Cultura da Abobrinha é uma opção para o produtor obter renda a curto prazo
31/10/13 - 15:40
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico, além de ser rica em vitaminas e versátil na forma de preparo
Como uma cultura de ciclo rápido, a abobrinha é uma grande oportunidade para o pequeno produtor obter renda em curto período de tempo. Segundo uma pesquisa de 2011 da Assosciação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), o valor da produção de abobrinha no Brasil (margem bruta do produtor mais os insumos) chega a R$ 361 milhões por ano. No varejo, o valor passa de R$ 1,8 bilhões por ano. Considerando a média de preços praticados nos últimos anos, o cultivo da abobrinha é uma atividade atrativa que proporciona boa rentabilidade ao produtor. A cultura gera ainda muitos empregos, pois a utilização de mão de obra é intensa, principalmente durante a colheita.
Nesse cenário, a Agristar, líder no mercado nacional de sementes para hortifruticultura, oferece ao agricultor uma completa linha de sementes de abobrinhas. “Dentre as cultivares, destacamos a Corona, do tipo italiana, ideal para regiões onde a pressão de viroses é alta, e a Anita, indicada para áreas ou épocas do ano em que a virose não representa um problema. Ambas são da Topseed Premium, linha de sementes profissionais de alta tecnologia desenvolvidas para apresentar resultados efetivos aos produtores”, explica o Especialista em Cucurbitáceas (grupo de culturas ao qual pertence a abobrinha) da Agristar, Eduardo Cleto.
A Agristar possui desde sementes de abobrinhas híbridas para atender mercados convencionais, como as abobrinhas Brenda e Jade , que são do tipo libanesa, até a linha de Especialidades, que é destinada ao público gourmet, com produtos diferenciados em cores, formatos e sabores. “São materiais com ótimo desempenho no campo, com capacidade para atender a necessidade de todo tipo de produtor e consumidor, além de apresentarem excelente produtividade e bom pós-colheita”, afirma o especialista.
Segundo Cleto, as perspectivas para a linha de abobrinhas em 2014 são de crescimento devido à Copa do Mundo. “Em especial, as variedades da linha Especialidades - com destaque para as abobrinhas Ball Squash - apresentam forte apelo para promoção de materiais para a Copa do Mundo, pois são em formato de bola. Nesse cenário também despertam a atenção do consumidor as abobrinhas Douralita (amarela) e Zucchini (verde escura), que remetem à bandeira do Brasil”, comenta.
Dicas de Plantio e Manejo
A cultura da abobrinha é sensível a temperaturas baixas, pois prejudicam o desenvolvimento das plantas e a polinização das flores pelas abelhas, resultando em frutos mal formados e baixa produtividade. Segundo Cleto, deve-se evitar plantios nas épocas mais frias do ano onde o inverno é rigoroso, pois a cultura não tolera geadas. No entanto, historicamente, o preço é melhor neste período. Logo, o que vai definir o calendário de semeio é o clima da região de cultivo.
Os Cinturões Verdes ao redor das capitais das regiões Sul e Sudeste do País são os principais polos de produção da abobrinha, porém a cultura também é cultivada fora desses polos, como no Distrito Federal e Nordeste.
As principais doenças que atingem a cultura são o oídio, míldio, crestamento gomoso, phytophthora e viroses. Entre as pragas, se destacam a mosca minadora, a mosca branca, brocas, vaquinhas, pulgões e tripes. De acordo com o especialista da Agristar, as melhores soluções em recursos e manejo são trabalhar com materiais resistentes, monitorar e combater os insetos transmissores de viroses (pulgões e tripes), além de evitar plantios novos perto de áreas velhas.
Benefícios para consumo
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo seu sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico (100 gramas oferecem cerca de 20 kcal). “A abobrinha é rica em niacina e fonte de vitaminas do complexo B e vitamina A. Potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio também estão presentes em sua composição. A abobrinha também possui grande versatilidade na forma de preparo. Pode ser consumida refogada no óleo ou azeite, cozida, em saladas frias, como suflê, frita à milanesa, recheada ou como ingrediente em bolos, pizza e pastéis. Seu cozimento é rápido e não é necessário acrescentar água, pois a quantidade de água da abobrinha é suficiente para cozinhá-la”, orienta o especialista.
