quarta-feira, 1 de julho de 2015
Café especial: participação do Brasil em evento na Europa pode gerar US$ 42 mi em negócios
Delegação brasileira que participou da SCAE World of Coffee 2015, na Suécia, fechou aproximadamente US$ 10,7 milhões em negócios; há expectativa para a concretização de mais US$ 31,5 mi em acordos firmados
Sob a bandeira do novo posicionamento de branding "Brazil. The Coffee Nation", a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) conduziram as ações da delegação brasileira na SCAE World of Coffee 2015 na Suécia, considerada a principal feira do setor na Europa. A ação faz parte do projeto setorial Brazilian Specialty and Sustainable Coffees, desenvolvido em parceria pelas entidades.
Os brasileiros apresentaram e serviram os cafés especiais de diversas regiões do País, coados e espresso, em um estande estrategicamente montado para evidenciar a imagem de sustentabilidade, sofisticação e futuro da cafeicultura nacional, expondo o respeito a questões ambientais, sociais e econômicas através das imagens do novo posicionamento “Brazil. The Coffee Nation”.
No evento, o setor de cafés especiais brasileiro realizou aproximadamente US$ 10,7 milhões em negócios e há a expectativa de que outros US$ 31,5 milhões sejam concretizados através dos contatos realizados. “Recebemos muitos elogios pela nova forma de apresentação dos nossos cafés especiais. O estande esteve lotado durante todo o tempo, inclusive nas sessões de cupping, e os valores de negócios fechados e a concretizar demonstram que os europeus sempre primaram pela qualidade da bebida e sabem que o Brasil, a nação do café, possui o que desejam para suprir essa busca pela excelência”, destaca Vanusia Nogueira, diretora executiva da BSCA.
CAMPEONATO MUNDIAL DE BARISTAS
A participação nacional também foi marcada pela participação de baristas brasileiros nos campeonatos mundiais. Três profissionais de empresas associadas à BSCA se destacaram nas competições internas, organizadas pela Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB), e representaram o País no mundial de cada categoria. Carolina Franco, do Lucca Cafés Especiais, foi a representante na categoria Brewers Cup; Edimilson Generoso, da 3 Irmãos Corretora de Café, representou o Brasil na categoria Cup Tasters; e Eduardo Affonso Scorsin, também do Lucca Cafés Especiais, atual campeão brasileiro do Coffee in Good Spirits, conquistou o quarto lugar no mundial dessa categoria.
SOBRE O PROJETO
O Brazilian Specialty and Sustainable Coffees é desenvolvido em parceria pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País.
O projeto visa, também, expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros. Iniciado em 2009, a vigência do atual projeto vai de abril de 2014 ao mesmo mês de 2016 e os mercados-alvo são Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul, Reino Unido e Austrália. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 09:40hs
Fonte: BSCA – Assessoria de comunicação
O frango no 1º semestre: do produtor ao consumidor final
Comparativamente aos valores registrados no último dia útil de 2014, o frango vivo encerra o presente semestre em situação claramente melhor que a experimentada pelo frango abatido
E isto se aplica tanto ao atacado como ao varejo. Porque, para um incremento de 10,64% da ave viva, atacado e varejo chegam ao final do período enfrentando redução de preço de, respectivamente, 3,08% e 4,18%.
Porém, nada mais falso e nada mais distorcido do que esse raciocínio. Os preços no atacado e no varejo estão mais baixos agora não porque tenham sofrido depreciação, mas porque em 30 de dezembro de 2014, em pleno período de Festas, alcançavam os maiores valores do exercício passado e dos últimos 12 meses. Já o frango vivo passou a maior parte do semestre com preços inferiores aos do final do exercício passado. Ou seja: só agora, em junho corrente, é que passa a apresentar (falsa) valorização.
Falsa, sem dúvida. Porque completa as primeiras 26 semanas de 2015 (ou a metade deste exercício) com um preço médio inferior aos registrados em idêntico período de 2013 e 2014.
