segunda-feira, 1 de julho de 2019

Ibovespa fecha em alta após retomada de discussões EUA-China



Publicado em 01/07/2019 18:10


Por Peter Frontini
SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou no azul nesta segunda-feira, sustentado por ações de empresas de proteína e da Vale, em meio ao viés positivo de praças acionárias no exterior após Estados Unidos e China concordarem em retomar discussões comerciais.
O Ibovespa subiu 0,37%, a 101.339,68 pontos. O volume financeiro da sessão somou 14,79 bilhões de reais. Na máxima, o Ibovespa subiu a 102.431,61 pontos, encostando no recorde intradia, mas arrefeceu os ganhos conforme as ações de bancos e da Petrobras perderam força.
Os governos norte-americano e chinês concordaram no sábado em retomar discussões comerciais, com os EUA suspendendo a imposição de novas tarifas sobre exportações chinesas.
"O avanço é bem recebido e traz alívio às tensões globais, o que deve dar sustentação aos mercados no curto prazo", disse a XP Investimentos.
No Brasil, as atenções continuam voltadas à comissão especial da Câmara dos Deputados, que pode votar esta semana o parecer do relator da proposta da reforma da Previdência.
Na terça-feira, líderes partidários, governadores, o relator da proposta, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tentarão chegar a uma solução sobre a inclusão de Estados e municípios no texto. Só então haverá a leitura de uma complementação de voto na comissão, o que abre o caminho para a votação da proposta.
O mercado também repercutiu a pesquisa semanal Focus do Banco Central, mostrando que economistas passaram a ver mais afrouxamento monetário neste ano e no próximo, em meio a estimativas cada vez mais fracas para o crescimento da economia. O Ministério da Economia divulgou superávit comercial de 5 bilhões de dólares em junho.
Estrategistas começaram o segundo semestre com viés relativamente otimista para a bolsa brasileira, de olho na votação da reforma da Previdência e possibilidade de corte nos juros pelo Banco Central.
DESTAQUES
- JBS e BRF subiram 5,5% e 8,67%, respectivamente, em meio a notícias de que as mortes de animais com gripe suína na China podem ser o dobro do número oficial. O acordo preliminar de livre comércio entre Mercosul e a União Europeia (UE) na sexta-feira, também manteve o otimismo para o setor. No caso da BRF, repercutiram ainda a reportagem do jornal Valor Econômico de que a empresa recebeu oferta por ativos no Oriente Médio. MARFRIG ON subiu 3%.
- VALE avançou 3,53%, conforme os futuros de minério de ferro na China saltaram para um nível recorde, estendendo um rali impulsionado pela oferta restrita. CSN ganhou 1,68%.
- PETROBRAS PN caiu 0,55% e PETROBRAS ON recuou 0,33%, apesar da elevação dos preços do petróleo no mercado externo, em meio a movimentos de ajustes de início de mês, após os papéis terem acumulado em junho altas de 7,28% e 6,3%, respectivamente.
- SANTANDER BR UNT avançou 0,55%, melhor desempenho entre bancos listados no Ibovespa. O banco anunciou campanha de financiamento imobiliário em parceria com o Magazine Luiza.
- BRADESCO PN avançou 0,16% e ITAÚ UNIBANCO PN caiu 0,44%, enquanto BANCO DO BRASIL fechou em queda de 0,11%.
- SUZANO recuou 3,9%, na maior queda da sessão, na esteira do declínio do dólar frente ao real, além do cenário ainda complicado para o setor de papel e celulose.
- NEOENERGIA estreou na bolsa saltando 8,37%, após movimentar mais de 3 bilhões de reais em oferta inicial precificada a 15,65 reais por ação. Na máxima, as ações chegaram a subir 10,2%.
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Fonte: Reuters

Ações de processadoras de carne disparam na esteira de acordo Mercosul-UE



Publicado em 01/07/2019 18:28


SÃO PAULO (Reuters) - As ações das processadoras brasileiras de carnes avançaram acentuadamente nesta segunda-feira, com perspectivas de exportações mais fortes à União Europeia depois do acordo comercial atingido na semana passada com o Mercosul.
A JBS, maior produtora de carnes do mundo, avançou 5,5%, enquanto sua rival BRF, maior exportadora mundial de frango, saltava 8,7%. A Marfrig, que negocia fusão com a BRF, subiu 3%.
Pelo acordo anunciado na sexta-feira, os europeus reduzirão as tarifas a uma série de commodities agrícolas do Mercosul, incluindo carnes (bovinas, suínas e de aves), açúcar, queijo e mel, de acordo com os termos detalhados pela UE.
A UE aceitou diminuir as barreiras impostas a 82% das importações agrícolas oriundas do Mercosul num período de transição de 10 anos, disse Bruxelas, adicionando que a UE também ofereceu acordos parciais, incluindo cotas para produtos agrícolas mais sensíveis.
Para a carne bovina, Bruxelas disse que o acordo permitirá que a UE importe 99 mil toneladas por ano do Mercosul, com uma tarifa de 7,5%.

