segunda-feira, 1 de abril de 2019

Produção estimada de café clonal deve aumentar em 21,6% em Rondônia



Publicado em 01/04/2019 16:24


Com projeção de colheita de 1,9 milhões de sacas do produto em 2019, o governo do Estado lança oficialmente no dia 10 de abril, em Alta Floresta do Oeste, a colheita do café em Rondônia.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Embrapa Rondônia revelam que, em 2019, a área cultivada com café nesta safra em Rondônia será de 72 mil hectares, sendo 8,1 mil em formação e 63,9 mil em produção. Estudos das duas instituições mostram que a área cultivada é 23,9% menor do que a existente na colheita de 2015. Todavia, a produção estimada será 21,6% superior a daquele ano.
Leia a notícia na íntegra no site Rondônia Dinâmica
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Fonte: Rondônia Dinâmica

Soja: Disputa entre exportação e demanda interna irá se intensificar no 2º semestre e puxar preços no Brasil



Publicado em 01/04/2019 17:05 e atualizado em 01/04/2019 18:15


Exportações brasileiras são recordes em março, mas prêmios seguem sem força no país limitados pelo tabelamento dos fretes e pela capacidade esgotada dos portos. Diferencial para produtor brasileiro continua sendo o câmbio. Em Chicago, cotações seguem caminhando de lado.
Carlos Cogo - Sócio-Diretor de Consultoria da Cogo Inteligência em Agronegócio

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Entrevista com Carlos Cogo sobre o Fechamento de Mercado da Soja
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Nesta segunda-feira (01), o mercado da soja fechou com 12 pontos de alta nos principais vencimentos na Bolsa de Chicago (CBOT). Algumas informações, que estão às margens do mercado, continuam trazendo efeito para os preços.
Contudo, Carlos Cogo, sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, lembra que o mercado caminha de lado há quase seis meses, se estabelecendo em grande parte do tempo no mesmo patamar de preços.
Agora, os efeitos de um câmbio em alta, acima de R$3,80 no Brasil, motivam novamente as negociações nos portos locais, o que faz com que a moeda norte-americana compense a lentidão dos preços estabelecidos na CBOT.
Na visão de Cogo, a reforma da previdência não deve ser aprovada antes de junho. Ao mesmo tempo, não há movimentos firmes por parte do Governo, com alguns desencontros que fazem com que a moeda oscile da maneira com a qual ela se apresenta.
Os produtores, assim, vêm aproveitando esse momento, que atrai a possibilidade de novas vendas no mercado em preços que eram desejados pelos comerciantes. No segundo semestre, o que está em jogo é a disputa entre a exportação e a demanda interna, que deve se intensificar.
Nesta segunda-feira, a baixa do dólar pesou sobre a formação das cotações no Brasil, principalmente nos portos do país. Em Paranaguá, a soja disponível fechou com R$ 77,00 por saca e baixa de 1,28%, enquanto a referência abril foi a R$ 77,50, perdendo 1,27%. 
Em Rio Grande, queda de 1,03% nos dois casos, com R$ 76,50 no spot e R$ 77,00 ára abril. 
Por: Carla Mendes e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

Otimismo nas relações EUA-China eleva cotações do milho em Chicago



Publicado em 01/04/2019 17:22


A segunda-feira (01) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando valorização na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações apresentaram altas entre 4 e 5,25 pontos.
O vencimento maio/19 foi cotado a US$ 3,61, o julho/19 valeu US$ 3,71 e o setembro/19 foi negociado por US$ 3,79.
Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, o milho apresentou ganhos sólidos, após cair torno de 4,5% na última sexta-feira, em um salto técnico para recuperar cerca de um terço dessas perdas impulsionado pelo otimismo nas relações comerciais entre Estados Unidos e China.
Conforme apontado pela Agência Reuters, o fato de a China ter comprado 828.000 toneladas de soja americana sustentou esse otimismo. Foi a segunda venda anunciada desde que os dois países concluíram sua última rodada de negociações na semana passada para encerrar sua guerra comercial.
“Muitas são as esperanças de que estamos chegando perto do fim da linha sobre essa coisa dos EUA-China. Houve uma conversa sobre progresso sendo feito”, Jim Gerlach, presidente da A / C Trading, em Indiana.