Consoladora, nesse processo, é a constatação de que as perdas do produtor foram, ainda que parcialmente, repassadas ao consumidor final.
Os preços do primeiro semestre, por exemplo, foram em média (de acordo com levantamentos do Procon-SP), 6,65% superiores aos do mesmo semestre do ano passado. Ficaram, portanto, aquém da inflação acumulada no período. E, em relação ao primeiro semestre de 2013, subiram neste ano apenas 0,20%. Será que algum outro alimento apresentou tão significativa “involução” de preços?
Data de Publicação: 01/07/2015 às 09:30hs
Fonte: Avisite
Erradicação protege os maracujazeiros
A produção do maracujá encontra-se ameaçada. Mais de 61000 hectares estão plantados com maracujazeiros no Brasil, o maior produtor mundial do fruto, e carecem de medidas que garantam a preservação e maior durabilidade da cultura
Conhecida como endurecimento do frutos, a doença em maracujazeiros causa enormes prejuízos na produção e afeta o mercado das frutas.
Para combater a doença, causada por um vírus (Cowpea aphid borne mosaic virus - CABMV), disseminado pelos chamados pulgões, que atinge todas as áreas produtoras de maracujá do país, o professor Jorge Alberto Marques Rezende, do Departamento de Fitopatologia e Nematologia da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/ESALQ) atua em um projeto de cooperação com o professor Quelmo Silva Novaes, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vitória da Conquista. No início esse projeto recebeu apoio da PNPD/Capes e FAPESP. Os professores dedicam-se a avaliar a viabilidade prática e econômica da condução individual de maracujazeiros em caramanchões, associada com a erradicação sistemática das plantas doentes, semelhante ao que se faz há mais de 20 anos no Brasil para o controle do mosaico do mamoeiro, em busca de um método eficaz e duradouro para o controle dessa virose do maracujazeiro.
“O vírus reduz a longevidade das plantas e provoca danos quantitativos e qualitativos na produção. Um maracujazeiro pode durar até três anos, mas a infecção com o vírus e sem um controle, pode chegar a pouco mais de um ano”, conta o professor Rezende. A doença se manifesta com o sintoma de mosaico na folha, redução da área foliar e da vida das plantas.
Para avaliar a eficiência desse método, os professores compararam, em Piracicaba e Vitoria da conquista, a infecção natural de maracujazeiro conduzidos em caramanchões individuais, onde foram feitas inspeções semanais para eliminação de plantas doentes, com a de maracujazeiros conduzidos no processo convencional de espaldeiras de um fio de arame, sem erradicação das plantas doentes (controle). “Erradicação é o método mais eficaz, mas é preciso que o produtor fiscalize semanalmente a cultura e arranque rapidamente as plantas infectadas” ressaltou.
A utilização dos caramanchões separa as plantas uma das outras, evitando o entrelaçamento das ramas, facilitando a identificação e eliminação da planta doente. Além disso, constatou-se que houve uma economia de 50% na área plantada no modelo de caramanchões. No entanto, conforme apontou o Prof. Rezende, “a implantação de caramanchões possui um custo alto e não é muito acessível”. No entanto, a aplicação dessa estratégia de manejo da doença pode ser aplicada em qualquer sistema de condução das plantas, desde que individualizadas para facilitar o trabalho de inspeções e erradicação das plantas doentes”. Além disso, segundo o Prof. Rezende é possível que a criatividade dos produtores leve ao desenvolvimento de um sistema barato para a condução individualizada das plantas. É importante ressaltar que esse sistema de manejo para o controle da doença não deve ser aplicado em áreas que cultivam maracujazeiro de forma extensiva, pois há muitas fontes de inóculo do vírus. Deve ser implantado preferencialmente em áreas novas ou na recuperação da cultua em regiões onde ela desapareceu devido a presença do vírus.
