terça-feira, 1 de novembro de 2016

Dólar opera em baixa acompanhando moedas emergentes no exterior

01/11/2016 09h12 - Atualizado em 01/11/2016 10h14


Dólar opera em baixa acompanhando moedas emergentes no exterior




Na véspera, moeda caiu 0,20%, vendida a R$ 3,19.
No acumulado do ano, houve desvalorização de 19,1% frente ao real.

Do G1, em São Paulo


Gerente do banco desconfiou da ação e acionou a Polícia Militar (Foto: Murilo Zara/TV Fronteira)(Foto: Murilo Zara/TV Fronteira)
O dólar opera em queda nesta terça-feira (1), influenciado pelos dados fortes sobre a economia da China que promoveram valorização de alguns metais no exterior e enfraquecimento da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes, segundo a Reuters.
Às 10h10, a moeda norte-americana caía 0,03%, vendida a R$ 3,1899. Veja a cotação do dólar hoje
Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, queda de 0,25%, a R$ 3,1818
O câmbio é influenciado pela expectativa de entrada de mais recursos com a regularização de ativos brasileiros no exterior, cujo prazo para adesão terminou ontem. Segundo a Receita federal, mais de R$ 45 bilhões haviam sido arrecadados em multas e impostos com o programa até quinta-feira.
O mercado também trabalha sob a expectativa pela reunião na quarta-feira (2) do Federal Reserve, banco central norte-americano, e dados sobre o mercado de trabalho do país durante a semana. Os investidores esperam que o Fed eleve os juros apenas em dezembro.
Juros mais altos nos EUA têm potencial para atrair recursos hoje aplicados em outros mercados, como o brasileiro, e fazer a moeda norte-americana subir por aqui.
Essa expectativa pela decisão, segundo a Reuters, pode trazer cautela aos negócios e levar investidores a adotar posição defensiva ao longo da sessão desta terça.
Interferência do BC
O Banco Central realiza nesta manhã leilão de swap cambial reverso, equivalente à compra futura de moeda, com oferta de até 5 mil contratos.
Na véspera, o dólar caiu 0,2%, a R$ 3,19. No mês de outubro, acumulou desvalorização de 1,9%. Foi o 6º mês no ano em que a moeda norte-americana cedeu ante o real, segundo a Reuters. No ano, a moeda teve perda acumulada de 19,1% frente ao real até esta segunda-feira.

Produção da indústria volta a crescer em setembro, diz IBGE

01/11/2016 09h00 - Atualizado em 01/11/2016 09h57

Produção da indústria volta a crescer em setembro, diz IBGE



Aumentou produção de alimentos, indústria extrativa e de veículos.
Na comparação anual, queda de 4,8% é a menor desde junho de 2015.

Do G1, em São Paulo


Produção Juréia Alimentos (Foto: Divulgação)Produção de alimentos aumenta de agosto para setembro. (Foto: Divulgação)
Depois de registrar queda por dois meses seguidos, a indústria brasileira voltou a dar algum sinal positivo. Em setembro, na comparação com agosto, a produção do setor subiu 0,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do leve aumento, o IBGE lembra que a indústria ainda está 20,7% abaixo do nível recorde atingido em 2013.
Produção da indústria (Foto: G1)
De agosto para setembro, cresceu a produção de itens alimentícios (de -8% para 6,4%), indústrias extrativas (de -1,7% para 2,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (de -12% para 4,8%).
Em relação a setembro do ano passado, a atividade fabril recuou 4,8%. Ainda que o resultado tenha sido negativo, essa queda é a menor desde junho de 2015. No ano, de janeiro a setembro, a retração acumulada é de 7,8% e, em 12 meses, de 8,8%.
Por outro lado, recuaram as produções de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,1%), de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-2,7%), de produtos de minerais não-metálicos (-5,0%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,2%).
Um ano atrás
Na comparação com setembro do ano passado, as maiores quedas partiram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-12,5%) e indústrias extrativas (-9,2%).

 

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Abacate e berinjela estão mais em conta, diz Ceagesp

01/11/2016 09h47 - Atualizado em 01/11/2016 09h47


Abacate e berinjela estão mais em conta, diz Ceagesp



Outros preços em baixa são banana nanica, figo roxo, carambola e goiabas.
Mamão papaia, mamão formosa, maracujá azedo e uvas estão mais caros.

Do G1, em São Paulo


abacate (Foto: www.depositphotos.com)Abacate está mais em conta
(Foto: www.depositphotos.com)
A Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) divulgou a lista de produtos com os preços no atacado em baixa, estáveis ou em alta nesta semana. Veja abaixo:
Preços em baixa
Abacate, banana nanica, figo roxo, carambola, goiabas, laranja pera, laranja seleta, limão taiti, jaca, coco verde, mandioca, pepino comum, pepino caipira, abóbora moranga, abóbora japonesa, berinjela, repolho verde, escarola, alface crespa, alface lisa e americana, couve manteiga, milho verde, nabo, canjica.

Preços estáveis
Banana prata sp, laranja lima, lima da pérsia, acerola, graviola, morango, melancia, abóbora paulista, abobrinha brasileira, pepino japonês, quiabo liso, pimenta cambuci, pimenta americana, rúcula, alho porró, couve flor, cebolinha, espinafre, beterraba com folha, batata escovada e batata asterix.

Preços em alta
Mamão papaia, mamão formosa, maracujá azedo, uvas, maçã nacional, maçã importada, pera importada, manga hadem, batata doce rosada, chuchu, tomates, beterraba, cenoura, ervilha torta, mandioquinha, pimentões, vagem macarrão, agrião, brócolis, erva doce, rabanete, coentro, alho argentino, alho nacional e ovos.


 
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Abiove revisa previsões para o complexo soja até setembro 01/11/2016 08:07



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou as informações estatísticas do complexo soja até setembro de 2016 e revisou as projeções para 2017.  No balanço de oferta e demanda anual foram reduzidos os volumes de processamento e de importação de soja em grão. Houve retração nas estimativas sobre produção e exportação de farelo e de óleo de soja. Os estoques finais de soja em grão foram elevados.
Quanto às projeções para 2017, alteraram-se apenas os estoques iniciais e finais de soja em grão. As estatísticas do complexo soja se baseiam em dados mensais atualizados até setembro deste ano e a amostragem cobre de 76% a 80% do setor.
Em relação à previsão anterior, feita pela Abiove em 29 de setembro, a queda no processamento de soja é de 1%, passando de 40,30 milhões de toneladas para 39,90 milhões de toneladas.
Produção e exportação de farelo – Quanto à produção de farelo, levando também em consideração a estimativa anterior, a redução é de 1%, de 30,60 milhões de t para 30,30 milhões de toneladas. A exportação de farelo está prevista agora em 14,90 milhões de t, ante 15,20 milhões de t estimadas em 29 de setembro.
Óleo de soja – A previsão de produção era de 8 milhões de toneladas, em comparação com a estimativa atual de 7,95 milhões de toneladas, uma pequena queda de 0,6%.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: Fábio Dias/arquivo)

Soja em Chicago tem nova sessão de estabilidade 01/11/2016 07:45

Nesta terça-feira (1), segue a estabilidade sobre os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. Os principais contratos, por volta das 8h20 (horário de Brasília), perdiam entre 1,75 e 3,25 pontos, mas o novembro/16 ainda se mantinha na casa dos US$ 10,00 por bushel. O maio/16, referência para a safra brasileira, vinha sendo negociado a US$ 10,22.
Com um cenário de fundamentos já conhecido, os preços seguem mantendo seu suporte, principalmente na força da demanda pela oleaginosa norte-americana, mas suas altas são limitadas pela grande safra 2016/17 dos EUA. Consolidada, a colheita o país já chega a 87% da área cultivada, de acordo com os últimos números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no final desta segunda-feira (31).
Os traders seguem ainda atentos ao cenário macroenconômico, às novas baixas registradas pelo petróleo e aos movimentos do dólar index. Nesta manhã de terça, em Nova York, o barril era negociado a US$ 46,73, com queda de 0,28%. 

Fonte: Notícias Agrícolas

Reposição adequada é fundamental para a sustentabilidade da fazenda

Reposição adequada é fundamental para a sustentabilidade da fazenda




Reposição adequada é fundamental para a sustentabilidade da fazenda
01/11/16 - 09:44 


A sustentabilidade da fazenda leiteira apoia-se em três pilares: preservação ambiental, responsabilidade social e­ ciência econômica. E é importante lembrar: não existe sustentabilidade sem lucratividade. Há inúmeros fatores que afetam a lucratividade da exploração leiteira, e o foco do meu trabalho é o manejo alimentar do rebanho, especialmente das vacas leiteiras. A criação das novilhas de reposição tem um impacto profundo na lucratividade da fazenda.

Toda fazenda precisa de boas novilhas para substituírem as vacas que naturalmente saem do rebanho, pelos mais variados motivos – descartes voluntários ou involuntários. Mesmo que a ‘perda’ de vacas no rebanho por doenças ou outros distúrbios seja pequena, a vida produtiva desses animais é limitada, de forma que é imprescindível ter na fazenda um bom programa de criação de bezerras e novilhas para garantir a reposição adequada dessas vacas.

