sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Boi: O mercado está comprador, por Scot Consultoria



Publicado em 01/11/2019 20:11 e atualizado em 01/11/2019 20:52


hayná Drugowick
zootecnista
Scot Consultoria
Mercado firme e em alta.
A cotação do boi gordo subiu em 11 das32 praças pesquisadas pela Scot Consultoria.
Em São Paulo,a cotação livre de funrural subiu 0,3% na comparação dia a dia, considerando o preço à vista. Nos últimos trinta dias, a alta foi de 4,3%.

Destaque para o Sul de Minas Gerais, que, no acumulado de outubro, a arroba do boi gordo teve alta de 5,3%, e atualmente está cotada em R$157,50 à vista e livre de Funrural.
Na média de todas as regiões pesquisadas, a arroba do boi gordo subiu 6,0% nos últimos trinta dias, considerando o preço à vista.
No mercado atacadista de carne com osso, o boi casado de animais castrados está cotado em R$11,61/kg.Alta de 3,1% na comparação dia a dia e de 11% no acumulado de outubro.
O mercado está comprador.
Fonte: Scot Consultoria

Pesquisadores do projeto Biomas levantam resultados no Pampa



Publicado em 31/10/2019 17:14


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizam nesta semana, no Rio Grande do Sul, o levantamento e a análise dos resultados do Projeto Biomas no Pampa.
O primeiro compromisso dos pesquisadores do projeto foi na segunda (28), em reunião com representantes da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), em Porto Alegre.
De acordo com a coordenadora do Projeto na CNA, Claudia Mendes, o objetivo foi colher o máximo de informações para subsidiar o relatório final do projeto.
Na terça (29), o grupo visitou a área experimental do bioma, na fazenda Caveiras, em Dom Pedrito, e se reuniu com o Sindicato Rural do município e com a Universidade Federal do Pampa (Unipampa).
Segundo o coordenador nacional do Projeto Biomas, Alexandre Uhlmann, o Pampa é um bioma que abriga formações campestres e algumas florestais.
“Na região visitada, tem sido muito utilizada a pecuária de corte com raças europeias. A princípio nós fizemos um diagnóstico para que no futuro possamos contribuir com pesquisas conciliando a produção e o meio ambiente”, disse.
Na quarta (30), os pesquisadores se reuniram com representantes do Sindicato Rural de Bagé. Já na quinta (31), a programação foi na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) do Rio Grande do Sul.
O Projeto Biomas foi criado em 2010 para auxiliar o produtor a utilizar a árvore na propriedade rural com fins econômicos e ambientais e como resolver problemas ambientais com menor custo e possibilidade de obter retorno financeiro.
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Fonte: CNA

PF faz buscas em empresa suspeita de envolvimento em manchas de petróleo, diz Bolsonaro



Publicado em 01/11/2019 10:39


(Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Polícia Federal está cumprindo mandado de busca e apreensão, nesta sexta-feira, contra uma empresa suspeita de envolvimento com as manchas de petróleo que atingem o Nordeste brasileiro desde setembro.
O presidente não identificou a empresa, mas afirmou que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, irá emitir uma nota oficial com mais informações sobre a investigação.
"Estão sendo feitas busca e apreensão, parece que tem uma suspeita muito grande de uma empresa, suspeita ainda. Ele (Moro)tinha que fazer busca e apreensão para, quem sabe, ter a comprovação disso", disse Bolsonaro a jornalistas na saída do Palácio da Alvorada, ao ser perguntado sobre as investigações a respeito das manchas de petróleo.
Bolsonaro disse ainda que recebeu convite de um país do Oriente Médio para que o Brasil ingresse na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), mas que o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ressalvou que há prós e contras em fazer parte da organização.
Bolsonaro afirmou que uma decisão a respeito ainda será tomada.
(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)
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Fonte: Reuters