O acordo também permite a importação sem taxas de 180 mil toneladas de carnes de aves do Mercosul, além de 25 mil toneladas de carne suína com tarifa de 83 euros por tonelada, segundo os termos do pacto, que será implementado em fases.
A UE e o Mercosul formam juntos um mercado de 780 milhões de pessoas e um quarto do produto interno bruto (PIB) global, disse o Ministério da Agricultura na semana passada.
No ano passado, as exportações brasileiras à UE somaram cerca de 42 bilhões de dólares, quase um quinto das exportações totais do país, segundo a pasta.
(Reportagem de Ana Mano)
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Fonte: Reuters

Empregado deve autorizar desconto sindical em folha, decide ministro Barroso, do STF



Publicado em 01/07/2019 21:38


Agência Brasil confirma o que o Notícias Agrícolas informou no domingo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu anular uma decisão da Justiça Trabalhista do Rio de Janeiro que autorizou o desconto da contribuição sindical na folha de pagamento, sem autorização individual do empregado. A decisão foi assinada na quinta-feira (25) e vale somente para o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações do estado. No entanto, o mesmo entendimento poderá ser seguido pela Justiça do Trabalho em todo país.
O caso chegou ao Supremo após uma vara trabalhista no Rio entender que a manifestação de vontade do empregado poderia ser substituída pela decisão tomada por assembleia geral, convocada pelo sindicato, e com validade para todos os membros da categoria, mesmo para quem não esteve presente na reunião. Em 2017, ficou definido na Reforma Trabalhista que os sindicatos só podem receber a contribuição após aprovação prévia e expressa do empregado. No entanto, o texto não teria tratado da necessidade de manifestação individual do funcionário, segundo o juiz trabalhista. 
Ao analisar a questão,  o ministro Barroso entendeu que os sindicatos precisam da aprovação prévia e expressa de cada empregado, conforme ficou definido na Reforma Trabalhista. Essa decisão já havia sido confirmada pelo plenário do STF. "O órgão reclamado, por sua vez, afirmou que a aprovação da cobrança da contribuição em assembleia geral de entidade sindical supre a exigência de prévia e expressa autorização individual do empregado. Nesses termos, delegou a assembleia geral sindical o poder para decidir acerca da cobrança de todos os membros da categoria, presentes ou não na respectiva reunião – é dizer, afirmou a validade de aprovação tácita da cobrança. Tal interpretação, aparentemente, esvazia o conteúdo das alterações legais declaradas constitucionais pelo STF", decidiu o ministro.
Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) durante julgamento sobre a constitucionalidade do decreto do indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer, no ano passado. O relator do caso, é ministro Luís Roberto Barroso.
Ministro Luís Roberto Barroso no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) durante julgamento sobre a constitucionalidade do decreto do indulto natalino no ano passado. - Nelson Jr./SCO/STF
Hoje, por meio do Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comemorou a decisão e disse que, mesmo com a falta da aprovação da Medida Provisória que tratou da mesma questão, a cobrança do imposto sindical não poderá ser feita sem autorização do empregado. "Apesar de o prazo para apreciação no Congresso da MP que trata do fim da cobrança obrigatória do imposto  sindical a empregados ter se encerrado na última quinta (27), o STF decidiu liminarmente suspender a cobrança do imposto sem autorização do funcionário. Ótima notícia!", disse o presidente. 

- Apesar de o prazo para apreciação no Congresso da MP que trata do fim da cobrança obrigatória do imposto sindical a empregados ter se encerrado na última quinta (27), o STF decidiu liminarmente suspender a cobrança do imposto sem autorização do funcionário. Ótima notícia!
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Fonte: Agencia Brasil

País registra superávit de US$ 27,13 bi no 1.o semestre; previsão de superávit no ano é de 56,7 bi



Publicado em 01/07/2019 21:41


A queda do preço de várias commodities (bens primários com cotação internacional) exportadas e o leve crescimento das importações fizeram o saldo da balança comercial diminuir no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo assim, foi o terceiro melhor da história para o primeiro semestre, de US$ 27,13 bilhões, só perdendo para os seis primeiros meses de 2018 (US$ 30,02 bilhões) e de 2017 (US$ 36,21 bilhões). O superávit é 9,6% inferior ao do mesmo período do ano passado.
Em junho, o Brasil exportou US$ 5,02 bilhões a mais do que comprou do exterior. Apesar da queda de 13,3% em relação ao superávit de junho do ano passado, o valor é o terceiro melhor para o mês, inferior apenas ao registrado em junho de 2018 (US$ 5,79 bilhões) e de 2017 (US$ 7,18 bilhões).