Infelizmente muitas fazendas não dão a devida atenção a essa questão. Ainda há produtores que pensam nas bezerras e novilhas apenas como um item de custo na fazenda, quando, na verdade, deveriam encarar a criação desses animais como um dos investimentos mais importantes para a lucratividade. Via de regra, esse é um dos grandes exemplos de que o barato pode sair muito caro.

Um bom programa de criação de bezerras e novilhas deve ter por objetivo principal a ‘entrega’ de novilhas parindo em bom estado por volta dos 24 meses. Para tal, há algumas metas a cumprir, que são parâmetros fundamentais para garantir a eficiência do processo. A seguir destacarei o que considero parâmetros fundamentais para criar eficientemente as novilhas em uma fazenda leiteira.

Garantir a ingestão de quantidade adequada de colostro de boa qualidade nas primeiras 24 horas de vida da bezerra. É desnecessário falar sobre a importância da colostragem, que é uma das coisas mais básicas da criação de bezerras. A ingestão do colostro é fundamental para que as bezerras recebam a proteção imunológica (anticorpos) que previne a ocorrência de doenças na fase inicial de vida. Como não há transferência de anticorpos da mãe para o feto durante a gestação, as bezerras nascem sem proteção alguma, e dependem totalmente das imunoglobulinas (IgG) que recebem via colostro.

Uma colostragem bem feita deve garantir a ingestão de pelo menos 150 gramas de IgG nas primeiras 24 horas de vida. A meta é que, 48 horas após o nascimento, as bezerras tenham no mínimo 10 gramas de IgG por litro de soro sanguíneo. Idealmente, as fazendas deveriam avaliar a concentração de IgG no colostro e no sangue das bezerras. Durante muito tempo isso não era simples de fazer, mas atualmente é possível realizar essas avaliações facilmente, utilizando-se um Refratômetro de Brix. Isso ajuda muito a ter certeza de que o processo de colostragem foi bem feito. Além disso, é fundamental cuidar para que o colostro seja fornecido em quantidade adequada rapidamente após o nascimento da bezerra. Nossa recomendação é fornecer o colostro da primeira ordenha o mais breve possível, garantindo a ingestão de 10% a 15% do peso vivo (PV) em colostro – cerca de quatro litros – nas primeiras seis horas de vida.

Outro parâmetro importante, ou meta a ser atingida, é conseguir que aos 90 dias de vida a bezerra apresente pelo menos 17% do peso adulto desejado. Isso significa que se o PV adulto é de 600 quilos, as bezerras deverão pesar pelo menos 102 quilos aos 90 dias de vida. Para tal, é preciso seguir um bom programa de aleitamento e iniciar precocemente o fornecimento de ração inicial. O consumo de alimentos sólidos é restrito nas primeiras semanas de vida, mas é fundamental que sejam introduzidos precocemente para que o desenvolvimento do rúmen seja estimulado o quanto antes.

O objetivo de um bom programa nutricional nessa fase é atingir o consumo de ração inicial (concentrado) de 2 kg/dia para promover a desmama, entre 60 e 90 dias de vida. Obviamente essa ração deve ser de alta qualidade, contendo aditivos específicos que ajudem no desenvolvimento ruminal e na prevenção de doenças. Nos primeiros 90 dias a ocorrência de doenças (morbidade) não deve passar de 10% e a mortalidade de bezerras deve ­ ficar abaixo de 5%.

Após a desmama o foco é atingir o peso adequado para a primeira cobertura, por volta dos 13 a 15 meses de idade. A meta é ter pelo menos 75% das novilhas prenhes aos 15 meses de idade, com, no mínimo, 55% do PV adulto quando tiverem a prenhez confirmada. Considerando os 600 quilos já citados anteriormente, as novilhas prenhes deverão apresentar pelo menos 330 quilos, o que significa ter um ganho médio diário (GMD) em torno de 700 a 800 g/dia, da desmama até a cobertura. Trata-se de um objetivo totalmente possível, mas infelizmente isso ainda é um dessa o em muitas fazendas. No entanto, é preciso entender que atingir essa meta é fundamental para garantir a lucratividade da operação leiteira.

Nessa fase é fundamental atender adequadamente aos requerimentos nutricionais das bezerras, oferecendo a elas alimentos de alta qualidade e dietas corretamente formuladas, com atenção especial aos níveis de energia e proteína. Segundo a professora Carla Bittar, do Departamento de Zootecnia da USP/ESALQ, muitos trabalhos de pesquisa mostram efeitos negativos no desenvolvimento da glândula mamária e na produção de leite na primeira lactação quando novilhas apresentam taxas de ganho de peso acima de 800 g/dia. Ajustes nas dietas desses animais, aumentando a relação entre proteína e energia, podem minimizar esse problema. O objetivo é ter novilhas com peso adequado no momento da cobertura, mas que não sejam excessivamente gordas, ou seja, é preciso atenção ao tamanho corporal também – daí a importância de fornecer mais proteína nessa fase.

