quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Contratações na agropecuária recuam e Sorriso demite mais funcionários em vários segmentos



A agropecuária, que em junho liderou o saldo positivo de geração de empregos, desta vez, foi a principal responsável pelo mau resultado




Sorriso encerrou o mês de julho com saldo negativo na geração de empregos. Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados recenetemente, mostram que as empresas e indústrias no município contrataram 1.057 trabalhadores e demitiram 1.119, o que resultou em um saldo de 62 empregos demitidos a mais.
A agropecuária, que em junho liderou o saldo positivo de geração de empregos, desta vez, foi a principal responsável pelo mau resultado. Em julho, na capital nacional do agronegócio, o setor empregou 135 pessoas e demitiu outras 228, extinguindo, assim, 93 postos de trabalho. Em junho, foram contratados 280 trabalhadores e demitidos 176, o que resultou em um saldo positivo de 104 empregos a mais.
O comércio, em julho, fechou com 88 funcionários demitidos a mais, na relação entre contratados (289) e demitidos (377). No setor de serviços, 244 trabalhadores foram empregados e 259 foram mandados embora, o que resultou em 15 dispensados a mais. A construção civil empregou 89 trabalhadores e demitiu 90, também encerrando negativamente o mês.
Só Notícias apurou que a indústria de transformação foi o único setor com variação positiva. Houve 298 trabalhadores empregados e demitidos outros 157, resultando em 141 postos de trabalho a mais e um aumento de 4,37% em relação ao mês anterior.
No ano, Sorriso acumula 8.448 formalizações, 8.594 demissões tendo saldo de 146 pessoas desempregadas a mais.


Data de Publicação: 01/09/2016 às 08:30hs
Fonte: Só Notícias/Agronotícias

Cientista apresenta, em Praga, nova proposta de rota para obtenção de etanol 2G



Pesquisadora propõe coquetel enzimático para obtenção do etanol 2G




A pesquisadora Cristiane Sanchez Farinas vai apresentar em Praga, capital da República Checa, um estudo que propõe uma rota simplificada para a obtenção de etanol de segunda geração, mais rápido e menos oneroso. A pesquisa é um dos trabalhos que a cientista vai expor no 22º Congresso Internacional de Engenharia Química (CHISA 2016), que será realizado de 27 a 31 de agosto.
Apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) com recursos de cerca de R$ 300 mil, o estudo resultou em um coquetel enzimático mais eficiente na sacarificação de biomassa lignocelulósica e produção de etanol ao experimentar o cultivo misto de dois fungos, o Trichoderma reesei e Arpergillus oryzae. O processo demonstrou uma diferença significativa em termos de glicose liberada durante a reação de hidrólise quando comparado ao cultivo individual de fungos.
"Os níveis de glicose liberados na hidrólise do bagaço de cana-de-açúcar utilizando o coquetel enzimático, obtido a partir do cultivo misto, resultaram em um ganho de cerca de 50%, comparado com o melhor cultivo individual, que foi com o fungo Arpergillus niger", afirma a pesquisadora.
Para o processo de conversão de biomassa a etanol, a pesquisa usou enzimas produzidas in-house, na hidrólise, em vez de comerciais. Ou seja, foram usadas enzimas do meio fermentado integral de fungos filamentosos cultivados por fermentação em estado sólido (FES).
De acordo com a pesquisadora, foram avaliadas a seleção e validação das condições de cultivo para maximizar a produção de enzimas usando diretamente o bagaço de cana-de-açúcar pré-tratado por explosão a vapor (BEX) como substrato da FES por diferentes fungos cultivados de forma isolada e em co-cultivo, incluindo o estudo da utilização de farelo de trigo e lactose como indutores na produção de enzimas.
Cristiane explica que ao utilizar o meio integral da FES é possível eliminar até três etapas do processo, que são a extração, a filtração e a centrifugação, oferecendo vantagens em termos de redução de custos do processo, além de evitar a geração de efluentes.
"Espera-se, com este projeto, o levantamento de informações que contribuam efetivamente para gerar os avanços tecnológicos necessários para o aumento da eficiência do uso da biomassa vegetal como fonte de energia renovável", acrescenta a pesquisadora.
Segundo Cristiane, a obtenção do etanol a partir de materiais lignocelulósicos pela rota bioquímica ainda apresenta alguns obstáculos técnicos para a utilização de todo o potencial produtivo, como a recalcitrância – dificuldade de degradação da biomassa - e a inacessibilidade da biomassa lignocelulósica, o alto custo das enzimas, além da necessidade de se encontrar microrganismos capazes de fermentar eficientemente esses açúcares.
Por isso, a rota simplificada é vista pela pesquisadora como um avanço tecnológico necessário para aumentar a eficiência do uso da biomassa vegetal como fonte de energia renovável.
Orientada por Cristiane Sanchez Farinas, a pesquisa que propõe a simplificação do processo de conversão de biomassa a etanol, por meio da integração da produção de enzimas in-house foi apresentada pela estudante de engenharia química Larissa Maehara, ao programa de pós-graduação em engenharia química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) para obtenção do título de mestrado, em 2016.
Além dessa pesquisa, Cristiane ainda vai apresentar um estudo para melhorar a solubilização de fosfato natural, utilizando a combinação de rota mecânica com biológica.
Para a pesquisadora, apresentar trabalhos em eventos internacionais é uma oportunidade de mostrar à comunidade científica o que é desenvolvido pela Embrapa, além de permitir novas colaborações e interações.
CHISA
O CHISA é um dos principais eventos da Federação Europeia de Engenharia Química. O objetivo é proporcionar aos engenheiros, cientistas, pesquisadores, técnicos, estudantes, entre outros interessados, uma plataforma para apresentação dos últimos resultados de pesquisa, um intercâmbio de ideias, oportunidades de novos contatos, além de se estabelecer como palco de novas colaborações.
Para esta edição são esperados mais de 1500 trabalhos, que devem ser apresentados por cerca de 1000 participantes. O CHISA teve início em 1962, sendo que a partir de 1972 passou a ser realizado em Praga. Paralelo ao CHISA, será realizado a 19ª Conferência sobre Integração de Processos, Modelagem e Otimização de Economia de Energia e Redução da Poluição (PRES 2016)