Commodities

Depois de fechar 2018 com superávit de US$ 58,959 bilhões, a balança comercial registrou recuo no primeiro semestre, provocado, principalmente, pelo desempenho das exportações, que caíram 1,8% pela média diária, somando US$ 110,89 bilhões nos seis primeiros meses do ano. A alta, de acordo com a Secretaria Especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, decorreu principalmente da queda média de 3,33% dos preços das mercadorias exportadas, o que não compensou o aumento de 1,58% no volume embarcado.
Na agropecuária, o preço médio das mercadorias exportadas caiu 10,9%, contra queda média de 4,7% no preço dos bens da indústria de transformação. Apenas os preços da indústria extrativa, beneficiados principalmente pela alta do petróleo no mercado internacional, registraram alta média de 5,1%.
As importações, em contrapartida, aumentaram. No primeiro semestre, o país comprou do exterior US$ 83,76 bilhões, valor 0,8% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. As compras de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) subiram 5,4% de janeiro a junho. As aquisições de bens intermediários aumentaram 1,9%.
O preço médio das mercadorias importadas caiu 5,92% no primeiro semestre, mas a quantidade comprada do exterior aumentou 7,14%.

Estimativa para 2019

Depois de o saldo da balança comercial ter encerrado 2018 em US$ 58,959 bilhões, o segundo maior resultado positivo da história, o mercado estima um superávit menor em 2019. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado preveem superávit de US$ 50,8 bilhões para este ano. Até o mês passado, o Ministério da Economia projetava superávit de US$ 50,1 bilhões para o saldo da balança comercial em 2019.

Governo eleva para US$ 56,7 bi previsão de superávit comercial no ano

A equipe econômica elevou para US$ 56,7 bilhões a previsão de superávit da balança comercial para este ano. Revista a cada três meses, a estimativa foi divulgada hoje (1º) pelo Ministério da Economia.
Até o mês passado, o governo estimava que a balança comercial – diferença entre exportações e importações – encerraria o ano em US$ 50,1 bilhões. A alta no saldo, no entanto, não decorrerá da melhoria das vendas externas, mas porque as exportações e as importações cairão em relação às projeções originais.
Segundo a Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, as exportações deverão encerrar o ano com queda de 2% em relação ao valor exportado em 2018. As importações, em contrapartida, deverão cair 1,9%.
Em relação às exportações, o motivo é o desaquecimento do comércio global e a queda de preços em algumas commodities (bens primários com cotação internacional). As importações deverão cair por causa da lentidão na recuperação da economia brasileira.
“A expectativa de comércio internacional brasileiro não é extraordinária não apenas por causa do quadro geral da economia brasileira, de recuperação lenta, mas também por causa do panorama global. A economia global terá um crescimento ainda mais baixo decorrente do enfraquecimento das relações de comércio internacional. O Brasil, naturalmente, sofre consequências disso”, disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz.
A estimativa sobre as importações também foi afetada porque, no segundo semestre do ano passado, o Brasil importou US$ 8 bilhões em quatro plataformas de petróleo. Como as importações não se repetirão neste ano, a base de comparação ficou estimulada. Excluindo as operações com as plataformas, as compras externas encerrariam este ano em alta.
Ao longo desta década, o Brasil exportou plataformas de petróleo para subsidiárias de estatais no exterior, mas os equipamentos nem sequer chegaram a sair do país. Esse tipo de operação é amparado pelas normas de comércio internacional. Por causa do novo regime especial de tributação para o setor de petróleo, que entrou em vigor no ano passado, o país teve de reimportar essas plataformas, com impacto na balança comercial.

Reuters: Governo melhora estimativa para saldo comercial, mas por menor importação com economia fraca

