segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Suíno Vivo: PR e SP registram queda nesta segunda (2)



Publicado em 02/09/2019 16:29


A cotação do suíno vivo registrou variações em apenas dois estados nesta segunda. Segundo o Cepea, Paraná teve uma queda de 0,24% e estabeleceu o valor em R$ 4,19/kg e São Paulo registrou a queda de 0,23% e finalizou o dia por 4,35/kg. 
O estado de Minas Gerais terminou o dia por R$ 4,49/kg, Rio Grande do Sul por R$ 3,98/kg e Santa Catarina por R$ 4,04/kg. 

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Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

China planeja mais apoio para a economia



Publicado em 02/09/2019 09:01

A China planeja fornecer mais apoio à sua economia, incluindo investimentos em projetos de infraestrutura e desenvolvimento regional, mantendo uma política monetária prudente com liquidez "razoavelmente" ampla, informou o Conselho de Estado no domingo.
Com a segunda maior economia do mundo administrando sua mais forte desaceleração em décadas, o Conselho de Estado disse que o governo visa integrar melhor as políticas fiscais, financeiras e monetárias, aprofundar as reformas do mercado de capitais e abrir ainda mais o setor financeiro.
"Damos grande importância ao desenvolvimento de infraestrutura, alta tecnologia, transformação industrial tradicional, serviços sociais e novas regiões de crescimento", afirmou o Conselho de Estado em comunicado após uma reunião da Comissão de Estabilidade e Desenvolvimento Financeiro (FSDC, na sigla em inglês), presidida pelo vice-premiê, Liu He, no sábado.
A economia da China enfrenta pressões de uma guerra comercial contundente com os Estados Unidos. Os dois países começaram a impor tarifas adicionais sobre os produtos um do outro no domingo, na mais recente escalada na disputa comercial, apesar de sinais de que as negociações serão retomadas em algum momento deste mês.
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Fonte: Reuters

Previsão de crescimento da economia sobe para 0,87% neste ano



Publicado em 02/09/2019 08:58


O mercado financeiro aumentou a projeção para o crescimento da economia e reduziu a estimativa de inflação para este ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 0,80% para 0,87% em 2019.
Segundo a pesquisa, a previsão para 2020 permaneceu em 2,10%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.
Inflação
A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo caiu de 3,65% para 3,59%, este ano. Para os anos seguintes não houve alterações nas projeções: 3,85%, em 2020, 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.
A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,5% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6%. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Quando o Comitê de Política Monetária aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.
Para o mercado financeiro, ao final de 2019 a Selic estará em 5% ao ano. Para o final de 2020, a estimativa segue em 5,25% ao ano. No fim de 2021 e 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.
Dólar
A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano subiu de R$ 3,80 para R$ 3,85 e, para 2020, de R$ 3,81 para R$ 3,82.
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Fonte: Agência Brasil

Produção de petróleo da Rússia tem maior nível desde março



Publicado em 02/09/2019 08:41

A produção de petróleo da Rússia em agosto cresceu para 11,294 milhões de barris por dia (bpd), ultrapassando ligeiramente o limite com o qual o país se comprometeu em pacto para restrição de oferta fechado junto a outros produtores e atingindo o maior nível desde março, mostraram dados nesta segunda-feira.
Os dados do ministério de Energia mostraram que a produção de petróleo subiu para 47,763 milhões de toneladas em agosto, de 47,149 milhões em julho.
As exportações por oleodutos ficaram em 4,610 milhões de bpd, contra 4,609 milhões de bpd em julho.
O aumento de produção segue-se à notícia de que a Opep elevou sua oferta em agosto pela primeiro mês neste ano, com uma maior produção no Iraque e na Nigéria compensando perdas causadas por sanções dos EUA ao Irã e um menor bombeamento na Arábia Saudita.
A Rosneft foi a empresa que mais contribuiu para a alta na produção russa, ao elevar sua produção em 5% ante julho, para quase 4 milhões de bpd.

Sob um acordo fechado com membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros produtores, a Rússia se comprometeu a reduzir a produção em 228 mil bpd ante outubro de 2018.
Segundo cálculos da Reuters, com uma proporção de 7,33 toneladas por barril, isso indicaria um teto para a produção russa de entre 11,17 e 11,18 milhões de bpd.
A Rússia produziu 11,15 milhões de bpd em julho, quando sofreu problemas com uma crise com petróleo contaminado. Em agosto, o país produziu ao maior nível desde março, quando havia atingido 11,30 milhões de bpd.
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Fonte: Reuters

Minério de ferro salta na China com expectativa de mais investimento em infraestrutura



