sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Índices chineses sobem com progresso de negociações comerciais; fecham semana em alta



O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,4 por cento, encerrando a semana com quase 2 por cento de alta


Os índices acionários chineses subiram nesta sexta-feira, antes do feriado de uma semana do Ano Novo Lunar, enquanto Pequim e Washington avançavam nas negociações comerciais, com os investidores descartando as preocupações sobre uma desaceleração econômica.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,4 por cento, encerrando a semana com quase 2 por cento de alta. O índice de Xangai, por sua vez, teve alta de 1,3 por cento, subindo 0,6 por cento na semana.
O subíndice do setor financeiro avançou 0,6 por cento, o de consumo teve alta de 1,3 por cento, enquanto o subíndice de saúde avançou 3,7 por cento.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira que se reunirá com o presidente chinês, Xi Jinping, para tentar selar um acordo comercial amplo, acrescentando que o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, foram convidados a levar uma equipe negociadora dos EUA para Pequim em fevereiro.
Os dois líderes se reuniram na Argentina no início de dezembro e concordaram com uma trégua de 90 dias na guerra comercial.
Os comentários de Trump vieram após a última rodada de negociações comerciais entre os EUA e a China em Washington, e uma reunião entre Donald Trump e Liu He, vice-primeiro-ministro chinês. A delegação chinesa disse em um comunicado que os dois dias de conversas de alto nível tiveram "um progresso importante", informou a agência oficial de notícias Xinhua.
  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,07 por cento, a 20.788 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,04 por cento, a 27.930 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,30 por cento, a 2.618 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,43 por cento, a 3.247 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,06 por cento, a 2.203 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX permaneceu fechado.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,05 por cento, a 3.188 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,03 por cento, a 5.862 pontos.


Data de Publicação: 01/02/2019 às 10:20hs
Fonte: Reuters

Soja sobe em Chicago nesta 6ª feira com bom progresso das negociações entre China e EUA



Depois de uma semana de preços estáveis, as cotações registravam ganhos de 7 a 8 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h15 (horário de Brasília), com o março/19 valendo US$ 9,23 e o maio/19, US$ 9,37 por bushel


Os preços da soja sobem nesta sexta-feira (1) na Bolsa de Chicago. Depois de uma semana de preços estáveis, as cotações registravam ganhos de 7 a 8 pontos nos principais vencimentos, por volta de 8h15 (horário de Brasília), com o março/19 valendo US$ 9,23 e o maio/19, US$ 9,37 por bushel.
O mercado ainda acompanha com atenção os desdobramentos do encontro entre China e Estados Unidos que começou na última quarta-feira (30), com representantes da delegação chinesa afirmando que a última rodada de conversas resultou em "importante progresso".
Além disso, o presidente americano Donald Trump disse, nesta quinta, que logo deverá voltar a se encontrar com Xi Jinping para que possam firmar um grande acordo entre os dois países, o que alimenta ainda as expectativas do mercado.
E Trump voltou a enfatizar que a nação asiática comprará mais soja dos EUA nos próximos meses, mas o volume total destas compras, segundo informações de agências internacionais, ainda é incerto.
Atenção ainda aos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que voltaram a ser informados ontem, bem como a conclusão da nova safra da América do Sul. No Brasil, a colheita continua acontecendo e alguns locais ainda observam produtividades abaixo do inicialmente esperado.
USDA retoma divulgação dos boletins semanais de exportações e traz mais de 2 mi de t na soja
Após mais de 30 dias de paralisação do governo norte-americano, os trabalhos começam a ser retomados nos Estados Unidos e o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta quinta-feira (31), seu primeiro boletim semanal de vendas para exportação de grãos do ano. Os números a seguir referem-se à semana que terminou no último dia 20 de dezembro.
Neste período, os EUA venderam 2.391,4 milhões de toneladas de soja da safra 2018/19. O volume se mostrou 16% menor do que o registrado na semana anterior, mais 92% maior do que a média das quatro semanas anteriores. Para este intervalo, as expectativas do mercado eram de 1,8 a 2,8 milhões de toneladas.
A maior compradora da oleaginosa americana foi a China, que adquiriu 1.466,0 milhão de toneladas na semana. O país vendeu também 13,9 mil toneladas da safra 2019/20 para o México.
Na temporada comercial , até o último 20 de dezembro, as vendas americanas de soja totalizavam 29.929,7 milhões de toneladas, contra mais de 40,3 milhõe do mesmo período do ano anterior. O USDA estima as exportações 2018/19 dos EUA em 51,71 milhões de toneladas.
De milho, os EUA venderam 1.699,4 milhões de toneladas, enquanto os traders espervam algo dentro de um intervalo de 1 e 1,5 milhão de toneladas. O total se mostrou 14% menor do que no ano anterior, mais 28% maior do que as quatro semanas anteriores. O principal destino do grão norte-americano foi o México na semana em questão.
Os mexicanos compraram milho também da safra 2019/20 e o volume das compras foi de 53,3 mil toneladas.
O país vendeu ainda 526,3 mil toneladas de trigo da temporada atual, contra projeções de 200 mil a 600 mil toneladas. O principal comprador do grão americano foi o Egito.


