quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Agricultores vão pagar menos impostos nos EUA

REFORMA TRIBUTÁRIA

Agricultores vão pagar menos impostos nos EUA


Com reforma fiscal assinada pelo presidente Donald Trump
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 03/01/2018 às 11:42h.
Um especialista em impostos da American Farm Bureau Federation afirma que a reforma fiscal assinada pelo presidente Donald Trump resultará em menores impostos pagos pela grande maioria dos agricultores e fazendeiros. Pat Wolff sustenta que o novo código tributário norte-americano inclui taxas de imposto individuais mais baixas.
“Sabemos que 94 por cento dos agricultores e pecuaristas pagam impostos como indivíduos, e essas taxas de impostos estão diminuindo. O projeto de lei também mantém todas as deduções e créditos importantes que os agricultores já contam. Então, os produtores rurais têm todas as ferramentas que eles sempre tiveram para gerenciar seus negócios”, diz Wolff.
Uma novidade no código tributário, aponta o especialista, é uma dedução para a renda do agronegócio: “A partir do próximo ano, os agricultores e fazendeiros poderão adotar uma dedução de 20% da renda de seus negócios. Então, se eles venderem 100 dólares, eles poderão deduzir 20 dólares. Isso é novo e também ajudará a reduzir os impostos devidos”.
Wolff diz que o imposto imobiliário, por muito tempo criticado pelo Farm Bureau, não deve ser mais um problerma para a maioria dos produtores rurais após as mudanças na isenção do imposto sobre o patrimônio: “A lei dobra a isenção do imposto imobiliário para 11 milhões de dólares por pessoa. Nesse nível, a grande maioria dos fazendeiros e pecuaristas não terá mais que se preocupar com o imposto imobiliário”.
A maioria das novas provisões fiscais são temporárias, com prazo de duração de apenas sete anos. Wolff diz que, a partir do próximo ano, o Farm Bureau vai trabalhar para fazer com que as deduções fiscais, as taxas mais baixas e a isenção do imposto imobiliário se torne permanente.

Impacto causado por instalação de hidrelétrica nas baías de Siá Mariana e Chacororé é investigado por MPE

A instalação de uma Pequena Central de Hidrelétrica (PCH) no rio Mutum é alvo de apuração do Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Por meio da 16ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá, foi instaurado no último mês um procedimento que determinará se a obra causará impactos ambientais nas baías de Siá Mariana e Chacororé.



A PCH Mantovillis será instalada na região limítrofe entre os municípios de Santo Antônio de Leverger e Barão de Melgaço. Sendo assim, a promotoria realizou uma reunião com os moradores da região, representantes tradicionais e representantes legais e comerciais da PCH Mantovillis.
                         
De acordo com o MPE, o órgão foi informado sobre a instalação da PCH por meio de uma moradora antiga da região, que está preocupada com as consequências do barramento das águas e da vazão com relação a Baía Siá Mariana, já que o Rio Mutum é seu único tributário.

Na reunião, os representantes da PCH Mantovillis esclareceram que haverá captação de parte das águas do Rio Curicaca, que deságua no Rio Mutum, e que após um processo de aproveitamento do seu potencial energético, elas serão devolvidas ao rio, sem nenhuma intercorrência. Foi ressaltado ainda, que não haverá nenhuma barreira que impeça a migração dos peixes, tampouco alteração do fluxo das águas.
 
O promotor de Justiça Joelson de Campos Maciel, solicitou a expedição de ofício à Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema), requisitando o encaminhamento dos autos do procedimento de licenciamento ambiental da PCH Mantovillis, para a realização de inspeção.

“É cediço que usinas hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas sempre geram grandes impactos ambientais, com potencial para atingir bacias hidrográficas inteiras, e, no caso em tela, a instalação desse tipo de empreendimento, nas proximidades das baías de Siá Mariana e Chacororé, pode causar danos irreversíveis ao próprio Pantanal Mato-grossense”, disse. 

