quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

USDA lança nova ferramenta de dados de mercado

MAIS DADOS

USDA lança nova ferramenta de dados de mercado


USDA diz que nova plataforma é fácil e rápida
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 01/02/2018 às 17:54h.
O Serviço de Comercialização Agrícola do Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA) lançou uma nova plataforma de dados para entregar informações de preços de mercado à indústria de commodities. A nova plataforma na web, Market Analysis and Reporting Services (Análise de Mercado e Serviços de Reporte ou MARS, na sigla em inglês) usa tecnologia de ponta para apresentar dados detalhados em uma forma mais focada no cliente para auxiliar melhor a mercados competitivos para produtores e ajudaram a estabilizar os preços dos alimentos para as famílias americanas.
“As notícias de mercado do USDA são as mais confiáveis fontes de dados imparciais do mercado agrícola. Os repórteres presentes no lugar coletam, analisa e publicam dados imparciais durante todo o dia para assegurar preços justos de alimentos para consumidores em todo o país e no mundo. O projeto MARS aplicara o melhor das práticas de gerenciamento de dados disponíveis onde e quando os produtores, processadores e frigórificos precisam”, disse Greg Ibach, subsecretário de comercialização e programa regulatórios do USDA.
Com o Secretário de Agricultura, Sonny Perdue, prometeu, a equipe do USDA está usando as mais recentes tecnologia disponíveis no mercado para entregar um serviço mais eficiente. Segundo o departamento, o MARS aumenta a transparência, velocidade e precisão das notícias de mercado do USDA e facilita o fluxo de dados dos mais de 3.600 mercados a analistas do Serviço de Comercialização Agrícola e ultimamente aos produtores, indústria e ao público. A nova interface dinâmica fornece uma base de dados buscável com a possibilidade de criar relatórios customizados.
A partir do dia 2 de Feveiro, a informação de mercado dos produtos lácteos será a primeira a estar disponíveis no MARS, seguindo por algodão e tabaco, agendados para Abril. As datas para pecuária, avicultura e grãos serão anunciadas no site My News.

China não pode absorver estoques de soja dos EUA

MUITA OFERTA

China não pode absorver estoques de soja dos EUA


Oferta de soja tem superado a demanda nos últimos anos
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 01/02/2018 às 17:54h.
Uma análise do analista Ray Grabanski, radicado, em Fargo, na Dakota do Norte, publicada em artigo no site Agriculture.com traz uma perspectiva negativa para o produtor norte-americano e para os preços das commodities em geral. O principalmente motivo para o pessimismo do analista da consultoria Progressive AG é a sobreoferta de grãos no mercado.
Grabanski cita as produtividades recordes de milho nos últimos dois com uma safra muito boa de soja nos Estados Unidos em 2016 e a segunda maior produção já registrada em 2017 combinado com uma boa produção na América do Sul em 2017. Em função disso, o especialista conclui que a China, ao menos sozinho, não tem condições de absorver toda a oferta americana de soja.
“Os estoques da maioria dos grãos estão relativamente grandes com o milho em aproximadamente 2,5 bilhões de bushels de sobra, a soja em 470 milhões de bushels e trigo em 989 milhões de bushels. O único grão com uma sobra projetada pequena é o trigo, que teve queda em produtividade e de área em 2016. Os estoques de trigo caíram em 200 milhões de bushels”, explicou Grabanski.
Por outro lado, o analista prevê que há alguma possibilidade de recuperação dos preços. “Os preços estão relativamente baratos, que significa que o panorama negativo já construído nos preços. De fato, os preços têm estado estáveis recentemente, o que sugere estamos perto do piso dos preços”, ponderou.
Grabanski ressalta que o caso da soja é o mais complicado. “A projeção de estoques finais do USDA subiram de 301 milhões de bushels para 470 milhões de bushels. A China não pode simplesmente comprar tudo isso”, afirmou.

