quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Justiça do DF bloqueia R$263 mi da BR Distribuidora em caso que investiga cartel no DF



Publicado em 01/08/2018 08:42



SÃO PAULO (Reuters) - A BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, informou nesta quarta-feira que a Justiça do Distrito Federal determinou bloqueio de 263 milhões de reais de contas da companhia como medida preventiva para eventual ressarcimento dos prejuízos causados por supostos crimes investigados no âmbito da Operação Dubai.
A distribuidora de combustíveis da Petrobras informou que em desdobramento da operação, que investiga organização criminosa dedicada à formação de cartel no mercado de revenda de combustíveis no Distrito Federal, foram denunciadas na terça-feira 28 pessoas, dentre as quais um empregado e dois ex-funcionários da companhia.
A BR esclareceu ainda em nota que não é ré no processo criminal e que está adotando todas as medidas legais disponíveis para a liberação dos valores bloqueados.
(Por Roberto Samora)
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Fonte: Reuters

Petróleo: Brent opera abaixo de US$ 74 com aumento de estoques dos EUA e oferta da Opep



Publicado em 01/08/2018 08:52


Por Alex Lawler
LONDRES (Reuters) - Os contratos futuros do petróleo caíam para menos de 74 dólares o barril nesta quarta-feira, pressionados por notícias de que os estoques de dos Estados Unidos subiram inesperadamente, assim como a produção da Opep, aumentando as indicações de uma oferta mais ampla.
O petróleo Brent recuava 1 dólar, ou 1,35 por cento, a 73,21 dólares por barril, às 8:39 (horário de Brasília).
O petróleo dos Estados Unidos caía 0,79 dólar, ou 1,15 por cento, a 67,97 dólares por barril.
Na terça-feira, o American Petroleum Institute informou que os estoques de petróleo subiram 5,6 milhões de barris na semana passada. Os analistas esperavam uma queda de 2,8 milhões.


O governo dos EUA divulga nesta quarta-feira o seu relatório de estoques.
"Uma nova dose de angustia de preços veio de uma fonte inesperada", disse Stephen Brennock, da corretora de petróleo PVM. "Os EUA têm estado na linha de queda dos estoques globais de petróleo, mas o rebalanceamento parou abruptamente na semana passada", disse ele, referindo-se ao relatório da API.
No mês passado, o Brent caiu mais de 6 por cento e o petróleo dos Estados Unidos caiu cerca de 7 por cento, a maior queda mensal para os dois referenciais desde julho de 2016.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo, mais a Rússia e outros aliados, decidiram em junho reduzir os cortes de fornecimento que estavam em vigor desde 2017, depois que um excesso foi eliminado.
A produção da Opep subiu em junho, liderada pela Arábia Saudita, e atingiu a máxima de 2018 em julho, segundo uma pesquisa da Reuters divulgada na segunda-feira, embora tenha diminuído devido ao Irã, e outros produtores tenham limitado o aumento.
Fonte: Reuters

Dólar sobe ante real de olho em Trump e Fed



Publicado em 01/08/2018 09:12



Por Claudia Dolfini
SÃO PAULO(Reuters) - O dólar iniciou a quarta-feira em leve alta ante o real, de olho no mercado externo e na volta dos temores de escalada de guerra comercial após o presidente Donald Trump ameaçar impor tarifas de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos importados da China, ante 10 por cento antes, e os chineses prometerem retaliar caso isso seja de fato feito.
O desfecho do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, nesta tarde, também está no foco dos agentes, que querem pistas sobre a trajetória dos juros no restante do ano. Para esta reunião, as taxas devem se manter inalteradas entre 1,75-2 por cento.
Às 9:05, o dólar avançava 0,33 por cento, a 3,7672 reais na venda, depois de ter subido 0,66 por cento na véspera e encerrado julho a 3,7548 reais. No mês, cedeu 3,16 por cento. O dólar futuro avançava 0,23 por cento.
O Banco Central realiza nesta quarta-feira leilão de swap cambial tradicional, equivalentes à venda futura de dólares, com oferta de até 4,8 mil contratos para rolagem do vencimento de setembro.
Se mantiver essa oferta e vendê-la até o final do mês, terá rolado o equivalente a 5,255 bilhões de dólares.
Fonte: Reuters

China promete retaliar se Trump impuser tarifa de 25% sobre US$ 200 bi produtos chineses



