terça-feira, 1 de dezembro de 2015

El Niño deverá causar calor recorde em 2015 e 2016, diz OMM





Temperaturas médias globais em 2015 poderão alcançar o que a agência chama de "marco simbólico e significativo" de 1 grau acima da era pré-industrial







Este ano será o mais quente já registrado e 2016 poderá ser ainda mais quente devido ao fenômeno do El Niño, afirmou nesta quarta-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM), alertando que a falta de ação contra as mudanças climáticas poderá causar um aumento das temperaturas em 6 graus Celsius ou mais.

Contudo, as decisões que serão tomadas na cúpula de líderes mundiais em Paris, a partir de segunda-feira, podem fazer com que a temperatura global aumente apenas 2 graus Celsius na comparação com o período pré-industrial, uma meta estabelecida em 2010 para tentar evitar alterações climáticas perigosas.

"Sim, ainda é possível manter a meta de 2 graus, mas quanto mais esperarmos para fazer algo, mais difícil será," afirmou o diretor-geral da OMM, Michel Jarraud, em entrevista coletiva.

"Temos cenários demandando decisões muito fortes, muito rápidas e uma redução drástica dos gases de efeito estufa, e temos outros cenários do tipo 'deixe estar', nos quais atingimos previsões de um aquecimento adicional de 5, 6 graus, talvez até mais. Isso irá depender muito das decisões (em Paris)".

Temperaturas médias globais em 2015 poderão alcançar o que a agência chama de "marco simbólico e significativo" de 1 grau acima da era pré-industrial.

"Isso se deve a uma combinação de um forte El Niño e ao aquecimento global induzido pelo homem", afirmou a OMM em um comunicado.

Jarraud disse que o El Niño pode ser responsável por entre 16 e 20 por cento do aumento, e que as médias de mais longo prazo mostraram que as temperaturas estão subindo independentemente do El Niño ou de sua contrapartida, o La Niña, que induz a um resfriamento.

O El Niño, um fenômeno climático natural caracterizado pela elevação das temperaturas na superfície do Oceano Pacífico, causa eventos extremos com forte calor, secas e inundações em todo o mundo. Os meteorologistas acreditam que o pico do El Niño ocorrerá até janeiro de 2016 e que será um dos mais intensos da história.

Uma estimativa preliminar baseada em dados obtidos entre janeiro e outubro deste ano revelou que a média das temperaturas de superfície globais em 2015 ficou cerca de 0,73ºC acima da média entre 1961 e 1990, que foi de 14ºC, e cerca de 1ºC acima do período pré-industrial de 1880-1899, afirmou a OMM.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 09:00hs
Fonte: Reuters

Rio Rural implanta banco de forrageiras em Italva, no Noroeste fluminense



Sistema melhora as pastagens e a produção de leite




O Programa Rio Rural, da secretaria estadual de Agricultura, promoveu, na última semana, Oficina Tecnológica Banco de Forrageiras, em Italva, no Noroeste fluminense. Realizado em parceria com a Emater-Rio e Pesagro-Rio, o objetivo foi criar um banco de proteínas para melhoria da produtividade da pecuária de leite, mostrando aos criadores conceitos utilizados no cultivo das forrageiras em sistema silvipastoril.

A atividade é parte do Projeto Intecral (Integração de Ecotecnologias e Serviços para o Desenvolvimento Rural Sustentável no Rio de Janeiro), uma parceria científica com o governo da Alemanha, que promove o acesso a tecnologias adequadas à agricultura familiar no Estado.

O evento, na propriedade do produtor Josué Gomes Moreira, da microbacia Córrego do Marimbondo, onde foi implantada uma Unidade de Pesquisa Participativa, reuniu 27 produtores das microbacias Valão Carqueja, Valão do Carcanjo, Coleginho/Olho D’água, Córrego do Marimbondo, Valão da Prata e Santa Joaquina. Na ocasião houve demonstração de plantio de forrageiras para beneficiar as pastagens para o gado.

