sexta-feira, 1 de setembro de 2017

NOVO MODELO DE INSPEÇÃO SANITÁRIA ENTRARÁ EM VIGOR EM 60 DIAS, ANUNCIA NOVACKI

NOVO MODELO DE INSPEÇÃO SANITÁRIA ENTRARÁ EM VIGOR EM 60 DIAS, ANUNCIA NOVACKI

Novacki, ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) disse que, em 60 dias, deverá ser anunciado novo modelo de inspeção sanitária. “Contratamos uma consultoria e esperarmos apresentar um modelo que vai fazer verdadeira diferença para o país, um modelo sem burocracia focado nos resultados. É assim que nós precisamos caminhar”, afirmou.
As mudanças, de acordo com o ministro interino, contribuirão para aumentar as exportações brasileiras no setor do agronegócio e atingir a fatia de 10% do mercado mundial no setor, que é a meta do ministério para os próximos cinco anos. Atualmente, essa participação é de 6,9%.
O plano Agro+, que já completou um ano com mais de 700 ações de modernização e de desembaraço realizadas, foi outro instrumento do Mapa voltado para a redução de custos e aumento da competitividade. “Estamos fazendo um trabalho que vai gerar frutos, lá na frente. Em momentos de crise, precisamos ser mais ousados para fazer as mudanças que o Brasil precisa”, declarou.
“Não há crise que resista ao trabalho”, destacou, acrescentando que “o agronegócio é a locomotiva da economia, sendo responsável por cada um de três empregos e quase 30% do Produto Interno Bruto (PIB).
No Palácio Piratini, Novacki, recebeu homenagem do governador do estado, José Ivo Sartori, “por contribuir com a implantação de Delegacias de Polícia Especializadas na Repressão aos Crimes Rurais e de Abigeato (DECRABs).

SUDECO APOIARÁ CONSTRUÇÃO DE RODOVIA LIGANDO MT À BOLÍVIA

SUDECO APOIARÁ CONSTRUÇÃO DE RODOVIA LIGANDO MT À BOLÍVIA

No segundo dia do Fórum Empresarial Bolívia-Brasil, que ocorre em Vila Bela da Santíssima Trindade, a pavimentação dos 250 km que ligam o município a San Ignacio, na Bolívia, polarizou as palestras e debates. Na oportunidade, ficou definido que a Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e a embaixada da Bolívia no Brasil vão atuar em conjunto com o objetivo de obter empréstimo junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) ou organismos internacionais, de forma a viabilizar a construção da rodovia.
A importância da obra foi ressaltada por empresários do agronegócio, uma vez que possibilitará o escoamento da produção brasileira do Oeste e Norte do Mato Grosso e também de Rondônia. Também foi o que se ouviu do embaixador boliviano no Brasil, José Kinn Franco, ao agradecer a colaboração da Sudeco.
O prefeito de Vila Bela da Santíssima Trindade, Wagner Vicente da Silveira, manifestou sua satisfação com o encaminhamento favorável da questão e agradeceu o apoio do Ministério da Integração Nacional na pessoa do ministro Hélder Barbalho, então representado pelo superintendente da Sudeco, Antônio Carlos Nantes de Oliveira.
O Fórum se encerra neste domingo (3), com as presenças do governador de Mato Grosso, Pedro Taques, e do governador Ruben Aguilera, de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

Feijão carioca: mês de agosto não foi bom para os produtores

Publicado em 01/09/2017 07:40




A pressão de alguns dias parados foi demais para alguns produtores. Aos 48 minutos do segundo tempo entregaram o jogo. Sabe-se que cada um tem sua estratégia e contas para pagar porém, depois de um mês de agosto terrível, vender mais barato no último momento parece ser um fim melancólico para tanto esforço.
Mas aqueles que não optaram por esta alternativa estão apostando que para vender por R$100 ou menos é melhor apostar mais um pouco. Vários relatam que tem fôlego até novembro e alguns até dezembro por isso sentem menos a pressão ao ver um mercado tão depreciado como nestes últimos dias.
Hoje, durante um evento em Goiânia sobre irrigação ao ouvir uma explanação sobre o mercado financeiro do Brasil e as perspectivas com os atuais candidatos à presidência da república acreditem, o menor dos problemas que o Brasil tem hoje são os preços do feijão.
Porém,  no horizonte muito mais próximo do que imaginamos o Brasil estará colhendo e vendendo feijões e pulses por valores internacionais. A pesquisa está fazendo a sua parte  também sementeira os sementeiros também e muitos produtores já testam alternativas para o Feijão- carioca por que não desejam ter na sua história muitos momentos de mercado como dos últimos dias.
A solução chama-se diversificação ter aquilo que o consumidor quer ir por um preço justo que o produtor merece.
Feijão
Fonte: IBRAFE

