segunda-feira, 2 de julho de 2018

Produtores antecipam colheita da safra de café no Paraná



Publicado em 02/07/2018 14:30



A colheita da safra de café está adiantada no Paraná, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral). Os produtores colheram 40% da área plantada para a safra de 2018 nos primeiros seis meses do ano. Normalmente, nesta época, o índice é de 15%, segundo o departamento.
Veja a notícia na íntegra no site do G1 PR
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Fonte: G1 PR

Café arábica encerrou 2ª em NY com quedas de mais de 300 pts



Publicado em 02/07/2018 17:25




No fechamento desta segunda-feira (02), o café arábica sofreu fortes quedas na Bolsa de Nova York (ICE Futures Group), chegando até a 345 pontos nos principais vencimentos.
Setembro/18 teve queda de 345 pontos, a 111,65 cents/lb. Para dezembro/18, a mesma queda se repetiu, a 115,10 cents/lb. Já março/19, mais distante, teve uma queda de 340 pontos, a 118,70 cents/lb.
Com a disputa comercial entre os Estados Unidos e a China trazendo expectativa para o cenário internacional, todas as commodities sentiram os efeitos adversos nas sessões de hoje, o que não foi diferente com o café. Como destacaram executivos ouvidos pela Bloomberg, há temores de uma severa ameaça ao crescimento global.
O analista de mercado Jack Scoville, da Price Futures Group, salienta que o Brasil terá condições mais secas e que as temperaturas devem ficar abaixo do normal, enquanto a Colômbia deve receber apenas chuvas isoladas.
Em maio, as exportações globais de café tiveram uma queda de 12,4% ante o mesmo período do ano passado, segundo a Organização Internacional do Café (OIC).
O dólar teve uma alta de 0,93% na sessão de hoje, encerrando a R$3,9125.
Mercado interno
O café tipo 4/5 teve sua maior variação do dia em Poços de Caldas (MG), onde teve alta de 2,82%, a R$474,00. Em Franca (SP), ocorreu uma queda de -2,08%, a R$470,00.
Para o café tipo cereja descascado, a maior variação foi em Patrocínio (MG), com alta de 2,13%, a R$480,00. A queda mais expressiva foi vista em Guaxupé (MG), de -1,20%, a R$494,00.
O Indicador Cepea/Esalq para o café arábica, referente à sexta-feira (29), teve alta de 0,23%, a R$451,00.
Por: Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Nova rota reduzirá tempo e custos com o frete para chegada de milho a Santa Catarina



Publicado em 02/07/2018 18:05



Ao reduzir a distância entre a agroindústria e um dos seus principais insumos - o milho utilizado para abastecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite - Santa Catarina consolida uma alternativa mais viável e barata para suprir a demanda de grãos. Com a implantação da Rota do Milho, o Estado poderá ser abastecido pelo Paraguai, com os caminhões passando pela Argentina e chegando a Santa Catarina pela aduana de Dionísio Cerqueira. O percurso do grão pelo modal rodoviário do Centro-Oeste até Santa Catarina deverá reduzir de aproximadamente dois mil quilômetros para 350.
“Santa Catarina, com uma produção de referência e um status sanitário de excelência, tem se mostrado um Estado forte e resiliente, sobretudo em momentos de crise. Manter a competitividade do nosso setor produtivo passa, essencialmente, por melhorias de logística e de infraestrutura. Do contrário, corremos o risco de a nossa agroindústria migrar para outros Estados”, salienta o governador Eduardo Pinho Moreira.

Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca, todos os anos, quatro milhões de toneladas do grão saem do Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul, com destino a Santa Catarina. A nova rota traz boas expectativas para o agronegócio catarinense e desponta como uma alternativa mais barata e viável. Ela é resultado de intensas negociações protagonizadas pelo Governo do Estado, via Secretaria do Planejamento.

UM DESAFIO A SER VENCIDO

Investir na logística para o transporte do milho é fundamental para manter a competitividade do agronegócio catarinense. Ao longo dos anos - resultado de fortes investimentos em sanidade, produtividade e manejo – o setor se consolidou como um gigante que produz e exporta, especialmente a carne, para os mais importantes mercados mundiais. A necessidade de milho, no entanto, tem imposto um desafio caro para a indústria, e aponta para alternativas como aumentar a produção do milho no Estado; investir no aumento da capacidade de armazenagem; usar outros grãos para completar a alimentação dos animais, como trigo e cevada.