De acordo com Samuel Oliveira de Souza, consultor do Programa Rio Rural e da Pesagro-Rio, o banco de forrageiras melhora as pastagens, aumentando a produtividade.

- Entre as vantagens do sistema, estão a estocagem de forragens ricas em proteína, mais sombra para os animais e a fixação de nitrogênio no solo, diminuindo a erosão e melhorando a paisagem - frisou.

O banco de forrageiras conta com 1.500 árvores entre gliricídias e leucenas, além de três mil mudas de amendoim forrageiro. Todas já estão no controle de treinamento da Emater-Rio de Italva; e nos próximos dias já começam as irrigações.

- O sistema melhora as condições dos solos e contribui para o aumento de cerca de 20 a 30% na produção de leite. Essa unidade piloto vai gerar o interesse de mais produtores, que desejam diminuir a baixa produtividade e a degradação das pastagens - disse a pesquisadora do Intecral, Silvia Berenice Quintana.

O supervisor local da Emater-Rio em Italva, Carlos Marconi, explica que o Rio Rural facilita a aquisição de material por parte dos produtores, em todas as etapas de implantação do sistema. Desde a aquisição de cerca, arame e mudas, até o acompanhamento técnico. Todos os 27 participantes são beneficiados do Rio Rural e doze deles, também, pelo Projeto Intecral.

Almerindo Correa da Silva produtor na microbacia Valão do Carcanjo, é um dos mais entusiasmados com a unidade demonstrativa. Para ele, a implantação do sistema beneficiará toda a sua propriedade.

- Já produzo arroz, tomate, feijão, pimentão e agora terei esse grande benefício na produção do leite. O Rio Rural vem me ajudando muito com esse novo sistema a ser implantado - frisou.

O produtor rural Josué Gomes Moreira, da microbacia Córrego do Marimbondo, que recebeu o convite para aplicação desse novo método em sua propriedade, se sente lisonjeado.

- Será muito produtiva a implantação desse sistema. Estou sempre atuando nos projetos que são oferecidos pelo Rio Rural e inserido na agricultura familiar - disse.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 08:30hs
Fonte: Governo do Rio de Janeiro



Fórum ABMR&A irá abordar a importância do Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão) nas atividades do Agronegócio no Brasil



2º Fórum Agência e Anunciante ABMR&A reunirá anunciantes, agências e veículos de mídia que operam no Agronegócio, no dia 4 de dezembro em São Paulo



Não há dúvidas que o Marketing e o Agronegócio estão cada vez mais unidos para superar desafios e gerar boas oportunidades de negócios. É por isso que a Associação Brasileira de Marketing Rural & Agronegócio – ABMR&A vem buscando desde o início, fomentar as boas práticas do Marketing no setor rural. E é com essa missão, que será realizado o 2º Fórum Agência e Anunciante, idealizado pela ABMR&A.

O Fórum irá abordar questões relacionadas aos direitos autorais e as boas práticas do Marketing e da Comunicação no Agronegócio com foco nas Normas Padrão do CENP - Conselho das Normas Padrão. O presidente nacional da Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade), Orlando Marques, irá ressaltar no evento a importância do Cenp para as atividades publicitárias no país e outros assuntos ligados à comunicação no Brasil. “O Agronegócio é sem dúvida o setor em maior crescimento no Brasil e, com isso, precisamos nos apoiar em leis que trabalhem a nosso favor no que se diz respeito à Comunicação e a Publicidade. O CENP tem como garantia, filtrar as boas práticas comerciais na comunicação, auxiliando na compreensão e compliances às normais legais, sendo um dos pilares do modelo brasileiro de negócios na publicidade”, enfatiza Orlando. 