Resultados
Piracicaba - Em setembro de 2013 foram transplantadas 100 mudas de maracujá na área com caramanchões na Fazenda Areão, ESALQ, enquanto outras 56 mudas foram transplantadas em janeiro de 2014 em área com espaldeiras de um fio de arame no campo experimental do campus da ESALQ. As plantas são inspecionadas semanalmente pelo professor Rezende. Até junho de 2015 foram erradicadas apenas seis plantas no espaço com caramanchões, enquanto na área das espaldeiras, localizada a 2500 metros de distância, onde não foi efetuada a erradicação, 100% das plantas estavam infectadas em julho de 2014. “Onde fizemos a erradicação de plantas doentes ainda temos 94 plantas sadias depois de 21 meses do transplante das mudas no campo, enquanto na área controle perdemos todas as plantas em menos de 6 meses”.
Vitória da Conquista - Nos testes conduzidos pelo professor Quelmo S. Novaes, na Bahia, foram realizados os mesmos procedimentos. Plantações com caramanchões e espaldeiras em áreas distantes, ocorrendo a erradicação apenas na primeira. Em setembro de 2014 foram transplantadas 100 mudas de maracujá em cada área. Na plantação nos caramanchões, até março de 2015, 8 plantas doentes foram erradicas, enquanto nas espaldeiras todas as plantas já estavam infectadas nessa data. Ao tomar conhecimento desse resultado, o produtor Job Alvim Julião, de Anagé, BA, resolveu adotar a erradicação para o manejo da doença na plantação de 60000 pés de maracujá que transplantou em janeiro de 2015, em espaldeiras de um fio de arame. Até agora erradicou 28 plantas, porém já notou que o emaranhado das plantas dificulta e muito a identificação e eliminação das plantas doentes. “Precisa individualizar, disse”. “Com a pesquisa, foi possível comparar a durabilidade de uma plantação com erradicação das plantas contaminadas com frequência, em relação a uma plantação onde não é realizado nenhuma erradicação e o vírus é capaz de, em poucos meses, disseminar e devastar completamente um maracujazal”, finalizou Rezende.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 09:20hs
Fonte: Assessoria de Comunicação USP ESALQ
Presidente da Emater-MG participa da abertura da Megaleite em Uberaba
O presidente da Emater-MG, Amarildo Kalil, participa nesta terça-feira (30/06), da abertura da Megaleite 2015, em Uberaba, no Triângulo Mineiro
A solenidade está marcada para as 9 horas, no Parque Fernando Costa. O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Criadores de Girolando e irá até o dia 4 de julho. A Megaleite é considerada a maior feira da pecuária leiteira do Brasil.
A Emater–MG realiza uma série de atividades durante o evento. Os produtores rurais poderão tirar as dúvidas sobre pecuária leiteira, em um plantão técnico montado do estande do Governo de Minas Gerais, e participar de palestras sobre agroindústria. O estande também terá a presença de representantes da Secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Minas Gerais é o maior produtor do Brasil, com 9,3 bilhões de litros por ano, o que representa 27,2% da produção de todo o país. Somente no Triângulo Mineiro são 706 mil cabeças de vacas voltadas para o setor leiteiro.
“Acreditamos na força das parcerias para levar soluções e projetos para o produtor rural. Nossa equipe está disponível através do plantão técnico, no estande do Governo de Minas, para atender os produtores e oferecer orientação técnica sobre diversas questões do setor. Será um momento para o produtor buscar políticas públicas, como por exemplo o Pró-Genética e o Pró-Fêmeas”, destaca o gerente regional da Emater-MG de Ubereba, Gustavo Laterza.
O Pró-Genética e o Pró-Fêmeas são programas desenvolvidos pelo Governo de Minas e associações de produtores para incentivar a melhoria do rebanho mineiro, com a aquisição de animais geneticamente superiores. Já durante as palestras serão passadas informações sobre mercado e as técnicas para degustação de Queijos Artesanais.
