado em cada lavoura. “A parceria com a Stara foi iniciada em 2011, já gerou ótimos resultados e trouxe benefícios tanto para os agricultores, quanto para as empresas. A Yara possui uma Plataforma Global de Agricultura de Precisão e parcerias como essa nos ajudam a levar o melhor resultado para o produtor”, afirma Lair Hanzen, presidente da Yara. "A Stara acredita e investe na tecnologia, tanto que está no nosso DNA”, explica Gilson Trennepohl, diretor presidente da Stara. “Temos orgulho de trazer para o Brasil e oferecer ao nosso cliente uma das mais importantes tecnologias para a agricultura que é o N-Sensor, disponibilizado junto com o nosso distribuidor Hércules 5.0". Acoplado ao distribuidor de fertilizantes da Stara, o Hércules, o N-Sensor é um dispositivo ótico que mede o dossel das culturas e estima, instantaneamente, a nutrição nitrogenada da lavoura. “O N-Sensor é o resultado de mais de 10 anos de pesquisa, desenvolvimento e testes intensivos no campo. Por sua precisão, ele evita desperdícios e potencializa os resultados do agricultor”, destaca Hanzen. Sobre a Yara A Yara oferece soluções para a agricultura sustentável e o meio ambiente. Nossos fertilizantes e programas de nutrição de culturas ajudam a produzir os alimentos necessários para a crescente população mundial. Nossos produtos e soluções industriais reduzem as emissões, melhoram a qualidade do ar e apoiam a segurança e eficiência de operações. Fundada na Noruega em 1905, está presente em mais de 50 países e conta com distribuição comercial para cerca de 150 países. Segurança é sua maior prioridade. No Brasil, tem sede em Porto Alegre e escritório em São Paulo, três fábricas e 32 unidades misturadoras, com presença nos principais polos de produção agrícola do País. Seu portfólio de fertilizantes – que vai de misturas de grânulos a produtos especiais, como foliares e NPK no grânulo – e programas nutricionais que ajudam a produzir os alimentos necessários para a crescente população mundial. Os produtos e soluções industriais reduzem as emissões, melhoram a qualidade do ar e apoiam operações seguras e eficientes. Para manter a perspectiva de crescimento em longo prazo, a pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Yara são focados na agricultura sustentável e na busca por novas soluções ambientais como a redução do uso da água e a produção de alimentos saudáveis e de qualidade superior com a quantidade precisa de fertilizantes. Soluções Industriais A Yara também fornece produtos e soluções integradas para processos industriais em total conformidade ambiental. Entre as aplicações, está a prevenção de odores e gases tóxicos em estações de tratamento de água residual e a redução de emissões de NOx em caminhões, navios e fábricas. Como o maior produtor global de amônia e com locais de produção espalhados pelo mundo, a Yara fornece CO para o setor de alimentos, nitrato de amônio de nível técnico para os setores de explosivos civis e mineração, e ainda, ureia, amônia e ácido nítrico para vários setores industriais. Agrolink com informações de assessoria