Data de Publicação: 01/02/2019 às 10:10hs
Fonte: Notícias Agrícolas

Produtores de Lucas do Rio Verde recebem selo internacional



Avicultores de Lucas do Rio Verde receberam o selo internacional Certified Humane, que reconhece a aplicação de boas práticas de bem-estar animal em granjas de aves de corte


Entre as melhorias implementadas estão a redução da quantidade de animais por metro quadrado, a instalação de objetos de bicar para que os frangos tenham espaço para expressar seu comportamento natural e o enriquecimento ambiental, com fardos de maravalha instalados no chão do aviário.
“As granjas regulares comportam até 39 kg de aves por metro quadrado. Já as granjas que levam o selo Certified Humane operam com 30 kg aves por metro quadrado”, explica Eliane Horning, especialista em sustentabilidade e bem-estar animal da BRF. Além das adaptações físicas, as aves que vivem nas granjas adaptadas são alimentadas com ração 100% vegetal e não recebem nenhum tipo de substância promotora de crescimento. “A BRF é uma das poucas empresas brasileiras a ter o selo Certified Humane, que considera não apenas a qualidade nas granjas, mas também o manejo e o transporte das aves”, completa.
As famílias de produtores que adaptaram suas granjas também recebem treinamentos e capacitações constantes sobre os padrões da Certified Humane em bem-estar animal e planos de contingência – como o que fazer em casos de incêndio, inundações, falta de luz ou de água, entre outros. Além disso, a BRF instalou alarmes nas granjas para controle do sistema hídrico e de ambiente. Caso haja alguma falha no abastecimento, o produtor é avisado e pode ter uma ação imediata.
Para o transporte dos animais até a planta produtora, o cuidado é redobrado – os caminhões precisam ter proteção solar e o manejo precisa ser feito com cuidado para evitar injúrias, sempre de duas em duas aves. Na chegada, são avaliados o padrão antes do abate e as condições do galpão de espera, ambos auditados pela Certified Humane.
O selo Certified Humane estampa as embalagens da nova linha de produtos da BRF, a Sadia Bio. Esta é a primeira linha do segmento que permite ao consumidor rastrear a origem do produto, ou seja, conhecer detalhes da família que criou a ave, por meio de um dispositivo online disponível no site da Sadia. Isso é possível pois cada animal tem uma identificação própria, com informações sobre seu criador, ração, transporte e manejo.
A BRF possui ainda outras certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, tais como a PAACO, BRC (British Retail Consortium), GlobalGap, Genesis Gap, AloFree e IFS. Para falar sobre este assunto, colocamos à disposição Eliane Horning, nossa especialista no assunto.