Data de Publicação: 01/09/2016 às 08:15hs
Fonte: Embrapa Instrumentação

Ação da Codevasf leva água a famílias afetadas pela seca no Norte de Minas



Mais de 150 comunidades rurais do semiárido de Minas Gerais, região Norte do estado, passam a ter acesso a água em meio a um quadro de estiagem prolongada



Numa ação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), poços, caixas d’água para até cinco mil litros e outros equipamentos de infraestrutura hídrica levam alívio a famílias moradoras de localidades em 94 municípios mineiros com estado de emergência ou calamidade decretado pela Defesa Civil. O investimento é de R$ 2,1 milhões, recursos do Orçamento Geral da União destinados à Codevasf por emendas parlamentares e visando à universalização do acesso à água no meio rural. 

A fonte de captação são poços tubulares e pequenos barramentos em mananciais naturais. Os equipamentos disponibilizados às comunidades permitem a condução da água até um chafariz comunitário e, em alguns casos, até a casa da família beneficiada. 

O superintendente da Codevasf em Minas Gerais – cuja sede fica em Montes Claros -, Rodrigo Rodrigues, destaca que, além do abastecimento humano, a ação ajuda na sobrevivência de pequenos animais domésticos, que servem como fonte de renda para o produtor rural, e também na manutenção de pequenas hortas comunitárias, principalmente em escolas e creches municipais, ondem complementam a alimentação dos alunos. 

Rios secos

Para o produtor rural José Ramos Mendes Soares, presidente do Conselho Municipal de Entidades de Ação Comunitária no município de São João da Ponte, esta foi uma das melhores ações já realizadas pelo poder público federal na região - onde, na maior parte do ano, durantes as longas estiagens, não existia água nem mesmo para consumo humano. “Era uma tristeza só. Animais morriam de sede, e muitas vezes não havia água nem mesmo para uso doméstico”, afirmou. O conselho congrega seis pequenas associações comunitárias, com mais de 500 famílias filiadas.

Segundo José Ramos, os rios do Ouro e do Arapuim, que cortam o município, já estão quase secos. “Se não chover até a primeira quinzena do próximo mês de outubro, vai ser um desastre para a nossa região - mas a água para consumo humano está garantida”, frisa o presidente do Conselho Municipal.

“Agora já não precisamos buscar água em latas na cabeça ou em lombos de animais há vários quilômetros da comunidade, nem dependemos de carro-pipa”, celebra a dona de casa e produtora rural Júnia Márcia Maciel Pereira, presidente da Associação Comunitária Pedro Alves Pereira, que congrega produtores das comunidades de Pau d’óleo e Lages, no município de Engenheiro Navarro. 