Segundo o diretor da ABMR&A e coordenador do grupo responsável pelo evento, Ricardo Nicodemos, o fórum é destinado para profissionais da comunicação, como anunciantes, agências e também empresas e profissionais que compõem a cadeia do Agronegócio, como veterinários, zootecnistas, agrônomos entre outros. “O 2º Fórum Agência e Anunciante ABMR&A pretende apoiar os diversos profissionais ligados à missão de divulgar  e promover o Agronegócio brasileiro para a sociedade, disponibilizando instrumental específico sobre legislações vigentes e promovendo uma importante discussão sobre aspectos atuais da publicidade aplicada ao campo”, avalia Nicodemos.

Inscrições gratuitas direto na ABMR&A pelos telefones (11) 3813 1787 – 3813 1788 ou abmra@abmra.org.br.




Data de Publicação: 01/12/2015 às 08:00hs
Fonte: TEXTO COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Perspectivas de evolução e manejo da ferrugem asiática da soja na safra 2015/16



O inverno quente e úmido, aliado a disponibilidade de inóculo no ar e a presença de soja voluntária infectada torna possível ocorrerem infecções mais cedo do que em outros anos, principalmente na região sul do país





Embora o cenário ainda seja incerto, a antecipação no aparecimento de ferrugem asiática nesta safra 2015/16 em soja já era previsto por pesquisadores da área, em decorrência do fenômeno El Niño. O inverno quente e úmido, aliado a disponibilidade de inóculo no ar e a presença de soja voluntária infectada torna possível ocorrerem infecções mais cedo do que em outros anos, principalmente na região sul do país. 

O pesquisador ad hoc do Instituto Phytus, Ph.D Ricardo Balardin ressalta que a presença de inóculo em abundância no ar aliado às condições climáticas reinantes e previstas possibilita um índice de infecção elevado. Mesmo que infecções no período vegetativo demorem um tempo mais longo para se tornar visíveis, as aplicações de fungicidas devem ser iniciadas nos estádios vegetativos. Esta medida auxiliaria o retardamento da evolução da doença, possibilitando que a área foliar mantenha-se sadia por mais tempo.

Deste modo, alerta-se para o alto risco das infecções estabelecidas em proporção mais elevada no mês de janeiro. Na safra passada, o pico de infecção foi registrado em fevereiro de 2015. O pesquisador ainda atenta para o fato de que, devido às condições climáticas, haverá uma aglutinação de semeadura de soja, o que também pode facilitar a proliferação das doenças. Outro aspecto que tem sido observado diz respeito à densidade de semeadura mais elevada, que deverá dificultar as aplicações a partir da formação de vagens.

Neste contexto, a indicação é um plano de controle absolutamente preventivo, com início ainda nos estádios vegetativos que, em função da época de semeadura, pode ocorrer já a partir do mês de novembro, estendendo-se a dezembro e janeiro.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 07:45hs
Fonte: Instituto Phytus

Pecuaristas apostam em inovação para manter a produtividade no campo



A agropecuária é um dos setores que menos sofreu abalos mediante à atual crise econômica




De acordo com estimativas da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP) – Agosto de 2015, “a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em 2015 é de R$ 1,2 trilhão, sendo R$ 825,08 bilhões (67,6%) para o setor agrícola e outros R$ 396,27 bilhões (32,4%) para a pecuária. 

A expectativa é que este panorama positivo permaneça ascendente. Até 2050 a produção mundial de alimentos deverá crescer 80% para abastecer cerca de 9,7 bilhões de pessoas, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ 2015). 

Para o pecuarista Claudio Natel, arrendatário da fazenda Recanto São Francisco e instrutor do Curso de Inseminação Artificial no Centro de Treinamento de Qualificação de Mão de Obra para o Setor Agropecuário – CT Agrovap, do Vale do Paraíba (SP) em parceria com a Semex Brasil – empresa que há 20 anos atua no segmento de genética bovina no país, o cenário é promissor, mas é necessário se profissionalizar para se adequar à competividade do mercado. “Tenho um mérito de aproximadamente 250 cursos”, conta. 