Data de Publicação: 01/02/2019 às 08:40hs
Fonte: Cenário MT

Sistema amplia eficácia da cobertura de agroquímicos a 96%



Nova tecnologia também é benéfica para o meio ambiente


Uma nova tecnologia que diagnostica e corrige falhas técnicas nas aplicações aéreas de agroquímicos consegue ampliar a eficácia da cobertura da pulverização para até 96%. De acordo com a Dominus Soli, que desenvolveu o Spray Plan em parceria com a Alvo Consultoria, o sistema também é benéfico para o meio ambiente, pois amplia o potencial produtivo das lavouras e protege organismos vivos, como insetos polinizadores.
“Acreditamos que essa união poderá contribuir para quebrar mitos, fortalecer e preservar a aplicação aérea e também ajudar a reverter a imagem negativa da aviação agrícola no Brasil”, resume Glauberto Moderno, fundador da Alvo Consultoria, sediada na cidade paulista Catanduva.
Segundo os executivos Antonio Loures e Marco Antonio Lino, sócios da Dominus Soli, o aumento do retorno econômico dos tratamentos por via aérea pode viabilizar a introdução das mais recentes tecnologias na área. Isso porque, além de todos os benefícios já citados, eles explicam que os produtos desenvolvidos com a parceria podem facilitar os processos operacionais de pilotagem e a gestão de custos da utilização de aeronaves.
Atualmente, a efetividade da cobertura dos produtos agroquímicos na área tratada é prejudicada quando os produtores não observam padrões técnicos adequados nas aplicações por via aérea, podendo cair para apenas 50%. Nesse cenário, as principais causas dessa perda são a ocorrência de ‘deriva’, evaporação ou de condições climáticas desfavoráveis aos voos. Essas variáveis serão quase que completamente controladas pelo Spray Plan, projetam a Dominus Soli e a Alvo Consultoria.
Segundo dados divulgados pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), existem 240 empresas de aviação agrícola em atividade no Brasil, além de 565 operadores vinculados a agricultores e cooperativas. O total de aeronaves em uso, segundo a entidade, é próximo a 2080. Ainda de acordo com o Sindag, cerca de 70 milhões de hectares de lavouras recebem, anualmente, aplicações de defensivos agrícolas por via aérea.


Data de Publicação: 01/02/2019 às 08:00hs
Fonte: Agrolink

Novas cultivares permitem escalonar o cultivo do trigo com mais segurança



O BelaSafra segue até sexta-feira (1º), em Cambé/PR, apresentando modernas ferramentas para maximizar a produtividade nas safras de inverno e verão


Não é segredo que o sucesso de uma safra começa no planejamento. Otimizar processos e aproveitar ao máximo a propriedade é fundamental para aumentar o rendimento e a produtividade na lavoura. O BelaSafra, que acontece nesta semana em Cambé/PR, é uma bom momento para conhecer novos processos e tecnologias, como os lançamentos em cultivares de trigo. O trigo semeado no inverno traz benefícios para quem planta soja no verão, além de diluir os custos da propriedade e agregar rentabilidade no inverno.
Nesta 18ª edição do BelaSafra, estão entre os destaques cultivares de trigo que oferecem mais opções de escalonamento da produção entre a soja e o trigo. Segundo o supervisor comercial da Biotrigo para o estado do Paraná, Bruno Leonardo Alves, a cultivar TBIO Ponteiro, que possui um ciclo médio/tardio, é uma tecnologia interessante para o produtor de trigo para abrir a semeadura. “O TBIO Ponteiro possui um potencial de rendimento elevado e ainda se destaca pelo excelente pacote fitossanitário e pela tolerância ao Alumínio tóxico, trazendo maior tolerância à seca em anos de estiagem. Essas características permitem maior estabilidade produtiva na safra. Outra vantagem de seu ciclo é a possibilidade de combiná-lo a trigos mais precoces, possibilitando um melhor planejamento da semeadura até a colheita”, explica.
Sérgio Granado, engenheiro agrônomo de São Jerônimo da Serra, semeou a cultivar TBIO Ponteiro na safra passada e observou de perto esses diferenciais da cultivar. Segundo ele, mesmo com um ano de seca, a produtividade foi muito boa. “O TBIO Ponteiro conseguiu, mesmo com todas as condições climáticas desfavoráveis em minha região, se estabelecer, se desenvolver e apresentar uma performance muito boa. Esse realmente foi um diferencial quando comparado a outros materiais que tínhamos na propriedade, plantados lado a lado com ele. Produzindo nessas condições, mostrou ter uma grande estabilidade e nos faz crer que, em condições normais, a cultivar deva nos proporcionar altos tetos produtivos”, destaca. Granado ainda destacou o alto nível de resistência ao oídio, doença prevalente nas duas últimas safras, comum em anos mais secos. A nova tecnologia será multiplicada em 2019 e comercializada em 2020.