Agrolink com informações de assessoria
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Cultura da Abobrinha é uma opção para o produtor obter renda a curto prazo
Cultura da Abobrinha é uma opção para o produtor obter renda a curto prazo
Cultura da Abobrinha é uma opção para o produtor obter renda a curto prazo
31/10/13 - 15:40
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico, além de ser rica em vitaminas e versátil na forma de preparo
Como uma cultura de ciclo rápido, a abobrinha é uma grande oportunidade para o pequeno produtor obter renda em curto período de tempo. Segundo uma pesquisa de 2011 da Assosciação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), o valor da produção de abobrinha no Brasil (margem bruta do produtor mais os insumos) chega a R$ 361 milhões por ano. No varejo, o valor passa de R$ 1,8 bilhões por ano. Considerando a média de preços praticados nos últimos anos, o cultivo da abobrinha é uma atividade atrativa que proporciona boa rentabilidade ao produtor. A cultura gera ainda muitos empregos, pois a utilização de mão de obra é intensa, principalmente durante a colheita.
Nesse cenário, a Agristar, líder no mercado nacional de sementes para hortifruticultura, oferece ao agricultor uma completa linha de sementes de abobrinhas. “Dentre as cultivares, destacamos a Corona, do tipo italiana, ideal para regiões onde a pressão de viroses é alta, e a Anita, indicada para áreas ou épocas do ano em que a virose não representa um problema. Ambas são da Topseed Premium, linha de sementes profissionais de alta tecnologia desenvolvidas para apresentar resultados efetivos aos produtores”, explica o Especialista em Cucurbitáceas (grupo de culturas ao qual pertence a abobrinha) da Agristar, Eduardo Cleto.
A Agristar possui desde sementes de abobrinhas híbridas para atender mercados convencionais, como as abobrinhas Brenda e Jade , que são do tipo libanesa, até a linha de Especialidades, que é destinada ao público gourmet, com produtos diferenciados em cores, formatos e sabores. “São materiais com ótimo desempenho no campo, com capacidade para atender a necessidade de todo tipo de produtor e consumidor, além de apresentarem excelente produtividade e bom pós-colheita”, afirma o especialista.
Segundo Cleto, as perspectivas para a linha de abobrinhas em 2014 são de crescimento devido à Copa do Mundo. “Em especial, as variedades da linha Especialidades - com destaque para as abobrinhas Ball Squash - apresentam forte apelo para promoção de materiais para a Copa do Mundo, pois são em formato de bola. Nesse cenário também despertam a atenção do consumidor as abobrinhas Douralita (amarela) e Zucchini (verde escura), que remetem à bandeira do Brasil”, comenta.
Dicas de Plantio e Manejo
A cultura da abobrinha é sensível a temperaturas baixas, pois prejudicam o desenvolvimento das plantas e a polinização das flores pelas abelhas, resultando em frutos mal formados e baixa produtividade. Segundo Cleto, deve-se evitar plantios nas épocas mais frias do ano onde o inverno é rigoroso, pois a cultura não tolera geadas. No entanto, historicamente, o preço é melhor neste período. Logo, o que vai definir o calendário de semeio é o clima da região de cultivo.
Os Cinturões Verdes ao redor das capitais das regiões Sul e Sudeste do País são os principais polos de produção da abobrinha, porém a cultura também é cultivada fora desses polos, como no Distrito Federal e Nordeste.
As principais doenças que atingem a cultura são o oídio, míldio, crestamento gomoso, phytophthora e viroses. Entre as pragas, se destacam a mosca minadora, a mosca branca, brocas, vaquinhas, pulgões e tripes. De acordo com o especialista da Agristar, as melhores soluções em recursos e manejo são trabalhar com materiais resistentes, monitorar e combater os insetos transmissores de viroses (pulgões e tripes), além de evitar plantios novos perto de áreas velhas.
