terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Soja: Mercado inicia sessão desta 3ª feira em campo positivo e tenta consolidar 2º dia consecutivo de ganhos



Por volta das 8h10 (horário de Brasília), as principais posições da oleaginosa exibiam ganhos entre 0,25 e 0,50 pontos




Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta terça-feira (1) do lado positivo da tabela, com ligeiros ganhos. Por volta das 8h10 (horário de Brasília), as principais posições da oleaginosa exibiam ganhos entre 0,25 e 0,50 pontos. O vencimento janeiro/16 era cotado a US$ 8,81 por bushel, mesmo patamar registrado no encerramento do dia anterior.

As cotações operam em alta pelo segundo dia consecutivo e buscam consolidar o movimento positivo. Ainda nesta segunda-feira (30), as cotações da commodity foram impulsionadas pelos bons números dos embarques semanais. De acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), na semana encerrada no dia 26 de novembro, os embarques somaram 1.835,072 milhão de toneladas.

Na visão do consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, as cotações podem tentar quebrar o patamar de resistência de US$ 9,00 por bushel nos próximos dias. “Começamos a semana positivamente e hoje já podemos ver o mercado tentando superar o patamar de US$ 9,00 por bushel. Hoje, tivemos o quadro de demanda positivo, com níveis de embarques interessantes, sinalizando que há boa procura pela soja americana. E os produtores americanos não querem vender, pois os preços ainda não cobrem os custos de produção”, completa.

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

Soja: Com suporte da demanda, mercado fecha sessão desta 2ª feira com boas altas na CBOT

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros da soja encerraram o pregão desta segunda-feira (30) do lado positivo da tabela. Durante a sessão, as principais posições da commodity ampliaram os ganhos e exibiram altas entre 7,25 e 8,00 pontos no fechamento. O contrato janeiro/16 era cotado a US$ 8,81 por bushel, depois de iniciar o dia a US$ 8,73 por bushel. Já o maio/16 era negociado a US$ 8,89 por bushel.

“Começamos a semana positivamente e amanhã já podemos ver o mercado tentando superar o patamar de US$ 9,00 por bushel. Hoje, tivemos o quadro de demanda positivo, com níveis de embarques interessantes, sinalizando que há boa procura pela soja americana. E os produtores americanos não querem vender, pois os preços ainda não cobrem os custos de produção”, afirma o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze.

Na semana encerrada no dia 26 de novembro, os embarques de soja somaram 1.835,072 milhão de toneladas. Apesar do ligeiro recuo em relação à semana anterior, na qual foram embarcadas 1.855,121 milhão de toneladas, o número ficou acima das estimativas do mercado, entre 1.450 milhão e 1.750 milhão de toneladas.

Com o volume anunciado, os embarques de soja no ano comercial totalizam 19.968,536 milhões de toneladas até o momento. O número representa uma queda de 7,3% em comparação cm igual período do ano anterior, quando os embarques estavam em 21.541,235 milhões de toneladas. As informações foram reportadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).

Além disso, o foco dos participantes do mercado permanece na América do Sul. Na Argentina, os investidores avaliam qual o impacto da retirada das taxas de exportação, uma promessa do novo governo, de Maurício Macri, que assumirá a presidência no próximo mês. "A Argentina irá reduzir sua tarifa sobre exportações de soja em 5%, para 30%, quando o presidente eleito toma posse, disse o ministro da Agricultura, Ricardo Buryaile, em entrevista ao Clarín", informou o site internacional AgWeb.

Enquanto isso, no Brasil as atenções estão voltadas ao plantio da safra 2015/16. De acordo com levantamento realizado pela consultoria Safras & Mercado, a semeadura estava completa em 78,7% da área estimada para essa temporada até o dia 27 de novembro. Na semana anterior, o número era de 65,6% e a média para o mesmo período é de 87%.

As chuvas ainda continuam irregulares no Centro-Oeste, principalmente no Mato Grosso. Na região de Tapurah (MT), os produtores ainda não conseguiram finalizar os trabalhos nos campos e há muitos casos de replantio do grão. De acordo com o presidente do sindicato rural do município, Silvésio de Oliveira, o rendimento médio das lavouras na região é de 49 scs/ha, porém, nesta safra o rendimento pode cair até 3 scs/ha devido ao clima irregular. “Isso tudo é fator positivo para trabalhar com ganhos ao longo da semana”, completa Brandalizze.

Por outro lado, os produtores rurais também estão preocupados com os focos de incêndio nas lavouras de soja ocasionados pelas altas temperaturas. "Nós temos relatos em Sinop, Nova Ubiratã e Tapurah, onde havia uma palhada de braquiária para fazer o plantio direto e há quinze dias o produtor já tinha plantado soja - instalada há 30 dias - aconteceu o incidente que queimou a lavoura", completa Oliveira.

Ainda na visão do consultor, o inverno começando mais cedo no Hemisfério Norte pode desencadear uma demanda maior por ração, que pode influenciar positivamente os preços. “E também temos a Conferência do Clima, em Paris, essa semana, e os países terão que colocar algumas alternativas para tentar melhorar a situação da poluição e do aquecimento global”, pondera Brandalizze.