Com relação ao peso na primeira parição, para que as novilhas tenham um bom desempenho produtivo, a meta é atingir pelo menos 94% do PV adulto imediatamente após o parto, e que isso aconteça até os 24 meses de idade. Isso corresponde a 564 quilos para um PV adulto de 600 quilos. Após a prenhez, o ritmo de crescimento pode ser mais acelerado, com GMD acima dos 900 g/dia. Não há prejuízo ou risco associado a esses ganhos mais elevados. A questão é avaliar a relação entre custo e benefício da operação. Da mesma forma que na fase anterior, para que o desenvolvimento seja adequado é imprescindível oferecer às novilhas alimentos de alta qualidade e dietas corretamente formuladas, que atendam integralmente aos seus requerimentos nutricionais.

A professora Carla Bittar também alerta que os investimentos na nutrição de novilhas devem ser avaliados de forma a manter índices adequados de e­ ciência produtiva. Quando os animais não são manejados e alimentados adequadamente e apresentam baixas taxas de crescimento, têm suas idades de cobertura e de primeiro parto aumentadas, o que pode encarecer o custo total de produção dessas novilhas, prejudicando a lucratividade da fazenda.

Por outro lado, investir corretamente em nutrição durante a fase pré-púbere pode resultar em redução na idade de primeira cobertura e, consequentemente, de primeiro parto, o que é altamente desejável. No entanto, esse investimento precisa gerar retorno ­ financeiro positivo em um prazo mais curto e, para tal, é fundamental adotar tecnologias corretas, usar alimentos de alta qualidade, formular adequadamente as dietas e fazer um bom acompanhamento do ritmo de crescimento das bezerras e novilhas em cada etapa. Ter um técnico de confiança, que possa fazer as recomendações corretas e acompanhar de perto o programa de criação de novilhas, é fundamental para que esse programa tenha sucesso e possa contribuir decisivamente para a sustentabilidade da fazenda.

É muito importante que produtores de leite e técnicos envolvidos no manejo dos rebanhos leiteiros entendam que a criação de novilhas é um investimento que pode ter retorno em prazo mais longo ou mais curto, de acordo com a qualidade do trabalho feito com esses animais e com o nível de investimento em manejo, qualidade dos alimentos e uso adequado de tecnologias. Esse investimento determina a vida útil desses animais no rebanho e o quanto eles darão de retorno ­ financeiro ao produtor.

Agrolink com informações de assessoria

X Leilão Virtual CP CRV Lagoa já tem data marcada: 10 de dezembro

X Leilão Virtual CP CRV Lagoa já tem data marcada: 10 de dezembro




X Leilão Virtual CP CRV Lagoa já tem data marcada: 10 de dezembro
01/11/16 - 09:05 


Os 10 anos do Centro de Performance CRV Lagoa serão comemorados em grande estilo no próximo dia 10 de dezembro. Neste dia, a partir das 14h, será realizado o X Leilão Virtual CP CRV Lagoa, que terá transmissão ao vivo para todo o Brasil pelo Canal do Boi.

Serão ofertados 60 animais que estão entre os 30% melhores de cada raça avaliados no teste de performance. Participação jovens reprodutores das raças Senepol, Angus, Devon, Nelore, Santa Gertrudis e Tabapuã.

Participaram do CP CRV Lagoa 2016 471 animais, oriundos de 68 criadores de nove diferentes estados – recorde de todas as edições.

Foram avaliadas as seguintes características: peso, ganho médio diário, perímetro escrotal, qualidade de carcaça (avaliação por ultrassonografia) – AOL (Área de Olho de Lombo), EGS (Espessura de Gordura Subcutânea) e MARM (Marmoreio), avaliação por escores visuais (conformação, precocidade, musculosidade, umbigo e temperamento) e morfologia. Os animais também passaram pela avaliação de eficiência alimentar, que fornece informações complementares aos índices de seleção.

O leilão do ano passado comercializou 47 animais, com faturamento de R$ 764 mil, média de R$ 16.274,04 e participação de 32 compradores – como acontece todo ano, diversos reprodutores foram contratados pela Central, comprovando que o CP CRV Lagoa é uma excelente fonte de touros jovens.
 

Agrolink com informações de assessoria