NOVOS PROJETOS NA ÁREA DE BEM ESTAR ANIMAL DEVEM MARCAR 2018

NOVOS PROJETOS NA ÁREA DE BEM ESTAR ANIMAL DEVEM MARCAR 2018

Em 2018 a Coordenação de Boas Práticas e Bem Estar Animal (BEA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), vai expandir suas atividades com a contratação de profissionais, por intermédio de acordo com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
Um dos contratados, pelo período de 12 meses, graduado em Direito, com conhecimentos em agropecuária, deverá elaborar estudos sobre a legislação em boas práticas e BEA no Brasil e em países com tradição agropecuária. Outro dará continuidade ao projeto de bem-estar na suinocultura, desenvolvendo material didático específico, promovendo capacitações e sensibilizações junto a cadeia produtiva e varejistas.
Para este mês, está prevista a publicação de edital de contratação de equipes para projetos na bovinocultura leiteira e de corte, e também na ovinocaprinocultura. As informações são da chefe da Divisão de Bem-estar Animal e Equideocultura da coordenação do BEA, auditora fiscal federal agropecuária, Liziè Pereira Buss.
Também serão editados materiais didáticos para condutores de veículos de transporte de animais vivos: suínos (projeto parceria com Embrapa Suínos e Aves), bovinos e aves (BEA Consultoria – contratação IICA) para outubro/2017.
No segundo semestre está prevista a abertura de dois novos editais para elaboração de material e treinamento em boas práticas no transporte e abate humanitário de equídeos e boas práticas na aquicultura e abate humanitário de peixes.
E terão continuidade atividades de sensibilização e capacitação da mão de obra em parceria com Embrapa, Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e associações estaduais de criadores de suínos para boas práticas e bem-estar na suinocultura. Confira os resultados já alcançados com essas parcerias
Na Embrapa Suínos e Aves e associações estaduais de produtores, o foco será nos avicultores com trabalhos em plantéis de postura, com divulgação das boas práticas para minimizar a dor e o estresse nos animais e a implantação de sistemas alternativos de alojamento dos plantéis.
Em todas as ações de sensibilização e capacitação dos trabalhadores será reforçada a importância da prevenção e combate à resistência aos antimicrobianos e também o vínculo entre saúde humana, animal e ambiental (conceito da saúde única).

MINISTÉRIO CRIA GRUPOS DE TRABALHO PARA CONTROLAR DESMATAMENTO NO SETOR AGROPECUÁRIO

MINISTÉRIO CRIA GRUPOS DE TRABALHO PARA CONTROLAR DESMATAMENTO NO SETOR AGROPECUÁRIO

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) criou nesta terça-feira grupos de trabalho para controle do desmatamento na cadeia produtiva da soja e no setor pecuarista. Os grupos têm o objetivo de propor ações de prevenção e contribuir para a execução dos planos de combate ao desmatamento na Amazônia e no Cerrado. As medidas são necessárias para o cumprimento das metas brasileiras dentro do Acordo de Paris sobre mudança do clima.
A estratégia é construir novas bases para acordos setoriais dentro da quarta fase do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAm) e do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Cerrado (PPCerrado). Participam do grupo representantes de quatro secretarias do MMA, do Ibama e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
No caso da soja, o Grupo de Trabalho terá reuniões com periodicidade mínima de três meses. As atividades incluirão a construção de acordos setoriais como a moratória da soja, pacto de mais de 10 anos que impede a comercialização do grão proveniente de áreas desmatadas da Amazônia. O GT também discutirá propostas voltadas para a promoção da sustentabilidade e da rastreabilidade no setor. Além disso, buscará soluções inovadoras para frear a expansão da soja em áreas de vegetação natural.
Já o Grupo de Trabalho para Controle do Desmatamento na Cadeia Produtiva da Pecuária identificará iniciativas do governo e de outras instituições sobre a atividade pecuarista, além de promover a sustentabilidade e o monitoramento do setor. O GT também desenvolverá soluções para o controle da origem do gado e para a verificação da conformidade dos imóveis rurais, além de contribuir para a construção de acordos setoriais que busquem o combate ao desmatamento.
Também criado nesta terça-feira, o Grupo de Trabalho sobre Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) atuará na elaboração de políticas públicas para o PSA relacionados à conservação das florestas. A equipe vai formular proposta de programa de apoio e incentivo à conservação com base nesse tipo de mecanismo de mercado, utilizado com sucesso em países como a Costa Rica, México e Estados Unidos, além do Brasil. A proposta do GT inclui a instituição de um sistema integrado, entre estados e governo federal, visando a criação de um mercado de serviços ambientais.
O Brasil é referência nesse tipo de programa. O Bolsa Verde, coordenado pela Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEDR) do MMA, e o Produtor de Água e Florestas, da Agência Nacional de Águas (ANA), têm produzido resultados expressivos como políticas socioambientais. São Paulo, Santa Catarina, Amazonas e Paraná também já implementaram políticas de PSA.
As informações são do Ministério do Meio Ambiente.

