sexta-feira, 1 de junho de 2018

Milho: Impasse entre EUA e China segue em foco e mercado inicia 6ª feira com ligeiras altas em Chicago



Publicado em 01/06/2018 09:28 e atualizado em 01/06/2018 13:26



Os preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta sexta-feira (1) do lado positivo da tabela. As principais posições da commodity exibiam ganhos de mais de 1 ponto, por volta das 9h08 (horário de Brasília). O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,95 por bushel, enquanto o setembro/18 operava a US$ 4,04 por bushel.
As cotações permanecem próximas da estabilidade no mercado internacional, com os investidores focados no impasse comercial entre Estados Unidos e China e na nova safra norte-americana. Essa semana, o conflito entre as duas potências mundiais voltou ao centro das atenções dos traders, após o governo americano anunciar uma taxa de 25% sobre importações chinesas.
Por outro lado, a safra norte-americana permanece no radar dos participantes do mercado. 92% da safra já foi cultivada e 79% apresentam boas ou excelentes condições, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Contudo, os comerciantes já começam a ver o clima quente como um risco para o desenvolvimento das culturas", reportou a Reuters internacional. 
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

Colheita de milho avança em ritmo demorado na Argentina, com apenas 36,9% da área total



Publicado em 01/06/2018 10:07



Na Argentina, a colheita de milho avança em um ritmo mais demorado do que a última safra, devido aos elevados níveis de umidade que existem nos grãos, bem como caminhos rurais deteriorados, como aponta o Panorama Agrícola Semanal (PAS) da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA).
Os rendimentos colhidos se encontram abaixo dos ciclos anteriores, sendo o rendimento médio estabelecido em 6990kg (116 sacas) por hectare.
Com um avanço de colheita de 36,9% da área total, a BCBA estima uma safra de 32 milhões de toneladas para o milho argentino com destino comercial.
Por: Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Milho: Em Chicago, mercado volta a testar leves quedas nesta 6ª feira com foco no conflito entre EUA e China



Publicado em 01/06/2018 13:22 e atualizado em 01/06/2018 17:47



Durante a sessão desta sexta-feira (1), os futuros do milho voltaram a testar o lado negativo da tabela na Bolsa de Chicago (CBOT). As cotações permanecem próximas da estabilidade e, por volta das 13h03 (horário de Brasília), exibiam quedas entre 1,25 e 2,25 pontos. O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,91 por bushel, enquanto o setembro/18 trabalhava a US$ 4,01 por bushel.
"Os futuros dos grãos operam sem direção definida, com os traders navegando em correntes conflitantes sobre comércio e clima", informou o site internacional Farm Futures. Essa semana, o conflito entre Estados Unidos e China voltou ao centro das atenções dos traders, após o governo americano anunciar uma taxa de 25% sobre importações chinesas.
Por outro lado, a safra norte-americana permanece no radar dos participantes do mercado. 92% da safra já foi cultivada e 79% apresentam boas ou excelentes condições, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). "Contudo, os comerciantes já começam a ver o clima quente como um risco para o desenvolvimento das culturas", reportou a Reuters internacional. 
"As previsões oficiais de 6 a 10 e de 8 a 14 dias continuam a mostrar temperaturas acima do normal, com melhores chances de chuvas nos estados do norte do cinturão produtor", destacou o Farm Futures.
Já as vendas semanais totalizaram 1,142 milhão de toneladas de milho, conforme relatório do USDA. "O volume ficou ligeiramente acima das apostas dos investidores, entre 700 mil a 1,1 milhão de toneladas do cereal", informou o Agriculture.com. 
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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