Benefícios para consumo
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo seu sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico (100 gramas oferecem cerca de 20 kcal). “A abobrinha é rica em niacina e fonte de vitaminas do complexo B e vitamina A. Potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio também estão presentes em sua composição. A abobrinha também possui grande versatilidade na forma de preparo. Pode ser consumida refogada no óleo ou azeite, cozida, em saladas frias, como suflê, frita à milanesa, recheada ou como ingrediente em bolos, pizza e pastéis. Seu cozimento é rápido e não é necessário acrescentar água, pois a quantidade de água da abobrinha é suficiente para cozinhá-la”, orienta o especialista.
Agrolink com informações de assessoria
Cultura da Abobrinha é uma opção para o produtor obter renda a curto prazo
31/10/13 - 15:40
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico, além de ser rica em vitaminas e versátil na forma de preparo
Como uma cultura de ciclo rápido, a abobrinha é uma grande oportunidade para o pequeno produtor obter renda em curto período de tempo. Segundo uma pesquisa de 2011 da Assosciação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), o valor da produção de abobrinha no Brasil (margem bruta do produtor mais os insumos) chega a R$ 361 milhões por ano. No varejo, o valor passa de R$ 1,8 bilhões por ano. Considerando a média de preços praticados nos últimos anos, o cultivo da abobrinha é uma atividade atrativa que proporciona boa rentabilidade ao produtor. A cultura gera ainda muitos empregos, pois a utilização de mão de obra é intensa, principalmente durante a colheita.
Nesse cenário, a Agristar, líder no mercado nacional de sementes para hortifruticultura, oferece ao agricultor uma completa linha de sementes de abobrinhas. “Dentre as cultivares, destacamos a Corona, do tipo italiana, ideal para regiões onde a pressão de viroses é alta, e a Anita, indicada para áreas ou épocas do ano em que a virose não representa um problema. Ambas são da Topseed Premium, linha de sementes profissionais de alta tecnologia desenvolvidas para apresentar resultados efetivos aos produtores”, explica o Especialista em Cucurbitáceas (grupo de culturas ao qual pertence a abobrinha) da Agristar, Eduardo Cleto.
A Agristar possui desde sementes de abobrinhas híbridas para atender mercados convencionais, como as abobrinhas Brenda e Jade , que são do tipo libanesa, até a linha de Especialidades, que é destinada ao público gourmet, com produtos diferenciados em cores, formatos e sabores. “São materiais com ótimo desempenho no campo, com capacidade para atender a necessidade de todo tipo de produtor e consumidor, além de apresentarem excelente produtividade e bom pós-colheita”, afirma o especialista.
Segundo Cleto, as perspectivas para a linha de abobrinhas em 2014 são de crescimento devido à Copa do Mundo. “Em especial, as variedades da linha Especialidades - com destaque para as abobrinhas Ball Squash - apresentam forte apelo para promoção de materiais para a Copa do Mundo, pois são em formato de bola. Nesse cenário também despertam a atenção do consumidor as abobrinhas Douralita (amarela) e Zucchini (verde escura), que remetem à bandeira do Brasil”, comenta.
Dicas de Plantio e Manejo
A cultura da abobrinha é sensível a temperaturas baixas, pois prejudicam o desenvolvimento das plantas e a polinização das flores pelas abelhas, resultando em frutos mal formados e baixa produtividade. Segundo Cleto, deve-se evitar plantios nas épocas mais frias do ano onde o inverno é rigoroso, pois a cultura não tolera geadas. No entanto, historicamente, o preço é melhor neste período. Logo, o que vai definir o calendário de semeio é o clima da região de cultivo.
Os Cinturões Verdes ao redor das capitais das regiões Sul e Sudeste do País são os principais polos de produção da abobrinha, porém a cultura também é cultivada fora desses polos, como no Distrito Federal e Nordeste.
As principais doenças que atingem a cultura são o oídio, míldio, crestamento gomoso, phytophthora e viroses. Entre as pragas, se destacam a mosca minadora, a mosca branca, brocas, vaquinhas, pulgões e tripes. De acordo com o especialista da Agristar, as melhores soluções em recursos e manejo são trabalhar com materiais resistentes, monitorar e combater os insetos transmissores de viroses (pulgões e tripes), além de evitar plantios novos perto de áreas velhas.