SOJA EM CHICAGO TRABALHA AINDA COM ESTABILIDADE COM FUNDOS CAUTELOSOS

SOJA EM CHICAGO TRABALHA AINDA COM ESTABILIDADE COM FUNDOS CAUTELOSOS

As diferenças entre as previsões climáticas para a América do Sul têm trazido bastante cautela aos operadores na Bolsa de Chicago, mantendo os preços ainda caminhando de lado neste início de 2018. No pregão desta quarta-feira, os futuros da soja trabalhavam com pequenas variações de menos de 1 ponto entre os vencimentos mais negociados.
O contrato março/18, por volta de 7h40 (horário de Brasília), tinha US$ 9,64 por bushel, perdendo 0,25 ponto, enquanto o julho/18 era cotado a US$ 9,86 e subia 0,25 ponto.
Essas incertezas, embora ainda não tenham se tornado ameaças, mantêm os fundos ajustando suas posições, principalmente nestes dias que antecedem o novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na próxima semana.
“Fundos com um excedente de posições vendidas no Mercado, agora preferem diminuir um pouco de sua exposição ao risco, uma vez que as variações climáticas para a América do Sul continuam agressivas. Além do mais, as cotações na Bolsa de Chicago se mostram pouco alteradas emrelação ao ano passado”, diz o boletim diário da AgResource Mercosul. “A volatilidade deverá aumentar nos próximos dias”, completa o reporte.

Frio intenso persiste no leste dos Estados Unidos e deixa ao menos 4 mortos

Publicado em 02/01/2018 11:47

Por Brendan O'Brien
MILWAUKEE (Reuters) - Uma onda de frio recorde proveniente do Ártico permaneceu sobre grande parte dos Estados Unidos ao leste das Montanhas Rochosas nesta terça-feira, mas a previsão é de aumento das temperaturas nas próximas 24 horas, exceto no Nordeste do país.
Muitos distritos escolares cancelaram as aulas devido ao frio intenso, que fez quatro vítimas fatais durante o final de semana prolongado do Ano Novo.
O Serviço Nacional do Clima emitiu alertas para a sensação térmica à medida que se prevê temperaturas perigosamente baixas do leste de Montana e através do Meio-Oeste até o litoral do Atlântico e o Nordeste, seguindo ao sul.
Escolas de Iowa, Massachusetts, Indiana, Ohio e Carolina do Norte cancelaram ou adiaram o início das aulas, já que se espera que os termômetros atinjam entre 11 e 17 graus Celsius negativos, algo muito abaixo do normal, em toda a metade leste dos EUA.
"É por causa do frio intenso, que é perigoso demais para deixar as crianças na rua esperando um ônibus que pode não chegar", disse Herb Levine, superintendente das escolas públicas de Peabody, ao norte de Boston, à afiliada local da rede de televisão CBS.
 O frio foi visto como a causa das mortes de dois homens em incidentes separados no Milwaukee, de acordo com o jornal Milwaukee Journal Sentinel. Um desabrigado foi encontrado morto em uma varanda em Charleston, na Virgínia Ocidental, e outro homem foi encontrado morto diante de uma igreja de Detroit. A polícia disse que eles podem ter morrido congelados, segundo a mídia local.
A prefeita de Washington, Muriel Bowser, exortou os moradores a comunicarem a prefeitura se virem pessoas nas ruas.
"Queremos que todo morador tenha abrigo e calor", tuitou.
Muitas partes do país tiveram temperaturas negativas recordes nos últimos dias. Omaha, no Nebraska, registrou 29 graus Celsius negativos, e Aberdeen, em Dakota do Sul, quebrou um recorde de 1919 com uma temperatura de 36 graus Celsius negativos.
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Fonte: Reuters

Temporais com fortes ventos chegam a São Paulo nesta quarta

Publicado em 03/01/2018 10:06


SÃO PAULO - Áreas de instabilidade que se aproximam do sudeste do País devem provocar chuva intensa com raios e ventos de até 70 km/h no Estado de São Paulo nesta quarta-feira, 3. Uma frente fria e úmida que vem do mar causa vendavais, principalmente no litoral paulista, segundo a previsão da Climatempo.
A capital, a Grande São Paulo e o Vale do Paraíba também devem ser atingidos, assim como alguns pontos do interior. Pancadas de chuva fraca começaram já no início da manhã, mas a expectativa é de que se intensifiquem no período da tarde.
Leia a notícia na íntegra no site do Estadão.
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Fonte: Estadão