sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Milho: sexta-feira começa com preços em leves altas na Bolsa de Chicago



Publicado em 01/02/2019 09:35


O último dia da semana começou com os preços internacionais do milho apresentando leves altas na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam valorizações entre 1,25 e 1,75 pontos por volta das 09h16 (horário de Brasília). O vencimento março/19 era cotado a US$$ 3,77 e o maio/19 valia US$ 3,86.
Segundo análise de Bem Potter da Farm Futures, os preços do milho iniciam uma recuperação após caírem mais de 1% ontem em uma rodada de vendas técnicas que efetivamente apagaram todos os ganhos de quarta-feira. As vendas de fazendeiros, em geral, não ajudaram substancialmente as ofertas de milho, que terminaram a quinta-feira mista nos EUA centrais, depois de terem caído 1 a 2 centavos acima em vários terminais fluviais, mas caindo de 3 a 5 centavos em vários processadores na quinta.
Confira como fechou o mercado do milho na última quinta-feira:
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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

Produtores olham para o solo em busca de proteção contra veranico



Publicado em 01/02/2019 09:20 e atualizado em 01/02/2019 09:59



Manejo do solo abre caminho para a raiz da soja buscar água a 2 metros de profundidade
Lucas Rigodanzo - Produtor rural de Chapadão do Céu - GO

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Produtores olham para o solo em busca de proteção contra veranico
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O Notícias Agrícolas visitou a propriedade de Lucas Rigodanzo, em Chapadão do Céu (GO), na qual há uma trincheira mostrando a fertilidade da terra e os cuidados que os produtores têm tomado pensando na profundidade do solo. A trincheira mostra raízes com mais de 2 metros de profundidade, de forma que a área de soja tem uma perspectiva de produção de 90 sacas por hectare.
Rigodanzo conta que as ações na sua área são fruto do projeto da União dos Agrônomos Independentes (UAI), que foca na fertilidade do solo. A fertilidade nessa região já é acima da média, mas o objetivo é aumentar ainda mais as possibilidades.
O investimento para a área experimental foi alto em relação à média geral da propriedade, mas ele espera que esse retorno venha com a lucratividade por uma produtividade maior - e, em breve, ele deseja aplicar isso para as áreas comerciais.
Nessa área, foram feitas algumas ações como a cobertura de palhada de braquiária e doses acima da média de calcário e gesso, o que dá liberdade para que as raízes tenham um maior crescimento. Ele conta que, dentro do projeto do UAI, já foram vistas lavouras com raízes de até 4 metros de profundidade.
Na segunda quinzena de dezembro, a região passou por um veranico. Entretanto, as plantas, nessa área, tiveram condição para buscar nutrientes e água em profundidade, de forma que sofreram menos com essa situação.

Veja Fotos:

Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - TrincheiraLucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - TrincheiraLucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - TrincheiraLucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira Lucas Rigodanzo e JB - Trincheira

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Por: João Batista Olivi e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Pelotas sediará abertura da colheita da uva neste final de semana



Publicado em 01/02/2019 09:14


Neste domingo (03/02) acontecerá a 9ª Abertura da Colheita da Uva de Pelotas, às 16h, na propriedade de Rafael Boher, na colônia São Manoel, no interior do município. A abertura oficial será antecedida pelo início das vendas de uvas e seus derivados, às 13h30. A tradicional atividade do calendário rural pelotense trará este ano uma novidade para o público: a degustação da fruta diretamente no parreiral. Também haverá atrações gastronômicas, agroindústrias, artesanato, mateada e apresentação musicais. O encerramento ocorrerá às 20h. 
O intuito da iniciativa, de acordo com o extensionista do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Pelotas, Rodrigo Prestes, é apresentar à comunidade o resultado final da produção, para divulgar não só a qualidade da fruta, como o potencial produtivo do município para a viticultura.
- A ocasião ressaltará o aspecto técnico, de promoção do cultivo entre os produtores que visitam o evento, através da demonstração de estufas, pomares e orientações técnicas, atestando que a viticultura pode ser conciliada com outras culturas e apresenta-se como uma relevante alternativa de renda -, assegurou o extensionista. 
O evento faz parte das estratégias das instituições do setor para explorar o potencial econômico do cultivo de viníferas na região, fomentando a uva de mesa e para agroindústria, uma vez que, segundo Prestes, - por anos a fruta foi produzida na região majoritariamente para consumo próprio das famílias, no fundo dos quintais -.
Supersafra
Aproximadamente 35 produtores rurais de Pelotas impulsionam suas atividades com o cultivo de uva das variedades de mesa Niágara Rosa e Izabel, e a Bordô, que é própria para a fabricação de sucos e vinhos. Neste ano, o grande número de horas de frio no inverno e a pouca ocorrência de chuva no período de formação da fruta no município, são fatores que se somaram para indicar que a uva terá uma supersafra, com um acréscimo de cerca de 10% a 15% em relação ao ano passado, quando a produção girou em torno de 1,4 milhão de toneladas. A safra é direcionada ao abastecimento do mercado local e da região, apresentando qualidade na produção e facilidade na comercialização. 
A 9ª Abertura da Colheita da Uva de Pelotas é promovida pela Secretaria Municipal do Desenvolvimento Rural (SDR), Emater/RS-Ascar, Embrapa Clima Temperado, Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR)
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Fonte: Emater/RS-Ascar