Benefícios para consumo
No Brasil, a abobrinha é muito apreciada pelo seu sabor, sua textura leve e por ser um alimento de baixo valor calórico (100 gramas oferecem cerca de 20 kcal). “A abobrinha é rica em niacina e fonte de vitaminas do complexo B e vitamina A. Potássio, fósforo, cálcio, sódio e magnésio também estão presentes em sua composição. A abobrinha também possui grande versatilidade na forma de preparo. Pode ser consumida refogada no óleo ou azeite, cozida, em saladas frias, como suflê, frita à milanesa, recheada ou como ingrediente em bolos, pizza e pastéis. Seu cozimento é rápido e não é necessário acrescentar água, pois a quantidade de água da abobrinha é suficiente para cozinhá-la”, orienta o especialista.
Agrolink com informações de assessoria
Parlamentares tratam da implantação do CAR com Ministra do Meio Ambiente
Parlamentares tratam da implantação do CAR com Ministra do Meio Ambiente
Parlamentares tratam da implantação do CAR com Ministra do Meio Ambiente
31/10/13 - 15:40
Integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) participaram de reunião na quarta-feira, dia 30, com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para debater sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O setor agrícola aguarda as normas do CAR, o que representará o primeiro passo para a implementação do novo Código Florestal Brasileiro, sancionado no dia 28 de maio de 2012. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que integra a Frente e também a Comissão de Agricultura e Pecuária (CAPADR) participou da reunião.
O encontro com a ministra teve como propósito esclarecer algumas dúvidas em relação ao CAR. Hamm comenta que os parlamentares querem mais detalhes sobre aplicação e funcionamento do cadastro com o propósito de estabelecer mais segurança jurídica aos produtores rurais. “Queremos tranquilizar os produtores e trazer paz ao meio rural para que o Código Florestal seja cumprido sem transtornos”, opina.
A ministra anunciou que tem um mês para consolidar o CAR. Izabella também convidou os parlamentares da FPA e da CAPADR para apresentar todos os detalhes do funcionamento, na próxima quarta-feira, dia 6, será apresentado todo detalhamento do sistema de cadastro que será realizado por meio de um programa de computador.
A normatização caberá aos estados, por meio de lei, decreto ou resolução. O CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais e tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal (RL), das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais.
Agrolink com informações de assessoria
Parlamentares tratam da implantação do CAR com Ministra do Meio Ambiente
31/10/13 - 15:40
Integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) participaram de reunião na quarta-feira, dia 30, com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, para debater sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR). O setor agrícola aguarda as normas do CAR, o que representará o primeiro passo para a implementação do novo Código Florestal Brasileiro, sancionado no dia 28 de maio de 2012. O deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), que integra a Frente e também a Comissão de Agricultura e Pecuária (CAPADR) participou da reunião.
O encontro com a ministra teve como propósito esclarecer algumas dúvidas em relação ao CAR. Hamm comenta que os parlamentares querem mais detalhes sobre aplicação e funcionamento do cadastro com o propósito de estabelecer mais segurança jurídica aos produtores rurais. “Queremos tranquilizar os produtores e trazer paz ao meio rural para que o Código Florestal seja cumprido sem transtornos”, opina.
A ministra anunciou que tem um mês para consolidar o CAR. Izabella também convidou os parlamentares da FPA e da CAPADR para apresentar todos os detalhes do funcionamento, na próxima quarta-feira, dia 6, será apresentado todo detalhamento do sistema de cadastro que será realizado por meio de um programa de computador.
A normatização caberá aos estados, por meio de lei, decreto ou resolução. O CAR é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais e tem por finalidade integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente (APP), das áreas de Reserva Legal (RL), das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais.
Agrolink com informações de assessoria
Dez municípios têm 48%
Dez municípios têm 48%
Dez municípios têm 48%
31/10/13 - 11:47
Quase metade da receita acumulada de janeiro a setembro pelo Estado está nas mãos de cidades ligadas ao ‘agro’
De janeiro a setembro deste ano, Mato Grosso somou receita de pouco mais de US$ 12,78 bilhões com as exportações de produtos da pauta local. Quase a metade das cifras contabilizadas no período, 48,59%, foi originada com negócios realizados por apenas dez municípios, dos quais, nove são exclusivamente agrícolas. O Estado, formado por 141 municípios, tem metade do faturamento, via embarques internacionais, concentrando em apenas 7% das cidades que formam o seu território.