Milho precisa ser escoado, alerta Consultoria

ANÁLISE DE MERCADO

Milho precisa ser escoado, alerta Consultoria


Sob pena de o excesso de estoques pressionar os preços e tirar a lucratividade
Por:  -Leonardo Gottems 
Publicado em 01/02/2018 às 17:55h.
A T&F Consultoria Agroeconômica afirma que os dirigentes de associações de milho e de cooperativas devem se empenhar em escoar uma parcela bem maior do produto, “algo como cinco a seis milhões de toneladas, sob pena de o excesso de estoques pressionar os preços e tirar a lucratividade dos agricultores, que já está bem baixa”.
De acordo com a T&F, o mercado continua muito estudado e sem referências de comercialização. Vendedores estão em compasso de espera, aguardando a volta dos compradores: “Estes estão com estoques confortáveis e ficaram inibidos com as pedidas altistas deste início de semana. De acordo com os mesmos, as pedidas crescentes não possuem nexo, uma vez que aumentam as ofertas de produtores locais para entregar o milho verão estão sendo feitas com mais frequência e intermediários e silos vão acumulando estoques caros”.
“A preferência pelo milho tributado (de fora) continua, enquanto vendedores locais (diferido) ficam no vazio. A disputa é crescente e os vendedores se defendem alegando que a intensificação da colheita inflacionará os fretes. A expectativa destes é que os compradores fiquem à mercê do milho diferido, pagando os valores exigidos”, explica o analista da T&F Luiz Fernando Pacheco.
Ele aponta ainda que, nos portos, a recusa das tradings em manter os prêmios elevados é grande. A paridade ainda está distante e os recuos de Chicago e do dólar não oferecem um cenário favorável no longo prazo. A soma dos line-up’s de todos os portos indica 2,48 MT para janeiro e a previsão é de 30,28 MT para o final da temporada atual (fev/17 a jan/18).

Manejo específico pode aumentar a produtividade da soja em MT

Soja

Manejo específico pode aumentar a produtividade da soja em MT


Segundo pesquisador da Fundação MT, os hectares com soja são muito heterogêneos e requerem cuidados diferentes
Por:  
Publicado em 01/02/2018 às 17:57h.
Conscientizar o produtor de que solos com aptidões diferentes precisam de manejos distintos é um dos desafios para alavancar ainda mais a produtividade média de Mato Grosso - que foi de 55,42 sacas/ha em 2016/2017 -, afirma Leandro Zancanaro, gerente de pesquisa da Fundação MT. Segundo ele, não é possível apenas copiar o manejo feito em solos argilosos nos mais arenosos, por exemplo. “Temos uma proporção grande de solos arenosos ou com pouco acima de 15% de argila, cerca de 2 milhões de hectares com soja, na minha opinião, e eles abaixam a média, porque vão estar mais vulneráveis a qualquer semana com chuva. Se nós continuarmos fazendo em solos mais frágeis o mesmo manejo que fazemos nos argilosos, vamos ter dificuldades”.
Porém, para realizar esse manejo diferenciado, o produtor pode precisar fazer mudanças no seu sistema de produção, diz o pesquisador. “O pensamento imediato está fazendo ele seguir sempre no mesmo batidão, mas às vezes, se ele abrir mão um ano de cultivar soja e colocar pecuária no lugar e voltar com a oleaginosa no outro ano, ele vai dar um passo para trás, mas dois para a frente. Já sabemos que se não mudarmos certas estratégias, nós vamos para o buraco”.
Soja e milho - Zancanaro afirma que a sucessão constante de soja e milho ainda não está apresentando problemas para o rendimento final da produção de grãos no Estado. “Não é o ideal, seria melhor uma alternância, mas ainda bem que aconteceu esse sistema, porque o milho deixa boa quantidade de raiz e palha. Se tirá-lo da jogada, vou conseguir colocar braquiária ou milheto em tudo?”, explica. Ele ainda ressalta que o fato de o milho ser uma cultura comercial traz mais um benefício, que é de fazer a implantação da lavoura de segunda safra de forma mecanizada, no sulco. “Quando se faz cultura sem receita comercial, usa-se muito a grade e, se passar muitas vezes, ela degrada o solo. O milho permitiu diminuir a frequência de revolvimento. E isso permitiu menor degradação do material orgânico acumulado”. 
De acordo com ele, o produtor deveria pensar em alternativas, como a integração lavoura-pecuária (ILP).  “Mas existem sistemas, claro, que exigem grau de preparação maior de toda a equipe. ILP, por exemplo, muda o dia a dia da fazenda. Exige um querer e conhecimento”. Ele reforça, porém, que o Estado já evoluiu muito nesse quesito. “Produtores e profissionais da área técnica já se convenceram, porque viram resultados das pesquisa, perceberam na própria lavoura ou porque a corda já apertou muito”.
Safra 2017/2018 - Para ele, daqui para a frente, a produtividade média do Estado deve girar em torno das 55 sacas/ha. “De 1999 a 2015/2016, variamos de 50 a 53 sacas/ha. A minha opinião é de que vamos continuar mais próximos das 55 sc/ha do que dos 60 sc/ha por enquanto”. Em 2017/2018, ele espera uma safra boa em Mato Grosso, mas não no nível da anterior. De acordo com ele, visualmente as lavouras estão boas, mas os nematoides estão mais presentes do que em outros anos e uma parte do Estado ainda pode sofrer com a ferrugem asiática. Além disso, regiões de Mato Grosso com solos arenosos e que enfrentaram dias mais secos e de sol em janeiro podem ter perdas de produtividade.
Fundação MT em Campo - Em 2018, a Fundação comemora 25 anos de existência e, para marcar a data, o slogan será mudado para ‘Dando vida aos resultados’, explica Francisco Soares Neto, diretor presidente da instituição. A frase está aliada ao objetivo de difundir ainda mais as informações geradas pelos pesquisadores da entidade. “Não adianta termos boas pesquisas se não conseguirmos divulgar isso para o produtor”, afirma Neto. 
Este ano, além de continuar as pesquisas agronômicas em diversas frentes - de adubação ao controle de pragas e doenças -, a Fundação também pretende investir na difusão de informação para estudantes de diversas idades. Para os de escolas técnicas e faculdades, por exemplo, o objetivo será oferecer uma experiência mais prática que o visto nos cursos tradicionais e mostrar também o mercado de trabalho que a agricultura oferece. No futuro, segundo Zancanaro, a ideia é que a Fundação também ofereça alguns cursos mais técnicos, que ensinem determinadas práticas que nem sempre são aprendidas nas escolas agrícolas como, por exemplo, realizar coleta para nematoides. 