Santa Catarina terá milho a R$ 37,60/saca



Publicado em 01/06/2018 17:30




Atendendo a uma demanda do setor produtivo, o Governo do Estado conseguiu para Santa Catarina desconto preço da saca de milho praticado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A negociação com o Ministério da Agricultura sobre o preço da saca de milho foi encerrada durante a reunião, nesta sexta-feira, 1º de junho, entre os representantes dos setores produtivos e o governador Eduardo Pinho Moreira. Ao final do encontro, o secretário Spies anunciou a concordância do Mapa em reduzir os preços e fixar em R$ 37,60 o valor da saca para os próximos 15 dias.
Antes, representantes das agroindústrias e produtores rurais tinham sido surpreendidos com a notícia de que os estoques de milho da Conab seriam vendidos a R$ 41,40 - muito acima do valor praticado na última semana de R$ 31,90.
“O valor alcançado ficou abaixo do preço médio de mercado praticado no Estado e isso dá um apoio aos produtores e agroindústrias que estão se recuperando da paralisação dos caminhoneiros”, comemora o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.
A Conab tem 42 mil toneladas de milho disponíveis em Santa Catarina, que podem ser adquiridas através do Programa de Vendas em Balcão.
Os armazéns da Companhia estão localizados em corredores de abastecimento nos municípios de Campos Novos, Quilombo, Chapecó, Mafra, Irineópolis, Itapiranga, Maracajá, Braço do Norte, Herval d´Oeste, Coronel Freitas, São Miguel do Oeste e Bom Jesus.
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Fonte: Secretaria da Agricultura de SC

Milho: Mercado recua mais de 3% na semana na CBOT com impasse entre EUA x China e safra americana



Publicado em 01/06/2018 17:42



Na Bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do milho fecharam a semana em campo negativo. Conforme levantamento do economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, as cotações da commodity acumularam desvalorizações de mais de 3% essa semana.
Somente nesta sexta-feira (1), os preços caíram mais de 2 pontos. O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,91 por bushel, enquanto o setembro/18 operava a US$ 4,00 por bushel. O dezembro/18 era negociado a US$ 4,11 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, as cotações do cereal foram pressionadas pelo impasse entre Estados Unidos e China e pelas boas condições da safra americana. Essa semana, o conflito comercial entre as maiores potências mundial voltou ao centro das negociações. Isso após a nação americana anunciar a taxação de 25% sobre importações chinesas.
A China é o maior importador de soja do mundo e o maior comprador de sorgo dos EUA, grão utilizado na composição da ração e que compete com o milho. Com isso, o conflito entre os países segue no radar dos participantes do mercado.
Outro fator que segue influenciando o andamento dos preços em Chicago é a safra americana. Essa semana, a área cultivada com o milho chegou a 92% no país até o último domingo, segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportados no início dessa semana.
As condições das lavouras americanas também ajudaram a pressionar as cotações, de acordo com os especialistas. Em torno de 79% das plantações apresentam boas ou excelentes condições. 18% em condição regular e 3% em condições ruins ou muito ruins, ainda segundo o departamento americano.
"Contudo, os comerciantes já começam a ver o clima quente como um risco para o desenvolvimento das culturas", reportou a Reuters internacional.
"As previsões oficiais de 6 a 10 e de 8 a 14 dias continuam a mostrar temperaturas acima do normal, com melhores chances de chuvas nos estados do norte do cinturão produtor", destacou o Farm Futures.
Já as vendas semanais totalizaram 1,142 milhão de toneladas de milho, conforme relatório do USDA. "O volume ficou ligeiramente acima das apostas dos investidores, entre 700 mil a 1,1 milhão de toneladas do cereal", informou o Agriculture.com.
Mercado interno
A semana foi marcada por poucos negócios no mercado doméstico. Cenário decorrente das incertezas trazidas pela greve dos caminhoneiros. E, com o final da paralisação praticamente consolidado, os compradores voltaram a negociar, segundo explicam os analistas. Assim, a perspectiva é que haja uma retomada das atividades e as indústrias, granjas e confinamentos se reorganizem.
Ainda nesta sexta-feira, poucas modificações foram registradas nos preços no mercado interno. Em São Gabriel do Oeste (MS), os preços cederam 6,25%, com a saca do cereal a R$ 30,00. Em contrapartida, em Não-me-toque (RS), a alta ficou em 5,88%, com a saca a R$ 36,00. Em Panambi (RS), o ganho foi de 1,37% e a saca a R$ 35,52.
Além disso, o mercado ainda acompanha as perdas registradas na safrinha brasileira. Hoje, a INTL FCStone reduziu sua estimativa para a produção de milho para 78,4 milhões de toneladas, especialmente devido aos cortes na segunda safra. A projeção é que sejam colhidas 55,3 milhões de toneladas na safrinha, uma queda de 8,6% em relação à estimativa de maior, de 60,5 milhões de toneladas.
"Essa redução de mais de 5 milhões de toneladas foi motivada por cortes de produtividade, com o rendimento médio esperado para o Brasil ficando em 4,71 toneladas por hectare. O clima mais seco já desde abril, com os níveis de precipitação se mantendo abaixo do esperado também em maio, condicionou a revisão para baixo", informou a consultoria em nota.
Dólar
A moeda norte-americana encerrou o pregão desta sexta-feira a R$ 3,7667 na venda, uma alta de 0,80%. O câmbio tocou o maior nível desde os R$ 3,7937, registrado em 7 de março de 2016. Na semana, o dólar acumula valorização de 2,68%.
"O dólar terminou nesta sexta-feira o maior nível de fechamento desde março de 2016, com a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras impondo desconfiança aos investidores sobre a condução da economia brasileira", reportou a Reuters.
Confira como fecharam os preços nesta sexta-feira:
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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Cotações do arábica operam com leve alta nesta manhã de 6ª feira em NY e estendem ganhos recentes