Santa Catarina produz em média três milhões de toneladas de milho por ano e utiliza sete milhões na alimentação de suínos e aves – o consumo diário passa de 19 mil toneladas. “Temos um déficit que ultrapassa 55% da demanda, que tem sido suprida com milho que vem de longe. Temos buscado no norte do Mato Grosso, com distâncias que chegam a dois mil quilômetros e o transporte é feito via caminhões”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies. Outro agravante, conforme o secretário Spies, é que o milho que chegava ao Estado a um preço relativamente competitivo, encontrou outros destinos: a exportação e a fabricação de etanol.

“Ou viabilizamos a oferta de milho para Santa Catarina ou o Estado irá perder a competitividade”, afirma o diretor de relações institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA,) Ariel Mendes. Para dar continuidade ao modelo do agronegócio catarinense, a ABPA criou um grupo técnico que estuda a questão do milho e da logística catarinense.

“Partimos da avaliação de que se não for resolvido o problema do milho, Santa Catarina vai perder competitividade. Aqui estão as melhores plantas, que exportam para o mundo. Este é um patrimônio que temos que preservar”, destaca.
A NOVA ROTA

Pelo novo trajeto, os caminhões carregados com milho partem do Porto 7 de Agosto, em Carlos Antonio López, no Paraguai, seguem em balsa pelo rio Paraná, chegando até o Porto Piray, na Argentina, e entram no Brasil pela aduana de Dionísio Cerqueira, no Extremo-Oeste de Santa Catarina. 

“Queremos provar que é possível o caminhão sair e chegar ao destino no mesmo dia”, diz Flávio Berté, sub-coordenador do Núcleo Estadual de Faixa de Fronteira, que coordenou as ações para a implantação da rota em conjunto com os governos paraguaio e argentino, Bloco Regional de Intendentes, Prefeitos, Alcaldes e Empresários do Mercosul (Bripaem) e Fórum de Competitividade e Desenvolvimento para a Região Oeste, com apoio do Sebrae do Grande Oeste.

Para a agroindústria catarinense, a Rota do Milho passa a ser uma das melhores alternativas para suprir a demanda do grão. Entidades ligadas ao setor garantem que, a partir de uma maior aproximação entre os países do Mercosul, poderão surgir novas possibilidades de negócios e parcerias.

"A Rota do Milho integra os países do Mercosul de forma mais direta, com mais inteligência e redução de custos. Hoje é melhor comprar milho no Paraguai do que no Mato Grosso, por exemplo. As cooperativas afiliadas à Fecoagro já são parceiras do Paraguai na compra de trigo, milho e farelo de soja. Além disso, abre uma via para exportação de produtos catarinenses, principalmente frutas e carnes", aponta Claudio Post, presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro).

Para o diretor executivo do Sindicarne/SC, Ricardo Gouvêa, a Rota do Milho traz uma nova opção de fornecedor, economicamente mais atrativa para o setor. "O agronegócio catarinense depende de milho que hoje está vindo do Centro-Oeste, a uma distância de quase 2 mil quilômetros. Com a rota do milho, poderemos buscar esse milho mais perto e com uma redução de custos devido ao preço do frete", afirma.

Hoje, as agroindústrias catarinenses já trazem um milhão de toneladas de milho do Paraguai via Foz do Iguaçu e boa parte dessa quantidade pode começar a entrar no Estado por Dionísio Cerqueira. Gouvêa fala ainda sobre a possibilidade de ampliar as compras do país vizinho e diminuir a importação de milho do Centro-Oeste. "Se nós percebermos que é viável e tivermos um fluxo mais constante de milho entrando via Dionísio Cerqueira, poderemos aumentar a quantidade do grão importada do Paraguai", avalia.

“A Rota do Milho dará fôlego para o agronegócio catarinense, que hoje sofre com sérios problemas de logística para conseguir matéria-prima para as suas cadeias produtivas. Ela, literalmente, abrirá caminho para o desenvolvimento”, afirmou o secretário de Estado do Planejamento, Francisco Cardoso de Camargo Filho.

ADUANA DE DIONÍSIO CERQUEIRA

A porta de entrada em Santa Catarina dos grãos que sairão do Paraguai será a aduana de Dionísio Cerqueira. Paralelo à consolidação da Rota do Milho, continua a mobilização para melhorias da estrutura na fronteira com a Argentina, no Extremo-Oeste catarinense.

A estrutura da unidade da Receita Federal do Brasil em Dionísio Cerqueira conta atualmente com Área de Controle Integrado (ACI) Cargas; ponto de fronteira alfandegado para atender ao fluxo de turistas e comércio de fronteira; prédio sede da alfândega e três unidades jurisdicionais. Um movimento que une autoridades e a sociedade civil organizada está buscando melhorias na estrutura para ampliar a capacidade e o fluxo da aduana.