Publicado em 02/09/2019 08:29


Os futuros do minério de ferro na China saltaram 6% nesta segunda-feira, para máxima de duas semanas, na terceira sessão consecutiva de ganhos, impulsionados por uma robusta demanda no curto prazo e após o governo chinês ter prometido oferecer maior apoio à economia do país.
O Conselho de Estado chinês comprometeu-se no domingo elevar investimento em projetos de infraestrutura e de desenvolvimento regional para apoiar a economia.
O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian, para janeiro de 2020, tocou repetidas vezes o limite de alta diária de 6% e fechou a 630 iuanes (88,82 dólares) por tonelada.
Ainda assim, os preços do minério de ferro ainda devem recuar no longo prazo, uma vez que estão em níveis relativamente elevados e a oferta está se recuperando, disse Wu Shiping, analista da Tianfeng Futures.
"A recente recuperação do minério de ferro é uma alta de curto prazo, em parte devido às usinas siderúrgicas", que estão elevando temporariamente a demanda por matéria-prima, acrescentou ele.
A empresa de análise de dados de aço e minério de ferro Tivlon Technologies disse que espera que a demanda por aço aumente a partir da segunda semana de setembro, com a China entrando na temporada de maior demanda.
"A Tivlon está observando cortes voluntários na produção de usinas siderúrgicas na China e os estoques de aço estão diminuindo em relação às máximas", disse a empresa com sede em Cingapura.
No aço, o contrato mais ativo do vergalhão na bolsa de Xangai fechou em alta de 2,7%, a 3.407 iuanes por tonelada.
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Fonte: Reuters

Índices europeus avançam em meio a sessão cautelosa



Publicado em 02/09/2019 08:16



Por Susan Mathew
(Reuters) - As ações europeias operavam em alta nesta segunda-feira, em meio a uma sessão modesta em volume, com dados surpreendentemente positivos da China ajudando a amenizar um golpe da última rodada de tarifas entre Estados Unidos e China que entrou em vigor no fim de semana.
Às 8:05 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 subia 0,62%, a 1.503 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhava 0,64%, a 382 pontos, iniciando setembro em alta depois de cair 1,6% em agosto em meio ao caos da guerra comercial.
A produção manufatureira da China aumentou inesperadamente em agosto, mostrou o índice PMI Caixin/Markit, contradizendo um relatório oficial de sábado que mostrou uma contração. No entanto, ambas as pesquisas apontaram para pedidos e confiança comercial fracos devido à guerra comercial.
"O Caixin é provavelmente o fator principal, apenas parece um pouco mais positivo do que pensávamos", disse Neil Wilson, analista do Markets.com.
Enquanto isso, a atividade manufatureira da zona do euro se contraiu pelo sétimo mês seguido em agosto, com um declínio contínuo da demanda comprometendo o otimismo, mostrou uma pesquisa, provavelmente reforçando as expectativas de flexibilização monetária pelo Banco Central Europeu (BCE) na próxima semana.
As ações alemãs, sensíveis ao comércio, operavam em estabilidade, com as tarifas de 15% de Washington sobre produtos chineses entrando em vigor no domingo, enquanto a China começou a implementar novas taxas em uma lista de 75 bilhões de dólares em produtos norte-americanos. Os investidores podem estar ignorando as tarifas, já que elas eram esperadas, disse Wilson, da Markets.com.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os dois lados ainda se encontrarão para negociações no final deste mês.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançava 1,40%, a 7.308 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subia 0,41%, a 11.988 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhava 0,35%, a 5.499 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib tinha valorização de 1,06%, a 21.548 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrava alta de 0,46%, a 8.853 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizava-se 0,59%, a 4.916 pontos.
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Fonte: Reuters

Índices chineses avançam apesar de novas tarifas



Publicado em 02/09/2019 08:14

Os índices acionários chineses avançaram mais de 1% nesta segunda-feira, apesar de Pequim e Washington terem no fim de semana colocado em vigor uma nova rodada de tarifas.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 1,3%, enquanto o índice de Xangai teve alta também de 1,3%.
Os investidores obtiveram confiança a partir de sólidos lucros corporativos, além de uma expansão surpreendente na atividade manufatureira chinesa, com base em pesquisa privada.
A calma dos investidores sugere que o impacto da guerra comercial nos mercados chineses foi em boa parte precificado. Também pode ter ajudado a promessa da China no fim de semana de revigorar os mercados de capitais, bem como as expectativas da disposição das autoridades de intervir antes do feriado do Dia Nacional da China, em 1° de outubro.
No domingo, os Estados Unidos começaram a impor tarifas de 15% sobre mercadorias chinesas, incluindo calçados e relógios inteligentes, enquanto a China revidou com impostos sobre o petróleo dos EUA, marcando a mais recente escalada de sua prolongada guerra comercial.
 Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,41%, a 20.620 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,38%, a 25.626 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,31%, a 2.924 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,28%, a 3.848 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,07%, a 1.969 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,16%, a 10.634 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,76%, a 3.082 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,38%, a 6.579 pontos.
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Fonte: Reuters