O chefe de gabinete da Codevasf em Minas, Fernando Britto, disse acreditar que, “com ações dessa natureza, de baixo investimento financeiro e de alto alcance social e comunitário, a Codevasf ajuda a solucionar um dos mais sérios problemas da região do semiárido mineiro, que é a falta de água e, conseqüentemente, o êxodo rural - fato muito comum na região”. 

Estiagem em Minas

Levantamento feito no último mês de junho pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater) mostrou que a estiagem que atingiu o Norte de Minas Gerais naquele mês foi equivalente ao mês de setembro de 2015, significando que o período crítico de seca foi antecipado em três meses. A análise da Emater se baseou em dados da situação dos recursos hídricos e das perdas agropecuárias.

Informações do relatório enviado para os Governos Estadual e Federal apontaram que 90% dos córregos e rios que abastecem o norte mineiro estão comprometidos, e 70% dos poços artesianos secaram ou tiveram a vazão comprometida, impactando diretamente o abastecimento da população. No campo, 150 mil famílias sofrem os impactos sociais da seca.
As perdas da região com as quatro últimas safras agrícolas chegaram a R$ 2 bilhões; o rebanho bovino, que chegava a 3,3 milhões de cabeças, foi reduzido a 1,5 milhão, e a produção de leite caiu 60%. As pastagens, que somavam 4 milhões de hectares, foram reduzidas em 70%, segundo as informações da Emater.

O boletim divulgado pela Defesa Civil Estadual apontou que 119 municípios mineiros decretaram situação de emergência pela seca. De acordo com a Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene, 75 deles estão situados no Norte do Estado.

Mais informações: http://www.codevasf.gov.br


Data de Publicação: 01/09/2016 às 08:00hs
Fonte: Assessoria de Comunicação e Promoção Institucional da Codevasf

IPACOL amplia portfólio para oferecer mais opções à pecuária de precisão



Três novos produtos são lançados na Expointer 2016




Mantendo a tradição de sempre ter lançamentos nas feiras a Ipacol Máquinas Agrícolas, de Veranópolis, RS, traz para a Expointer 2016, três novos produtos, sendo dois destinados a atender as necessidades da pecuária de precisão e um para melhoramento do solo. Conforme afirma o diretor de desenvolvimento de produto, Carlos A. Antoniolli são equipamentos que vêm ampliar o portfólio de máquinas destinados ao trato animal, tanto no cocho quanto no campo. “A redução dos espaços para a pecuária, por conta da expansão das culturas agrícolas, está levando os produtores a produzir comida para seu rebanho e estes equipamentos são ideais para esta atividade”, declara. Ele complementa dizendo que no caso da pecuária leiteira é a ferramenta ideal para alimentar o gado.
Lançamentos – Vagão Mixmil VRTM 6.0 - Especialmente desenvolvido para suplementar a alimentação animal, recomendado para grãos úmidos ou secos e concentrados, para maior agilidade no trato;
Rosca misturadora acionada por transmissão do cardan e caixa redutora;
Movimentação vertical dos produtos, com baixíssimo atrito contra as paredes. Descarga por rosca sem-fim de acionamento hidráulico, que permite a descarga dosada nos comedouros ou para ensacar os produtos; Bica que permite extensão para ajuste da altura aos cochos; Carga e distribuição uniforme dos produtos com precisão controlada, proporcionada pela gestão precisa e controle efetivo por balança eletrônica programável, seja em cochos, em estábulos e no campo, permitindo o aumento da produtividade, conforme recomendações nutricionais. Melhor consistência e menos danos aos ingredientes da mistura e alimentação formulada, monitoramento e controle dos custos, para o término do ciclo de engorde do gado mais rápido.