Trigo branqueador com sanidade inédita
Outra novidade que também chega ao produtor para multiplicação já na próxima safra e para comercialização em 2020 é o TBIO Duque. Deodato Matias Junior, supervisor comercial da Biotrigo para o Paraná, São Paulo e Cerrado, explica que a cultivar, classificada como trigo branqueador, possui ótima qualidade industrial para panificação e se diferencia entre outros trigos branqueadores do mercado pela excelente sanidade, o que facilita a condução da lavoura. “Trigos classificados como branqueadores normalmente apresentam sensibilidade à germinação na espiga e alta suscetibilidade às principais doenças do trigo, tanto foliares quanto de espiga, visto que seus pais apresentam estas características e, apesar de serem produtivos e apresentarem ótima qualidade, exigem mais cuidado no manejo. No caso do TBIO Duque, o material apresenta ciclo, sanidade e produtividade diferenciada, além da qualidade industrial desejada pelos moinhos possibilitando uma maior liquidez aos produtores”, comenta.
O TBIO Duque é o primeiro filho branqueador de TBIO Toruk, a cultivar mais semeada do Brasil. Deodato compara a nova cultivar branqueadora a TBIO Audaz em termos de ciclo, potencial e manejo no campo. “O TBIO Duque é um trigo pão branqueador que fará parte do portfólio aberto da Biotrigo. Se segregado, agregará ainda mais valor a quem o semear oferecendo ótima segurança contra as principais enfermidades da cultura e, especialmente, comparado aos seus concorrentes deste segmento, um maior nível de segurança contra a chuva em pré-colheita,”. Outra vantagem é a sua ampla área de adaptação, incluindo zonas tritícolas de climas frio e quente.

BelaSafra 2019
A 18ª edição do BelaSafra, considerada a maior vitrine de soluções tecnológicas para o agronegócio do Paraná, acontece entre 29 de janeiro a 1º de fevereiro, na Unidade de Difusão de Tecnologia da Belagrícola (antigo Buffet Arejo), em Cambé (PR). A expectativa é atrair mais de 8 mil pessoas até sexta-feira.
Segundo o coordenador de Alta Tecnologia e Nutrição da Belagrícola, Fernando Melatti Moreira, a proposta do tema do BelaSafra deste ano – “Caminho da produtividade” – é mostrar ao agricultor tudo o que envolve e precisa ser discutido e aplicado para se alcançar uma maior produtividade. “Começa desde o manejo do solo, passando pela nutrição e proteção das plantas até a gestão de informação para a tomada de decisões. É aprender a ter uma visão macro sobre a propriedade e todas as variáveis que interferem no sistema produtivo”, destaca.


Data de Publicação: 01/02/2019 às 07:40hs
Fonte: Biotrigo

Massey Ferguson apresenta novo pulverizador no Show Rural Coopavel



Com a proposta de máxima qualidade na aplicação, o lançamento MF 9330 chega para aumentar o potencial produtivo das lavouras