Meu 1º Case IH: vantagens exclusivas para os novos clientes da marca

01/05/15 - 14:12 A Case IH lança, durante a Agrishow 2015, o programa “Meu 1º Case IH” para atender os produtores rurais que buscam por inovação tecnológica e, até então, não haviam tido a oportunidade de trabalhar com algum equipamento da marca. A campanha é válida para os oito modelos da linha Farmall e Farmall série A, de 60 a 130cv, e garante descontos de até RS 10 mil, peças grátis nas duas primeiras revisões e a possibilidade de financiamento pelo programa Mais Alimentos. "A intenção não é apenas facilitar a aquisição das máquinas, mas reconhecer o próprio avanço do produtor rural, que vê a chance de conseguir resultados ainda melhores injetando uma dose extra de tecnologia na sua propriedade. Dessa forma, a Case IH se aproxima ainda mais dos produtores das diversas regiões do país, sobretudo os de pequeno porte, mostrando que somos o melhor parceiro de negócios para aqueles que buscam aumento de produtividade e rendimento", destaca Christian Gonzalez, diretor de Marketing da Case IH para a América Latina. Hoje, o segmento de tratores entre 40 e 129cv representam mais de 70% do mercado de no país. “A campanha estimula a compra de um trator equipado com tecnologia de ponta, fácil operação, alta potência e economia. Juntos, vamos incentivar a evolução no campo”, afirma o diretor. Os custos de manutenção também são garantias atrativas para a parceria entre o produtor rural e seu contato com a marca, afirma o executivo. "Oferecer peças grátis nas duas primeiras revisões é a nossa forma de dizer que mantemos nosso compromisso não apenas com as melhores condições de aquisição de máquinas, mas também um baixo custo de manutenção", diz Gonzalez. A campanha é válida para todos os clientes que estiverem comprado seu primeiro trator Case IH até o final de julho. Cabine segura e confortável - As grandes portas e janelas de vidros, controles ergonomicamente posicionados e um assento com suspensão ajustável, proporcionam ao operador um dia de trabalho confortável e seguro dentro da cabine do Farmall. As versões plataformadas contam com um arco de segurança feito de aço de alta resistência. Potência e flexibilidade - Os modernos tratores com motores diesel de injeção direta de alto torque, oferecidos nas versões com turboalimentação e com aspiração natural, geram um ganho real em qualquer operação agrícola. Transmissão com câmbio sincronizado - As três opções de transmissão (12x4, 12x12 e 20x12) proporcionam produtividade máxima e uma troca de marcha suave e fácil. A ampla linha de tratores Farmall permite que o agricultor escolha a melhor transmissão de acordo com a aplicação pretendida para o seu trator. Capacidade de levante - Possuem capacidade de elevação do engate em três pontos de até 3.950 kg e fluxo hidráulico de 44,5 l/min a 100 l/min, variando de modelo para modelo. Os controles foram projetados ergonomicamente para oferecer mais conforto durante a operação e o máximo desempenho. Mais Alimentos O programa Mais Alimentos é uma linha de crédito do Pronaf que financia investimentos em infraestrutura produtiva da propriedade familiar. Por meio dessa linha de crédito são financiados projetos individuais de até R$ 150 mil e coletivos de até R$ 750 mil, com juros de 2% ao ano, até três anos de carência e até dez anos para pagamento. Os modelos Case IH cadastrados no programa são o Farmall 60 e o Farmall 80. Agrolink com informações de assessoria