Atualmente, segundo informações do movimento “A Aduana é Nossa”, em Dionísio Cerqueira, os caminhões estariam migrando para estruturas do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde o tempo para a liberação das cargas tem sido menor. Para garantir movimentação financeira, com aumento significativo na geração de renda e desenvolvimento para a região e para o Estado, o município calcula que seria necessária uma estrutura que comportasse, no mínimo, cinco mil caminhões por mês.

A unidade de Dionísio Cerqueira (considerando as unidades jurisdicionadas) dispõe de 10 auditores fiscais da Receita, 19 analistas tributários da Receita e seis servidores administrativos.

A ACI Cargas conta com 137 vagas para caminhões e oito vagas para conferência física de mercadorias. Por ser uma área de controle integrado, o local abriga representantes de órgãos brasileiros (Receita Federal do Brasil, Anvisa, Mapa, Cidasc) e argentinos (AFIP, Senada Gendarmeria Nacional, Migraciones).

Em 2017, o movimento médio de veículos na ACI-Cargas foi de 1,1 mil/mês.
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Fonte: Sec. de Planejamento de SC

Milho: Com tensão entre EUA e China como pano de fundo, mercado recua mais de 3% nesta 2ª na CBOT



Publicado em 02/07/2018 17:43



O pregão desta segunda-feira (2) foi de forte queda aos preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity ampliaram as perdas ao longo da sessão e finalizaram o dia com recuo de mais de 12 pontos, uma desvalorização de mais de 3%. O vencimento julho/18 era cotado a US$ 3,37 por bushel, enquanto o setembro/18 operava a US$ 3,47 por bushel.
Segundo informações das agências internacionais, a segunda-feira foi mais um dia de aversão ao risco. Cenário que fez com os fundos de investimentos liquidassem suas posições e ocasionou uma desvalorização generalizada nas commodities agrícolas.
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As crescentes tensões comerciais entre Estados Unidos e China seguem como pano de fundo. "A venda dos fundos pesou sobre os mercados de grãos em geral, juntamente com um dólar mais forte, o que torna os embarques norte-americanos menos competitivos nos mercados globais", reportou a Reuters internacional.
Ainda conforme dados da agência, os mercados permanecem monitorando as tensões entre as maiores potências mundiais. "E as tensões comerciais vêm em meio a fortes perspectivas de produção para a colheita de milho e soja dos EUA neste outono, após o bom tempo no início da temporada", reforça a Reuters.
Do mesmo modo, a safra norte-americana e o comportamento do clima no Meio-Oeste permanecem no radar dos participantes do mercado. Até a semana anterior, cerca de 77% das lavouras apresentam boas ou excelentes condições, conforme dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
As informações serão atualizadas no fina da tarde desta segunda-feira. Já o relatório de embarques semanais, do USDA, ficou em 1.537,8 milhão de toneladas na semana encerrada no dia 28 de junho. Na semana anterior, o número ficou em 1.540,4 milhão de toneladas.
No acumulado da temporada, os embarques totalizam 45.759,8 milhões de toneladas, contra as 48.713,1 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ano passado.
Mercado brasileiro
O início da semana foi de estabilidade aos preços do milho negociados no mercado doméstico. Conforme levantamento da equipe do Notícias Agrícolas, em Brasília, o preço do cereal caiu 6,67%, com a saca a R$ 28,00. Por outro lado, em Castro (PR), o ganho foi de 5,71%, com a saca a R$ 37,00.
Em meio a colheita da safrinha no Brasil, os compradores permanecem afastados do mercado à espera da novas oportunidades de negócios. "Quanto ao vendedor, alguns agentes indicam necessidade de liberar espaço nos armazéns. No entanto, indefinições com os preços mínimos de fretes seguem limitando novos negócios", informou o Cepea em seu comentário semanal.
Diante desse quadro, os negócios permanecem travados no mercado brasileiro. Ainda nesta segunda-feira, a INTL FCStone estimou a produção de milho do Brasil em 79,15 milhões de toneladas e as exportações foram projetadas em 28 milhões de toneladas nesta temporada.
Os impactos do tabelamento do frete tendem a ser importantes, com o custo logístico chegando a ultrapassar o preço do próprio produto em regiões distantes dos portos e dos centros consumidores, e a comercialização se mantém mais travada em algumas regiões”, afirma a analista de mercado da INTL FCStone, Ana Luiza Lodi.
Dólar
A moeda norte-americana encerrou a segunda-feira a R$ 3,9111 na venda, com alta de 0,87%. "O câmbio acompanhou a cena externa com movimentos de maior aversão ao risco e sem atuações extraordinárias do Banco Central brasileiro", destacou a Reuters.
Confira como fecharam os preços nesta segunda-feira:
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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