O maior exportador mato-grossense é Sorriso, que segue liderando o ranking estadual. Localizada a 470 quilômetros ao norte de Cuiabá, a cidade lidera a produção nacional de soja e milho e encerrou a safra 2012 com a segunda maior receita agrícola do país, R$ 2,06 bilhões.
Conforme dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), sustentam a balança comercial estadual, além de Sorriso, na ordem de faturamento dos últimos nove meses, Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Diamantino e Sinop. No período, as receitas originadas com os embarques desses dez grandes exportadores somaram US$ 6,21 bilhões.
Estreitando a análise, os cinco maiores exportadores mato-grossenses apresentam, com exceção de Rondonópolis, receitas acima do registrado em igual acumulado do ano passado. Sorriso completou no mês passado faturamento de US$ 1,18 bilhão, 33,4% mais que os US$ 886,28 milhões contabilizados nos primeiros noves meses de 2012 e Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá) exibe retração de 12,5%, já que a receita atual soma US$ 823,57 milhões contra US$ 941,19 milhões acumulados em igual intervalo do ano passado. O maior incremento anual foi registrado em Cuiabá, quase 65% mais, ao passar de US$ 435,94 milhões para US$ 715,89 milhões.
Diário de Cuiabá
Autor: Marianna Peres
Dez municípios têm 48%
31/10/13 - 11:47
Quase metade da receita acumulada de janeiro a setembro pelo Estado está nas mãos de cidades ligadas ao ‘agro’
De janeiro a setembro deste ano, Mato Grosso somou receita de pouco mais de US$ 12,78 bilhões com as exportações de produtos da pauta local. Quase a metade das cifras contabilizadas no período, 48,59%, foi originada com negócios realizados por apenas dez municípios, dos quais, nove são exclusivamente agrícolas. O Estado, formado por 141 municípios, tem metade do faturamento, via embarques internacionais, concentrando em apenas 7% das cidades que formam o seu território.
O maior exportador mato-grossense é Sorriso, que segue liderando o ranking estadual. Localizada a 470 quilômetros ao norte de Cuiabá, a cidade lidera a produção nacional de soja e milho e encerrou a safra 2012 com a segunda maior receita agrícola do país, R$ 2,06 bilhões.
Conforme dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), sustentam a balança comercial estadual, além de Sorriso, na ordem de faturamento dos últimos nove meses, Rondonópolis, Cuiabá, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Diamantino e Sinop. No período, as receitas originadas com os embarques desses dez grandes exportadores somaram US$ 6,21 bilhões.
Estreitando a análise, os cinco maiores exportadores mato-grossenses apresentam, com exceção de Rondonópolis, receitas acima do registrado em igual acumulado do ano passado. Sorriso completou no mês passado faturamento de US$ 1,18 bilhão, 33,4% mais que os US$ 886,28 milhões contabilizados nos primeiros noves meses de 2012 e Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá) exibe retração de 12,5%, já que a receita atual soma US$ 823,57 milhões contra US$ 941,19 milhões acumulados em igual intervalo do ano passado. O maior incremento anual foi registrado em Cuiabá, quase 65% mais, ao passar de US$ 435,94 milhões para US$ 715,89 milhões.
Diário de Cuiabá
Autor: Marianna Peres
Comitê é criado para coordenar política de terras indígenas
Comitê é criado para coordenar política de terras indígenas
Comitê é criado para coordenar política de terras indígenas
31/10/13 - 15:36
Foi instalado nesta quarta-feira (30) o Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (CG-Pngati). Com participação do Governo Federal e da sociedade civil organizada, o grupo terá a missão de coordenar e monitorar a execução da política nacional.
Segundo o coordenador-geral de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Edmilton Cerqueira, a Pngati exigia a criação do comitê. “A Pngati busca garantir a preservação e a recuperação dos solos e recursos naturais das terras e territórios indígenas. Além disso, vai assegurar a integridade do patrimônio indígena, as condições plenas de reprodução cultural, mas sempre respeitando sua autonomia sociocultural”, disse Edmilton.
