segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Linha de crédito do cartão BNDES Agro poderá ser solicitada online



O novo produto, que tem como emissor o Sicoob, oferece pacote completo de soluções, incluindo a bandeira Cabal e o serviço de credenciamento de lojistas



O produtor rural pessoa física interessado em acessar a nova linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o cartão BNDES Agro, poderá fazer a solicitação no site do BNDES a partir do mês de novembro.
A novidade tem como primeiro emissor o maior sistema de cooperativas financeiras do Brasil, o Sicoob, e possibilita o apoio financeiro para o custeio de safras, aquisições de implementos agrícolas, contratação de serviços técnicos, entre outros itens. A Cabal Brasil – empresa do grupo Sicoob – disponibilizou para essa modalidade de cartão um pacote completo de soluções: a bandeira Cabal, o serviço de credenciamento de lojistas e o processamento das operações para os emissores.
Para Marcos Vinícius Viana Borges, diretor de Meios Eletrônicos de Pagamentos do Banco Cooperativo do Brasil S/A (Bancoob) – agente financeiro do Sicoob – e sócio controlador da Cabal Brasil, “é um privilégio poder, mais uma vez, apoiar o BNDES em iniciativas como essa voltada à modernização e ao ganho de eficiência no financiamento do agronegócio brasileiro”.
Segundo o diretor presidente do Bancoob, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, o apoio ao produtor rural e aos seus negócios é um dos principais pilares no cooperativismo do Sicoob. “Hoje, por intermédio de outras linhas de financiamento do BNDES, disponibilizamos investimentos com ticket médio de pouco mais de R$ 90 mil. O Cartão Sicoob BNDES Agro será mais uma importante ferramenta ao fomento dos negócios no campo para os cooperados produtores rurais, principalmente pela acessibilidade, desburocratização e agilidade que o cartão proporcionará na disposição de recursos. Ele possibilitará a junção de toda a força do cooperativismo brasileiro e do BNDES em um só produto”, afirma o executivo.
Mais informações acesse: www.sicoob.com.br.


Data de Publicação: 02/10/2017 às 09:40hs
Fonte: Assessoria de imprensa SICOOB

Universidade americana desenvolve milho sem aflatoxina


TRANSGÊNICO

Universidade americana desenvolve milho sem aflatoxina


Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 02/10/2017 às 09:41h.
Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, estão desenvolvendo um milho geneticamente modificado que suprimiria a aflatoxina para níveis que não poderiam ser detectados. O avanço desse tipo de pesquisa significaria economias de milhões de dólares para a produção de gado leiteiro, de corte e suíno.
O alto nível de aflatoxina pode ser fatal na ração desses animais e também deixa eles menos produtivos. Na África, poderia salvar milhares de vidas humanas porque muitas crianças acabam comendo milho de fazendas com alto nível de toxina, o que aumenta os casos de câncer no fígado, contração de HIV e malária.
A pesquisadora Monica Schmidt, que é geneticista de plantas, liderou uma equipe de pesquisadores que utilizou uma interferência biológica de ácido ribonucleico. Também foi incorporada uma molécula do fungo Aspergillus em uma planta de milho. Quando a planta e fungo intercambiam informação genética durante a infecção, o mecanismo que produziu a aflatoxina é desligado ou silenciado.
A Fundação Bill e Mellinda Gates colaborou com os primeiros fundos para a pesquisa, mas não quis bancar a segunda fase do projeto. A imprensa do Arizona suspeita de que a fundação do magnata do americano não quer mais estar envolvida nas pesquisas relacionadas a transgênicos. Em um comunicado, a Fundação Bill e Mellinda Gates disse estar buscando eliminar a aflatoxina no milho em outras pesquisas, sem revelar quais.
A pesquisadora Monica Schmidt, por outro lado, acredita que encontrará outros financiadores, provalmente uma empresa de sementes, para a pesquisa durante o inverno do Hesmifério Norte. "É um traço muito importante. Poderia salvar vidas e aumentar a oferta de comida," afirmou.