Soja perde mais 10 pts em Chicago nesta 2ª mas alta do dólar volta a compensar para preços no Brasil



Publicado em 02/07/2018 17:34



A pressão do mercado financeiro internacional chegou aos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago e o mercado fechou o pregão desta segunda-feira (2) com baixas de 10 pontos entre os principais vencimentos. Com isso, o vencimento julho/18 foi a US$ 8,53 e o agosto encerrou o dia com US$ 8,59 por bushel.
O início de semana foi, mais uma vez, de intensa aversão ao risco por parte dos investidores frente aos temores comerciais de uma declarada guerra comercial pelo presidente norte-americano Donald Trump e que já não chega só à China. 
E assim, as vendas de posições por parte dos fundos investidores atingiu as commodities em cheio, da mesma forma que provocou uma nova corrido ao dólar, em detrimento a uma série de outras moedas neste início não só de semana, mas de mês e de semestre. E para analistas e consultores, a cena externa ainda sustenta a tendência de alta da divisa americana. 
Nesta segunda, frente ao real, o dólar subiu 0,87% e fechou com R$ 3,9111, mais alto patamar desde o o último 7 de junho. "A disputa comercial entre os Estados Unidos e a China segue no foco dos mercados, apoiando o dólar forte", trouxe a corretora Rico Investimentos em relatório, segundo noticiou a agência Reuters. 
A alta do dólar index, no fim da tarde desta segunda-feira, era de quase 0,7% frente a uma cesta de moedas internacionais. 
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Como explica o analista de mercado Matheus Pereira, da AgResource Mercosul, há muito medo especulativo no mercado. "Política é um tema imprevisível. Só acredito que as negociações possam ser reabertas se Trump decidir se encontrar pessoalmente com Xi Jinping", explica. "A agressividade deste embate não é modesta. Ambos os líderes possuem um orgulho maior do que seu próprio título. Não voltarão facilmente atrás de suas decisões", completa.
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Os preços são pressionados também pelo bom avanço da nova safra de grãos dos Estados Unidos, que continuam a contar com condições climáticas bastante favoráveis até este momento. 
"O ponto principal é que as condições de umidade do solo na maior parte do Meio-Oeste estão favoráveis e ainda leva algumas semanas para que algumas regiões sequem o suficiente para causar algum stress muito sério. Enquanto isso, no meio tempo, as últimas previsões seguem mostrando uma condição ainda um tanto incerta sobre as variações de temperaturas e chuvas, mas ainda sem indicar um cenário de muito stress até o final do verão", diz um boletim do instituto internacional World Weather Inc. 
Assim, nem mesmo o bom número dos embarques semanais norte-americanos, que ficaram acima das expectativas do mercado, foram suficientes para limitar as baixas na oleaginosa. 
Na semana encerrada em 28 de junho, foram embarcadas 849,204 mil toneladas de soja, volume maior do que o da semana anterior, e acima das projeções de 380 mil a 790 mil toneladas. No acumulado da temporada, os embarques já somam 49.673,709 milhões de toneladas, contra mais de 52 milhões do ano passado.
Mercado Nacional
E foi a alta do dólar, mais uma vez, que provocou um bom avanço das cotações da soja no mercado brasileiro. Nesta segunda, o interior do país viu os preços subirem mais de 1% nas principais praças de comercialização e em boa parte deles as referências superarem os R$ 70,00 por saca. 
No porto de Rio Grande, a soja disponível foi a R$ 85,40 com alta de 0,47% e R$ 86,00 para agosto, com alta de ganho de 0,23%. Em Paranaguá, estabilidade no disponível, com R$ 89,00, e no futuro, com R$ 81,00 para março/19. 
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Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas

Com Petrobras fora da ureia pecuária, há que ser criadas normas para uso da ureia fertilizante em bovinos, sobretudo na pureza



Publicado em 02/07/2018 10:56 e atualizado em 02/07/2018 12:00



Granulometria maior, da agrícola, não causa problema, mas a impureza sim, e o Mapa legisla sobre sobre isso. Com o fechamento das fábricas da estatal, que produzia todo o produto consumido na pecuária (300 mil/t ano), a tendência é o pecuarista usar mais a agrícola, que já era mais barata, do que a importada.
Cristina Maria Pacheco Barbosa - Pesquisadora do Instituto zootecnia

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Com Petrobras fora da ureia pecuária, há que ser criada normas para uso da fertilizante em bovinos, sobretudo na pureza
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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas