terça-feira, 1 de março de 2016

Clima: Com avanço da frente fria, produtores do Sul agilizam trabalhos de colheita



A frente fria que está sobre a região Sudeste mantém o tempo fechado e com chuvas em grande parte de São Paulo, Minas Gerais e Goiás




Porém também estão sendo previstas pancadas de chuvas sobre o Mato Grosso e norte do Mato Grosso do Sul. Em São Paulo, triângulo e sul de Minas Gerais e sudeste de Goiás, essas chuvas estão atrapalhando a realização dos tratos culturais e também a realização da colheita e plantio. Mas ainda não há indícios de perdas a não ser nas hortaliças do cinturão verde de São Paulo. Porém, em toda a região Sul e metade sul do Mato Grosso do Sul a terça-feira será de tempo aberto e sem previsões para chuvas, possibilitando à realização da colheita da soja, plantio do milho safrinha e demais tratos culturais que estavam paralisados a mais de uma semana, por conta das chuvas ininterruptas. Tempo aberto também sobre Tocantins, Bahia, Maranhão e Piauí.
E o avanço desse sistema meteorológico irá levar chuvas já de amanhã para as regiões produtoras do Matopiba, além de manter o tempo instável em toda a faixa central do Brasil. Tempo aberto somente no Sul e extremo sul do Mato Grosso do Sul. Contudo, uma nova frente fria deverá atingir o Rio Grande do Sul entre a quinta e sexta-feira e provocar chuvas generalizadas sobre o Estado. E aos poucos esse sistema estará avançando onde irá provocar chuvas em quase todo o País no final de semana e início da próxima semana.
Alerta Agroclimático - 01 de março

Por: Marco Antônio dos Santos, agrometeorologista da Somar

Data de Publicação: 01/03/2016 às 09:25hs
Fonte: Somar Meteorologia



Cai cobrança de ICMS na energia da área rural



No entendimento da Fazenda, a residência do produtor estava apartada das atividades agropecuárias, razão pela qual estava exigindo um medidor separado




A Secretaria da Fazenda vinha cobrando o ICMS nas faturas de energia elétrica de produtores rurais com base em entendimento equivocado do decreto nº 1600 de 03 de junho de 2015 do Governo do Estado que estabelecia o direito à isenção do imposto naquela energia elétrica consumida exclusivamente na atividade agropecuária.
No entendimento da Fazenda, a residência do produtor estava apartada das atividades agropecuárias, razão pela qual estava exigindo um medidor separado.
A pedido da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), o Governo do Estado restabeleceu a isenção total para a atividade, considerando que as residências fazem parte do complexo agropecuário, levando em conta que o produtor é obrigado a residir ao lado das estruturas de produção, especialmente na avicultura, suinocultura, produção de leite e de fumo, uma vez que essas atividades demandam intervenções permanentes dos produtores.
Desta forma, o Governo do Estado determinou que a COPEL retirasse a incidência do ICMS dos produtores rurais, desobrigando-os de ter que implantar medidores de energia diferenciados para as áreas de produção e de residências.
Significa que a partir de agora as faturas de energia não trarão mais a cobrança de ICMS. Porém não serão contempladas as atividades estranhas à agropecuária.
RURAL URBANO
Para as propriedades rurais localizadas dentro do perímetro urbano, também a pedido da FAEP, o Governo do Estado baixou o decreto nº 3.531, de 24 de fevereiro de 2016, que permite aos produtores rurais usufruírem da isenção do ICMS na fatura da energia elétrica desde que apresentem, alternativamente:
- pagamento do ITR e declaração de não incidência do IPTU;
- declaração de aptidão ao Pronaf.


Data de Publicação: 01/03/2016 às 09:15hs
Fonte: Faep - Federação da Agricultura do Paraná

Secretaria exportará para a Bolívia tecnologia de fábrica de agentes para controle biológico



A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo exportará para a Bolívia todo o know-how do sistema de fabricação de agentes de controle biológico, desde a implantação da fábrica até seu funcionamento de fato





Executada pelo Instituto Biológico (IB), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Pasta, a iniciativa será implantada em Santa Cruz de la Sierra - região com grande produção de soja - pela associação boliviana Bionature SRL.
A negociação para a transferência internacional foi finalizada na capital paulista, no dia 18 de fevereiro de 2016. A equipe do Instituto Biológico não apenas ensinará sobre como fabricar os agentes, mas formulará o croqui do projeto estrutural, dará consultoria de equipamentos de acordo com a dimensão de produção, treinamento de funcionários, controle de qualidade com análises quali-quantitativa e estabilidade, além de consultoria de mercado.
“Na maioria das vezes, o que fazemos é vender o bioinseticida. Nesse caso não, a Bionature vai montar uma unidade de produção para atender os associados dela”, destacou Orlando Melo de Castro, diretor da Apta, adicionando que “o Instituto Biológico tem se tornado referência nessa área” e lembrando que “é a primeira vez que isso é feito para outro país”.
Os produtores bolivianos aprenderão a produzir Beauveria bassiana para o controle de mosca-branca em soja; Metarhizium anisopliae para o controle de cigarrinhas da cana; e Trichoderma sp. para o controle do mofo branco da soja. No Brasil, o IB já transferiu a tecnologia do controle biológico para pelo menos 42 entidades, sendo que atualmente estão em vigor 15 contratos, celebrados em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag).
Ao levar suas inovações tecnológicas para serem aplicadas no campo, a Secretaria cumpre uma das principais determinações do governador Geraldo Alckmin à Pasta, como lembrou o secretário Arnaldo Jardim. “O governador sempre nos orienta a diminuir a distância entre a geração do conhecimento e sua aplicação prática, aquela feita pelo produtor rural em sua propriedade para lhe garantir mais renda”, destacou.
Crescente
O controle biológico utiliza a própria natureza para combater pragas como, por exemplo, o ácaro predador que se alimenta do ácaro rajado. É uma alternativa viável para quem não quer usar produtos químicos ou quer complementar os dois tipos para aplicação na lavoura.
Uma das iniciativas mais recentes da Secretaria é a fabricação de predadores do ácaro rajado, em Arujá, como forma de conter a praga em flores (saiba mais aqui). A iniciativa foi levada pelo IB para o município paulista e está sendo executada pela Associação dos Floricultores da Região da Via Dutra (Aflord).
A demanda por inovações que dispensem ou diminuam o uso de agroquímicos é crescente, como explicou Antonio Batista Filho, diretor do Instituto. “O setor está em crescimento, mais de 20% ao ano. É um aumento constante dessa demanda que existe por produtos mais sustentáveis. É uma tendência mundial a procura por métodos alternativos de controle de pragas.”
Outro indicador desse aumento na procura é a mudança no perfil das empresas que buscam essa tecnologia, passando de pequenas para multinacionais. “Inclusive tem uma da Holanda que trabalha somente com controle biológico. Elas estão comprando as empresas nacionais pequenas. O setor está em expansão”, reforçou Batista.
Desde 2000, o Instituto Biológico desenvolve o programa de assessoria para implantação e manutenção de biofábricas para produção de fungos entomopatogênicos, utilizados no controle biológico de pragas na agricultura. É também fiel depositário da coleção de cepas de fungos isolados, com reconhecimento do Ministério do Meio Ambiente.



Data de Publicação: 01/03/2016 às 08:45hs
Fonte: Assessoria de comunicação Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

Porto de Santos começa o ano com crescimento na movimentação de mercadorias



O Porto de Santos começa o ano de 2016 com crescimento na movimentação de mercadorias