Concurso do Queijo Minas Artesanal
Outra atração da Megaleite será o 8º Concurso Estadual do Queijo Minas Artesanal, no dia 3 de julho. Serão realizados o julgamento e a premiação dos melhores queijos de Minas Gerais das sete regiões produtoras do Queijo: Araxá, Campo das Vertentes, Canastra, Cerrado, Serra do Salitre, Serro e Triângulo Mineiro. A comissão julgadora irá escolher os cinco melhores queijos entre os 31 participantes. O julgamento começa às 13 horas e a premiação será às 16h30, no estande do Governo de Minas Gerais.
A Emater-MG também desenvolveu um trabalho de organização e mobilização dos produtores da região do Triângulo Mineiro. “Aproximadamente 20 caravanas de produtores rurais estão confirmadas. É um momento importante para a troca de informações e para abrir novas oportunidades de negócios. Também será uma oportunidade de tirar dúvidas sobre a legalização de agroindústria, junto ao IMA”, ressalta Laterza.
O plantão técnico acontece em todos os dias de evento, das 9 às 18 horas, no estande do Governo de Minas. Mais informações da Megaleite no site: www.girolando.com.br. Confira a programação das palestras da Emater-MG e do IMA.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 09:10hs
Fonte: Assessoria de Comunicação - Emater-MG
Alho livre de vírus eleva a produtividade em Santa Catarina
Sementes de alho livre de vírus produzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), empresa vinculada a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, estão ampliando a produtividade entre 30% e 40% nas lavouras catarinenses
O trabalho de pesquisa, que iniciou em 2004, tem ajudado os produtores a recuperar a competitividade no mercado nacional. Hoje, 67% do alho consumido no Brasil é importado da China e da Argentina.
O principal vilão dessa história é um complexo de vírus que contamina a semente e derruba o rendimento das lavouras. Pesquisadores afirmam que praticamente toda a semente do alho produzido no Brasil foi infectada por esse complexo viral, em menor ou maior grau, ainda nos primeiros cultivos realizados por aqui.
A contaminação é provocada por insetos vetores, como pulgões, ácaros e trips. “O alho é uma espécie de propagação vegetativa, ou seja, a semente utilizada para plantio das lavouras é o próprio bulbilho – dente do alho – que é colhido e armazenado para uso no ciclo seguinte. Uma única vez que a planta é infectada no campo, esses vírus se perpetuam nas sementes ao longo dos ciclos, impedindo que a planta expresse seu verdadeiro potencial produtivo”, explica Renato Vieira, pesquisador da Epagri/Estação Experimental de Caçador.
O processo de limpeza inicia com a seleção dos melhores bulbos em campo. Já no laboratório, os bulbilhos são tratados pelo processo de termoterapia. Na sequência, os pesquisadores retiram células isentas de vírus localizadas no meristema, um tecido embrionário localizado na base do bulbilho. “Nesses tecidos ainda não existem vasos por onde se movimentam os vírus na planta”, explica Renato.Depois de isoladas, as células são cultivadasin vitro por cerca de 90 dias até formar pequenos bulbos, que serão multiplicados em ambientes telados. A última etapa é a multiplicação em grande escala, em campo. O processo completo leva três anos: um em laboratório, um em ambiente telado e um no campo. As variedades que foram limpas de vírus são Ito, Caçador e Quitéria.
Bulbos grandes
“Passamos de uma média de 12t/ha para 15t/ha nas melhores lavouras. Em alguns lotes, conseguem-se até 18t/ha”, destaca Marco Lucini, extensionista da Epagri na Gerência Regional de Curitibanos. Mas a produção não aumentou apenas em quantidade: os agricultores estão colhendo bulbos mais graúdos e uniformes, que podem ser vendidos por um preço mais alto.