Feijão: Paraná inicia plantio da safra de verão 2017/18

Publicado em 01/09/2017 12:56



Mesmo com preços mais baixos no mercado, os produtores de feijão devem manter a área plantada no ano passado, em torno de 196 mil hectares. De acordo com o técnico do Deral, Marcelo Garrido, muitos produtores estão apostando no plantio precoce do feijão das águas, para dar tempo de plantar a soja mais tarde.
A produção estimada pelo Deral na primeira safra de feijão é de 377.502 toneladas do grão, um aumento de 3% sobre a safra passada, cujo volume alcançou 368.189 toneladas. Os preços despencaram em 75% para o feijão de cor (de R$ 376,00 para R$ 92,36 entre agosto do ano passado e agosto deste ano). O preço do feijão preto caiu de R$ 210,21 a saca para R$ 112,35 a saca no mesmo período. Segundo Garrido, houve aumento de produção em todo o País e o mercado, como no caso do milho, está abastecido.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Variação do quilo do feijão nos supermercados de João Pessoa chega a 101,2%

Publicado em 01/09/2017 15:35



Pesquisa de preços para o feijão e o arroz, realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) em supermercados da Capital, encontrou uma variação de até 101,20% para o preço do quilo do feijão macassar (Turquesa), com preços entre R$ 4,15 (Supermercado Latorre – Torre) e R$ 8,35 (Extra – Epitácio Pessoa), diferença de R$ R$ 4,20.
A pesquisa foi realizada em 09 estabelecimentos da Capital nos dias 30 e 31 de agosto de 2017, levantando preços de 69 itens dos tipos carioca, preto e macassar para o feijão e, branco e parboilizado, para o arroz. A menor variação ficou com o feijão preto Camil, 0,47%, com preços entre R$ 6,35 (Extra – Epitácio Pessoa) e R$ 6,38 (Hiper Bompreço – Bessa).
O secretário do Procon-JP, Helton Renê, afirma que as pesquisas para preços do quilo de feijão e arroz são importantes, porque são produtos que estão na mesa do consumidor diariamente. “Nós apontamos para o consumidor onde encontrar o produto mais barato, dando opções de supermercados em vários pontos da cidade”.
A pesquisa visitou os seguintes estabelecimentos: Santiago e Latorre (Torre); Carrefour e Hiper Bompreço (Bessa); Manaíra (Manaíra); Pão de Açúcar e Extra (Epitácio Pessoa); Super Box Brasil (Geisel); Bemais (Bancários).
Para acessar a pesquisa completa acesse o portal da prefeitura de João Pessoa, através do link:http://bit.ly/2eLFmSq, e  www.proconjp.pb.gov.br

Agricultores se reúnem em dia de campo de feijão em Cristalina (GO)

Publicado em 01/09/2017 08:26



O feijão faz parte do prato da maioria dos brasileiros. Junto ao arroz, o grão faz o que é considerado a dupla perfeita, oferecendo alguns dos principais nutrientes que o corpo humano necessita.
Por conta das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da cultura, em 2017 devem ser colhidas 3.354,1 mil toneladas de feijão, 33,5% a mais que a última temporada, segundo estimativas da Conab. Com o objetivo de auxiliar o agricultor na missão de produzir ainda mais, a Adama, empresa global do setor de agroquímicos, realiza na terça e quarta-feira (5 e 6/9) da próxima semana, o Campo de Treinamento da Adama (CTA) para a cultura do feijão. Realizado na Fazenda São Caetano (Rodovia BR-050, sentido Catalão), em Cristalina (GO), o evento reunirá cerca de 150 pessoas, entre consultores, distribuidores e produtores da região.
As apresentações do evento serão realizadas duas vezes por dia: durante a manhã e à tarde. Um consultor convidado pela Adama conversará com o público presente sobre a fisiologia do feijoeiro e, após a apresentação, a equipe da companhia apresentará o portfólio da Adama para a cultura do feijão.
Leia mais no site do Grupo Cultivar
Fonte: Grupo Cultivar

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Pesquisa desenvolve capim-azevém que produz 5% mais e 20 dias mais cedo



Para atender uma demanda dos produtores que utilizam o sistema Integração Lavoura-Pecuária (ILP), a Embrapa desenvolveu o azevém de ciclo precoce BRS Integração