Natel veio de uma família de fazendeiros, seu pai e avô foram inspiração para sua carreira na agropecuária. “Até 1988, trabalhava como bancário, mas surgiu uma oportunidade para administrar uma fazenda em Goiás.  Estava prestes a aceitar a proposta, quando o diretor do banco que eu era funcionário comentou que possuía uma fazenda desativada no Vale do Paraíba e me convidou para prestar serviços em sua propriedade. Aceitei”, narra o instrutor. 

Os cursos e atualizações foram fundamentais para Claudio reestruturar a propriedade que havia sido colocada aos seus cuidados. “A fazenda era totalmente improdutiva. Comecei a analisar as necessidades para seu desenvolvimento. Fiz aproximadamente 50 cursos para o manejo de bovinos. Costumo dizer que sou “vacólatra” (apaixonado por vaca)”, brinca. 

Foi um sucesso! A propriedade leiteira estava formada e com alto índice de produção. “Com isto, o diretor do banco me indicou para formar a propriedade do Dr. Igor, seu amigo e cliente da Semex”, continua.

Claudio trabalhou durante 25 anos nestas duas fazendas.  “Na propriedade do Igor cheguei a receber diversas visitas de técnicos agrícolas, colaboradores e produtores da região. Comecei a treinar os funcionários da fazenda e ensiná-los a inseminar o gado”, relata.

Mas a carreira de Claudio estava apenas começando, com o decorrer de seu esforço conquistou vários prêmios. Recebeu o título de campeão em exposições regionais importantes como: Fapija – Feira Agropecuária de Jacareí, Feicampo – Feira de Pequenos e Grandes Animais e Implementos Agrícolas (Taubaté), entre outras. Os títulos foram diversos, dentre eles: Grande Campeã Vaca Vitalícia e campeão de vários torneios leiteiros, do gado da raça girolando.

“No decorrer deste período surgiu a ideia de montar um centro de treinamento. Então arrendei uma propriedade no Vale do Paraíba, adequei, e procurei algumas parcerias. Foi quando conheci o Nelson, presidente da Semex Brasil e após uma reunião em Uberaba (MG) fechamos a proposta para realizar estes cursos”, conta o pecuarista.

A região do Vale do Paraíba é conhecida pela força no segmento de laticínios. Embora o preço pago ao produtor de leite tenha sofrido uma queda neste último semestre, para Natel, a visão sobre este mercado é relativa. “O cenário atual da pecuária leiteira é negativo somente para o produtor despreparado. Àqueles que investem em tecnologia e inovação, tal como a inseminação artificial para atingir o padrão racial do gado continuam resistentes à instabilidade dos preços pagos ao produtor de leite. Ou seja, quem não se preparar não sobreviverá à esta crise”, completa.

Outro aspecto que estimula o pecuarista a investir na propriedade são as Instruções Normativas 51 (IN 51) - 2002 e a 62 (IN 62) - 2011, criadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que visam regulamentar a produção, identidade, qualidade, coleta e transporte do leite tipo A, leite cru refrigerado e leite pasteurizado. “Com estas normativas, por força da lei, a propriedade precisa evoluir”, acrescenta. 

Já o mercado de corte está em expansão no Brasil. No mês de outubro, o país exportou 138,7 mil toneladas de carne, com faturamento de US$ 557,3 milhões, o maior do ano, de acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) - 2015.

“Apesar da crise, a tendência é crescer neste segmento. Mas é necessário aderir a novos métodos, como a ordenha mecânica, a genética, entre outras, sempre orientando e formando profissionais”, afirma Claudio.

Inovação e tecnologia - Fatores essenciais para aumentar a produtividade:

A inseminação artificial é um dos métodos mais utilizados para aumentar a produtividade do gado tanto de corte como de leite. É possível padronizar o rebanho, ampliar a produção de leite e carcaça, evitar diversas doenças reprodutivas e sem causar impactos ambientais. Porém esta tecnologia precisa ser melhor difundida, de acordo com a Embrapa, pouco mais de 10% do gado é inseminado. 

Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da pecuária, a Semex em parceria com a Agrovap formou mais de 80 inseminadores no Vale do Paraíba em 2015. “As aulas são teóricas e práticas. Além disto, só recebe o certificado quem estiver apto para exercer a profissão e mostrar boas notas”, completa Claudio.

O último curso realizado neste ano pela empresa será entre os dias 1 e 4 de dezembro, das 9h às 17h, na CT Agrovap.  A programação do curso inclui: história da inseminação artificial, os benefícios do melhoramento genético, reconhecimento do cio, descongelamento, manipulação e aplicação. Outros cursos profissionalizantes da CT Agrovap são:  manejo de ordenha e qualidade do leite, casqueamento em bovinos, manejo eficiente na criação de bezerras e novilhas, conforto animal, preparação de animais de exposições, saúde de ubre, entre outros. 

“A Semex destaca-se pela genética, qualidade e prestações de serviços. É uma empresa preocupada com o desenvolvimento do setor agropecuário. O atendimento é excelente. Os técnicos e representantes comerciais da empresa acompanham seus clientes minunciosamente. Pelo menos uma vez por mês recebo a visita de um técnico da Semex em minha propriedade”, conclui.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 07:30hs
Fonte: LN Comunicação


ONU alerta que 2015 pode ser o ano mais quente já registrado



A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alertou na quarta-feira (25) que 2015 poderá ser o ano mais quente já registrado, com a temperatura média podendo passar do limite simbólico de aquecimento de 1 grau Celsius (ºC) em relação à era pré-industrial (1880-1899)






A tendência para 2015 indica que este ano será muito provavelmente o mais quente já registrado”, declarou a agência da ONU, sediada em Genebra, em relatório, adiantando que “a temperatura média na superfície do globo passará, sem dúvida, o limiar simbólico que constitui um aquecimento de 1ºC em relação à época pré-industrial”.

No documento, divulgado a uma semana da Conferência do Clima em Paris, a OMM indica que os anos de 2011 a 2015 representam o período de cinco anos mais quente da história, influenciado pelas alterações climáticas.

“O clima mundial em 2015 ficará como referência por uma série de razões”, declarou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

Ele explicou que, além da questão da temperatura média à superfície, “as concentrações de gases de efeito de estufa atingiram novos picos: na primavera de 2015, pela primeira vez, o teor de gás carbônico na atmosfera ultrapassou 400 partes por milhão em uma média mundial”.

Jarraud afirmou que é possível limitar as emissões de gases de efeito estufa, que estão na origem das alterações climáticas. “Dispomos do conhecimento e dos instrumentos necessários para agir. Temos escolha, o que não será o caso das gerações futuras”, acrescentou.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 07:15hs
Fonte: Agência Brasil

Arysta LifeScience tem novo Gerente de Produtos e Mercados de Grandes Culturas Centro Sul



O engenheiro agrônomo Ricardo Dias volta a fazer parte da Arysta LifeScience




Dias já havia trabalhado na companhia por 14 anos e após 3 anos em outra companhia, volta a casa de origem e assume o cargo de Gerente de Produtos e Mercados de Grandes Culturas na região Centro Sul.

Durante o período em que fez parte da Arysta, sua experiência foi principalmente na área comercial e também em Marketing de Hortifrúti e Grandes Culturas. 

Na nova função que iniciou agora no mês de novembro, e que faz parte do novo posicionamento da Arysta, os principais objetivos são dar suporte para as equipes comerciais da região Sul do Brasil e cuidar da estratégia de parte do portfólio da empresa, especialmente o herbicida ® e a linha de Tratamento de Sementes.



Data de Publicação: 01/12/2015 às 07:00hs
Fonte: TEXTO COMUNICAÇÃO CORPORATIVA