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  • Terminal no Porto de Santos, São Paulo. 25/06/2018. REUTERS/Paulo Whitaker
BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil registrou queda no superávit comercial de junho em relação a um ano antes, mas o governo melhorou a estimativa para o saldo total de 2019, puxada por uma piora mais acentuada no desempenho esperado para as importações, em meio à persistente fraqueza da atividade econômica.
Em junho, o país teve superávit comercial de 5,019 bilhões de dólares em junho, recuo de 4,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, mostraram dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta segunda-feira.
As exportações somaram 18,047 bilhões de dólares no mês, queda de 0,8% na comparação anual pela média diária, enquanto as importações alcançaram 13,027 bilhões de dólares, alta de 0,5%.
No semestre, o país acumulou um superávit comercial de 27,130 bilhões de dólares, recuo de 8,9% sobre igual intervalo do ano passado, também pela média diária.
O Ministério da Economia elevou sua estimativa de saldo para 2019, de um superávit de cerca de 50 bilhões de dólares para 56,7 bilhões de dólares.
A expectativa é que as exportações tenham queda de 2%, enquanto se espera que as importações cedam 1,9%, refletindo o baixo ritmo da atividade doméstica e global. A corrente de comércio --exportações mais importações-- deve recuar 2% neste ano.
Em abril, quando também divulgou estimativas, o governo previu que as exportações aumentariam 2,5% e que as importações saltariam 8%. Com isso, a corrente de comércio teria elevação de 4,9%.
A nova projeção está acima da estimativa do mercado para o ano --de 50,80 bilhões de dólares, segundo a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira--, mas segue um pouco abaixo do saldo positivo acumulado no ano passado, de 58 bilhões de dólares.
"A expectativa deste ano é de um crescimento global ainda mais baixo do que no ano passado, e naturalmente a gente sofre as consequências disso", afirmou o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, ao comentar as perspectivas para 2019.
DESTAQUES
Em junho, as importações de bens capital tiveram alta de 10,3% sobre um ano antes. As de bens intermediários recuaram 0,3% e a de bens de consumo caíram 12,2%.
Ao mesmo tempo, houve alta de 13,1% nas importações de combustíveis e lubrificantes.
Já no caso das exportações, houve avanço nas vendas de produtos básicos de 10,7%, a 9,570 bilhões de dólares.
As vendas externas de produtos manufaturados registraram queda de 7,2%, para 6,022 bilhões de dólares. As exportações de produtos semimanufaturados recuaram 6,8%, para 2,455 bilhões de dólares.
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Fonte: Agencia Brasil/Reuters

Dólar toma fôlego, abandona queda e fecha quase estável ante real com exterior



Publicado em 01/07/2019 18:04


Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar zerou a queda de mais cedo e fechou quase estável ante o real nesta segunda-feira, com investidores aumentando a demanda conforme a moeda norte-americana ampliava os ganhos no exterior, no dia em que o Plano Real completou 25 anos.
Lá fora, o dólar <.DXY> começou a acelerar a alta no início da tarde, período em que a cotação aqui também passou a ganhar tração.
O dólar à vista fechou com variação positiva de 0,06%, a 3,8434 reais na venda.
O índice do dólar no exterior <.DXY> ganhava 0,7%, nas máximas em duas semanas.
O mercado foi dominado ao longo do dia pela notícia de que EUA e China concordaram em retomar negociações comerciais. Mas investidores seguiram com dúvidas sobre as chances de um acordo efetivo.
"Devido à leitura de que o risco de nova escalada da guerra comercial permanece elevado, não esperamos que ativos emergentes reduzam de maneira expressiva a diferença de performance em relação a outras classes", disseram estrategistas do Goldman Sachs.
Na mínima do pregão, o dólar caiu 0,80%, a 3,8103 reais. Mesmo com a recuperação da moeda dos EUA, o real ainda figurou entre as moedas de melhor desempenho nesta sessão. A confiança no encaminhamento de reformas locais, com foco atual na da Previdência, tem ajudado a sustentar o câmbio.
"Fique comprado em real por enquanto", recomendam estrategistas do Citi, que, mesmo assim, ainda demonstram certo ceticismo com a possibilidade de votação da reforma da Previdência em plenário da Câmara dos Deputados ainda em julho. "Ainda que a Casa aprove a reforma, qualquer força do real terá vida curta, devido à perspectiva de cortes de juros", finalizaram.
Cortes de juros reduzem o estímulo à compra de renda fixa brasileira, o que pode se traduzir em menor fluxo cambial e, portanto, diminuição da oferta de dólar, o que tende a elevar o preço da moeda.
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Fonte: Reuters

Mercado do boi gordo com baixa liquidez, por Scot Consultoria



Publicado em 01/07/2019 18:03


Felippe Reis
Zootecnista
Scot Consultoria
Com a elevação da cotação da arroba do boi gordo na semana passada os frigoríficos alongaram um pouco as escalas de abate. Em função disso, nesta segunda-feira, muitos compradores não abriram ofertas de compra.
A oferta de boiadas, no entanto, não está abundante,ealém disso, a expectativa é de melhoria do consumo de carne nos próximos dias. A associação destes fatores deve manter o mercado firme.
Na média das trinta e duas praças pesquisadas pela Scot Consultoria, a cotação do boi gordo está em R$134,41/@. Alta de 1,1% na comparação com o início do ano.
Vale destacar que na Bahia, apesar da estabilidade, o volume de compras desta semana deve ser menor em função do feriado do dia 2/7 (Independência da Bahia). No estado, as escalas estão enxutas.
No mercado atacadista de carne bovina com osso, a carcaça de machos castrados está cotada em R$9,89/kg. Alta de 0,5% na comparação com o fechamento do primeiro semestre (sexta-feira).
Fonte: Scot Consultoria