Publicado em 01/06/2018 09:21



Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com leve alta nesta manhã de sexta-feira (1º) e estendem os ganhos da véspera que foram de mais de 300 pontos. O mercado externo do grão acompanha atentamente as informações sobre a safra brasileira, mas ajustes também são registrados.
Por volta das 09h10 (horário de Brasília), o contrato julho/18 estava cotado a 123,96 cents/lb com alta de 25 pontos e o setembro/18 anotava 126,20 cents/lb com avanço de 30 pontos. Já o vencimento dezembro/18 tinha 20 pontos, a 126,65 cents/lb, e o março/19, mais distante, tinha 25 pontos positivos, a 133,10 cents/lb.
O mercado do arábica na ICE voltou a subir na quarta-feira renovando as máximas já registradas na semana passada, quando o mercado retomou o patamar de US$ 1,20 por libra-peso. Segundo agências de notícias, as cotações encontram suporte na previsão do tempo para a próxima semana no Brasil, maior produtor e exportador, e da oferta.
No Brasil, no último fechamento, o tipo 6 duro era negociado a R$ 450,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP), em Guaxupé (MG) os preços estavam cotados a R$ 477,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 462,00 a saca.
Veja como fechou o mercado na quinta-feira:
Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

Café: Após alta expressiva na véspera, Bolsa de NY recua nesta tarde de 6ª em ajustes e com pressão do câmbio



Publicado em 01/06/2018 13:13



As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com queda próxima de 100 pontos nesta tarde de sexta-feira (1º) e revertem parte dos ganhos registrados na véspera, quando o mercado subiu mais de 300 pontos. O mercado se acomoda tecnicamente, mas os vencimentos próximos seguem acima de US$ 1,20 por libra-peso.
Por volta das 09h10 (horário de Brasília), o contrato julho/18 estava cotado a 123,96 cents/lb com alta de 25 pontos e o setembro/18 anotava 126,20 cents/lb com avanço de 30 pontos. Já o vencimento dezembro/18 tinha 20 pontos, a 126,65 cents/lb, e o março/19, mais distante, tinha 25 pontos positivos, a 133,10 cents/lb.
Com suporte das preocupações climáticas na próxima semana no Brasil, o mercado externo do arábica avançou mais de 300 pontos ontem (31). As cotações renovaram máximas da semana passada e estenderam ganhos dos últimos dias. Agora, ajustes técnicos naturais são vistos. Além disso, o câmbio também dá pressão aos preços.
Por volta das 12h18, o dólar comercial avançava 0,74%, cotado a R$ 3,7520 na venda, repercutindo a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras, o que acabou prejudicando a percepção dos investidores sobre a condução da economia brasileira. O dólar mais alto tende a encorajar as exportações da commodity, mas derruba as cotações externas.
No Brasil, no último fechamento, o tipo 6 duro era negociado a R$ 450,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP), em Guaxupé (MG) os preços estavam cotados a R$ 477,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 462,00 a saca.
Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas