segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Previsão indica chuvas para todas regiões do país nesta terça-feira



Publicado em 03/02/2020 17:20

Confira a previsão do tempo para esta terça-feira (04) para todo Brasil
Meteorologia - Previsão do tempo para todo o Brasil

INMET: Previsão para terça-feira (4) por região do Brasil

Confira a previsão do tempo do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) para todas as regiões do Brasil:

CENTRO-OESTE

04/02/2020
Terça-feira
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Pancadas de chuva e trovoadas em toda Região, exceto o Mato Grosso do Sul que será nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Temp. Max.: 37ºC
Temp. Mín.: 17ºC
UR. Max.: 100%
UR. Min.: 35%
Direção do Vento: NE-NW-E
Intensidade: Fraco/Moderado com Rajadas

NORDESTE

04/02/2020
Terça-feira
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Pancadas de chuva no Maranhão e Piauí. Nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva nos demais estados da Região.
Temp. Max.: 38ºC
Temp. Mín.: 18ºC
UR. Max.: 95%
UR. Min.: 30%
Direção do Vento: E-SE-NE
Intensidade: Fraco/Moderado com Rajadas

NORTE

04/02/2020
Terça-feira
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Pancada de chuvas e trovoadas em grande parte da região, exceto em Roraima que ficará nublado a parcialmente nublado.
Temp. Max.: 36ºC
Temp. Mín.: 21ºC
UR. Max.: 95%
UR. Min.: 40%
Direção do Vento: NW-SW-NE
Intensidade: Fraco/Moderado com Rajadas

SUDESTE

04/02/2020
Terça-feira
43.jpg
 
Pancadas de chuvas e trovoadas em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Nublado a parcialmente nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em São Paulo e com pancadas de chuva isolada no Espírito Santo.
Temp. Max.: 37ºC
Temp. Mín.: 13ºC
UR. Max.: 95%
UR. Min.: 40%
Direção do Vento: NE-NW-N
Intensidade: Fraco/Moderado com Rajadas

SUL

04/02/2020
Terça-feira
37.jpg
Pancadas de chuva no leste e sul do Paraná e no leste, norte e sul de Santa Catarina e, com pancadas de chuva isolada no norte e nordeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas da região, parcialmente nublado.
Temp. Max.: 36ºC
Temp. Mín.: 12ºC
UR. Max.: 95%
UR. Min.: 35%
Direção do Vento: SE-E-S
Intensidade: Fraco/Moderado com Rajadas
Por: Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas

Frango: primeiro dia útil do mês é de quedas ou estabilidade nos setores



Publicado em 03/02/2020 17:25

O mercado de frango segue com setores registrando quedas ou estabilidade nesta segunda-feira (03), primeiro dia útil de fevereiro. Segundo análise da Scot Consultoria, a demanda deve melhorar com a virada do mês, o que deve aquecer as cotações.
De acordo com a Scot Consultoria, em São Paulo a ave na granja permaneceu com preço estável em R$ 3,10 o quilo, enquanto no atacado, houve nova queda, de 0,73%, chegando a R$ 4,05 o quilo.
No caso da ave viva, em São Paulo o Instituto de Economia Agrícola registrou queda de 8,57%, chegando ao valor de R$ 2,56 o quilo. No Paraná, segundo o Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o preço ficou estável em R$ 3,49 o quilo. 
De acordo com dados do Cepea/Esalq referentes à sexta-feira (31 de janeiro), os preços do frango congelado e do resfriado não mudaram, permanecendo, respectivamente, em R$ 4,70/kg e R$ 4,47/kg.
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Fonte: Notícias Agrícolas

Suínos: mercado continua em queda, principalmente nos preços do animal vivo



Publicado em 03/02/2020 17:34


O mercado de suínos continua patinando nas cotações, com indicação de quedas na maioria dos setores. De acordo com o presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos, Valdomiro Ferreira, em São Paulo, o produtor de suíno independente viu no mês de janeiro o preço do animal despencar 22%, enquanto o preço do milho sobe e encurta a margem de lucro.
De acordo com a Scot Consultoria, em São Paulo a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 95/R$ 97, enquanto a carcaça especial teve queda de até 1,30%, ficando cotada em R$ 7,30/R$ 7,60 o quilo. 
De acordo com indicadores do Cepea/Esalq para o suíno vivo, referentes à sexta-feira (31 de janeiro), houve queda em todas as praças produtoras acompanhadas pelo órgão.
No Rio Grande do Sul, a baixa foi de 1,22%, chegando em R$ 4,87/kg, queda de 1,08% em Minas Gerais, com valor de R$ 5,50/kg, redução de 0,41% em Santa Catarina, fechando em R$ 4,85/kg, e baixa de 0,19% tanto para o Paraná quanro para São Paulo, que ficaram com preços de R$ 5,13/kg e R$ 5,29/kg, respectivamente.
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Por: Letícia Guimarães
Fonte: Notícias Agrícolas

Soja: Mercado fecha em alta na Bolsa de Chicago e estável nos portos do Brasil



Publicado em 03/02/2020 17:52 e atualizado em 03/02/2020 20:46

O mercado da soja inverteu o sinal do início do dia e fechou o pregão desta segunda-feira (3) com leves altas na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa subiram pouco mais de 4 pontos nos principais contratos. O março ficou em US$ 8,77, o maio em US$ 8,90 e o maio encerrou os negócios cotado a US$ 9,04 por bushel.
No Brasil, em contrapartida, os indicativos mantiveram estabilidade em boa parte das praças de comercialização do interior do país e nos principais portos. As pequenas altas em Chicago foram ofuscadas, afinal, pelas perda de quase 1% do dólar, que terminou a sessão desta segunda valendo R$ 4,24. 
Assim como a soja em Chicago - que perdeu quase 8% em janeiro e buscou um certo reajuste neste início de semana - a moeda americana também passou por uma correção depois de ter alcançado sua máxima histórica na última sexta-feira (31). 
Em Paranaguá, a soja disponível fechou com R$ 85,20 e em Rio Grande, com R$ 84,50 por saca, enquanto isso, as referências para março/2020 permaneceram em, respectivamente, R$ 84,30 e R$ 83,50. 
No interior, foram identificadas algumas exceções, como Jataí e Rio Verde, ambas em Goiás, onde o preço cedeu 2,7% para R$ 72,00/saca, ou Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, onde a perda foi de 1,96% para R$ 75,00. 
O mercado se pautou pela movimentação tímida na CBOT, mas também acompanhando suas realidades regionais, principalmente a evolução da colheita no Brasil e a demanda ainda forte pelo produto nacional. A soja do Brasil se mantém como a mais competitiva e, por isso, atraindo os compradores. 
BOLSA DE CHICAGO
Em Chicago, o mercado encontrou espaço para essa ligeira retomada depois das perdas intensas de janeiro. Os traders, aos poucos, se voltam aos seus fundamentos e espera por novas notícias relacionadas ao surto do coronavírus e também pelas próximas reações dos mercados financeiros internacionais. 
Além disso, o mercado da soja ainda foi beneficiado pelos bons números dos embarques semanais norte-americanos divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Na semana encerrada em 30 de janeiro, os EUA embarcaram 1.355,627 milhão de toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 550 mil e 1,2 milhão de toneladas. No acumulado da temporada, o total dos embarques chega a 26.594,745 milhões de toneladas, 53% a mais do que no mesmo período do ano anterior. 
Entretanto, mais do que isso, o mercado também se atenta aos efeitos que este quadro pode ter sobre o futuro da fase um do acordo comercial entre China e Estados Unidos. 
"Boatos nos bastidores aqui do mercado já sugerem que o governo chinês deverá usar a “desculpa” de uma nova crise para descumprir parte da Fase 1 do Acordo Comercial com os Estados Unidos. Enquanto a novela perdura, o Brasil
continuará sendo um forte exportador de soja, principalmente com a oferta crescendo nas próximas semanas no decorrer da colheita no país", explicam os especialistas da consultoria ARC Mercosul.
Em entrevista ao Notícias Agrícolas, Roberto Dumas Damas, economista e professor do INSPER, especializado em economia internacional, explica que a fragilidade do acordo já era conhecida e só se intensificou com a questão do coronavírus. 
"Essa fase um foi uma bobagem, um acordo absolutamente frágil para reeleger Trump", acredita o economista. "Financistas, bancos, gostam e sabem administrar risco, mas não sabem administrar incerteza, e não temos a mínima ideia do que vai acontecer".
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Por: Carla Mendes | Instagram @jornalistadasoja
Fonte: Notícias Agrícolas