União vai buscar reparação por danos causados por derramamento de óleo, diz AGU



Publicado em 01/11/2019 12:06


RIO DE JANEIRO (Reuters) - A União vai buscar reparação pelos danos causados pelo derramamento de óleo no litoral do Nordeste, disse nesta sexta-feira o advogado-geral da União, André Mendonça, após uma investigação da Polícia Federal apontar um navio grego como suspeito de ser o responsável pelo incidente.
O AGU não especificou contra quem será feito o pedido de reparação.
De acordo com a PF, um navio de bandeira grega, que estaria vinculado a empresa de mesma nacionalidade, foi o responsável pelo derramamento que atingiu praias do Nordeste brasileiro a partir do início de setembro.
O navio em questão atracou em 15 de julho na Venezuela, onde permaneceu por três dias e foi carregado com petróleo venezuelano, antes de seguir rumo a Cingapura, vindo a aportar depois apenas na África do Sul.
O derramamento teria ocorrido nessa rota, entre os dias 28 e 29 de julho, de acordo com as investigações.
(Por Rodrigo Viga Gaier)
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Fonte: Reuters

Empresa grega é suspeita do vazamento de óleo, diz Polícia Federal



Publicado em 01/11/2019 19:50 e atualizado em 01/11/2019 20:51


O produto atingiu 250 praias nordestinas brasileiras

A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (1º) a Operação Mácula, com objetivo de investigar uma embarcação grega suspeita de ter causado o derramamento de óleo que atingiu mais de 250 praias nordestinas brasileiras.  A embarcação grega teria atracado em 15 de julho na Venezuela, onde ficou por três dias antes de seguir a Singapura, via África do Sul.
“O navio grego está vinculado, inicialmente, à empresa de mesma nacionalidade, porém, ainda não há dados sobre a propriedade do petróleo transportado pelo navio identificado, o que impõe a continuidade das investigações”, informou a PF.
Os dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal (RN) estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em sedes de representantes e contatos da empresa grega no Brasil.
As investigações começaram em setembro e contaram com a participação da Marinha, do Ministério Público Federal, do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, da Agência Nacional do Petróleo, Universidade Federal da Bahia, Universidade de Brasília e Universidade Estadual do Ceará, além de uma empresa privada do ramo de geointeligência.
Dessa forma foi possível localizar a mancha inicial do óleo, a 700 km da costa brasileira (em águas internacionais), de extensão ainda não calculada. A partir da localização da mancha inicial, foi possível estimar que o derramamento deve ter ocorrido entre os dias 28 e 29 de julho. Fazendo uso de técnicas de geociência, foi possível chegar “ao único navio petroleiro que navegou pela área suspeita”, naquela data.
A Polícia Federal solicitou diligências em outros países, a fim de obter mais dados sobre a embarcação, a tripulação e a empresa.
A PF informou, ainda, que está realizando “diversos exames periciais no material oleoso recolhido em todos os estados brasileiros atingidos, bem como exames em animais mortos, já havendo a constatação de asfixia por óleo, assim como a similaridade de origem entre as amostras”.
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Fonte: Agência Brasil

Plantio da soja se encerrou com atraso em Itambé/PR e preocupação com clima permanece



Publicado em 01/11/2019 10:51 e atualizado em 01/11/2019 12:31


Produtores do município finalizaram a semeadura com 30 dias de atraso, mas ainda dentro de boa janela de cultivo para a soja. Prejuízo maior deve ficar para a segunda safra de milho em 2020.
Valdir Edemar Fries - Produtor Rural - Itambé-PR