SOJA RECUA PELO 2º DIA CONSECUTIVO EM CHICAGO

SOJA RECUA PELO 2º DIA CONSECUTIVO EM CHICAGO

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros da soja recuaram no pregão desta quinta-feira e consolidaram o segundo dia consecutivo de desvalorização. As principais posições da oleaginosa caíram mais de 10 pontos. O contrato março/18 era cotado a US$ 9,85 por bushel, enquanto o maio/18 trabalhava a US$ 9,96 por bushel.
“O mercado foi pressionado por vendas técnicas, em um movimento de retomada de lucros depois das recentes valorizações, e após dados fracos das vendas semanais indicados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos)”, informou a Reuters internacional.
Na semana encerrada no dia 25 de janeiro, as vendas de soja dos Estados Unidos somaram 359 mil toneladas da safra 2017/18. O volume representa uma queda de 42% em relação à semana anterior e de 50% em comparação à média das últimas quatro semanas. O mercado apostava em algo entre 700 mil a 1,2 milhão de toneladas.
No acumulado da temporada, as vendas de soja totalizam 43.594,7 milhões de toneladas. Em igual período do ano anterior, o volume estava em 50.387,7 milhões de toneladas.
Paralelamente, o mercado continua sendo direcionado pelas previsões climáticas na Argentina. Para os próximos dias, os mapas ainda indicam a continuidade das altas temperaturas e poucas chuvas. O cenário já afetou o rendimento das lavouras e, nesta quinta-feira, a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA) reduziu a projeção para a safra de 54 milhões para 51 milhões de toneladas do grão nesta temporada.
“As perspectivas a curto prazo, como aponta a Bolsa, não indicam alívio efetivo em zonas comprometidas por estresse hídrico e é por isso que a entidade justifica a redução de sua estimativa”, reportou a entidade.
Ainda assim, a partir da próxima semana as previsões climáticas voltaram a indicar chuvas nas principais regiões de produção no país. “A chuva deve ocorrer em praticamente todas as regiões produtoras. Não serão chuvas volumosas, mas suficientes para elevar os níveis de umidade do solo, garantindo boas condições ao desenvolvimento das lavouras”, informou a Climatempo.
Mercado interno
O primeiro dia do mês de fevereiro foi de ligeiras movimentações aos preços da soja praticados no mercado doméstico. Conforme levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, no Oeste da Bahia, a saca da oleaginosa recuou 2,15% e terminou a quinta-feira a R$ 60,67.
Em Assis (SP), o recuo foi de 0,95%, com a saca a R$ 62,40. Já em Panambi (RS), a queda ficou em 0,87%, com a saca a R$ 61,50. Nos portos, os preços cederam novamente nesta quinta-feira. O disponível caiu 0,70% no Porto de Paranaguá, com a saca a R$ 71. No terminal de Rio Grande, a queda foi de 0,69%, com o disponível a R$ 71,50 a saca.
Ainda nesta quinta-feira, a INTL FCStone elevou a projeção da safra brasileira para 111,08 milhões de toneladas. A expectativa é que as exportações também sejam maiores nesta temporada.
“O clima durante o desenvolvimento da safra foi no geral benéfico, com alguns produtores, inclusive, reportando rendimentos acima dos do ano anterior, apesar de a média esperada estar mais baixa”, disse a analista de Inteligência de Mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi, em relatório divulgado nesta quinta-feira.