VFTM 3.5 com Carregador - Tratomix Vertical
O Tratomix Vertical Ipacol 3,5 m³ que concorre ao Prêmio Gerdau Novidade, permite realizar misturas com porcentagens de fibras e matérias secas variadas, mantendo o padrão de qualidade em todo o processo de alimentação, e ainda proporciona uma descarga uniforme em qualquer sentido de operação nos estábulos;
Fortalecida pela sua experiência na concepção e desenvolvimento de máquinas destinadas à pecuária – corte ou leite - da série Tratomix, a Ipacol concebeu o misturador de rotor vertical para atender aos seguintes propósitos: Adaptar as quantidades dos compostos da ração e manter a integridade dos mesmos; Respeitar a estrutura da forragem para obter a melhor ruminação possível no mais rápido processo de mistura; Distribuir as rações em todos os tipos de comedouros e estábulos.
A forma da caixa, a posição e o perfil do rotor exclusivo foram particularmente estudados para assegurar a livre circulação dos produtos no interior da máquina, garantindo uma boa homogeneidade da mistura;
O rotor de mistura de desenho exclusivo é o coração do misturador, permitindo ótimo recorte da fibra; Carroceria com basculamento para otimização da carga; A pesagem eletrônica presente em toda a gama de misturadores Ipacol permite planejar com exatidão as quantidades de forragem carregadas e ingeridas pelos animais;
Distribuidor de Fertilizantes a Disco 1,5 – 2,3 e 3,2 m³
Fertilizadora e semeadora útil e racional na utilização dos insumos para distribuição a lanço, adubos, calcário, sementes, etc., nova opção e tendência para o pré-plantio; Apresenta excelente qualidade de aplicação e largura efetiva de trabalho de 12 a 36 metros; Estrutura simples e resistente, com chassi tubular, reservatório, sistema de dosagem e distribuição em aço inoxidável; Caixas de transmissão simples e robustas bem dimensionadas para o trabalho com sistema exclusivo de agitador; Descarga ajustável em quatro possibilidades de configurações com comandos independentes, com escala milimétrica para distribuição com precisão das principais variedades de sementes e adubos granulados.


Data de Publicação: 01/09/2016 às 07:45hs
Fonte: Agropress Marketing e Comunicação

Novo despolpador da Pinhalense economiza 62,5 litros de água por saca de café



Além de econômico, o ECO SUPER é flexível e contribui para a preservação da qualidade do produto




Principal lançamento da Pinhalense Máquinas Agrícolas para 2016, o ECO SUPER, novo despolpador de café com consumo zero de água, reúne uma série de vantagens:
É o único fabricado no Brasil a dispensar totalmente a injeção de água na despolpa do cereja, que é o ponto ideal de maturação do grão de café. O equipamento anterior da fabricante, lançado em 2012, consumia 62,5 L de água para despolpar o equivalente a uma saca de café. Em 2005, o equipamento mais moderno dessa linha gastava 10.000 litros de água no processo de despolpa de 100 sacas de café,equivalente a uma piscina doméstica de 10 m³ de água. Essa evolução representa uma economia considerável para o produtor e um atributo sustentável que poupa recursos do ambiente, até porque a máquina aproveita mucilagem do fruto de café como fluido e dispensa o tratamento de efluentes resultantes da sua operação;
Essa autonomia torna o equipamento atrativo tanto para produtores que já utilizam o despolpador tradicional, e querem dar um salto de qualidade e eficiência nessa etapa do processamento, substituindo-o, que ainda não contam com essa máquina no seu negócio e, com ela, ganharão um mercado ainda maior para explorar; 
Outro diferencial é o separador de grãos verdes (imaturos ainda) antes do processo de despolpa. Ao separar os verdes dos cerejas, a máquina executa a despolpa apenas dos grãos que estão no estágio adequado para esse processo, que são os cerejas. Isso proporciona maior qualidade ao café no final do processo, vindo de encontro à tendência irreversível do mercado (nacional e internacional) de valorizar o café de qualidade superior;
O novo ECO SUPER ajuda o produtor a reduzir os prejuízos dos efeitos das alterações climáticas nos grãos de café. Em colheitas precoces ou anos de baixa temperatura, há excesso de grãos verdes; já com chuvas recorrentes acima da média, a maturação é acelerada, com maior incidência de grãos “boias”. Em quaisquer dessas condições adversas, a seleção eficaz dos cerejas é ameaçada se o despolpador não os separar dos verdes. A máquina da Pinhalense, ao realizar essa etapa no momento adequado, evita possíveis perdas de qualidade que o cafeicultor possa sofrer, não importa se choveu demais ou de menos sobre suas lavouras, se o ano está com baixa temperatura ou alta, a máquina está preparada para despolpar separadamente os três tipos de café; 
Compacto, o equipamento pode ser utilizado desde isoladamente até em conjunto, com várias máquinas iguais trabalhando lado a lado, dependendo da capacidade produtiva do cafeicultor. Isso permite atender a produtores de todos os portes.
O novo ECO SUPER resulta de desenvolvimento intenso em tecnologia e pesquisa nos últimos três anos, em fazendas no Brasil e na América Central, seguindo a demanda do mercado em oferecer produtos cada vez mais ecológicos. A Pinhalense o apresentou ao mercado cafeeiro durante o primeiro dia da 19ª feira Expocafé, em Três Pontas (MG), em 8 de junho. O lançamento comercial aconteceu em 1º de agosto e agora está sendo apresentado em todas as feiras do país.