Mercado interno

Já no mercado interno, as cotações tiveram um dia volátil. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, a saca da soja disponível recuou 1,80% no Porto de Paranaguá e fechou a segunda-feira a R$ 80,00. Em contrapartida, a cotação futura subiu 2,70%, para R$ 76,00 a saca. No terminal de Rio Grande, a saca disponível finalizou o dia a R$ 80,00 e o preço futuro a R$ 82,50.

Por sua vez, o dólar encerrou o dia a R$ 3,8865, com alta de 1,65%, maior nível de fechamento desde 28 de outubro, quando ficou em R$ 3,9201. Conforme dados da agência Reuters, a moeda norte-americana encontrou sustentação nas preocupações com o impacto da prisão do ex-presidente do BTG Pactual, André Esteves, sobre o mercado doméstico. Além disso, os possíveis desdobramentos da situação do cenário político do país também foram avaliados.

Segundo dados divulgados pelo Cepea, as preocupações com o clima, falta ou excesso de chuvas, dependendo da região, levaram os produtores a interromperem as negociações da temporada 2015/16 nas últimas semanas. Ainda conforme levantamento, cerca de 30% a 40% da produção já foi comercializada antecipadamente em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás e São Paulo.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 10:20hs
Fonte: Notícias Agrícolas


Clima: Tempo firme em grande parte da região centro-norte do Brasil



Pela imagem de satélite ainda pode ser observado muitas áreas de instabilidade sobre as regiões Sul e Sudeste nessa manhã de terça-feira e primeiro dia de dezembro




Chove nessa manhã em diversos pontos da faixa leste de Minas Gerais e Distrito Federal. Mas o problema permanece sobre o Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul, Goiás, norte de Minas Gerais e em, praticamente, todas as regiões produtoras do MATOPIBA e Pará, pois o tempo voltou a se firmar e não há previsões para chuvas generalizadas ao longo dessa semana. Podendo, no máximo, ocorrer pancadas de chuvas ainda mais irregular do que vem ocorrendo. E esse padrão meteorológico irá agravar ainda mais as condições das lavouras, principalmente de soja, que já sentem os efeitos negativos dessa irregularidade no regime de chuvas. As perdas de produtividade só aumentam a cada dia. E sem chuvas no MATOPIBA, muitos produtores já paralisam o plantio, à espera de novas chuvas que só deverão ocorrer no começo da semana que vem. Mas mesmo assim, esse retorno das chuvas sobre as regiões Centro-oeste e Norte do Brasil continuará sendo de forma irregular.

Na região Sul, a passagem de um novo sistema meteorológico irá trazer chuvas à região já a partir dessa tarde, mas os maiores volumes deverão ocorrer entre a quarta e quinta-feira. E com chuvas ao longo dessa semana, lavouras do Paraná e de Santa Catarina, bem como as que se encontram na região norte do Rio Grande do Sul poderão ser afetadas pelo excesso de umidade e baixas taxas de luminosidade, ou seja, tais condições meteorológicas irão manter as condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças e atrapalhar as aplicações de defensivos.

E o mês de dezembro que começa hoje deverá ter esse padrão meteorológico, hora chuvas mais concentradas no Sul, com volumes acima da média, incluindo o Estado de São Paulo e região sul do Mato Grosso do Sul. Nas demais regiões do Brasil as chuvas até irão ocorrer, de forma irregular e com alguns períodos de tempo mais firme e seco, mas tais volumes de chuvas previstos deverão ficar abaixo da média, como mostra os mapas abaixo de chuvas totais e sua anomalia para todo o mês de dezembro.   
Por: Marco Antônio dos Santos, agrometeorologista da Somar


Data de Publicação: 01/12/2015 às 10:15hs
Fonte: Somar Meteorologia

Dólar opera em queda nesta terça-feira



Em novembro, o dólar subiu 0,61%; no ano, há alta acumulada de 46,18%. Na véspera, o avanço foi de 1,65%, a R$ 3,8865.



O dólar opera em queda nesta terça-feira (1), indicando uma reversão do forte movimento de alta da véspera.

Às 9h10, a moeda norte americana caía 0,78%, a R$ 3,868 para venda.

Na véspera, a moeda voltou a subir perto de R$ 3,90, pressionado por preocupações com o impacto da prisão do ex-presidente do BTG Pactualx, André Estevesx, sobre o mercado doméstico e com possíveis desdobramentos para o quadro político brasileiro.

A moeda norte-americana subiu 1,65%, a R$ 3,8865 na venda, após subir mais de 2% e atingir R$ 3,9237 na máxima da sessão, maior nível intradia desde 29 de outubro, quando foi a R$ 3,9574. Na mínima do dia, a moeda foi a R$ 3,8247. Veja a cotação do dólar hoje. Em novembro, o dólar subiu 0,61%. No ano, há alta acumulada de 46,18%.

Intervenção do BC

O BC dará início nesta terça à rolagem dos swaps cambiais que vencem em janeiro, sinalizando que deve repor integralmente os contratos equivalentes a venda futura de dólares.

Operadores afirmaram que o avanço do dólar na véspera foi reduzido pela intervenção do Banco Central. O BC fez leilão de venda de até US$ 2,75 bilhões com compromisso de recompra, com fim de rolar as linhas que vencem em dezembro.

Data de Publicação: 01/12/2015 às 10:10hs
Fonte: G1



Cenibra reinicia captação de água para produção de celulose



A produção de celulose começou a ser restabelecida no dia 22 deste mês





Após iniciar a implantação de medidas alternativas para minimizar os impactos gerados pelo comprometimento da qualidade da água do Rio Doce, a Cenibra reiniciou o processo de captação e tratamento de água, e a produção de celulose está sendo restabelecida na linha de produção 2, desde o dia 22 deste mês.

Outros ajustes estão em andamento para permitir o aumento do volume de água captada de forma sustentável, viabilizando as condições necessárias para restabelecer também a operação na linha de produção 1.

Cenibra


Data de Publicação: 01/12/2015 às 10:00hs

Queda nos preços do frango no atacado



Os preços do frango vivo estão estáveis nas granjas de São Paulo. Já são catorze dias de manutenção das cotações. A ave terminada está cotada em R$3,10 por quilo




No atacado, em função do período do mês, no qual a população está mais descapitalizada, os preços cederam. A carcaça está sendo comercializada, em média, por R$3,83/kg, frente aos R$3,93/kg na semana anterior.

Na comparação com igual período do ano passado, os preços estão 14,8% e 4,4% maiores, na granja e no atacado, respectivamente.

No varejo os preços tiveram ligeira valorização de 0,2% na média de todos os cortes pesquisados pela Scot Consultoria.

Em curto prazo, com a entrada do novo mês, a expectativa é que os preços tenham ligeira melhora, com o atacado e varejo se abastecendo para a demanda típica de início de mês.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 09:45hs
Fonte: Scot Consultoria

Mercado vê primeiros negócios de exportação de açúcar da Índia em 2015/16



Um pequeno volume da primeira exportação de açúcar bruto da Índia na temporada 2015/16 já deve ter sido contratado para carregamento no início de 2016, disseram nesta quinta-feira fontes do mercado na Europa




O mercado global de açúcar está em busca dos primeiros sinais de vendas de açúcar bruto indiano antes das autoridades publicarem a confirmação oficial de incentivos visando exportações em 2015/16 de pelo menos 3,2 milhões de toneladas.

Ainda não houve nenhuma confirmação oficial de qualquer vende de açúcar bruto da Índia para a exportação, mas negociantes disseram que havia comentários no mercado sobre 100 mil a 150 mil toneladas do produto sendo exportadas para refinarias no Iraque e em Bangladesh.

"Eu acho que as coisas (açúcar bruto) estão se conectando", disse um operador sênior.

"Acima de 15 centavos de dólar por libra-peso parece interessante."

O açúcar bruto na bolsa de ICE, nos EUA, fechou a 14,91 centavos na quarta-feira, depois de tocar máxima de 10 meses, a 15,78 centavos na terça. Os mercados da ICE estão fechados nesta quinta devido ao feriado de Ação de Graças nos EUA.

Operadores disseram que a alta volatilidade do açúcar bruto na ICE está dificultando o fechamento de negócios de usinas indianas em busca de exportações.

"As usinas indianas precisam ser ágeis e elas não são boas nisso", disse um operador.

Negociantes disseram que negócios físicos de açúcar do centro-sul do Brasil estão sendo corriqueiros esta semana, com ofertas para pronta entrega de açúcar bruto do Brasil entre 50 e 70 pontos abaixo do contrato março da ICE.

Operadores estimaram que o açúcar refinado do Brasil em contêineres está sendo negociado entre 5 a 6 dólares acima do contrato março do açúcar branco na ICE, em uma semana de poucos negócios.

"A produção de açúcar refinado está consideravelmente reduzida este ano no centro-sul do Brasil", disse uma fonte do mercado na Europa, citando o clima chuvoso no país, que reduz a capacidade de conversão de cana em açúcar refinado.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 09:30hs
Fonte: Reuters

Quedas nos embarques de milho em novembro



A média diária foi de 233,78 mil toneladas embarcadas





Até a terceira semana de novembro o Brasil exportou 3,27 milhões de toneladas de milho, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A média diária foi de 233,78 mil toneladas embarcadas.

O volume caiu em relação ao recorde registrado em outubro deste ano, de 264,19 mil toneladas diariamente, mas ainda assim é 57,0% maior, na comparação com a média de novembro do ano passado.

Se este ritmo continuar, o país deverá embarcar por volta de 4,60 milhões de toneladas em novembro.

De janeiro a outubro de 2015, últimos números consolidados, o país exportou 17,88 milhões de toneladas, 25,4% mais frente às 14,25 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.


Data de Publicação: 01/12/2015 às 09:15hs
Fonte: Scot Consultoria