O material produz 5% mais com 20 dias a menos de ciclo em comparação à BRS Ponteio, variedade lançada em 2007 também pela Embrapa e que hoje ocupa 60% da produção nacional de sementes de azevém. A precocidade possibilita a ressemeadura natural ou colheita das sementes antes do estabelecimento de culturas de verão, como a soja, permitindo, como o próprio nome da variedade indica, a Integração Lavoura-Pecuária. A BRS Integração acaba de ser lançada durante a 40ª edição da Expointer, em Esteio (RS).
A variedade apresenta alta produtividade – cerca de oito toneladas por hectares – e bom vigor inicial. O estabelecimento da pastagem é rápido, girando em torno de 50 dias se bem manejada, segundo afirma a pesquisadora da Embrapa Gado de Leite (MG) lotada na Embrapa Clima Temperado (RS), Andréa Mittelmann, uma das responsáveis pela novidade. “O mais interessante em termos de produtividade é que ela ganha do BRS Ponteio e das outras cultivares plantadas no Brasil atualmente”, explica. Os pesquisadores também verificaram índices de proteína em torno de 18% nos materiais avaliados.
FiguraPlanilha
Além disso, a BRS Integração tem boa adaptação às regiões de clima temperado e a algumas regiões de altitude, no sudeste do País, por ter sido desenvolvida a partir de populações com origem na Serra Gaúcha. O que, portanto, resulta em maior sanidade da variedade a campo. “As importadas são menos tolerantes às doenças que temos aqui”, justifica Andréa.
Outra característica é a tolerância ao acamamento, aspecto importante para produção de silagem pré-secada e sementes. “Se a planta cair, não é possível colher as sementes com a máquina, por exemplo. Para o usuário final, talvez isso não tenha tanta importância, porque nem todo mundo vai colher. Mas, para nossos parceiros que realizam o passo intermediário, que é a produção de sementes, isso é bem importante”, ressalta.
A BRS Integração apresenta folhas grandes e mais largas do que a maioria das cultivares. Já o colmo mais grosso dá suporte para um porte mais ereto, facilitando o corte mecânico e, consequentemente, o trabalho dos produtores que produzem forragem conservada, como silagem pré-secada ou feno. “É um material excelente tanto para pastejo quanto para silagem conservada”, completa Mittelmann.
Alta capacidade de rebrote e ressemeadura natural
No fim do ciclo produtivo, as sementes do azevém podem ser colhidas para plantio na próxima safra, ou caem no solo e entram em dormência, voltando a produzir no próximo ano, quando as condições climáticas retornam ao ponto ideal para desenvolvimento da planta. É a chamada ressemeadura natural. Mas, em áreas de cultivo integrado, o estabelecimento de culturas de verão nem sempre ocorre após o fim do ciclo do azevém, impedindo a ressemeadura e fazendo com que o produtor tenha que comprar sementes no próximo ano caso queira implantar a pastagem novamente.
O ciclo precoce da BRS Integração, no entanto, permite que as sementes caiam no solo antes do preparo das áreas para as culturas anuais da estação quente. De acordo com Mittelmann, a nova cultivar deve ser plantada em abril para ser utilizada a partir de junho, caso o produtor respeite as épocas corretas. Por isso, até setembro, a variedade tem condições de produzir bastante e ser bem aproveitada pelo sistema produtivo. “A produção de sementes vai ocorrer a partir de outubro. Mas, como as plantas do BRS Integração têm grande capacidade de rebrotar após o pastejo, a pastagem pode durar tanto quanto a da variedade BRS Ponteio. Vai depender bastante do manejo, envolvendo pastejos e adubações”, afirma a pesquisadora.
Melhoramento genético do azevém
A BRS Integração foi desenvolvida pelo Programa de Melhoramento de Azevém da Embrapa – com participação das Unidades Clima Temperado, Gado de Leite, Pecuária Sul (RS) e Trigo (RS) – no âmbito da parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Associação Sul-Brasileira para o Fomento e a Pesquisa de Forrageiras (Sulpasto). Os experimentos e as recomendações com relação ao manejo foram desenvolvidos em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Em 2007, a Embrapa lançou sua primeira cultivar de azevém, a BRS Ponteio, a qual atende à demanda por variedades de ciclo mais longo. Hoje, a cultivar responde por 60% do mercado brasileiro de azevém, a principal gramínea de inverno utilizada na alimentação do gado no Rio Grande do Sul.
O desenvolvimento da BRS Integração, por sua vez, se deu com o surgimento de novas demandas de pastagens – como o ciclo mais curto e a possibilidade de ressemeadura. Para lançamento do material, o trabalho de seleção e melhoramento teve início há 15 anos, em 2002. “É um tempo bastante demorado. Prevê avaliação em muitos ambientes, em diferentes anos, para que a gente possa saber que o material vai ter um bom desempenho e vai realmente auxiliar no sistema produtivo”, finaliza Andréa.
Comercialização
A multiplicação e comercialização da variedade são de responsabilidade da Sulpasto. O cultivo das primeiras unidades está ocorrendo agora. A ideia é que as sementes da BRS Integração sejam disponibilizadas em dezembro deste ano, para plantio na próxima safra de inverno, entre os meses de março e abril.



Data de Publicação: 31/08/2017 às 18:20hs
Fonte: Embrapa Clima Temperado