Data de Publicação: 01/09/2016 às 07:30hs
Fonte: ADS Comunicação Corporativa

Tratores médios e pequenos são equipados com as mesmas tecnologias dos grandes



Cabines luxuosas, sistemas computadorizados, são alguns dos complementos que estão equipando estes modelos e acirrando a concorrência entre os fabricantes



Tecnologia embarcada. Este vem sendo o fator de decisão para a compra de tratores na atualidade. E este item, faz algum tempo, tem sido requisitado pelos produtores que adquirem tratores médios e pequenos. Segundo dizem, não é porque são menores que não precisam vir equipados com o que há de melhor em tecnologia que está no mercado. Esta demanda foi sentida e está sendo atendida pelos fabricantes de tratores. O que antes era privilégio dos modelos de maior potência, tomada de força com três velocidades, cabines luxuosas, hoje já começam a equipar estes modelos que vão de 40 a 100 Cvs. O trabalho no campo é árduo e está exigindo, cada vez mais, eficiência. Por isto os produtores estão migrando para tratores que possam lhes oferecer conforto e produtividade, com mais facilidade de operação.
“O nosso projeto atende exatamente esta necessidade que os produtores brasileiros estão demandando”, afirma o diretor comercial da LS Mtron, fabricante dos tratores LS Tractor, André Rorato. Conforme diz, quando a empresa projetou a sua vinda para o Brasil, realizou algumas pesquisas e trouxe tratores especificados para atender a esta demanda. “Estamos num momento de transição nas propriedades rurais, onde os mais jovens começam a participar das operações e decisões. Este público é um dos que procuram tratores tecnificados, com eletrônica embarcada e outros requisitos e isto, a LS tem”, afirma.
Rorato acrescenta que por conta da pesquisa realizada a LS montou um pacote tecnológico que já vem de fábrica. Tecnologias como tomada de potência independente operada a partir do painel, e com trêes velocidades, direção hidrostática, controle remoto independente, transmissão 16x16 com super redutor, eixo frontal blindadoo menor raio de giro da categoria, (3,25m) motores de baixo consumo de combustível, opção para transmissão hidrostática, cabine de alto padrão, entre outros benefícios. “Todos os nossos modelos das séries G, R, U e P, estão equipados com estes itens, e é isto que aqueles que forem em nosso estande, durante a 39ª. Expointer, lá em Esteio, neste ano, vão encontrar afirma o diretor comercial.


Data de Publicação: 01/09/2016 às 07:15hs
Fonte: Agropress Marketing e Comunicação


Elanco apresenta alternativas ao uso de antibióticos de classe compartilhada na Expointer



Imunorrestaurador, vacina e antibiótico de uso exclusivo animal são algumas das apostas inovadoras da empresa para atender à crescente demanda pelo uso racional de antibióticos



