quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Suínos/Cepea: aumenta poder de compra do suinocultor
01/10/15 - 10:23
Mesmo com as recentes valorizações do milho e do farelo, o poder de compra do suinocultor frente a esses importantes insumos da atividade vem se elevando ao longo de setembro, devido ao aumento ainda mais intenso do valor recebido pelo animal vivo. No mercado de suínos, de acordo com colaboradores do Cepea, a forte alta em setembro é reflexo principalmente dos bons volumes de exportação, que vem enxugando os estoques da carne no mercado doméstico.
Para a reposição, parte dos frigoríficos eleva as compras de animais no mercado independente e acabam pagando mais pelo suíno, devido à oferta restrita. Quanto ao milho, levantamentos da equipe Grãos/Cepea indicam que os aumentos nos preços do milho estão atrelados especialmente à valorização do dólar, que tem elevado as cotações do produto nos portos e limitado a disponibilidade a compradores doméstico.
Os reajustes do farelo têm sido motivados pela combinação de retração dos vendedores com demanda do setor nacional de ração e também de importadores.
Cepea/Esalq
STJ determina que ao menos 30% dos fiscais federais continuem trabalhando
01/10/15 - 08:00
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) deferiu nesta quarta-feira (30.09) a medida liminar requerida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que busca preservar a continuidade de serviços essenciais para a população durante a greve dos fiscais federais agropecuários, em especial as atividades que visam a proteger a saúde e a segurança alimentar.
A liminar foi analisada pela ministra Regina Helena Costa, que deferiu a solicitação do Mapa de que seja mantido percentual mínimo de 30% dos fiscais federais agropecuários nas atividades em geral. A magistrada determinou multa diária de R$ 100 mil por dia de descumprimento da decisão.
Nas atividades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), foi determinado que seja mantido pelo menos um fiscal com formação em medicina veterinária e um fiscal com formação em engenharia agronômica por turno de funcionamento de cada uma das 111 unidades do Vigiagro. Já em relação à atividade de inspeção permanente nos estabelecimentos de abate, deve ser conservado pelo menos um fiscal agropecuário com formação em medicina veterinária por turno em cada estabelecimento.
A liminar foi ajuizada em 25 de setembro pela Consultoria Jurídica do Mapa, por meio da Procuradoria-Geral da União, contra o Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical).
Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
RS: Família Schuch aposta na inovação com instalação de agroindústria
01/10/15 - 09:40
A família Schuch, de Cerro Alegre, mantém uma tradição no cultivo de hortigranjeiros que já está na terceira geração. E se depender da vontade da família de Marino Schuch, a produção de verduras está com o futuro garantido, pois a filha Daniela Patrícia Schuch, de 19 anos, está com firme propósito de seguir o legado iniciado com o bisavô.
Apostando num diferencial de mercado, Daniela está colocando em prática a implantação da Agroindústria Schuch, um empreendimento que higieniza e embala produtos hortigrangeiros colhidos na propriedade de 45 hectares para serem entregues aos clientes - em geral, empresas do ramo de alimentação empresarial.
Ao lado dos pais Marino e Marli, Daniela optou por permanecer em casa a deixar em busca de emprego na cidade. "Coloquei para ela o quanto ela ganharia lá, fazendo os cálculos com os custos que teria e ela acabou por ficar aqui, na propriedade, seguindo nosso negócio", observou o pai Marino. Do total de 45 hectares, 15 são ocupados com o plantio de vários hortigranjeiros, como alface, aipim, pimentão, repolho, cenoura, beterraba, rabanete, tempero verde, entre outros.
Daniela se preparou para empreender e inovar. Fez alguns cursos de boas práticas sob orientação da Emater/Ascar-RS em Caxias do Sul (RS) e traçou um plano de negócios para empreender na propriedade do pai. Foi quando descobriu a necessidade de entregar um produto melhor acabado para as empresas de cozinha industrial.
"Os produtos a gente tinha aqui na propriedade, mas havia a necessidade da gente entregar a produção melhor higienizada. E foi aí que investimos na agroindústria para a manipulação de alimentos", observa Daniela. Além disso, outra necessidade era melhor aproveitar a produção, o que foi possível com as novas instalações.
Houve um investimento em torno de R$ 120 mil na construção de um prédio de 88 metros quadrados, dotado de câmeras frias para guardar o produto acabado -, além de equipamentos para higienização e embalagem a vácuo. Daniela estima que vai conseguir um incremento de renda em até 30%.
Um dos produtos que sai com melhor acabamento para as cozinhas industriais é o aipim - que sai agora embalado a vácuo e é congelado, sendo distribuído a partir da demanda dos clientes. "Estamos para adquirir uma máquina para descascar o aipim, sendo que uma para a limpeza de beterraba e cenoura já está em funcionamento", salienta Daniela.