O coordenador afirmou que o comitê vai criar grupos locais de acordo com as demandas de especificidade dos povos indígenas de cada região, além de promover uma conferência nacional, que deve ocorrer entre 2014 e 2015. “O MDA vem intensificando suas ações voltadas para os povos indígenas com um conjunto de políticas, como Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), implementada em várias comunidades, bem como a ampliação da venda de produtos em programas de compras governamentais e a participação em debates de formulação de políticas públicas”, explicou.
Coordenador-geral da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), o indígena Uilton Tuxá apontou a criação do comitê e da política nacional como grandes avanços para os povos indígenas do Brasil. “Com o esforço do Governo Federal, vamos continuar os passos que já foram dados nas comunidades. Iniciar em 2014 os processos de formação para indígenas para melhorar nossa vida”, contou.
Para Uilton, as ações de inserção produtiva parecem ser mais concretas após os debates e a criação do comitê. “O ponto positivo é que temos a possibilidade de dialogar com ministérios que podem lutar pela nossa causa, como o MDA, o do Meio Ambiente (MMA) e o do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)”, concluiu.
O comitê é composto por oito representantes governamentais e o mesmo número de organizações indígenas. A secretaria-executiva do comitê gestor da Pngati pertence à Fundação Nacional do Índio (Funai).
Agrolink com informações de assessoria
Comitê é criado para coordenar política de terras indígenas
31/10/13 - 15:36
Foi instalado nesta quarta-feira (30) o Comitê Gestor da Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (CG-Pngati). Com participação do Governo Federal e da sociedade civil organizada, o grupo terá a missão de coordenar e monitorar a execução da política nacional.
Segundo o coordenador-geral de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Edmilton Cerqueira, a Pngati exigia a criação do comitê. “A Pngati busca garantir a preservação e a recuperação dos solos e recursos naturais das terras e territórios indígenas. Além disso, vai assegurar a integridade do patrimônio indígena, as condições plenas de reprodução cultural, mas sempre respeitando sua autonomia sociocultural”, disse Edmilton.
O coordenador afirmou que o comitê vai criar grupos locais de acordo com as demandas de especificidade dos povos indígenas de cada região, além de promover uma conferência nacional, que deve ocorrer entre 2014 e 2015. “O MDA vem intensificando suas ações voltadas para os povos indígenas com um conjunto de políticas, como Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), implementada em várias comunidades, bem como a ampliação da venda de produtos em programas de compras governamentais e a participação em debates de formulação de políticas públicas”, explicou.
Coordenador-geral da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), o indígena Uilton Tuxá apontou a criação do comitê e da política nacional como grandes avanços para os povos indígenas do Brasil. “Com o esforço do Governo Federal, vamos continuar os passos que já foram dados nas comunidades. Iniciar em 2014 os processos de formação para indígenas para melhorar nossa vida”, contou.
Para Uilton, as ações de inserção produtiva parecem ser mais concretas após os debates e a criação do comitê. “O ponto positivo é que temos a possibilidade de dialogar com ministérios que podem lutar pela nossa causa, como o MDA, o do Meio Ambiente (MMA) e o do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)”, concluiu.
O comitê é composto por oito representantes governamentais e o mesmo número de organizações indígenas. A secretaria-executiva do comitê gestor da Pngati pertence à Fundação Nacional do Índio (Funai).
Agrolink com informações de assessoria
Ministro participa do Fórum Agropecuário Integrado do DF
Ministro participa do Fórum Agropecuário Integrado do DF
Ministro participa do Fórum Agropecuário Integrado do DF
31/10/13 - 10:20
Com o objetivo de debater com os produtores do Distrito Federal as propostas do governo federal para o agronegócio local nesta safra, a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/DF) realiza o primeiro Fórum Agropecuário Integrado local no dia 31 de outubro, na Granja do Torto, em Brasília. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, participará do evento.
Durante o encontro, além da apresentação de serviços do Mapa e das linhas de crédito disponíveis para o setor, serão abordados temas como a criação de um fundo de aval, sob a coordenação do Mapa, em razão das dificuldades com a titularização das terras no DF. Também serão informados os valores a serem aplicados no agronegócio local durante a safra 2013/14.