Em cinco anos de produção de sementes descontaminadas na Epagri, já foram fornecidas cerca de 250 toneladas para produtores de todo o Brasil. Em Santa Catarina, são aproximadamente mil hectares de lavouras com sementes livres de vírus. “Praticamente todas as famílias produtoras de Santa Catarina já têm uma área com alho livre de vírus produzido pela Epagri ou por outras empresas. Estimamos que o alho da Epagri esteja presente em 50% dessas propriedades”, destaca o extensionista Marco Lucini.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 09:00hs
Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina
14º Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido pela ABAG, debaterá o tema “Sustentar é Integrar”
Evento ocorrerá no dia 3 de agosto, em São Paulo, e inclui também dois Fóruns sobre Alimentos e Logística, que serão realizados no dia seguinte
Promovido anualmente pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) desde 2002, o Congresso Brasileiro do Agronegócio edição 2015 será realizado no dia 3 de agosto no auditório do WTC Sheraton São Paulo Hotel e terá como tema centra “Sustentar é Integrar”. O principal objetivo do evento é debater o papel decisivo do agronegócio brasileiro que tem conseguido conciliar produção de alto desempenho, que coloca o país como maior produtor de várias culturas, com conservação ambiental e benefícios sociais, na forma de geração de emprego e renda, além de assegurar solidez na balança comercial, por meio de sucessivos superávits.
A edição de 2015 do Congresso da Abag envolverá também a realização, no dia 4 de agosto, de dois Fóruns que abordarão os temas Alimentos e Logística (vide abaixo o programa completo). Evento que já faz parte da agenda dos principais executivos que atuam no agronegócio brasileiro, o Congresso da Abag contou, na edição de 2014, com a presença de aproximadamente 800 participantes, além das cerca de 5 mil pessoas que assistiram aos painéis e participaram dos debates por meio da internet, uma vez que o evento foi transmitido ao vivo pela web, o que ocorrerá também na edição deste ano.
A programação do Congresso da Abag 2015 será aberta com uma palestra do presidente da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Maurício Antônio Lopes, que abordará o tema central do evento “Sustentar é Integrar”. Na sequência, no Painel 1, denominado “Agronegócio Brasileiro, Produção 365 Dias”, participarão Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil; e Luiz Lourenço, presidente da Cocamar – Cooperativa Agroindustrial de Maringá. O painel terá como coordenador Alexandre Mendonça de Barros, sócio consultor da MB Agro.
Antes do intervalo, os organizadores do Congresso da Abag prestam homenagem especial a Moacyr Corsi, professor titular da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq – USP), que receberá o Prêmio Norman Borlaug. Também será homenageado, com o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo, Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras.
A parte da tarde será iniciada com o Painel 2, que trata do tema “Grãos, Proteína Animal, Floresta Plantada e Palma” e será coordenado pelo diretor da região Brasil do Grupo Tereos, Jacyr Costa Filho. Participarão desse painel Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Elizabeth Carvalhaes, presidente-executiva do Instituto Brasileiro de Árvores (IBÁ); Marcelo Brito, diretor Comercial e de Sustentabilidade da Agropalma; Rodrigo Lima, diretor-geral da Agroícone Consultoria; e Valmor Schaffer, presidente da ADM América do Sul.
O Painel 3, que terá como tema “Alimento e Energia”, será coordenador pelo jornalista William Waack e contará com apresentações de: Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE); Almir Dalpasquale, presidente da Aprosoja Brasil; Eduardo Bastos, diretor de Relações Institucionais da DOW Brasil; Fernando Figueiredo, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim); e Luís Roberto Pogetti, presidente do Conselho Deliberativo da União das Indústrias de Cana-de-Açúcar (UNICA).
Por fim, o Painel 4, cujo tema será “Segurança Alimentar e Renda”, que também terá coordenação de William Waack, contará com os seguintes participantes: André Pessoa, sócio-diretor do Grupo Agroconsult; Laércio Giampani, diretor-geral da Syngenta; Marcos Montes, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária; Pedro Bastos de Oliveira, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, da Abimaq; Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Estudos de Agronegócios da FGV; e o embaixador Luiz Felipe Seixas Corrêa.
O 14º Congresso da Abag será encerrado com um pronunciamento do presidente da entidade, Luiz Carlos Corrêa Carvalho.