Atualmente são três as pessoas que trabalham na agroindústria, no acabamento dos produtos. "A forma de trabalho ainda é um processo que ainda precisa ser aprimorado, pois estamos num sistema novo de trabalho e muitas coisas aprendemos no dia a dia", cita a jovem. Durante a safra nas empresas, a agroindústria chega a entregar em torno de cinco mil quilos de hortigranjeiros dos mais diversos.
Desta forma, Daniela estima que esteja dando um passo à frente e não espera encontrar uma concorrência tão cedo. "É claro que essa é uma necessidade do mercado, mas hoje as empresas não vão precisar buscar artigos para as cozinhas industriais com qualidade longe de Santa Cruz, o que encarece o produto. Temos esta mesma qualidade aqui."
O engenheiro agrônomo da Emater/Ascar -RS, Assilo Martins Corrêa, que acompanhou todo o processo de implantação da agroindústria explica que o próximo passo será obter a certificação de qualidade para a Agroindústria Schuch. "Vamos em busca da certificação e do enquadramento com a obtenção do selo Sabor Gaúcho, obtido junto ao Governo do Estado", citou.
Já Daniela faz planos para se qualificar ainda mais como gestora de negócio. Pretende cursar Administração ou alguma relacionada à produção de hortigranjeiros. Tudo para seguir com o legado da família na produção de alimentos.
Gazeta do Sul
Projeto vai beneficiar agricultores da região do São Francisco em Sergipe
01/10/15 - 08:15
No final da manhã desta segunda-feira, 28, o governador do Estado em exercício, Belivaldo Chagas, recebeu a presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Lúcia Falcón e a representante da Secretaria Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Zorilda Araújo, para a apresentação do Projeto de Desenvolvimento Integrado (PDI) do São Francisco. Ao lado de secretários de Estado e diretores de órgãos parceiros convidados, ele conheceu uma estratégia de ação que pretende elevar os índices socioeconômicos da região.
O PDI São Francisco é um novo modelo de reforma agrária e assentamento de agricultores concebido com o objetivo de “promover o desenvolvimento local a partir de arranjos e sistemas produtivos e inovativos locais estruturados com o público da reforma agrária e agricultura familiar na área do sub-médio e baixo São Francisco”. Lançado nacionalmente em 10 de setembro em Recife (PE), o plano prevê um investimento de R$ 1,8 bilhão para os próximos cinco anos, podendo beneficiar 270 assentamentos da reforma agrária.
A presidente do Incra explicou que este é um projeto muito diferente. “É um projeto especial, que prevê o desenvolvimento integrado de dois territórios de Sergipe, o Alto Sertão e o Baixo São Francisco, que pelos indicadores sociais e econômicos exigem uma atenção muito grande. Então espero que Sergipe saia na frente em relação a todos os outros estados que fazem parte da área do projeto que é a calha do rio São Francisco”, pontou Falcon.
Para Belivaldo Chagas trata-se de uma oportunidade muito bem vinda. Após ouvir a apresentação do projeto e as contribuições dos presentes, ele designou que o secretário de Estado da Agricultura, Esmeraldo Leal, coordene a equipe do governo estadual que deverá por em prática localmente as ações propostas no Plano de Desenvolvimento.
“Nós já saímos na frente, a presidente Lúcia Falcon fez questão de colocar que esse programa de desenvolvimento para a região do São Francisco surge a partir da expertise de Sergipe, do seu potencial, portanto agora é se ajustar ao que já está feito. Que essa coordenação fique com a Secretaria de Agricultura, que é o mais recomendado para isso e vamos aproveitar, pois a oportunidade existe. E num momento como esse, de dificuldade, temos que usar da criatividade. Só temos que agradecer por esse programa partir de Sergipe. Tenho certeza que o governador Jackson Barreto, vai ficar extremamente feliz. Os olhos desse governo tem se voltado muito para o baixo São Francisco. Vamos aproveitar esse momento, não podemos perder em hipótese alguma essa oportunidade”, destacou durante a reunião.
PDI em Sergipe
Nos 270 assentamentos previstos, vivem 13.267 famílias, além de milhares de agricultores familiares distribuídos em 87 municípios do Médio e Baixo São Francisco nos estados de Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Bahia, desde o Lago do Reservatório de Sobradinho à foz. Na região vivem 2,3 milhões pessoas, das quais 760 mil estão na área rural. Na região existem ainda 14 áreas indígenas e 05 territórios quilombolas.
