quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Produtores de soja do Conesul definem pauta comum em Buenos Aires



Publicado em 01/08/2019 17:56


Produtores de soja de Brasil, Argentina e Paraguai se reuniram nesta quinta-feira (1/8), em Buenos Aires, para iniciar diálogos sobre temas de interesse do setor e compartilhar decisões que envolvam os sojicultores dos três principais países produtores de soja da América do Sul. Atualmente, os sojicultores do bloco são responsáveis por 52% da produção mundial e por 63% das exportações de soja globais.
Entre os temas a serem debatidos estão o posicionamento dos países em relação ao uso de pesticidas e ao limite máximo de resíduos. O grupo pretende discutir com as multinacionais a necessidade das novas biotecnologias em desenvolvimento para a cultura da soja na região.
Também será tema de conversas a definição de modelo e valores de cobrança unificada de royalties para o bloco. Os sojicultores pretendem ainda unificar informações de safra com credibilidade similar à adotada pelo USDA (Departamento Norte-Americano de Agricultura) e estruturar o comércio por meio da criação de uma Bolsas da América do Sul.
Reunião soja Cone Sul
As reuniões serão anuais e realizadas em cada país sede de forma itinerante. Ficou definido que a atuação e o foco do grupo será nos países da região e em fóruns internacionais, por meio de resoluções construídas pelos países membros
As entidades envolvidas de cada país atuarão em parceria com o CAS (Conselho Agropecuário do Sul), com o COSAVE (Comitê de Sanidade Vegetal) e com demais órgãos internacionais como a FAO, organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura.
A reunião foi fomentada pelo senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS). Participaram também do encontro os presidentes da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz Pereira, da Aprosoja Mato Grosso, Antônio Galvan, e os respectivos diretores executivos, Fabrício Rosa e Wellington Andrade.
Tags:
 
Fonte: Aprosoja Brasil

Melancia: Mesmo com clima mais firme, demanda não reage



Publicado em 01/08/2019 10:05


Apesar do aumento na temperatura no estado de São Paulo nos últimos dias, a demanda pela melancia não se elevou, e os preços seguem em queda, segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea. A fruta graúda (>12 kg) no Tocantins foi comercializada a R$ 0,36/kg entre 22 e 26 de julho, queda de 10,4% frente ao período anterior, enquanto em Goiás, a média foi de R$ 0,41/kg, 5,3% inferior. Agentes relataram melhor qualidade na melancia tocantinense, que tem tido melhor escoamento, enquanto a fruta de Goiás está com a casca mais grossa, devido ao maior tempo exposta ao frio. Para as próximas semanas, espera-se que as possíveis maiores temperaturas em agosto, aliadas ao período de volta às aulas, aumentem a demanda por melancia, o que pode limitar as baixas. 
Tags:
 
Fonte: Cepea

Preço da batata tem queda em julho no MT, mostra levantamento da Seaf



Publicado em 01/08/2019 17:48



O preço da batata lisa teve queda no comércio atacadista, conforme aponta levantamento de pesquisa de preços realizada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf). Ao custo de R$ 190, no início do mês, a saca com 50 quilos de batata chega ao final de julho ao preço de R$ 130, na Central de Abastecimento de Cuiabá. 
Leia a íntegra no site do Diário de Cuiabá.
Tags:
 
Fonte: Diário de Cuiabá

Produtores rurais de Brumadinho ainda sentem impacto para comercializar seus produtos



Publicado em 01/08/2019 14:30


A produtora rural Valéria Antônia Silva Carneiro produz frutas e hortaliças no assentamento Pastorinhas, em Brumadinho, Minas Gerais. Ela não foi atingida diretamente pelo rompimento da barragem na região, em janeiro deste ano, mas sofre com os impactos do acidente na hora de comercializar seus produtos.
“Nós tivemos redução de cerca de 60% nas nossas vendas. Nos primeiros meses, nós tivemos que passar o trator em cima da produção, sem tirar um pé de alface para vender porque as pessoas estavam com medo de consumir alimentos produzidos em Brumadinho. É muito difícil porque a gente sobrevive unicamente da agricultura”, desabafa Valéria.
A produtora rural utiliza uma área de 2,5 hectares para a produção de alimentos em Sistema Agroflorestal, em que é consorciado o plantio de banana, alface, cenoura, gengibre e de outras hortaliças, além da árvore tamboril.
Ela explica que água para a produção de alimentos é captada de uma nascente que está na área da propriedade e não foi afetada pelo fluxo da lama. Para comprovar que os alimentos são seguros para consumo, Valéria e outros agricultores do assentamento tiveram que arcar com o custo da análise da qualidade da água. 
Valéria será uma das centenas de produtores rurais que serão atendidos pelo programa Superação Brumadinho, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para resgatar a cidadania e a geração de renda de centenas de famílias rurais do município.
Durante dois anos, produtores e suas famílias terão acesso às ações do Senar como Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), Formação Profissional Rural e  Promoção Social. Junto com a iniciativa, veio a esperança de recuperar as vendas e a volta do sustento e da dignidade dos moradores da região. 
A iniciativa envolve o Sistema CNA/Senar, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e o Senar/MG, com a parceria do Ministério da Cidadania, por meio da Aliança Brumadinho.
“A gente está muito animado com o SuperAção Brumadinho porque teremos orientação e assistência técnica para alavancar a produção e  não ter mais esse prejuízo”, finalizou Valéria.
Tags:
 
Fonte: CNA

Agricultores baianos buscam tecnologias sustentáveis de irrigação durante missão técnica em Israel



Publicado em 01/08/2019 16:34


Organizada pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), agricultores baianos realizaram até a última sexta-feira (26), um intercâmbio para conhecer as novas tecnologias sustentáveis de irrigação em Israel – País com 5600 anos de História. A comitiva, que também contou com a participação de técnicos de fazendas, gerentes, diretores, pesquisadores e consultores ligados à produção agrícola no Oeste da Bahia, visitou no período de cinco dias, lavouras, indústrias do agro e centros de pesquisa israelenses dedicados para a agricultura irrigada com o uso bastante otimizado e racional dos recursos. A limitação maior deles é a quantidade de água para cada KIBBUTZ (agrovilas de plantio e indústria que agrupam em torno de 300 famílias cada). A escolha pelo País está relacionada ao sucesso de Israel nas inovações tecnológicas e o nível de organização de todo o setor agrícola para produzir em clima e terrenos desérticos com baixa pluviosidade.
Ao integrar a comitiva, o vice-presidente da Abapa e cotonicultor, Luiz Carlos Bergamaschi afirma que "Israel é um País que superou suas limitações por meio de investimentos em grande escala na infraestrutura a nível nacional como por exemplo a disponibilidade da água para irrigação aos produtores, portos, rodovias, ferrovias; investimento em pesquisas e desenvolvimento; investimento em Universidades e instituições tecnológicas,  extensão e treinamento deste conhecimento ao produtor rural. Tudo isso aliado a união e organização eficiente dos produtores faz este Pais se destacar a nível mundial”, afirma.   
A comitiva passou pelo campo de algodão da Terra Verde Agriculture, em Ashkelon; participou de uma apresentação na Faculdade de Agricultura da Universidade Hebraica de Jerusalém, além da tecnologia de irrigação da NaanDanJain Company, que já vem realizando intercâmbio por meio da Abapa e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), no Oeste da Bahia. Ao também participar da missão, o consultor técnico e agricultor, Celito Breda, explica que o agronegócio israelense depende de soluções tecnológicas que tragam valor agregado às lavouras de frutas e grãos como milho e algodão. Para ele, o que mais surpreendeu foi o nível de organização, planejamento, determinação, coletividade, empreendedorismo e extrema capacidade de marketing e comercialização dos seus produtos.
“Eles desenvolveram uma variedade tolerante (híbrida acala + pima) - que poderia ser utilizada no Brasil. Este intercâmbio é fundamental para estabelecer parcerias no sentido de trazer tecnologias que já vem sendo implantadas na prática e com sucesso nas regiões mais secas da área do Matopiba. A agricultura em Israel é beneficiada pelas inovações tecnologias, porque boa parte dela é desenvolvida em áreas desérticas bastante parecidas com áreas do semiárido brasileiro”, reforçou Breda. Esta é a segunda missão técnica organizada pela Abapa. A primeira foi para a Austrália, em janeiro de 2013, com foco em técnicas para prevenção e combate a pragas nas lavouras . Na época, o Oeste da Bahia foi surpreendido pelos prejuízos causados pela Helicoverpa armigera.
Tags:
 