O primeiro grande lançamento da Massey Ferguson em 2019 será durante o Show Rural Coopavel, que acontece de 4 a 8 de fevereiro, em Cascavel (PR). O novo pulverizador MF 9330 (3.000l), que será apresentado em primeira mão na feira deste ano, chega no mercado com novo conceito de barra, que aumenta a produtividade do trabalho no campo.
“O pulverizador é a máquina que mais trabalha durante a safra porque entra diversas vezes na lavoura para realizar todas as aplicações necessárias. Com isso, o produtor necessita de um equipamento que seja robusto, potente, versátil e confiável. Alinhados as essas necessidades, pensamos constantemente na evolução do nosso portfólio. Em 2018, trouxemos para o mercado o MF 8125, de 2.500 litros, e para este ano estamos lançando o MF 9330, de 3.000 litros, que chega para oferecer um desempenho incomparável na lavoura”, diz Fernando Petroli, supervisor de marketing do produto Pulverizador da AGCO para a Massey Ferguson.
Evolução do MF 9130 Plus, o novo pulverizador MF 9330 alia robustez com excelente estabilidade para melhor distribuição e deposição de gotas. A novidade possui motor AGCO Power de 200 cv, que proporciona uma economia de 50% no consumo de combustível em relação aos demais concorrentes da categoria. O MF 9330 também vem equipado com piloto automático, vão livre de 1,65m (um dos maiores do segmento) e sistema End-Cap, permitindo que não haja pressão residual na tubulação.
Disponível nas versões grãos e cana, o principal diferencial do equipamento está na barra de pulverização (24 ou 30 metros) projetada para os atuais desafios do campo. Uma das melhorias está no bico e porta-bicos de aplicação protegidos dentro da estrutura da barra. O desarme da ponteira multidirecional é outro benefício do MF 9330. Com o desarme multidirecional, o operador tem maior liberdade de movimento na ponta da barra que, agora, abre horizontalmente, oferecendo mais segurança, além de absorver o impacto com o solo, mantendo a estrutura do equipamento intacta. Ambas as melhorias contribuem para o aumento da vida útil e melhora no rendimento da máquina.
O quadro central, com exclusivo sistema pendular por roletes, garante altura mais homogênea durante toda a aplicação, mesmo em terrenos irregulares, bem como garante ganho na estabilidade da barra, evitando deslocamento lateral, diminuindo o impacto ambiental ao aplicar a quantidade de defensivo adequado e redução de desperdício. O farolete com LED azul permite melhor visibilidade nas aplicações noturnas. Os pontos de articulação da barra com buchas autolubrificantes aumentam a longevidade do produto. Já a operação em meia barra, disponível na versão com 24 metros, é o único homologado de fábrica no Brasil.
Aliado ao sistema de chassi flexível, eixos independentes, suspensão pneumática ativa e transmissão hidrostática 4x4 cruzada, o MF 9330 é indicado para trabalhos em todos os tipos de terreno. Com isso, o novo pulverizador da Massey Ferguson é indicado para trabalhar nas diversas regiões produtoras do Brasil, com diferentes tipos de topografia.
O controle de nivelamento das barras pode ser manual ou automático. No primeiro, o controle é realizado por meio dos comandos individuais no manche. Na segunda opção, os sensores ultrassônicos comandam a barra, garantindo sua melhor estabilidade. Com isso, a pulverização realizada pelo MF 9330 é mais uniforme e de melhor qualidade. Outra característica importante é a melhora no tempo de resposta no acionamento e desligamento das seções de pulverização para 0,08 segundos, evitando assim o desperdício de defensivo.
Como opcional, o produtor pode adquirir telemetria, sensor de altura de barras, nível de precisão decimétrico (Omnistar) ou centimétrico (RTK), abre-cultura mancalizada no rodado, bomba de recarga com vazão de 568l/min e ponta de acabamento para pulverização junto a cercas.

Data de Publicação: 01/02/2019 às 07:20hs
Fonte: Massey Ferguson


Genética Equina: Brasil já colhe frutos da técnica de ICSI



A ICSI é uma biotecnologia moderna que otimiza a utilização do sêmen equino e, já disponível comercialmente no Brasil, posiciona o país como uma potência no cenário da equideocultura global


A reprodução de animais de alto valor genético por meio da técnica ICSI era oferecida, até pouco tempo, por apenas 5 laboratórios em todo o mundo, localizados nos EUA e Europa. No Brasil, essa técnica pioneira também já está disponível comercialmente para os criatórios de equinos de todo país, através da empresa In Vitro Brasil Clonagem, que se dedica desde 2014 ao estudo e desenvolvimento da ICSI, sob o comando do embriologista Marc Maserati e da médica veterinária Perla Fleury.
A ICSI – sigla que abrevia, em inglês, Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide – produz embriões in vitro a partir de uma injeção de um único espermatozoide dentro de cada óvulo. De acordo com Perla Fleury, “na inseminação artificial convencional, necessitamos de um mínimo de 150 milhões de espermatozoides viáveis, enquanto na ICSI só precisamos de 1. Sendo assim, essa técnica tem a vantagem de permitir a produção de gestações utilizando um sêmen de baixa qualidade, ou raro, ou ainda de alto custo, como é o caso de sêmen congelado comercializado por palheta”. Ela ressalta, complementando que a tecnologia também possibilita a produção de embriões de éguas, que não respondem mais à técnica convencional de transferência de embriões por diversos problemas reprodutivos.
O processo ocorre em quatro etapas: inicialmente é realizada a aspiração folicular das éguas, recuperando os óvulos; o segundo processo é a maturação in vitro, ou seja, o preparo do óvulo até o ponto de fertilização; em seguida, os óvulos maduros recebem uma injeção de um único espermatozoide, dando a eles o potencial de se transformar em embriões, o que ocorre em até 8 dias. A porcentagem final de embriões produzidos é de 20%.
Financeiramente falando, a veterinária calcula que, para a produção de uma gestação através da ICSI, o criador investe em torno de R$ 19.000,00. No entanto, o valor é baixo se comparado ao alto ganho genético em seu criatório, bem como a possibilidade de viabilizar o uso de garanhões de alto mérito nos EUA e Europa, onde a técnica já é uma realidade. Devido ao alto custo das palhetas de sêmen desses animais, a reprodução deles no Brasil era, até então, praticamente inviável através das biotecnologias convencionais.
Perla já contabiliza 34 potros nascidos pela técnica e mais 98 gestações em andamento, o que nos posiciona como país líder na América Latina. Além disso, a médica enfatiza a realização de um curso de aspiração folicular em éguas para 22 médicos veterinários, ocorrido no final de 2018 e já com nova turma para ocorrer em 2019. “Nosso objetivo é que esses veterinários e outros possam ser capacitados adequadamente para o primeiro passo de coleta dos óvulos e, em consequência, possam então contar com os serviços do laboratório para assim atender a demanda de seus clientes”, finaliza.
Com a palavra, o criador: 
O criador de cavalos da raça Quarto-de-Milha, Rodrigo Costa Henriques, do RH Ranch de Campos dos Goytacazes/ RJ, investe na ICSI há dois anos em seu criatório, com o objetivo de utilizar sêmen de equinos com carga genética importante, porém, com limitações reprodutivas. “Quero valorizar esses animais através da ICSI, otimizando uma quantidade pequena de sêmen e venho considerando o resultado bastante promissor. Recomendo a técnica em criatórios que desejam investir em cavalos de aspecto genético diferenciado”, ele complementa. Outro criador que já faz uso da técnica há 2 anos é Philip Reisinger, do criatório Fazenda Delta de Porto Feliz/SP, que conheceu de perto a realidade dessa técnica nos EUA há 5 anos. “Sou um grande fã da ICSI e acredito que é uma tendência que veio para ficar, pois abre a possibilidade de resgatar gerações diferenciadas de décadas atrás. Ou seja, todo criador que tenha algum sêmen raro, ou com égua em idade avançada e que não tenha mais o ciclo completo, considero a melhor opção para colher frutos e continuar trabalhando com essa genética”, complementa. 

SOBRE A IN VITRO 

Empresa brasileira, a In Vitro Brasil Clonagem Animal SA, sediada em Mogi Mirim (SP), foi fundada em 2005 e desde então se dedica aos trabalhos de armazenamento celular de grandes e pequenos animais, clonagem de bovinos e equinos, além da técnica de produção in vitro de embriões equinos pela inovadora técnica de ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoide). A empresa trabalha para preservar e prolongar a contribuição genética dos melhores animais no projeto de plantéis e rebanhos de grande importância na cadeia do agronegócio. www.invitroclonagem.com.b


Data de Publicação: 01/02/2019 às 07:00hs
Fonte: Matriz da Comunicação Assessoria