“Queremos estabelecer um canal permanente de comunicação com o setor produtivo local, porque sabemos do potencial e acreditamos que o esforço conjunto colocará o DF nos postos mais altos do cenário econômico Brasileiro Sustentável”, explicou o superintendente Federal de Agricultura do DF, Nilo Cerqueira.
Atualmente, o Distrito Federal se destaca na produção de soja, milho, hortaliças e sementes, com área plantada de cerca de 143 mil hectares, o equivalente a quase 155 mil campos de futebol. A região também é forte na produção de frango e suínos, exportando 80% da produção de aves para a China e países árabes. A capital do país tem o quinto maior PIB agropecuário do país, com crescimento duas vezes e meia maior que a economia nacional.
Serviço
Fórum Agropecuário Integrado do Distrito Federal
Data: 31/10/13
Horário: 9h
Local: Tathersal Osvaldo Rodrigues da Cunha, Parque de Exposições de Brasília da Granja do Torto
Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Ministro participa do Fórum Agropecuário Integrado do DF
31/10/13 - 10:20
Com o objetivo de debater com os produtores do Distrito Federal as propostas do governo federal para o agronegócio local nesta safra, a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/DF) realiza o primeiro Fórum Agropecuário Integrado local no dia 31 de outubro, na Granja do Torto, em Brasília. O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, participará do evento.
Durante o encontro, além da apresentação de serviços do Mapa e das linhas de crédito disponíveis para o setor, serão abordados temas como a criação de um fundo de aval, sob a coordenação do Mapa, em razão das dificuldades com a titularização das terras no DF. Também serão informados os valores a serem aplicados no agronegócio local durante a safra 2013/14.
“Queremos estabelecer um canal permanente de comunicação com o setor produtivo local, porque sabemos do potencial e acreditamos que o esforço conjunto colocará o DF nos postos mais altos do cenário econômico Brasileiro Sustentável”, explicou o superintendente Federal de Agricultura do DF, Nilo Cerqueira.
Atualmente, o Distrito Federal se destaca na produção de soja, milho, hortaliças e sementes, com área plantada de cerca de 143 mil hectares, o equivalente a quase 155 mil campos de futebol. A região também é forte na produção de frango e suínos, exportando 80% da produção de aves para a China e países árabes. A capital do país tem o quinto maior PIB agropecuário do país, com crescimento duas vezes e meia maior que a economia nacional.
Serviço
Fórum Agropecuário Integrado do Distrito Federal
Data: 31/10/13
Horário: 9h
Local: Tathersal Osvaldo Rodrigues da Cunha, Parque de Exposições de Brasília da Granja do Torto
Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Outubro encerra com preço da arroba em alta, prevê Famasul
Outubro encerra com preço da arroba em alta, prevê Famasul
Outubro encerra com preço da arroba em alta, prevê Famasul
31/10/13 - 15:32
Os preços do boi gordo praticados em Mato Grosso do Sul devem finalizar o mês de outubro acima dos patamares vistos em setembro. A análise é da assessora técnica da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Adriana Mascarenhas, ressaltando que apesar das quedas ocorridas ao longo deste mês, o cenário é de novos reajustes.
De acordo com o último informativo Casa Rural, o valor da arroba do boi no Estado caiu de R$ 102,91 para R$ 102,71, entretanto a tendência é de que haja nova valorização, com possibilidade de atingir novamente a casa dos R$ 103. Caso a projeção se confirme os preços ficarão 2,6% acima da média anotada em setembro, de R$ 100,43 a arroba.
"As escalas dos frigoríficos apresentam déficit novamente e a oferta disponível de animais prontos para abate volta a apresentar sinais de escassez, com isso não há espaço para cenário baixista", ressalta Adriana. O valor atual do boi é 7,8% maior que a cotação anotada no mesmo período do ano passado, quando o boi valia R$ 95,22 a arroba.
O Informativo traz também as informações de abate que confirma a redução na oferta de boi gordo. Segundo a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/MS) entre agosto e setembro deste ano, o volume abatido no Estado caiu 11%, saindo de 316 para 285 mil unidades. Em contrapartida, no acumulado do ano, os abates somaram 2,9 milhões, 4,4% a mais que as 2,8 milhões de cabeças abatidas entre janeiro e setembro de 2012.