“Irrigação é o melhor seguro”


TECNOLOGIA

“Irrigação é o melhor seguro”


Presidente da Valmont Brasil explica vantagens da tecnologia
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 02/10/2017 às 09:07h.
“Temos vários estudos, não só no Brasil como no mundo, de que a rentabilidade da irrigação é certeira. Seja pelo aumento da produtividade ou pelo quesito segurança. Você tem a garantia de que vai poder colher no final da sua safra”. A afirmação é do diretor presidente da Valmont Brasil, Renato Silva.
Em entrevista exclusiva ao Agrolink, ele conta que a irrigação está apenas começando no Brasil: “O fato é que nós precisamos alimentar o mundo, pois a população está crescendo. E para isso precisamos usar a água de uma forma racional. A irrigação vem para encaixar esses dois aspectos. É um caminho sem volta, e nós estamos otimistas pelo que vamos encarar pela frente”.
Questionado sobre que tipo do produtor pode usar essa ferramenta, Renato Silva afirma que a irrigação “não tem tamanho. É para o produtor que quer produzir mais, com mais segurança e durante o ano todo. Pode-se fazer pivôs desde áreas pequenas até 350 hectares. É para qualquer um que busca tecnologia para aumento de rendimento no campo”.
Confira a entrevista na íntegra:


Soja volta a subir com novos dados do USDA


ANÁLISE AGROLINK

Soja volta a subir com novos dados do USDA


Estoques trimestrais dos EUA veio abaixo do esperado pelo mercado
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 02/10/2017 às 08:39h.
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na sexta-feira (29.09) alta de 8,75 centavos de Dólar no contrato de Novembro/17, fechando em US$ 9,6825 por bushel. Os demais vencimentos em destaque da commodity na CBOT também fecharam a sessão com valorizações entre 7,75 e 8,75 pontos.
O mercado norte-americano da soja reagiu no final da semana e registrou ganhos nas principais cotações dos futuros. A recuperação foi sustentada pelo anúncio dos estoques trimestrais dos Estados Unidos feito pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que veio abaixo do esperado pelo mercado.
“O mercado reage positivamente as novidades do Departamento, ganhando fôlego na especulação. Mesmo com a redução dos estoques, a reação foi limitada, uma vez que a grande maioria dos operadores chineses se encontram fora do mercado, em feriado que se prolonga até o começo da próxima semana”, comenta a Consultoria AgResource.


Chuvas generalizadas marcam início de outubro


AGROTEMPO

Chuvas generalizadas marcam início de outubro


Precipitações "significantes e generalizadas", aponta a Consultoria AgResource
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 02/10/2017 às 08:39h.
Os mapas atualizados para as regiões produtoras no Brasil trazem a expansão de uma rodada de chuvas significantes e generalizadas para os primeiros dias de outubro, aponta a Consultoria AgResource: “Apesar de alguns locais observando precipitações leves e passageiras nestes últimos dias de setembro, o padrão se resume de maneira bastante benéfica durante o mês de outubro”.
Ainda de acordo com dos dados da agência meteorológica independente ECMWF, chuvas acima dos 40 mm são previstas para todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul. Também serão beneficiadas as principais regiões sojicultoras em Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. 
“Os eventos pluviométricos que já começam nas próximas horas, se estendem até meados da próxima semana, proporcionando uma boa definição da umidade do solo nas regiões favorecidas. As chuvas para outubro devem ser observadas dentro das normalidades”, conclui a Consultoria AgResource.

Brasil deseja exportar mais carnes para Bolívia; país vizinho quer vender mais chia, banana e quinoa

Da Redação - Ronaldo Pacheco
01 Out 2017 - 08:15




Como um mascate dos tempos modernos, em busca de novos mercados para os produtores brasileiros, o ministro Agricultura e Pecuária,  senador mato-grossense Blairo Maggi (PP), se encontrou, em La Paz, com o ministro da Agricultura da Bolívia, César Cocarico, para promover as relações comerciais no setor de agronegócios entre os dois países. Ele observou que ficou acertado que técnicos brasileiros e bolivianos trocarão informações sobre prioridades a serem trabalhadas para aumentar o fluxo de comércio.
 
Entre os pontos de interesse destacados pelo ministro da Bolívia estão aprofundar o diálogo sobre o uso de bioinsumos no Brasil, a certificação social da agricultura orgânica feita pelo Mapa (sem ônus para produtores) e o intercâmbio na área de ciência e biotecnologia genética desenvolvidos pela Embrapa.


- Maggi garante exportação de carne suína para o Peru e segue para reunião na Bolívia

- Para evitar doenças e pragas, Mato Grosso realiza operação inédita na região de fronteira com a Bolívia
 
Entre os produtos da pauta de negociações comerciais, do lado brasileiro há intenção de aumentar a exportação de carne, enquanto a Bolívia quer ampliar as vendas de quinoa, banana e chia.
 