Governo vai dividido para a eleição no Congresso



Publicado em 01/02/2019 08:45


BRASÍLIA - As eleições que vão definir nesta sexta-feira, 1.º, os novos presidentes da Câmara e do Senado revelam mais um capítulo das divergências entre a equipe econômica e a Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro. A equipe econômica vê no desfecho do confronto no Senado a oportunidade de isolar o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e abrir um canal direto de negociação com líderes do Congresso, contornando problemas que ainda existem em torno de pontos polêmicos da proposta de reforma da Previdência.
Embora o discurso oficial do Palácio do Planalto seja de distância em relação à disputa no Congresso, interlocutores do ministro da Economia, Paulo Guedes, não escondem, nos bastidores, a preferência pela candidatura de Renan Calheiros (MDB-AL) ao comando do Senado, contrariando boa parte do núcleo político do governo e o ministro da Justiça, Sérgio Moro. Renan conseguiu a indicação para ser candidato do MDB após vencer uma queda de braço na bancada com a colega Simone Tebet.
Leia a notícia na íntegra no site do Estadão
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Fonte: Estadão

Setor industrial da China encolhe mais que o esperado em janeiro, mostra PMI do Caixin



Publicado em 01/02/2019 08:08



PEQUIM (Reuters) - A atividade industrial da China registrou em janeiro o ritmo mais forte de contração em quase três anos com o recuo das novas encomendas e da produção, mostrou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do Caixin/Markit, reforçando os temores de uma desaceleração na segunda maior economia do mundo.
As leituras foram mais pessimistas que a pesquisa oficial divulgada na quinta-feira, que também mostrou crescente pressão sobre o setor industrial chinês.[nL1N1ZV096]
O PMI de indústria do Caixin/Markit divulgado nesta sexta-feira caiu pelo segundo mês seguido em janeiro, a 48,3 de 49,7 em dezembro, registrando a pior leitura desde fevereiro de 2016.
Economistas consultados pela Reuters esperavam apenas uma leve queda em janeiro para 49,5, pouco abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração.
As novas encomendas, indicador de atividade futura, também contraíram pelo segundo mês seguido, para 47,3, ritmo mais fraco desde setembro de 2015, com as empresas reportando demanda fraca do mercado apesar dos descontos de preços mais agressivos em três anos.
(Reportagem de Yawen Chen e Ryan Woo)
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Fonte: Reuters

Dólar opera estável nesta sexta, de olha na escolha de presidentes do Congresso



No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 1,37%, vendida a R$ 3,6579 - o menor valor desde outubro de 2018


O dólar opera estável nesta sexta-feira (1), de olho na escolha dos próximos presidentes do Congresso, que volta hoje do recesso.
Às 9h08, a moeda norte-americana caía 0,1%, vendida a R$ 3,6544.
A eleição parlamentar é importante, na avaliação dos especialistas, porque são justamente os presidentes do Legislativo que conduzem a agenda de projetos, incluindo a reformas econômicas. A expectativa, assim, é que haja mais clareza sobre a proposta para a Previdência nas próximas semanas.
O mercado aguarda ainda o desfecho das negociações comerciais entre autoridades dos EUA e China, que, desde quarta-feira, estão reunidas para tentar resolver o impasse entre as duas maiores economias globais.
Na quinta, o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou que um acordo comercial com a China será inaceitável sem que Pequim abra seus mercados para os serviços financeiros, industriais, agricultura e outros setores para os EUA.
No dia anterior, a moeda norte-americana caiu 1,37%, vendida a R$ 3,6579 - o menor valor desde outubro de 2018. No mês, o recuo foi de 5,58%


Data de Publicação: 01/02/2019 às 10:40hs
Fonte: G1

Café: Cotações do arábica operam com alta de cerca de 100 pts nesta manhã de 6ª em NY



Às 09h31 (horário de Brasília), o vencimento março/19 operava com alta de 95 pontos, cotado a 106,85 cents/lb


Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com alta de cerca de 100 pontos nesta manhã de sexta-feira (1º). O mercado se ajusta tecnicamente depois cair mais de 350 pontos na véspera acompanhando o câmbio.
Às 09h31 (horário de Brasília), o vencimento março/19 operava com alta de 95 pontos, cotado a 106,85 cents/lb. Já o maio/19 registrava avanço de 100 pontos, a 110,00 cents/lb e o julho/19 anotava 112,75 cents/lb com avanço de 100 pontos.
No Brasil, no último fechamento, o tipo 6 duro era negociado a R$ 418,00 a saca de 60 kg em Guaxupé (MG), em Espírito Santo do Pinhal (SP), a saca do tipo estava em R$ 400,00 e em Poços de Caldas (MG) estavam valendo R$ 396,00.
Veja como fechou o mercado na quinta-feira:
Café: Dólar cai quase 2%, Bolsa de Nova York tem rally e sobe mais de 350 pts
Os contratos futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) encerraram esta quinta-feira (31) com alta de mais de 350 pontos. O mercado realizou ajustes ante as quedas recentes, mas teve suporte importante do câmbio no dia.
O vencimento março/19 encerrou o dia a 105,90 cents/lb e alta de 380 pontos e o maio/19 registrou 109,00 cents/lb e avanço de 370 pontos. O julho/19 anotou 111,75 cents/lb 365 pontos de ganhos e o setembro/19 teve 114,50 cents/lb e 365 pontos de valorização.
Depois de recuar nas últimas três sessões, o mercado externo do arábica buscou acomodação durante a maior parte desta quinta-feira. Além disso, o câmbio também exerceu forte suporte sobre os preços externos à medida em que o dólar se desvalorizou.
"O mercado refletiu a firmeza do real e a fraqueza do dólar americano. Ontem, ocorreu uma reunião do Fed, nos Estados Unidos, onde o tom foi direcionado para uma política monetária ainda expansionista", disse o diretor de trading e analista, Rodrigo Costa.
Para o analista, o dólar ainda deve ser nos próximos dias o principal agente que vai modificar as cotações. Além disso, apesar das preocupações terem diminuído, operadores ainda seguem atentos às informações sobre a situação climática em áreas produtoras do Brasil.
O dólar comercial encerrou a sessão desta quinta-feira com queda de 1,77%, cotado a R$ 3,659 na venda. A moeda estrangeira mais baixa ante o real tende a desencorajar as exportações da commodity, em compensação dá suporte às cotações externas.
"A sinalização do Fed de que vai ser um pouco mais paciente com a política monetária deixou parte do mercado bem animado", afirmou o operador de câmbio da Advanced Corretora, Alessandro Faganello, para a agência de notícias Reuters.
A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) reportou, em sua primeira estimativa para a safra 2019/20 do Brasil, que a produção de café deve ficar entre 50,48 e 54,48 milhões de sacas de 60 kg, uma queda ante a temporada anterior.
Mercado interno
Os negócios com café no mercado brasileiro seguem ocorrendo de forma limitada. Produtores não se animam com os preços, apesar de oscilações mais expressivas nesta quinta-feira. Na parcial de janeiro, até o dia 29 de janeiro, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do arábica, ficou em R$ 410,62/saca. 8% inferior a janeiro/18.
O café tipo cereja descascado registrou maior valor em Guaxupé (MG) com saca a R$ 445,00 e alta de 0,68%. A maior oscilação no dia ocorreu em Lajinha (MG) com avanço de 1,19% e saca a R$ 425,00.
O tipo 4/5 registrou maior valor de negociação em Franca (SP) com saca a R$ 425,00 e avanço de 1,19%. A maior oscilação no dia ocorreu em Varginha (MG) com alta de 1,22% e saca a R$ 415,00.
O tipo 6 duro registrou maior valor de negociação em Vitória (ES) com saca a R$ 442,00 - estável. A maior oscilação no dia ocorreu em Espírito Santo do Pinhal (SP) com queda de 2,44% e saca a R$ 400,00.
Na quarta-feira (30), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 411,55 e alta de 0,20%.

Data de Publicação: 01/02/2019 às 10:30hs
Fonte: Notícias Agrícolas