MINISTÉRIO DEFINE QUE VACINA DE 2 ML’S CONTRA AFTOSA SERÁ USADA EM 2019

MINISTÉRIO DEFINE QUE VACINA DE 2 ML’S CONTRA AFTOSA SERÁ USADA EM 2019

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu nesta quarta-feira que em maio de 2019 começará a ser aplicada a vacina contra a febre aftosa de 2 ml’s. Todo o calendário de vacinação deste ano segue sem mudanças, em maio e em novembro, com a vacina de 5 ml’s. A forma de aplicação do produto, no entanto, deverá ser preferencialmente subcutânea (abaixo do couro do animal) e não intramuscular, já a partir da primeira fase de vacinação em maio próximo, para maior eficiência do produto e para evitar perdas no abate.
Integrantes da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e da iniciativa privada avançaram nos entendimentos sobre mudanças na vacina. Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, é preciso cautela, medidas técnicas e estudos científicos, pois o Brasil está em fase final de erradicação da aftosa e de reconhecimento de país livre da doença com vacinação, status que deverá ser obtido internacionalmente, no próximo mês de maio, junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “A ambição do Mapa é ousada e faremos tudo para atingir os objetivos, apesar do tamanho do território brasileiro e do grande número de animais”, afirmou o secretário.
O diretor de Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Marques, disse que o setor produtivo mostra maturidade e a convicção de que tudo deverá ser feito dentro de critérios técnicos. “Não se trata apenas de redução de uma dose da vacina, pois implica em mudança do processo de produção, exigindo, além dos testes laboratoriais, testes de eficácia no campo”, explica.
Marques informou que existe o pleito do setor privado de que animais com mais de 30 meses não sejam vacinados, o que depende de decisões técnicas e científicas. “O setor deve apresentar seus argumentos para a mudança”. E explicou que o pleito pode ser incluído ainda neste ano na revisão da Instrução Normativa 44, que fixa normas do programa da febre aftosa, para viabilizar mudança na vacina e para que estados revisem suas legislações.
A retirada completa da vacinação deverá acontecer a partir de 2023, processo que será finalizado em 2026, conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA).

PREFEITURA BUSCA POSTO AVANÇADO DO INCRA PARA SINOP

PREFEITURA BUSCA POSTO AVANÇADO DO INCRA PARA SINOP

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC), que desde o início de 2017 agrega a pasta da Agricultura no município de Sinop, vem dando todo o suporte para os agricultores com projetos voltados para o desenvolvimento de políticas públicas para o setor, bem como o grande incentivo à agricultura familiar.
Recentemente solicitou ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), a instalação de um posto avançado em Sinop. A proposta de parceria prevê a cedência de, pelo menos, dois servidores do Instituto para atendimento e, em contrapartida a SEDEC fornecerá toda a estrutura física com instalações e equipamentos necessários para operação.
A luta pelo posto avançado já vem há algum tempo. Desde o ano passado que a Sedec já opera com um posto do Incra (sem ser avançado) dentro de suas instalações ofertando o serviço de emissão de Certificado de cadastro de Imóvel Rural (CCIR).
O posto avançado do Incra garantirá, ao agricultor, além da emissão do CCIR, serviços como recepção de Declaração para Cadastro de Imóvel (DP), Declaração para concessão do benefícios do INSS, além de informações e esclarecimentos a reforma agrária e projetos de reforma agrária.
“Estamos trabalhando para que o agricultor sinpense possa ter condições de trabalho e desenvolvimento”, ilustra o secretário da Pasta, Daniel Brolese, que lembra que, de acordo com os Impostos Territoriais Rurais (ITR’s) emitidos pela Prefeitura de Sinop, são cerca de 3,2 mil propriedades rurais cadastradas no município.
Outras ações paralelas são desenvolvidas pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico para contribuir no sucesso da assistência técnica e o desenvolvimento de políticas públicas para o setor. A Sedec também forneceu estrutura física para o funcionamento de um posto de coleta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que trabalha na coleta de dados para o senso rural desde o mês de outubro de 2017.
Um outro trabalho bastante importante da Secretaria voltado para a agricultura familiar é a implantação, através de emenda parlamentar do deputado estadual Silvano Amaral (PMDB), de tanques de peixes (50 tanques) na Gleba Mercedes, como também o credenciamento da Casa do Mel, junto ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), para a concessão do selo Serviço de Inspeção Sanitária Estadual (SISE) e, assim, os produtores locais e regionais poderem comercializar os produtos à base de mel, de forma legal, nos mercados dos 141 municípios de Mato Grosso.
Veterinários e técnicos agrícolas também visitam as propriedades rurais dando assistência técnica nos mais diferenciados quesitos, como pequenos partos de riscos de animais, inseminações artificiais, cultivo de hortaliças e manejo da terra, assim como cursos de capacitação para o manuseio dos mais diversos produtos agrícolas, como o leite, por exemplo.
Uma parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH) mantém o projeto Semear, que cultiva verduras e hortaliças na área externa do presídio Osvaldo Florentino. O projeto utiliza mão de obras de alguns reeducandos e ajuda a integrar e enriquecer a alimentação dos demais detentos. Outra parte da produção é absorvida pela indústria e o mercado consumidor local.
As informações são da assessoria da prefeitura.