Dólar tem maior queda de 2020 ante real com trégua externa após recordes recentes



Publicado em 03/02/2020 18:25


Por José de Castro
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar começou fevereiro com a maior queda ante o real em 2020, com estímulos na China e dados melhores nos Estados Unidos servindo de argumento para uma correção depois de fortes altas recentes que levaram a moeda a bater recordes.
A reabertura dos mercados chineses após o feriado estendido foi marcada por fortes quedas nas bolsas locais e pela promessa de autoridades do país de usar várias ferramentas de política monetária para garantir ampla liquidez e apoio às empresas.
Cálculos da Reuters com base em dados do banco central chinês apontaram injeção líquida de pelo menos 150 bilhões de iuanes nesta segunda-feira.
"Esperamos que o governo chinês acelere oferta de liquidez para mitigar a baixa (da economia), especialmente diante de sua sinalização de 'estabilização do crescimento' como prioridade para 2020", disse o Barclays em nota. "Esperamos tanto um amplo afrouxamento monetário quanto mais suporte fiscal, tributário, monetário e de crédito para as regiões mais afetadas".
O dólar à vista caiu 0,86%, a 4,24875 reais na venda. A queda percentual é a mais forte desde 30 de dezembro (-0,91%).
Na sexta passada, a moeda fechou a 4,2858 reais na venda, máxima nominal recorde.
Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha queda de 0,82%, a 4,2535 reais.
Medidas de suporte na China tendem a acalmar os mercados e, por tabela, amparar moedas de risco. Junto com o real, peso mexicano, rand sul-africano e peso chileno tinham firme valorização nesta segunda-feira.
Dados melhores do setor manufatureiro nos EUA também ajudaram o sentimento dos mercados, uma vez acalmaram temores sobre desaceleração na maior economia do mundo.
A sessão foi marcada ainda pela volta das rolagens de swap cambial tradicional pelo Banco Central, que negociou todos os 13 mil contratos ofertados na sessão. O BC já afirmou que pretende fazer a rolagem integral dos 11,7 bilhões de dólares em swaps cambiais que venceriam em abril. Assim, o BC evita retirar liquidez do mercado, ajudando a acalmar o dólar.
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Fonte: Reuters