Já as ofertas de base de milho nos EUA ficaram praticamente inalteradas na segunda-feira, mas avançaram de 3 a 4 centavos acima em duas localidades do centro-oeste americano.
Mercado Interno
Já no mercado interno, os preços do milho disponível permaneceram sem movimentações em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as valorizações apareceram somente nas praças de Assis/SP (1,59% e preço de R$ 32,00), Campinas/SP (4,88% e preço de R$ 42,36) e Dourados/MS (6,25% e preço de R$ 34,00).
As quedas foram acompanhadas no Oeste da Bahia (0,69% e preço de R$ 36,00), Pato Branco/PR (1,66% e preço de R$ 29,70), Cascavel (1,75% e preço de R$ 28,00), Ubiratã/PR (1,75% e preço de R$ 28,00, Porto Paranaguá (5,56% e preço de R$ 34,00), Sorriso/MT disponível (6,67% e preço de R$ 21,00), São Gabriel do Oeste/MS (6,90% e preço de R$ 27,00) e Sorriso/MT balcão (10,53% e preço de R$ 17,00).
De acordo com a XP Investimentos, o mercado interno dos grãos está de olho no mercado externo. De maneira geral, a pressão é baixista, influenciada pelas quedas recentes na taxa de câmbio e das referências em Chicago.
A Conab leiloará 50 mil toneladas de grãos dos estoques públicos no dia 5 de abril, a pedido de criadores de suínos, aves e bovinos. Diante do cenário baixista, com bom nível de estoques e boa evolução das lavouras de inverno (Sul e Centro-Oeste), compradores locais voltaram a adotar postura retraída e bid’s menores.
A Agrifatto Consultoria destaca que, no mercado físico, o equilíbrio acontece pela baixa liquidez, já que as pontas do mercado se afastam de novas negociações. O lado vendedor resiste a pressão baixista, enquanto o lado consumidor se mostra com estoques confortáveis, combinado ainda com expectativas positivas para a safrinha, retirando pressão compradora.
Confira como ficaram as cotações nessa segunda-feira:
>> MILHO
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Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

Dólar inicia abril em queda de 1% ante real, atento a cena política e exterior



Publicado em 01/04/2019 17:24 e atualizado em 01/04/2019 18:31



SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em queda de 1 por cento ante o real nesta segunda-feira, começando em baixa um mês marcado por fluxos sazonais de recursos, conforme investidores embutiram nos preços novo dia de relativa tranquilidade no noticiário político doméstico, em meio a uma sessão positiva para moedas emergentes no exterior.
O dólar à vista terminou esta sessão valendo 3,8763 reais na venda.
A moeda norte-americana subiu 4,32 por cento em março, maior alta mensal desde agosto de 2018.
Na B3, a referência do dólar futuro cedia nesta segunda-feira 1,20 por cento, a 3,8810 reais. As operações no mercado futuro vão até as 18h (horário de Brasília).
(Por José de Castro)
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Fonte: Reuters

Café: Mercado cai forte na Bolsa de Nova York e testa mínimas de 13 anos com novos dados de ampla oferta nesta 2ª feira



Publicado em 01/04/2019 17:27


As cotações futuras do café arábica encerraram a sessão desta segunda-feira (1º) com queda de mais de 200 pontos na Bolsa de Nova York (ICE Futures US). Depois de reação na semana passada, o mercado voltou a ser pressionado pelas informações de ampla oferta.
O vencimento maio/19 encerrou o dia com queda de 240 pontos, a 92,10 cents/lb e o julho/19 anotou 94,60 cents/lb com 245 pontos de perdas. O setembro/19 anotou 97,30 cents/lb com 245 pontos negativos e o dezembro/19 registrou 101,15 cents/lb com desvalorização de 240 pontos.
No dia, os futuros oscilaram entre mínima de 91,70 cents/lb e máxima de 94,80, segundo o site de cotações Investing. As mínimas são as mais baixas em 13 anos.
O arábica encerrou a semana anterior com suporte técnico do câmbio e informações sobre possibilidade de déficit na oferta global, segundo dados do Rabobank. No entanto, nesta segunda-feira, as perspectivas de ampla oferta do grão voltaram a repercutir, além de pressão técnica.
"A ampla oferta pesou sobre os preços do café depois que o Ministério da Indústria informou nesta segunda-feira que as exportações brasileiras de café  em março subiram 41,1% de um ano para o outro, totalizando 3,209 milhões de sacas de 60 kg", disse o Barchart.

Além disso, segundo o site, dados dos estoques norte-americanos também pesaram no dia. "Os estoques de café monitorados pela ICE totalizaram 2,490 milhões de sacas de 60 kg na sexta-feira com apenas -0,5% abaixo do que o registrado em 22 de março", noticiou o Barchart.
As perdas também foram estendidas ao longo do quando o vencimento referência caiu para o patamar de 92 cents/lb. Segundo a imprensa internacional especializada, os futuros no dia tiveram redução das perdas por conta do câmbio e dados de baixos volumes de chuva no final de semana no Brasil.
De acordo com vice-presidente da Price Futures Group, Jack Scoville, o mercado segue atento com a safra brasileira. "O Brasil teve uma grande safra atual, mas a próxima será menor, pois é ano de bienalidade. As ideias são produção atual entre 62 ou 63 milhões de sacas para 52 milhões", disse.