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Plantio da soja se encerrou com atraso em Itambé/PR e preocupação com clima permanece
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A instabilidade nas chuvas atrasou o encerramento do plantio de soja em Itambé/PR e na microrregião às margens do rio Ivaí, de acordo com Valdir Edemar Fires, produtor rural. Segundo ele, o atraso no plantio da soja vai gerar impacto na colheita, que também será tardia. Por sua vez, o plantio da safrinha de milho para quem esperou as chuvas de outubro ou ainda vai plantar soja até a segunda quinzena de novembro, também pode sofrer atraso, segundo Fries, já que o produtor vai perder a luminosidade dos meses de janeiro e fevereiro. "A gente já estaria plantando o milho caso tivesse a oportunidade de ter plantado soja assim que finalizou o vazio sanitário", diz Fries.
Ele explica que os poucos agricultores da região que plantaram suas safras de soja em setembro realizaram o plantio "na poeira", entretanto, mesmo com o baixo volume e a irregularidade da chuva em outubro, a germinação foi satisfatória. Os últimos plantios, devido à umidade do solo, estão com boa germinação, as demais se encontram entre as fases 3 e 5 de desenvolvimento", afirma. Outro ponto em relação à escassez de chuva foi a economia na aplicação de defensivos, já que com menos umidade a incidência de fungos nas plantas é menor.
 
Fries explica que tem chovido bem no Sul do país, em uma época de transição de La Niña para El Niño e nesse período neutro as frentes frias avançam muito bem até o centro-sul do Paraná, centro-oeste, centro-sul do estado. Já do oeste para o norte do Paraná, as frentes frias acabam perdendo força ou indo para o litoral e provocando chuvas de baixo volume e de forma irregular. "Essa questão pode dificultar e podemos ter risco de perda de produtividade por este motivo. A gente fica atento e aflito em relação ao clima, do restante, o produtor rural fez a parte dele, tem aplicado a adubação, cobertura em termos de cloreto que o pessoal da região tem o costume de fazer, e aguardando para realizar o manejo da lavoura da melhor forma possível.
Sobre o mercado físico, Fries afirma que o produtor tem vendido a soja da forma que for necessária para custear as despesas, mas que as negociações no mercado futuro têm sofrido impactos. Para ele, as razões para que o produtor de soja esteja relutante em fechar contratos futuros estão na alta do dólar e questões do mercado internacional, como a colheita americana. "Houve a oferta de contrato de soja a termo até R$ 80, valor satisfatório, mas o produtor ainda ficou bem cauteloso, poucos fizeram contrato nessas condições, até porque diante dessas instabilidades climáticas, não sabemos se vamos ter produtividade o suficiente para cumprir depois".
Por: Guilherme Dorigatti e Letícia Guimarães
Fonte: Notícias Agrícolas

Movimento de compra dos fundos deu sustentação aos preços da soja em Chicago. Investidores se preparam para USDA



Publicado em 01/11/2019 17:10 e atualizado em 01/11/2019 18:52

USDA pode rever produção americana e diminuir ainda mais a oferta de soja na safra deste ano dos EUA
Marlos Correa - Analista Insoy Commodities

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Entrevista com Marlos Correa - Analista Insoy Commodities sobre o Fechamento de Mercado da Soja
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Nesta sexta-feira (1), o mercado da soja fechou em campo positivo, resuperando as baixas dos últimos dias. Com ganhos entre 4 e 7 pontos nos principais vencimentos, o mercado continua à espera de novidades com relação aos principais fatores que irão ditar a tendência dos preços.
A demanda chinesa continua tímida, se dividindo entre compras de soja brasileira e americana. Enquanto isso, a colheita americana continua avançando, o que faz com que o mercado fique aguardando o próximo relatório mensal de oferta e demanda do USDA.
O clima também continuará ditando o mercado, já que os EUA contabilizam quebra de safra. Caso o mesmo ocorra na América do Sul, os preços podem atingir patamares de US$ 10. Como os indicadores climáticos indicam que haverá normalidade nas chuvas, a pressão tende a continuar. Sem o fim da guerra comercial ou uma maior demanda chinesa, a soja tende a continuar na variação de preços entre US$ 9 e US$ 9,40.
Por: Aleksander Horta
Fonte: Notícias Agrícolas