Publicado em 01/08/2018 08:17




Por Ben Blanchard e Steve Holland
PEQUIM / WASHINGTON (Reuters) - A China disse nesta quarta-feira que "chantagem" não funcionará e que retaliará se os Estados Unidos tomarem outras medidas que dificultem o comércio, conforme o governo Trump considera uma taxação de 25 por cento sobre os 200 dólares bilhão de mercadorias chinesas.
A proposta aumentaria a alíquota de 10 por cento que o governo havia inicialmente proposto em 10 de julho para essa onda de impostos, numa tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o plano na véspera.
As tarifas visam milhares de importações chinesas, incluindo produtos alimentícios, produtos químicos, aço e alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes até pneus de carros, bicicletas e luvas de beisebol e produtos de beleza.
A fonte disse que o governo do presidente Donald Trump poderia anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira em Washington. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News.
A China, que acusou os Estados Unidos de intimidação, novamente prometeu retaliar se Trump prosseguir com as medidas, alertando que as táticas de pressão falharão.
"A pressão e a chantagem dos EUA não terão efeito. Se os Estados Unidos adotar novos passos, a China inevitavelmente tomará contramedidas e nós protegeremos nossos direitos legítimos", disse o porta-voz do primeiro-ministro chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

Trump deve impor tarifas de 25% sobre US$ 200 bi em importações chinesas, diz fonte

LOGO REUTERS
Por Steve Holland e David Lawder
WASHINGTON (Reuters) - O governo Trump pretende impor tarifas de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos importados da China depois de inicialmente taxá-los em 10 por cento, em uma tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o assunto na véspera.
O governo do presidente Donald Trump disse em 10 de julho que vai impor tarifas de 10 por cento sobre milhares de importações chinesas.
Elas incluem produtos alimentícios, produtos químicos, aço, alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes, até pneus de carros, bicicletas, luvas de beisebol e produtos de beleza.
Enquanto as tarifas não são impostas até um período de comentários públicos, aumentar o nível proposto para 25 por cento pode agravar a disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.
A fonte disse que o governo Trump pode anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News.
Não houve reação imediata do governo chinês. Em julho, a China acusou os Estados Unidos de intimidação e avisou que iria contra-atacar.
Os investidores temem que uma escalada da guerra comercial entre Washington e Pequim possa atingir o crescimento global, e proeminentes grupos empresariais dos EUA condenaram as tarifas agressivas de Trump.
Fonte: Reuters

Café: Cotações do arábica operam com queda próxima de 80 pts nesta manhã de 4ª feira em NY



Publicado em 01/08/2018 09:32



As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com queda próxima de 80 pontos nesta manhã de quarta-feira (1º). O mercado externo do grão se acomoda tecnicamente depois de altas seguidas nos últimos dias, repercutindo a safra brasileiro, e com pressão do câmbio, que impacta as exportações.
Por volta das 09h27 (horário de Brasília), o contrato setembro/18 registrava queda de 85 pontos, a 109,05 cents/lb, enquanto o dezembro/18 anotava 112,30 cents/lb com recuo de 80 pontos. Já o vencimento março/19 caía 85 pontos, a 115,75 cents/lb, enquanto o maio/19 tinha desvalorização de 85 pontos, a 118,15 cents/lb.
No Brasil, no último fechamento, o tipo 6 duro era negociado a R$ 430,00 a saca de 60 kg em Espírito Santo do Pinhal (SP), em Guaxupé (MG) os preços estavam cotados a R$ 437,00 a saca e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 445,00 a saca.
Veja como fechou o mercado na terça-feira:
Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

Milho: Após subir mais de 1%, mercado exibe correção técnica e testa leves quedas nesta 4ª feira em Chicago



Publicado em 01/08/2018 08:37



Os futuros do milho iniciaram a sessão desta quarta-feira (1) com ligeiras movimentações na Bolsa de Chicago (CBOT), próximos da estabilidade. As principais posições da commodity exibiam perdas de 0,25 pontos, por volta das 8h10 (horário de Brasília). O vencimento setembro/18 operava a US$ 3,72 por bushel e o dezembro/18 a US$ 3,86 por bushel.
De acordo com informações das agências internacionais, o mercado esboça um ajuste técnico após subir mais de 1% no dia anterior. O clima no Meio-Oeste dos EUA permanece no radar dos investidores e tem dado suporte aos preços no mercado internacional.
As previsões climáticas indicam tempo mais seco em muitas regiões do cinturão de produção. Até o último domingo, cerca de 72% das lavouras do cereal apresentavam boas ou excelentes condições, conforme levantamento do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
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Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas

Fim de mês intensifica queda de preços



No acumulado do mês, as baixas chegam a superar 16%


Com a diminuição do ritmo dos negócios neste fim de julho, devido ao menor poder de compra e ao período de férias escolares, e passados os efeitos de altas expressivas dos preços, provocadas pela greve dos caminhoneiros, as cotações da carne de frango e dos principais cortes dessa proteína acompanhados pelo Cepea estão em forte queda. No acumulado do mês, as baixas chegam a superar 16%.



Data de Publicação: 01/08/2018 às 09:20hs
Fonte: CEPEA