Mercado interno

O mercado brasileiro do café arábica continua trabalhando com negócios isolados e os preços do tipo 6 duro, nesta segunda-feira, ficaram abaixo de R$ 400,00 a saca na maioria das praças de negociação. O valor segue aquém do desejo do produtor.
"No mercado físico brasileiro os preços continuaram praticamente no mesmo patamar por toda a semana, oscilando 5 a 10 reais para cima ou para baixo conforme o câmbio do dia e o interesse do comprador no lote ofertado", noticiou o Escritório Carvalhaes.
O café tipo cereja descascado registrou maior valor em Poços de Caldas (MG) com saca a R$ 420,00 e queda de 1,87%. A maior oscilação no dia foi registrada em Guaxupé (MG) com queda de 2,36% e saca a R$ 413,00.
O tipo 4/5 registrou maior valor de negociação em Franca (SP) com saca a R$ 395,00 e queda de 2,47%. Foi a maior oscilação no dia dentre as praças.
O tipo 6 duro registrou maior valor de negociação em Vitória (ES) com saca a R$ 442,00 - estável. A oscilação mais expressiva foi verificada em Espírito Santo do Pinhal (SP) com alta de 2,63% e saca a R$ 390,00.
Na sexta-feira (29), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 393,08 e queda de 0,23%.
Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas

Produtor de Três Lagoas/MS tem margem para segurar o boi e indústrias testam 'escalas furadas' para compor lotes com oferta



Publicado em 01/04/2019 18:25



@ entre R$ 143/145. Mas já a expectativa da pressão em maio, quando a oferta acabará sendo maior, enquanto também o cenário climático pesará mais para aqueles que não conseguiram guardar pasto.
Marco Garcia de Souza - Pecuarista

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Entrevista com Marco Garcia de Souza - Pecuarista sobre o Mercado do Boi Gordo
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Por: Giovanni Lorenzon
Fonte: Notícias Agrícolas

Missão internacional conhece produção agropecuária gaúcha



Publicado em 01/04/2019 18:26




Uma delegação de adidos agrícolas e representantes das nove embaixadas ligados à agricultura iniciou uma missão pelo Rio Grande do Sul, em que visitarão as propriedades rurais que são referência na produção de alimentos em modelo de produção sustentável no Rio Grande do Sul com o objetivo de ampliar o potencial para parcerias futuras. O projeto AgroBrazil é realizado pela CNA e, nesta edição, conta com o apoio do Sistema Farsul.
Participaram do encontro representantes da Austrália, Burkina Faso, Chile, China, Egito, França, Irã, Japão e Singapura. A visita começou com uma apresentação do economista-chefe do Sistema Farsul, Antonio da Luz, sobre a contribuição do agronegócio à economia brasileira, em especial à gaúcha. Da Luz reiterou a contribuição da produção brasileira ao comércio mundial de alimentos.
O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, relata que a proposta é mostrar ao grupo a diversidade da produção gaúcha e as potencialidades de investimentos: “Temos visitantes com possibilidades muito diversas em termos de desenvolvimento e perfil. Estamos recebendo parceiros comerciais importantes, como a China, que demostra interesse em investir em infraestrutura, importadores como Egito e Irã, e outros que tem um potencial de receber nossos produtos, como Austrália, Singapura e Japão”.
A programação contempla visitas ao Porto de Rio Grande, Estância Santa Maria, em Bagé e Estância Gautambu, em Dom Pedrito. A ideia é mostrar a qualidade produtiva de itens como soja, arroz, leite e vinho. De acordo com a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, o programa visa aproximar as expectativas de quem compra e de quem produz:
“O Brasil é muito grande e diverso e precisamos aprender a trabalhar estas diferenças a nosso favor. Existem vários modelos produtivos que atendem a todo tipo de demanda. Em determinados produtos, temos muita qualidade e já somos o estado da arte. O Rio Grande do Sul tem um grande potencial. Precisamos valorizar mais a genética bovina, os lácteos, a produção de frutas, o arroz. O Brasil cada vez mais se abre ao comércio e isso significa entrada de novos produtos, por isso é muito importante estar mais perto dos nossos compradores", avalia.
O representante da delegação chinesa, Changqing Bai, país que é um dos principais parceiros comerciais do Brasil, relata que pontos que são obstáculos para o Brasil, como a infraestrutura, representam potencial para a China, que possui o capital e a expertise para investir neste tipo de empreendimento. Quanto à agricultura, revela que há grande potencial no mercado de frutas, abrindo uma nova frente no comércio entre os dois países.

O representante do Irã, Mohsen Shahbazi, diz que o Irã é um grande comprador de produtos brasileiros, mas esse comércio muitas vezes passa por companhias internacionais e sua intenção é fazer uma aproximação com os produtores para fazer importações mais diretas. Milho, soja, carne, farelo de soja e manufaturados como ônibus e medicamentos estão na lista de interesse do país, que em contrapartida é conhecido pela fabricação de fertilizantes.
Sonia Ouedraogo, de Burkina Faso, diz que a agricultura do seu país é muito primária, com pouco maquinário. Ela vê a visita como uma oportunidade de conhecer tecnologias que possam ajudar o país a atingir novos níveis de desenvolvimento.
Durante o primeiro dia do encontro, o secretário de Governança e Gestão Estratégica do RS, Claudio Gastal, falou aos participantes sobre as parcerias público-privadas e oportunidades de investimento em infraestrutura no Rio Grande do Sul.
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Fonte: Farsul