O mês de janeiro obteve a marca de 7,83 milhões de toneladas, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo mês de 2015. Alavancado pelas exportações, principalmente pelo milho, que registrou o recorde do produto embarcado no período, o complexo portuário santista alcança a 2ª maior movimentação para o mês, apenas inferior ao recorde obtido em 2013. As importações mantêm tendência, com queda de 13,4% em relação a 2015.
Para o ministro Helder Barbalho, da Secretaria de Portos (SEP), o resultado confirma as expectativas para o setor portuário. “O resultado do Porto de Santos demonstra o que temos afirmado, que não há crise nos portos brasileiros”, disse o ministro ao destacar que os números reforçam a necessidade de manter os investimentos. “Somente em Santos, este ano, são obras de dragagem, de melhoria de acessos e integração de modais, com recursos públicos, além dos investimentos privados”, finalizou.
O diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, Alex Oliva, ressalta a previsão otimista para o Porto de Santos em 2016. “Os números comprovam maior eficiência na gestão portuária. A Codesp está priorizando a viabilização da infrestrutura necessária para atender ao crescimento constante na movimentação de cargas. Com os novos arrendamentos de áreas portuárias e a conclusão de algumas obras viárias, este ano poderemos quebrar mais uma vez o recorde de movimentação do Porto”, declarou.
O resultado positivo de janeiro nas exportações foi de 5,58 milhões de toneladas, um crescimento de 13,8% em relação ao passado. O milho foi o produto com o maior aumento percentual no mês e também o de maior volume: 1,71 milhão t. O açúcar, embora com queda em relação a janeiro do ano passado (22,7%) foi o 2º produto em volume de exportação, com 950,5 mil toneladas embarcadas. O complexo soja, que agrega os embarques de grãos e farelo, foi o 3º produto mais exportado, com a movimentação de 301,4 mil toneladas. O número é 9,31% maior que a do mesmo mês no ano anterior. Também foram destaques as exportações de álcool (crescimento de 49,5%, total de 122,5 mil toneladas no mês) e carnes (aumento de 41,2% em relação a janeiro do ano passado, 72,8 mil t).
Nas importações, janeiro registrou queda de 13,4% em relação a 2015. O destaque positivo é o trigo, que reverte a tendência de queda registrada no ano passado. O produto registrou alta de 64,2% no mês. O resultado de 81,2 mil toneladas é maior que quase todos os meses de 2015 (menor apenas que o de fevereiro). Outro produto que registrou alta em importações pelo Porto de Santos foi o adubo, com 40,3% e 231,5 mil toneladas, o maior volume único dentre as mercadorias desembarcadas.
O enxofre foi a segunda carga mais desembarcada, com 112,9 mil t. O gás liquefeito de petróleo (GLP) também obteve crescimento em relação a janeiro de 2015: 56,8% (47,2 mil t ante 30,1 t no ano passado).
A movimentação de contêineres, que alcançou em janeiro 269.202 teu, registrou queda de 5,6% em relação a 2015. O fluxo de navios registrou 395 atracações, 4,1% menos que em janeiro de 2015, quando foram 412 navios. A consignação média (tonelagem/navio) registrou aumento em relação ao ano passado (22,6 mil contra 20,5 mil em janeiro/2015).



Data de Publicação: 01/03/2016 às 08:30hs
Fonte: Porto de Santos

Epagri destaca novas variedades de uva para produção de vinhos finos em SC



A Estação Experimental da Epagri em São Joaquim promoveu um dia campo para detalhar as novas variedades de uva para produção de vinhos finos em Santa Catarina






No evento, foram apresentados aos técnicos, agricultores e representantes da Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavists) os resultados de cinco anos de pesquisas. Também foi realizada a degustação dos vinhos da safra 2015.
O objetivo do projeto é avaliar o potencial enológico de diferentes cultivares de videira destinadas à elaboração de vinhos brancos, tintos e espumantes de alta qualidade, visando a recomendação de novas variedades adaptadas ao mesoclima de São Joaquim, de modo a competir nos mercados nacional e internacional.
João Felippeto, pesquisador da Estação Experimental de São Joaquim, explicou que a pesquisa testou cultivares italianos. Entre as uvas brancas, foram avaliadas as variedades Muscaris, Prosecco, Vermentino, Viognier, Verdicchio, Garganega, Sauvignon Blanc e Manzoni Bianco. Também foram testadas as uvas Cabernet Cortis, Aleatico, Rebo, Sangiovese, Montepulciano, Sagrantino, Cabernet Franc e Malbec para produção de vinhos tintos.
A escolha do solo e das condições climáticas favoráveis e a definição de variedades adaptadas são fatores determinantes do padrão de vinhos produzidos. A região de São Joaquim possui um clima diferenciado que, aliado às condições do solo, entre outras, tem demonstrado um alto potencial para a produção de vinhos finos. Um dos fatores de destaque é a forte amplitude térmica diária, ou seja, a grande diferença entre as temperaturas máxima e mínima num mesmo dia.
Embora a cultura da videira seja uma atividade recente no Planalto Sul do Estado, ela já representa uma aumento na geração de renda e uma melhora no índice de desenvolvimento humano (IDH). Isso por que ela gera novas oportunidades de emprego e renda no desenvolvimento de atividades ligadas ao enoturismo regional.
Na safra 2015, o Brasil produziu 1.510.788 toneladas de uva. No primeiro semestre do ano passado, o país comercializou 4,87% a mais de vinhos finos quando comparado com o mesmo período de 2014. Quando avaliados os produtos prontos, observa-se um aumento de 35,67% na comercialização de espumantes e 21,78% nos espumantes moscatéis. O consumo de espumante brasileiro cresceu mais de 100% entre 2005 e 2012.