Ibovespa segue Wall St e sobe; coronavírus segue no radar



Publicado em 03/02/2020 18:27

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista encerrou em alta ​nesta segunda-feira, em movimento ajudado pela recuperação dos pregões de Wall Street, enquanto agentes permanecem acompanhando desdobramentos relacionados ao surto de coronavírus na China.
Segundo dados preliminares de fechamento, o Ibovespa subiu 1,06%,​​ a 114.961,13​ pontos. O giro financeiro da sessão somou 19,8 bilhões de reais.
Os ganhos foram liderados por Braskem ​, que subiu 6,2%, e as perdas por IRB Brasil , em baixa de 8,5%.
Entre as ações com maior participação no Ibovespa, Itaú Unibanco ganhou 0,73%. Bradesco teve alta de 1%. Banco do Brasil registrou valorização de 0,58% e Santander Brasil apurou recuo de 0,26%.
Vale fechou em alta de 1,27% e Petrobras PN teve perda de 0,60%, enquanto Petrobras ON caiu 0,59%.
O índice está 10,4% acima da média dos últimos 200 dias de negócios. Nas últimas 52 semanas, o Ibovespa acumula 17,6% de ganho. 
Veja o fechamento de outros índices da B3 nesta segunda-feira:
- IBrX 100:1,11%, 48.600,47​ pontos.
- IBrX 50:0,93%, 18.699,46 pontos.
- IBrA:1,15%, 4.574,65 pontos.
- Índice Small Cap (SMLL):2,04%, 2.912,14 pontos.
- Índice MidLarge Cap (MLCX):1,02%, 2.200,42 pontos.
- Índice Dividendos (IDIV):1,33%, 6.835,45 pontos.
- Índice Financeiro (IFNC):0,60%, 12.798,72 pontos.
- Índice de Consumo (ICON):1,71%, 5.564,85 pontos.
- Índice de Energia Elétrica (IEE):1,43%, 79.428,45 pontos.
- Índice de Materiais Básicos (IMAT):1,30​%, 3.636,89 pontos.
- Índice do Setor Industrial (INDX):1,39%, 21.724,82 pontos.
- Índice Imobiliário (IMOB):2,23%, 1.474,65 pontos.
- Índice Utilidade Pública (UTIL):1,70%, 8.992,88 pontos.
- Índice de BDRs Não Patrocinados-GLOBAL (BDRX):-0,26%, 7.934,99 pontos.
- Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE):1,49%, 4.244,43 pontos.
- Índice de Ações com Governança Diferenciada (IGCX):1,33%, 18.433,94 pontos.
(Por Aluisio Alves)
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Fonte: Reuters

Secretaria cita sazonalidade, mas também movimento de grãos atípico na balança



Publicado em 03/02/2020 17:30


A queda nas exportações de petróleo e grãos, a importação de plataformas de petróleo e uma base inflada em 2019 levaram o saldo da balança comercial brasileira a registrar em janeiro o primeiro déficit em cinco anos.

No mês passado, a diferença entre exportações e importações foi negativa em US$ 1,745 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 3, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.

"O mês de janeiro é sazonalmente baixo, mas esse menor movimento de grãos é atípico. Esperamos embarques de grãos mais fortes nos próximos meses", espera o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Na quinta semana de janeiro, houve ainda a importação de duas plataformas de petróleo, totalizando US$ 2 bilhões. Além disso, contribuiu para o resultado negativo a base mais alta de comparação.

Em janeiro de 2019, houve exportações de plataformas de petróleo no valor de US$ 1,3 bilhão, além de recorde nas vendas de celulose no período (US$ 1 bilhão), o que inflou a base de comparação.

No mês passado, houve queda de 33,2% nas vendas de soja e 41% na de milho, além de recuo de 29,2% na exportação de petróleo cru. Em relação aos grãos, Brandão destacou que, por questões climáticas, houve atraso no plantio e na colheita dos grãos, o que resultou em queda nos embarques.

"A desaceleração da economia mundial e a queda nos preços dos produtos também impactou as exportações brasileiras", avaliou.

Pelo lado da importação, apesar da queda em janeiro (-1,3%), Brandão ponderou que há um aumento de 4,5% em volume, o que denota recuperação da economia brasileira.

Para os próximos meses, o subsecretário acredita que a demanda interna pela soja continuará aquecida, já que é insumo para rebanhos brasileiros e a exportação de carne está crescendo incentivada pela alta nos preços do produto. Isso deverá impactar as exportações de soja.

Já a assinatura de um acordo comercial entre Estados Unidos e China não preocupa Brandão. "Não vejo isso como grande fator que afeta produtos brasileiros", afirmou.
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Fonte: Estadão Conteúdo