FÓRUM – No dia seguinte ao Congresso, será promovido o Fórum Abag. Na parte da manhã, quando se discutirá o tema Alimentos, teremos as participações de Luis Madi, diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital); Rodrigo Santos, presidente da Monsanto do Brasil; e Sérgio Alexandre, sócio da PwC. Os debates da parte da manhã serão coordenador por Edmundo Klotz, presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia).
Já na parte da tarde, cujo tema discutido será Logística, participarão: Afonso Mamede, presidente da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema); Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé); Carlos Heredia, diretor de supply chain da Yara Brasil Fertilizantes; e João Cesar Rando, presidente do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV). As apresentações terão como coordenador Renato Pavan, diretor-presidente da Macrologística Consultoria.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 08:50hs
Fonte: Assessoria de Imprensa da Abag
ABS Pecplan lança novo catálogo durante Megaleite
Com 14 novos touros, a bateria Leite Tropical 2015 será apresentada a partir desta segunda-feira (29) aos produtores
Durante a semana em que acontece uma das principais feiras leiteiras do país, a MegaLeite em Uberaba (MG), a ABS Pecplan apresenta ao mercado o novo catálogo Leite Tropical. A edição 2015 traz orientações que facilitam a escolha do touro ideal, de acordo com a necessidade do produtor, além de apresentar 14 novos reprodutores de diversas raças.
“Preparamos este material com muito cuidado, reafirmando o nosso compromisso em oferecer o que há de melhor em genética bovina”, avalia Fernando Rosa, gerente de Produto Leite Tropical da ABS Pecplan, ressaltando que foram reunidas informações relevantes de pedigree, teste de progênies e imagens dos produtos de sete raças recomendadas para sistemas tropicais.
Fernando Rosa explica que os reprodutores foram escolhidos por suas capacidades de proporcionar aumento de produtividade e lucratividade da pecuária leiteira no Brasil em sistemas de produção que exigem animais que conciliem força, facilidade de manejo, maior produção e longevidade, grande capacidade de locomoção e excelentes úberes.
Para oferecer segurança ao produtor, além do ABS Index, um índice para referência da escolha dos touros da raça Gir Leiteiro, o catálogo apresenta dados de cinco touros Girolando que possuem o selo Cornerstone (programa de avaliação das progênies desenvolvido pela ABS).
“Mais uma vez, a ABS inova. Intensificamos nosso serviço técnico e apresentamos pelo catálogo, nossa nova ferramenta: o GPLAN, Serviço técnico de acasalamento de rebanhos leiteiros indicando touros Girolando, que também será lançado durante a Megaleite”, anuncia o gerente, lembrando que o lançamento da ferramenta será na próxima quarta-feira (01/07) no Museu do Zebu.
Enquanto isso, o Catálogo Leite Tropical 2015 já está em circulação. Os interessados podem retirar, gratuitamente, um exemplar diretamente com o representante ABS mais próximo, no estande da empresa no Parque Fernando Costa, ou acessar pela internet: http://www.abspecplan.com.br/catalogos/lt2015/ .
MegaLeite. A ABS Pecplan preparou um grande esquema para atendimento especial aos clientes produtores que participam da MegaLeite. Técnicos e representantes comerciais estarão todos os dias no estande da empresa no Parque Fernando Costa para esclarecer dúvidas e assessorar os visitantes. Além disso, os interessados poderão visitar a Central da ABS, durante todo o período de feira, sem necessidade de agendamento.
Vale destacar que a MegaLeite é considerada uma das principais exposição da pecuária leiteira do Brasil. Para a edição 2015, cerca de dois mil animais de diversas raças foram inscritos. A exposição será realizada de 30 de junho a 4 de julho, sendo que o Torneio Leiteiro, terminará no dia 3 de julho. Já as disputas de julgamento serão de 1º a 4 de julho.
Data de Publicação: 01/07/2015 às 08:40hs
Fonte: Assessora de imprensa ABS Pecplan
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