Em Sergipe, até 13 municípios dos territórios de desenvolvimento do Alto Sertão Sergipano e do Baixo São Francisco Sergipano serão objeto do PDI. Os municípios efetivamente beneficiados serão definidos ao longo da elaboração do Plano, cujo processo de elaboração será participativo, ouvindo os diversos atores e respeitando a cultura local. O secretário Esmeraldo Leal chamou atenção para a área estratégica da agricultura. “É um momento muito bom para fazermos um trabalho como este, de forma especial nestas duas regiões de Sergipe, o baixo São Francisco e o Alto Sertão”, avaliou.
Após a reunião, a presidente do Incra avaliou o seu resultado como muito positivo e agradeceu a mobilização da equipe de governo feita pelo governador em exercício. “Nós também trouxemos a equipe MDA e do Incra, para que quando chegarmos aos convênios, que é onde a gente quer chegar, já estejam todos acompanhando o processo. O governador foi muito pragmático e já designou o secretário que vai ser o coordenador dos trabalhos e nós já vamos marcar uma reunião em Brasília na sequência para orientar a formação da UGP e dar um prazo para a entrega dos projetos”, concluiu.
Também estiveram presentes o Delegado Federal para o Desenvolvimento Agrário de Sergipe, Cássio Murilo Costa; o deputado federal João Daniel; o secretário de Estado da Comunicação, Sales Neto; o diretor-presidente do DER, Antônio Vasconcelos, que representou o secretário da Infraestrutura Valmor Barbosa; a chefe da Representação de Sergioe em Brasília, Conceição Vieira; o diretor-presidente do Banese, Fernando Soares da Mota; os assessores especiais do Governo, Ricardo Lacerda, Carlos Cauê e Eliane Aquino e representantes da Semarh, BNDES, entre outros órgãos.
por Agência Sergipe
Aqui Acontece
Problema de resistência a herbicidas passa por desinformação de técnicos e produtores
01/10/15 - 09:30
Esse tema foi alvo de discussão em uma mesa redonda durante o I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical, que começou nesta terça-feira, dia 29, em Sinop (MT).
O relato de casos de plantas daninhas resistentes a herbicidas tem aumentado nos últimos anos no Brasil e em outros países produtores de grãos. O uso incorreto de tecnologias transgênicas e a falta de rotação de moléculas são os principais causadores deste problema. De acordo com especialistas, o maior responsável por este cenário é a desinformação de técnicos, produtores e até mesmo de professores nas universidades.
Esse tema foi alvo de discussão em uma mesa redonda durante o I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical, que começou nesta terça-feira, dia 29, em Sinop (MT).
Conforme apresentação do professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UFTPR) Michelangelo Trezzi, em várias regiões brasileiras já foram encontradas plantas daninhas como o capim amargoso, o capim pé-de-galinha e três espécies de buva com resistência a diferentes tipos de herbicidas. Além de trazer aumento nos custos de produção para o controle, a resistência pode ocasionar a perda de produtividade das lavouras.
Preocupação maior ainda é com o surgimento de resistência dupla, quando uma planta adquire resistência a mais de um tipo de molécula.
De acordo com Trezzi, em todos os casos, o manejo correto do sistema produtivo, com uso de plantas de cobertura e formação de palhada são uma técnica importante na prevenção do surgimento das plantas daninhas. A rotação de herbicidas com diferentes princípios de ação também é fundamental para evitar a seleção de indivíduos resistentes.
Para o professor da Unesp/Botucatu e presidente do Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), Edivaldo Velini, é preciso maior conscientização técnica dos usuários das tecnologias, para que possam fazer o manejo correto.
De acordo com ele, das 23 solicitações de liberação comercial de eventos transgênicos que tramitam na CTNBio, 14 são referentes a eventos de soja, milho e algodão resistentes a diferentes tipos de herbicidas. Entretanto, ele alerta que o lançamento de novas tecnologias não é uma solução para o problema das plantas daninhas resistentes.
Para que os novos materiais e os herbicidas aos quais são resistentes tenham longevidade é preciso investir em conhecimento.
"Hoje toda vez que você faz uma inovação, imediatamente você tem que desenvolver as políticas de preservação desta inovação. As políticas de longevidade em geral são educacionais. Não faz muito sentido trazer inovações muito complexas e muito eficazes se não tiver agregado a isso as políticas de ensino aos produtores, de ensino aos técnicos e até aos professores de como proteger a longevidade delas", ressalta Velini.
Amaranthus palmeri
Outra planta daninha que já apresenta resistência a determinado tipo de herbicida é o Amaranthus palmeri. Apesar de ter relato da presença dela em apenas uma região em Mato Grosso, os exemplares encontrados eram resistentes ao glifosato.