Fonte: Assessoria de Imprensa

Pequenas empresas do Oeste dão primeiros passos para internacionalização



Publicado em 01/08/2019 16:37


Em um evento marcado por conhecimentos e experiências desafiadoras que deram certo, o Sebrae/SC promoveu nessa semana, na Unoesc Chapecó o Circuito de Internacionalização dos Pequenos Negócios.  Com o auditório lotado a iniciativa foi um passo importante para intensificar a entrada de micro e pequenas empresas no comércio exterior. As próximas edições serão em São José, Joinville, Blumenau, Tubarão, Itajaí, São Miguel do Oeste, Lages e Caçador.
O Circuito de Internacionalização contou com a parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEX), da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e do Banco do Brasil. Em Chapecó, também foram parceiros a Unoesc, Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional da Acic e Facisc.
No evento, pequenos empresários puderam participar de palestras sobre temas de exportação e importação, além de iniciativas que visam fortalecer seus negócios e desmistificar a entrada no mercado estrangeiro. Segundo dados do Sebrae/SC, existem no Brasil mais de 6,4 milhões de empresas. Deste total, 99% são micro e pequenos negócios, o que representa um percentual significativo de empresas nacionais responsáveis por empregar mais da metade da população economicamente ativa. Estes dados justificam a importância de promover eventos que visam ampliar as oportunidades às pequenas empresas.
O evento teve como painelistas o empresário e consultor da área de internacionalização de negócios do Sebrae/SC, Douglas Cândido, que abordou o tema “Entendendo a preparação para a entrada em novos mercados” e foi o mediador do talk show; a analista de internacionalização da Fiesc, Poliana Pieckarski de Almeida, que falou sobre “Encontrar seu fornecedor no mercado internacional”; a gerente de negócios internacionais do Banco do Brasil Andréia Flores que focou no tema “Como financiar e segurar o seu crédito na operação de exportação ou importação”; e a professora  da Unoesc Chapecó e monitora do PEIEX da APEX, Inocência Boita Dalbosco, que abordou a “Promoção do seu negócio no mercado externo”.
No segundo momento, Douglas Cândido apresentou o Projeto de Internacionalização COMEX SC que vem sendo trabalhado pelo Sebrae/SC há cinco anos de forma coletiva.  A iniciativa tem como escopo modelar, planejar, estruturar, informar, transferir conhecimento e dar acesso à estrutura e base para sua operação no novo mercado. A iniciativa tem por objetivo inserir a empresa no mercado internacional de forma estruturada e consistente para torná-la autossuficiente em suas estratégias e ações cotidianas. Também visa levar competitividade através da gestão estratégica, promovendo a internacionalização. O momento também oportunizou apresentação do case da empresa Hightech, participante do projeto ExportaSC.
O vice-reitor da Unoesc Chapecó, professor Ricardo De Marco, realçou a importância do Circuito e mencionou o apoio da APEX Brasil no Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), desenvolvido em parceria entre a Apex-Brasil e a Unoesc Chapecó. Enfatizou que iniciativas dessa natureza tendem a fomentar uma estrutura competitiva que cresce com os pequenos. “Queremos destacar nossa satisfação de receber os empresários no campus de Chapecó e parabeniza-los por se desafiarem na busca por novas oportunidades”.
O analista técnico do Sebrae/SC, Wilson Sanches Rodrigues, salientou que o encontro cumpriu seu papel no que se refere ao incentivo à internacionalização dos pequenos negócios com orientações sobre crédito, facilitação de redução de impostos, maneiras de encontrar fornecedores, entre outros aspectos. “Para nós, é uma honra receber um público tão significativo em um evento estratégico para oportunizar conhecimentos sobre como agir e estreitar relacionamentos no mercado internacional”. 
Para o gerente regional oeste do Sebrae/SC, Enio Albérto Parmeggiani, as micro e pequenas empresas têm condições de ingressar no mercado internacional e, com isso, aumentar sua competitividade. “Basta planejar e fazer uma análise de seu modelo atual e do papel que poderá exercer em um mercado global. Nós estamos à disposição para oferecer todo o apoio necessário”.
CONHEÇA OS NÚMEROS
Nos últimos anos, a participação de micro e pequenos negócios catarinenses em operações internacionais vem crescendo. Em 2017, as microempresas representavam 5,42% e as pequenas 18,07%, no ano seguinte os números passaram para 5,49% e 23,60%, respectivamente. Além disso, a participação de Microempreendedores Individuais (MEI) passou de 1,21% para 2,50%, segundo a Análise de Comércio Internacional Catarinense de 2017 e 2018, da FIESC.
As próximas edições do Circuito ocorrerão nas seguintes datas:
01 de agosto – São José
06 de agosto – Joinville
07 de agosto – Blumenau
26 de agosto – Tubarão
10 de setembro - Itajaí
03 de outubro – Caçador
16 de outubro - Lages
17 de outubro – São Miguel do Oeste
Tags:
 
Fonte: Assessoria de Comunicação

CNA participa de debate sobre a reforma tributária em Brasília



Publicado em 01/08/2019 17:13


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou de um debate na quarta (31), sobre a proposta de reforma tributária, na sede da seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/DF), em Brasília.
A entidade foi representada pelo coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon. Segundo ele, existe um consenso na sociedade brasileira sobre a necessidade de uma reforma tributária para melhorar o ambiente de negócios no País.
“As perguntas que temos de colocar são sobre a reforma que nós queremos e quais as mudanças e ajustes necessários que vão promover o crescimento econômico ampliando a segurança jurídica. A CNA está atenta a esse tema. Estamos debatendo tanto no âmbito econômico quanto no jurídico juntamente com as Federações”, disse Renato Conchon.
Na opinião do coordenador do Núcleo Econômico da CNA, é preciso buscar convergência entre as visões em torno de uma proposta para reduzir a carga tributária no futuro, tão logo os ambientes econômico e fiscal permitam.
“No setor agropecuário estamos trabalhando com bastante atenção e apoiamos uma reforma que tenha como norte a facilitação do ambiente tributário, a melhoria nas condições da segurança jurídica e, que no futuro, permita uma redução de carga tributária. Esses são pontos que nós não abrimos mão”, afirmou ele.
O evento, organizado pela Comissão de Assuntos Tributários da OAB/DF, contou com a presença do relator da primeira Proposta de Emenda Constitucional de reforma tributária apresentada no Congresso Nacional, o ex-deputado Luiz Carlos Hauly, de representantes do Governo Federal, entidades e tributaristas.
Tags:
 
Fonte: CNA