A preocupação global sobre o consumo de carne de animais tratados com antibióticos é cada vez maior. Algumas linhas de raciocínio sugerem que os produtos de classe compartilhada – aqueles utilizados tanto em humanos como em animais – possam tornar as bactérias mais resistentes e, consequentemente, o tratamento menos efetivo para as pessoas.
A Elanco, fabricante de produtos farmacêuticos para animais, também compartilha dessa preocupação e, por isso, vem trabalhando para oferecer alternativas a esse uso. Foi esse o compromisso assumido por Jeff Simmons, Presidente Global da companhia, em reunião na sede do governo dos Estados Unidos em 2015. Na oportunidade, Simmons apresentou um plano de oito pontos-chave, estabelecendo a adoção de medidas regulatórias claras, ajustes nas ações de marketing da empresa e o compromisso em realizar pesquisas para achar alternativas consistentes ao uso de antibióticos de classe compartilhada como promotores de crescimento, sempre reiterando a utilização racional e supervisionada desses medicamentos.
Agora, pouco mais de um ano depois, em sua participação na Expointer 2016, a Elanco traz em seu portfólio quatro inovações que vêm ao encontro dessa atual necessidade e ao movimento global One Health, que visa à produção sustentável e saudável da proteína animal, garantindo a segurança do alimento.
“É nossa responsabilidade manter os animais saudáveis e tratar aqueles que ficam doentes, preservando antibióticos para as gerações futuras, por meio do uso racional. Em última análise, trata-se de uma única saúde – não só a do animal. Esse empenho busca, portanto, garantir o alimento saudável e, consequentemente, a saúde das pessoas e do planeta”, esclarece José Roberto Peres, Diretor de Ruminantes da Elanco.
Entre as inovações que serão destaque na feira, estão:
Zimprova®: é um lonóforo (classe de antibióticos de uso exclusivo animal) específico para gado a pasto que tem a finalidade de proporcionar ganho de peso sem afetar o consumo do suplemento, bastando inserir o produto no sal mineral e levar para o campo. Em testes já realizados pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), foram verificados ganhos de 96 gramas animal/dia, o que, ao fim de um ano, resulta em 1,17@. A inovação é uma excelente alternativa a antibióticos de classe compartilhada para aumentar a rentabilidade dos animais em pastejo, sendo segura para eles, o meio ambiente e o homem.
Imrestor™: o produto é um imunorrestaurador que restitui a função do sistema imunológico inato das vacas leiteiras, melhorando a atuação dos neutrófilos (células responsáveis pela defesa ou imunidade do organismo) e aumentando sua quantidade no organismo do animal. Com isso, reduz em até 50% o risco de mastite (infecção da glândula mamária que causa grande prejuízo ao produtor). Por atuar preventivamente, diminuindo o número de infecções, o produto é um importante aliado na redução do uso de antibióticos. Imrestor™ auxilia a manutenção da saúde das vacas, contribuindo para manter o suprimento de laticínios saudáveis, reduzir custos de produção e preservar o bem-estar dos animais.
Fusogard™: vacina que previne duas infecções importantes que impactam a produtividade dos bovinos – a pododermatite interdigital (chamada de podridão dos cascos) e o abscesso hepático. A primeira é uma infecção causada pela bactéria Fusobacterium necrophorum, presente no ambiente, principalmente no barro e no esterco depositado no solo. Os bovinos acometidos apresentam inicialmente cansaço nas pernas, inchaço e vermelhidão. Em cerca de cinco dias, os sintomas evoluem para uma lesão sanguinolenta e necrótica que provoca intensa dor e impacto no desempenho do animal. Já o abscesso hepático pode ocorrer em todas as idades e tipos de gado e é um problema secundário causado por infecção pela bactéria Fusobacterium necrophorum na parede ruminal, que chega ao fígado pela corrente sanguínea, afetando o desempenho dos bovinos de corte e leite, provocando a perda de eficiência produtiva, a redução da ingestão de alimentos, sequelas cardíacas e pulmonares secundárias que comprometem a produção e podem levar à morte. Como importante ferramenta de prevenção, Fusogard™ age em duas doses e protege por 12 meses.
Acatak®: atua no controle do carrapato em bovinos. O produto compõe o grupo dos Reguladores do Crescimento de Insetos (IGR), ou seja, tem como grande diferencial a proteção prolongada contra o aparecimento de formas adultas, já que impede o desenvolvimento dos carrapatos, não apenas eliminado os já existentes, mas as gerações futuras. Acatak® age durante o período de 8 a 12 semanas, quebrando o ciclo de vida do parasita. O produto afeta a síntese da quitina, um composto responsável pela formação da cutícula, que seria o exoesqueleto do carrapato (mantém sua integridade). Atua na mudança de fase larval do parasita para sua fase ninfa. Como a integridade da cutícula é comprometida, o indivíduo que se forma após a metamorfose não consegue sobreviver. As fêmeas adultas que ingerem sangue contendo Acatak® também são afetadas, porém o efeito maior é visto na redução da oviposição e, principalmente, na viabilidade dos seus ovos, o que diminui a contaminação do ambiente com novas gerações de larvas. Em resumo, o produto tem três benefícios fundamentais: elevada eficácia no controle do carrapato, prolongado período de proteção e redução da carga parasitária na pastagem, uma vez que, ao pastar no ambiente infestado, o bovino tratado recolherá as larvas presentes no pasto e estas morrerão antes de chegar à vida adulta, reduzindo assim a oferta de larvas infestantes no ambiente.


Data de Publicação: 01/09/2016 às 07:00hs
Fonte: Ketchum