Pernambuco será 1º Estado brasileiro a consumir energia solar em escala

01/05/15 - 11:30 Pernambuco será o primeiro Estado brasileiro a consumir energia solar em larga escala, com previsão para fornecimento a partir de novembro deste ano. A italiana EGP (Enel Green Power) assinou na semana passada o primeiro contrato no país com o poder público para fornecimento comercial desse tipo de energia. A usina solar da empresa tem custo estimado de US$ 18 milhões (R$ 54 milhões) e está em construção em Tacaratu (a 453 km do Recife), no sertão pernambucano. A cidade foi escolhida por ter irradiação solar propícia e ser o local onde a empresa já mantém uma usina eólica em operação, o que reduz os custos, pois será usada a mesma linha de transmissão. O parque solar da EGP terá potência instalada de 11 MW –que corresponde a 0,3% da atual capacidade de geração do Estado– e a energia produzida será comprada pelo governo para abastecer prédios públicos. Quando estiver pronto, o empreendimento será capaz de gerar 17 GWh ao ano, o suficiente para abastecer 90 mil residências, cerca de 0,15% do consumo anual do Estado. Segundo a empresa, o uso da nova fonte irá evitar a emissão na atmosfera de 5.000 toneladas de gás carbônico por ano. O contrato faz parte de um pacote para fornecimento de 92 MW de energia solar que foi leiloado em dezembro de 2013 pelo governo pernambucano, ao preço médio de R$ 228,63 por megawatt-hora (MWh). Segundo o governo, o valor é equivalente ao da energia tradicional. Os contratos com outras três empresas vencedoras do leilão deverão ser assinados ainda neste semestre, com início do fornecimento previsto para 2016. O leilão de Pernambuco foi o primeiro no país dedicado exclusivamente à energia solar. Em outubro do ano passado, a União também realizou um leilão nacional, em que negociou 31 novos empreendimentos de energia solar, com capacidade total de 890 MW e início da entrega para outubro de 2017. IRRISÓRIO Apesar de o Brasil ter alta incidência de luminosidade solar, esse tipo de energia ainda é irrisório para a composição da matriz energética. Há hoje no país 317 usinas de energia solar em operação, para produção independente e consumo próprio, que representam apenas 0,01% da matriz energética brasileira. A energia eólica, por exemplo, corresponde a 4,3%. Para a economista Selma Akemi Kawana, da consultoria Excelência Energética, a energia solar ainda é cara se comparada a outras fontes, mas desde 2014 tem ocorrido uma maior procura dos investidores por esse setor. "Está se tornando mais atrativo porque houve um aumento na eficiência dos equipamentos e uma baixa no custo de implantação. Além disso, quando os investidores associam a outras usinas, como a eólica, os custos são reduzidos", disse. ENERGIA SOLAR Confira em tópicos como funciona o sistema fotovoltaico: 1. Os painéis solares são formados por células fotovoltaicas, que transformam a luz do sol em partículas elétricas, que formam uma corrente contínua 2. A corrente contínua é conduzida por fios a um aparelho chamado de inversor, onde é transformada em corrente alternada 3. Em seguida, a energia passa por um transformador, onde a tensão de 12 volts é transformada em 110 volts ou 220 volts, própria para ser usada em aparelhos elétricos 4. A energia gerada pode ser armazenada em baterias, para consumo próximo ao local onde foi gerada, ou seguir para a rede de distribuição Agrolink com informações de assessoria

01/05/2015 - 19:35

Expansão no setor manufatureiro nos EUA enfraquece em abril, aponta PMI Reuters A expansão no setor manufatureiro dos Estados Unidos enfraqueceu em abril, com o crescimento da produção e as novas encomendas perderdo força, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta sexta-feira (1º). O PMI compilado pelo Markit para a indústria dos EUA caiu para 54,1 em abril, frente a de 55,7 em março. A leitura preliminar de abril foi de 54,2. Uma leitura acima de 50 indica crescimento no setor. O crescimento de abril foi o mais lento de 2015, e "os resultados da pesquisa levantam preocupações de que a valorização do dólar esteja prejudicando a economia" dos EUA, disse o economista-chefe da Markit, Chris Williamson. A leitura final do índice que mede as novas encomendas também enfraqueceu em abril, chegando a 55,3, abaixo da leitura preliminar de 55,4 e bem inferior aos 57,2 de março. O crescimento do emprego também enfraqueceu em abril em relação a março, disse a Markit, embora a queda nesse caso tenha sido mais modesta.

01/05/2015 - 16:35

Confiança dos consumidores confirma alta em abril nos EUA France Press A confiança dos consumidores americanos confirmou sua alta em abril, segundo a estimativa final da Universidade de Michigan publicada nesta sexta-feira (1º). O índice ficou em 95,9 contra 93,0 no fechamento de março, no mesmo nível que a primeira estimativa publicada em meados de abril. Os analistas esperavam um índice de 96.