O relato deste evento também foi apresentado durante o Simpósio. Entretanto, de acordo com o agrônomo do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) Edson Ricardo de Andrade Junior, a ocorrência da planta daninha se deu em apenas três fazendas vizinhas em uma região isolada do estado. De acordo com ele, o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) tomou as providencias necessárias de controle e combate e está monitorando a região.
O Amaranthus palmeri é a principal planta daninha das lavouras norte-americanas e até este ano nunca havia sido encontrada no Brasil.
Lançamento de livros
Na noite desta terça-feira, durante programação social do Simpósio, a Sociedade Brasileira de Ciência das Plantas Daninhas promoveu o lançamento, com sessão de autógrafos, de dois livros.
Organizado por Miniram Inoue, Rubem Oliveira Jr., Kassio Medes e Jamil Constantin, "Manejo de Amaranthus" reúne textos de 24 autores de diferentes instituições que discutem os aspectos biológicos e de controle deste gênero em diversas culturas.
Já o livro "Aspectos biológicos e econômicos do uso de herbicidas à base de 2,4-D no Brasil", escrito pelos pesquisadores Robinson Osipe e Jethro Osipe , apresenta uma análise completa sobre a molécula no controle de plantas daninhas. A obra reúne dados que comprovam a segurança, eficácia e importância do 2,4-D no controle de plantas daninhas nas culturas da soja, milho, cana, trigo, arroz e café no Brasil.
Simpósio
O I Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical ocorre simultaneamente ao IV Simpósio Internacional Amazônico sobre Plantas Daninhas. Os eventos terminam nesta quarta, dia 30. São realizados pela Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD) e organizados pela Embrapa, Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
Os eventos contam com Apoio da Aeagro, Capes, CNPq, IMAmt e Sindicato Rural de Sinop; e patrocínio da Bayer, Dow AgroSciences, Banco da Amazônia, Agrisus, Aprosoja, Crea-MT, Monsanto, Nortox e Senar-MT.
MT Agora - Assessoria
MT Agora
Faturamento da indústria de máquinas cai 10,7% em agosto, diz Abimaq
01/10/15 - 08:45
SÃO PAULO (Reuters) - O faturamento da indústria de máquinas e equipamentos no Brasil em agosto desabou 10,7 por cento ante mesmo mês de 2014, a 6,9 bilhões de reais, informou nesta quarta-feira a associação que representa os fabricantes, Abimaq.
No acumulado do ano, a queda na receita do setor foi de 7,4 por cento, a 58,2 bilhões de reais.
"A incerteza política combinada com a política econômica recessiva e o custo de capital incompatível com o retorno dos investimentos têm inviabilizado qualquer decisão de investimento no país", disse a Abimaq em comunicado à imprensa.
"Os dados de agosto ratificam este cenário de contração dos investimentos e apontam para mais um ano de forte queda, com taxas superiores às observadas em 2014", acrescentou a entidade.
Já o consumo aparente de máquinas e equipamentos no país em agosto subiu 1,1 por cento sobre o mesmo período do ano passado, para 11,3 bilhões de reais, com impacto parcial do dólar mais alto sobre as exportações. No ano, o consumo aparente cedeu 3,9 por cento, a 90,37 bilhões de reais.
A Abimaq afirmou ainda que o uso da capacidade instalada do setor recuou no período de 76,2 para 66,1 por cento.
O setor teve exportações de 558,3 milhões de dólares em agosto, queda anual de 32 por cento. As importações também caíram, 19 por cento, a 1,59 bilhão de dólares.
"A volatilidade do câmbio inibe na prática qualquer esforço de aumento das exportações e da recuperação das margens do mercado interno."
Segundo a Abimaq, o setor fechou agosto com queda de 8,6 por cento em 12 meses no número de trabalhadores, ou 330,4 mil postos ocupados. No acumulado do ano até o mês passado, a queda é de 7 por cento.
Reuters
Autor: Alberto Alerigi Jr.
Estoques de soja e milho dos EUA são os maiores dos últimos anos, diz USDA
01/10/15 - 08:20
WASHINGTON (Reuters) - Os estoques de soja e de milho dos Estados Unidos ficaram ligeiramente abaixo do estimado por analistas, mas a oferta ainda mostrou-se grande nas semanas que antecederam uma provável grande safra das duas commodities no país, mostraram dados do governo nesta quarta-feira.
Em seu relatório trimestral de estoques, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que os estoques de milho do país em 1º de setembro eram de 1,731 bilhão de bushels, o maior em nove anos, enquanto os estoques de soja ficaram em 191 milhões de bushels, o maior em quatro anos.
Reuters
Autor: Mark Weinraub
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