Data de Publicação: 01/03/2016 às 08:15hs
Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina

Basf registra queda de 76% no lucro líquido no 4º tri



Resultado foi prejudicado pelo segmento de óleo e gás





A maior empresa de produtos químicos do mundo, a alemã Basf, registrou um lucro líquido de 399 milhões de euros (US$ 373,96 milhões) no quatro trimestre de 2015, equivalente a 5 euros por ação. O resultado representa uma queda de 76% ante os 1,42 bilhão de euros no quarto trimestre de 2014. Diante do resultado, a Basf propõe o pagamento de 2,90 euros por ação na forma de dividendos aos acionistas.
Conforme a empresa, o resultado foi prejudicado pelo desempenho da divisão de óleo e gás, diante dos baixos preços globais, o que pressionou também a divisão petroquímica. A companhia ainda relatou prejuízo de 600 milhões de euros em seus ativos petroquímicos. A receita, por sua vez, recuou 23% na mesma comparação, para 13,9 bilhões de euros ante os 18,05 bilhões de euros registrados anteriormente.
O Ebit, lucro antes do pagamento de juros e impostos, recuou 65% na comparação com o trimestre equivalente no ano passado, para 226 milhões de euros. A divisão agroquímica, porém, registrou alta de 13,9%, para 139 milhões de euros, impulsionada pela divisão de herbicidas na América do Norte.
O presidente do conselho da empresa, Kurt Bock, afirmou que a empresa trabalha com a perspectiva de um 2016 bastante desafiador, diante das incertezas em torno da demanda chinesa, que está desacelerando. A Basf espera uma desaceleração do crescimento nos Estados Unidos e que, "de alguma forma, a recessão deve aliviar um pouco no Brasil e na Rússia", afirmou Bock.


Data de Publicação: 01/03/2016 às 07:45hs
Fonte: ESTADÃO CONTEÚDO



Zoetis participará do 20º Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos

Evento contará com especialistas internacionais e temas relevantes para a pecuária brasileira






O 20º Curso Novos Enfoques na Produção e Reprodução de Bovinos acontecerá nos dias 17 e 18 de março no Centro de Convenções anexo ao Center Shopping Uberlândia, em Minas Gerais. O evento contará com a presença de público especializado em gado de corte e leite, entre veterinários, zootecnistas, produtores, alunos de graduação e pós-graduação. Promovido pela Conapec Jr. (Consultoria Agropecuária Júnior), da Universidade Estadual Paulista (UNESP) - Campus Botucatu, o encontro tem o patrocínio máster da Zoetis, companhia global líder em saúde animal.
Completando 20 anos e com o objetivo de aproximar o mundo acadêmico da realidade do campo, o tradicional evento reunirá palestrantes nacionais e internacionais. Os especialistas apresentarão resultados da aplicação de técnicas de IATF, fertilização InVitro, genética molecular, nutrição, sanidade em gado de leite e corte, entre outros.
“O curso é uma ótima oportunidade para os pecuaristas brasileiros interagirem e trocarem experiências com profissionais de universidades ao redor do mundo. Além disso, as apresentações dos dados nacionais vão mostrar cases de sucesso com produtores que usam técnicas inovadoras em suas fazendas”, afirma Mauro Meneghetti, gerente de produtos da linha reprodutiva Zoetis.
A Zoetis também terá um estande especialmente montado para atender o público de forma personalizada, apresentando aos visitantes suas principais linhas de produtos, como os marcadores genéticos CLARIFIDE, protocolos reprodutivos e novos produtos que serão lançados em 2016, o intramamário vaca seca Spectramast DC e a vacina Inforce 3, reforçando o compromisso da Zoetis com qualidade e inovação..
A Zoetis estará presente ainda no ciclo de palestras com profissionais que farão apresentações nos módulos Corte e Leite.
Entre as 24 palestras previstas para o encontro, destaca-se a de Richard Wallace, pesquisador da Zoetis norte-americana, com o tema: “Prevenção e Controle de Doenças em Bezerras”. Wallace abordará práticas utilizadas em fazendas americanas para combater doenças como a pneumonia.
Os participantes também poderão assistir às palestras que discutirão, principalmente, aspectos relacionados à reprodução, ao manejo e à sanidade. O módulo de Corte reunirá os palestrantes: Richard Wallace e Jason B. Osterstock (Zoetis), João Vendramini, e John Arthington (Universidade da Flórida), John Travis Mulliniks e , Ky G. Pohler (Universidade do Tennessee) e Mike Day (Universidade de Wyoming).
No módulo de Leite, os participantes contarão com a presença de Richard Wallace (Zoetis), Marcos Vinicius Barbosa da Silva (Embrapa Gado de Leite), Michael Ballou (Universidade Texas Tech University), Milo Wiltbank e , Ric Grummer (Universidade de Wisconsin), Ronaldo Cerri (Universidade de British Columbia - Canadá) e Trevor DeVries (Universidade de Guelph - Canadá).



Data de Publicação: 01/03/2016 às 07:30hs
Fonte: Zoetis