A maior área de fronteira do Brasil é com a Bolívia, somando 3,4 mil quilômetros quadrados. O país está ainda em fase de adesão ao Mercosul. Há grande interesse do ministro Blairo Maggi em estreitar relações com a Bolívia e também com Peru, onde também esteve em viagem oficial, nesta semana, aproveitando a proximidade com os estados do Acre, Rondônia e Mato Grosso.
 
O ministro visitou, no Peru, a Expoalimentaria, maior feira de alimentação e de bebidas da América Latina. Ele se reuniu com o ministro da Agricultura do Peru, Jose Manuel Calderón, além de participar, em Lima, de seminário empresarial que teve a  representação de entidades do setor e de governos de estados próximos da fronteira com o país.
 
Carne para os EUA

Autoridades sanitárias do Serviço de Segurança e Inspeção de Alimentos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos comunicaram o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que o Brasil poderá restabelecer as exportações ao país de cinco frigoríficos para produção de carne termoprocessada.
 
As cinco unidades foram embargadas preventivamente pelo Ministério da Agricultura por problemas como rompimento de embalagens. A medida foi tomada com o objetivo de evitar eventual embargo total dessa exportação. O comunicado revertendo a situação foi enviado ao Mapa, na última semana.
 
Os produtos processados termicamente representam a maior parte da exportação de carne brasileira para os americanos. O Brasil possui 18 frigoríficos fornecedores dessa matéria prima.
 
Em recente evento em São Paulo, Blairo Maggi falou sobre a reabertura de mercado para os cinco frigoríficos, que são os principais exportadores para os EUA. Maggi lembrou que recentemente uma missão técnica norte-americana veio ao Brasil a convite do Mapa. A delegação dos EUA visitou várias plantas e conversou com técnicos do ministério e com pessoas da cadeia produtiva. “Ontem mesmo, recebemos a informação de que a carne processada está liberada. Esperamos que, muito em breve, a gente consiga também liberar a carne in natura”.
 
O fim do embargo de cortes in natura deverá ocorrer depois que os americanos avaliarem documento enviado a eles, em resposta a questionamentos feitos por missão veterinária que esteve no país no primeiro semestre deste ano. A previsão é que isso ocorra em outubro.

PREFEITURA QUER DAR SUPORTE PARA FRIGORÍFICO NO NORTÃO AUMENTAR ABATE E EXPORTAR PARA OS EUA

PREFEITURA QUER DAR SUPORTE PARA FRIGORÍFICO NO NORTÃO AUMENTAR ABATE E EXPORTAR PARA OS EUA

Diretores da unidade da JBS em Colíder (252 quilômetros de Sinop) se reuniram, na última semana, com o prefeito Noboru Tomiyoshi para discutir a ampliação no total de abates e início das exportações para os Estados Unidos. Os representantes expuseram que o objetivo da unidade local é alcançar o mercado americano, no entanto, será necessário suporte de fiscalização por parte do poder público.
Ao Só Notícias/Agronotícias, o prefeito adiantou que o Poder Executivo municipal tem intenção em firmar uma espécie de convênio com o Ministério da Agricultura (Mapa) para aumentar a equipe de fiscalização e atender às exigências dos americanos. “O frigorífico é avaliado por um veterinário do Mapa, porém, os Estados Unidos pedem uma equipe de fiscalização maior. A prefeitura vai trabalhar para dar este suporte”, afirmou o gestor.
Segundo Noboru, a abertura do mercado americano para a unidade de Colíder representaria diversos benefícios para o município. “Para nós é importante que agregue valor à produção local, que é muito eficiente. Além disso, contribui com a economia do município e, se houver aumento no número de abates, vamos ter mais gente empregada aqui. É por isso que é bom ter este diálogo. Acredito que se a empresa fortalecer, a gente cresce junto”.
O gestor explicou que a prefeitura ainda está estudando uma forma para contribuir com a demanda da empresa. No entanto, não descarta contratações próprias para aumento na equipe de fiscalização. A ideia, segundo ele, seria firmar um convênio com o Mapa. “A gente tem que estudar para ver como será esta tramitação interna. Tudo isso passa pela análise do nosso departamento jurídico. Quando tivermos um posicionamento, vamos voltar a conversar”.
Também participaram da reunião os secretários municipais de Desenvolvimento Econômico, Ronaldo Vinha, e Administração, Vardelei Borges.