Famato solicita prorrogação do prazo do CAR

01/05/15 - 14:07 A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) solicitou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) a prorrogação do prazo do Cadastro Ambiental Rural (CAR) por mais um ano. O prazo para o cadastramento vence no dia 05 de maio. Segundo o presidente do Sistema Famato/Senar, Rui Prado, o pedido foi feito em caráter excepcional para que os proprietários rurais possam declarar com segurança os dados relativos às propriedades, como determina o novo Código Florestal. “Em Mato Grosso o Sistema do Cadastro Ambiental Rural (Sicar) só foi disponibilizado em outubro de 2014, ou seja, cinco meses depois que o prazo para o cadastramento começou a ser contabilizado”, informa Prado. Além do atraso para entrar em operação em Mato Grosso, o sistema também apresentou instabilidades e moderada complexidade no preenchimento. “Isso causou dificuldades na declaração das informações e, consequentemente, atrasou o envio das inscrições”, acrescentou o presidente. Desde que o CAR foi regulamentado, em maio de 2014, o Sistema Famato já atendeu mais de 50% dos municípios com Sindicatos Rurais no Estado de Mato Grosso, realizando palestras e oficinas sobre o Sicar. “Como resultado desse trabalho, os produtores rurais têm procurado se adequar e cumprir rigorosamente a legislação ambiental”. Sobre o CAR – O CAR é um cadastro eletrônico que deve conter os dados básicos das propriedades rurais. O cadastro é obrigatório a todas as propriedades e posses rurais e os dados informados são declaratórios (como é, por exemplo, a declaração do Imposto de Renda), de responsabilidade do proprietário ou possuidor rural. Os dados do CAR farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), que ficará sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente dos Estados, do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama. O CAR é a principal ferramenta prevista na nova lei florestal para a conservação do meio ambiente, a adequação ambiental de propriedades, o combate ao desmatamento ilegal e o monitoramento de áreas em restauração, auxiliando no cumprimento das metas nacionais e internacionais para manutenção de vegetação nativa e restauração ecológica de ecossistemas. Todas as propriedades ou posses rurais devem ser inscritas no CAR, independentemente da situação da terra ser com ou sem matrícula, registros de imóveis ou transcrições. O intuito do CAR é a regularização ambiental, e não a regularização fundiária. Famato

01/05/2015 - 13:35

Hotel de luxo usa energia solar e madeira de reflorestamento na selva G1
Uma construção em madeira localizada próxima ao Arquipélago de Anavilhanas no município de Novo Airão, a 115 km de Manaus, busca aliar o desenvolvimento sustentável sem deixar de lado o conforto para atender hóspedes mais exigentes. Em uma área de quase dois hectares, um hotel todo feito com madeira de reflorestamento chama atenção pelo design arquitetônico e conceito 'verde' adotado. Além da utilização de madeira certificada, a instalação de placas de energia solar e fossas biodegradáveis procuram reduzir os impactos ambientais do empreendimento inaugurado há poucos meses na orla do Rio Negro. A gerente de hospedagem Juliane Luzia Bizzoto conta que o empreendimento tenta conciliar a redução de impactos ambientais com a oferta de atrativos para os hóspedes. "É o conceito de sustentabilidade, mas é uma sustentabilidade ligada ao luxo. Então é um hotel de luxo mas totalmente sustentável", explica Juliane. Segundo o diretor de expedições, Kleber Bechara, a construção do lodge iniciou em 2011. Os profissionais de Novo Airão e de comunidades próximas, por desenvolverem atividades no setor de carpintaria, auxiliaram nas obras. "Novo Airão tem um know-how em carpintaria - seja naval, seja movelaria - e o trabalho de carpinteiro e artesãos é uma coisa única", disse ao G1. Os ribeirinhos que ajudaram a erguer o hotel também compartilharam experiências adquiridas na construção de casas regionais com profissionais de outras partes do país. "O projeto, até por uma questão de responsabilidade técnica, foi dado a um engenheiro especialista na questão de madeira, mas muitos dos encaixes, dos engates [junções das peças de madeira], de como foi dada a viabilidade estrutural, foram com tecnologias daqui que nós acabamos ensinando o engenheiro. Ele se surpreendeu. Muitas das sugestões dadas para ele extrapolavam as especificações técnicas do projeto. Outra coisa que nos deixou feliz foi o fato de usar o conhecimento local para produzir esse resultado. É uma arquitetura regional mesmo, não no design, mas no aspecto da estrutura, do edificar com segurança, nos materiais utilizados. O que a gente fez foi dar um design contemporâneo, diferenciado, ai veio uma arquiteta de São Paulo", disse Bechara. Ele diz que a madeira usada na obra foi manejada no Amazonas. As espécies usadas foram: Angelim Ferro, Acariquara, Louro Preto e Louro Aritu. Além das linhas curvas e uso de madeira em toda a estrutura, o projeto do hotel incluiu ainda a instalação de placas para captação de energia renovável e de fossas que diminuem os impactos ambientais. Os resíduos sanitários passam por um tratamento em uma espécie de estação hidráulica subterrânea que filtra os poluentes. "Todo projeto hidráulico foi feito com essa preocupação em você ter fossas biodegradáveis. Após o processo, a água torna-se adequada para ser despejada no rio", disse Bechara. Placas de energia solar captam a luz do sol para geração de energia reserva e aquecimento da água de banheiros. "Temos 8 placas solares que gera 140 kilowatts cada, com capacidade para iluminar o lodge num período de 5 horas. (...) Toda água quente vem dos painéis. Eles são para água e para alimentar um banco de alimentação em caso de faltar energia. Teve essa preocupação de integrar à natureza no projeto. Está tudo integrando arquitetura com a vegetação do terreno", acrescenta. O diretor conta ainda que parte do lixo não-orgânico - como latas e garrafas - gerado do lodge é doado para a Cooperativa de Catadores de Novo Airão. Estrutura O Mirante do Gavião Amazon Lodge possui sete suítes e capacidade para até 23 hóspedes. O empreendimento recebe turistas de várias partes do mundo. Entre atrativos oferecidos aos turistas estão: city tour em Novo Airãox, onde se pode conhecer o artesanato local; palestras sobre o ecossistema amazônico do Rio Negro; focagem de Jacaré; contemplação do nascer do Sol no Parque Nacional de Anavilhanas; visitas a comunidades ribeirinhas; passeios fluviais pelo Rio Negro; canoagem em igarapé; entre outros. Os pacotes para hóspedes têm diárias a partir de R$ 780. Ideia Bechara decidiu investir no setor turístico após uma viagem ao Amazonas em 2001. "Vi uma oportunidade de ser pioneiro, aliando o meu amor à natureza. Sempre cresci em contato com a natureza. Aliei as duas coisas. Associado a uma insatisfação no mercado corporativo que estava passando por São Paulo. Era uma situação peculiar, a bolha da internet estava estourando naquela época. Já era empreendedor, tinha uma empresa de comunicação digital e, por conta dessa bolha, perdi meu empregados. Estava bem frustrado, infeliz. Eu vi nessa viagem um caminho", disse. Além de atrativos como passeios fluviais, visitas a comunidades ribeirinhas e contato direto com a natureza amazônica, o turista que se hospeda no hotel pode consumir pratos da gastronomia internacional com ingredientes regionais. Mesmo com a utilização de ingredientes regionais produzidos em Novo Airão, as receitas são inspiradas na alta gastronomia. As cozinheiras tiveram treinamento com uma chef renomada e seguem um cardápio próprio. "Essa questão gastronômica é muito importante. A gente compôs um cardápio elaborado pela chef Debora Shornik. Juntou-se a receita contemporânea e mediterrânea com a culinária regional", disse Bechara. Emprego e renda Desde o início de sua construção, em 2011, o mirante emprega ribeirinhos e ex-funcionários da construção civil do município. "A mão de obra é totalmente local, só eu que sou de Santa Catarina", disse Juliane. Segundo a gerente de hospedagem, são empregados atualmente 26 funcionários no hotel. "A gente efetuou treinamento. Primeiro fizemos a seleção com pessoas daqui mesmo, alguns que já trabalhavam no ramo turístico, outros que ficaram da obra, que a gente sentiu que tinha interesse, tinha perfil. Fizemos treinamento para exercer as funções", disse. De acordo com a gerente, o turismo tem um papel fundamental na economia do município de Novo Airão. "Todos os produtos que usamos aqui são comprados no município, a ideia é fomentar a economia local. Diretamente nós geramos renda para 25 famílias de Novo Airão", concluiu.