O Informativo Casa Rural Pecuária é elaborado pela Unidade Técnica do Sistema Famasul. O objetivo da publicação é fornecer ao produtor rural informações precisas e atualizadas sobre o andamento do setor em Mato Grosso do Sul. O estudo está disponível para consulta e download no endereço eletrônico: http://famasul.com.br/public/area-produtor/2001-informativo-pecuaria-outubro-2-edicao.pdf
Agrolink com informações de assessoria
Outubro encerra com preço da arroba em alta, prevê Famasul
31/10/13 - 15:32
Os preços do boi gordo praticados em Mato Grosso do Sul devem finalizar o mês de outubro acima dos patamares vistos em setembro. A análise é da assessora técnica da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Adriana Mascarenhas, ressaltando que apesar das quedas ocorridas ao longo deste mês, o cenário é de novos reajustes.
De acordo com o último informativo Casa Rural, o valor da arroba do boi no Estado caiu de R$ 102,91 para R$ 102,71, entretanto a tendência é de que haja nova valorização, com possibilidade de atingir novamente a casa dos R$ 103. Caso a projeção se confirme os preços ficarão 2,6% acima da média anotada em setembro, de R$ 100,43 a arroba.
"As escalas dos frigoríficos apresentam déficit novamente e a oferta disponível de animais prontos para abate volta a apresentar sinais de escassez, com isso não há espaço para cenário baixista", ressalta Adriana. O valor atual do boi é 7,8% maior que a cotação anotada no mesmo período do ano passado, quando o boi valia R$ 95,22 a arroba.
O Informativo traz também as informações de abate que confirma a redução na oferta de boi gordo. Segundo a Superintendência Federal de Agricultura (SFA/MS) entre agosto e setembro deste ano, o volume abatido no Estado caiu 11%, saindo de 316 para 285 mil unidades. Em contrapartida, no acumulado do ano, os abates somaram 2,9 milhões, 4,4% a mais que as 2,8 milhões de cabeças abatidas entre janeiro e setembro de 2012.
O Informativo Casa Rural Pecuária é elaborado pela Unidade Técnica do Sistema Famasul. O objetivo da publicação é fornecer ao produtor rural informações precisas e atualizadas sobre o andamento do setor em Mato Grosso do Sul. O estudo está disponível para consulta e download no endereço eletrônico: http://famasul.com.br/public/area-produtor/2001-informativo-pecuaria-outubro-2-edicao.pdf
Agrolink com informações de assessoria
Superplantas” israelenses conseguem ficar até um mês sem água
Superplantas” israelenses conseguem ficar até um mês sem água


“Superplantas” israelenses conseguem ficar até um mês sem água
31/10/13 - 11:46
por Leonardo Gottems
O professor de biologia Shimon Gepstein, da Technion University (Haifa) desenvolveu uma modificação genética que pode revolucionar a produção mundial de alimentos. “As plantas conseguem sobreviver a secas, conseguem ficar até um mês sem água e, mesmo que sejam regadas, precisam de apenas 30% da quantidade de líquido que plantas normais necessitam”, afirma Gepstein.
O pesquisador explica que suas plantas geneticamente modificadas não apenas sustentam a produção do hormônio "citocinina", que previne o envelhecimento e facilita a fotossíntese contínua, como exigem menos água para o crescimento: “Os vegetais e as frutas agora duram o dobro e, às vezes, três vezes mais, após serem cortados. Colhi uma alface modificada que levou 21 dias até começar a ficar amarronzada, enquanto que alfaces normais já ficam ruins em cinco ou seis dias”.
Gepstein sustenta que a descoberta pode beneficiar as regiões que sofrem com a estiagem e clima adverso. “Poderíamos levar suas sementes para zonas áridas, onde há riscos de secas severas, e alimentar a população. Apesar de toda a conotação negativa que a expressão ‘geneticamente modificado’ carrega, posso afirmar que essas plantas não são perigosas para a saúde humana, pois nós as alteramos utilizando seus próprios componentes, nada foi adicionado a elas”, conclui.
A descoberta veio através de experimentos visando prolongar a longevidade dos vegetais. Através de testes em folhas de tabaco, os cientistas foram capazes de desenvolver uma planta que vive duas vezes mais em relação à média da espécie. Quando as pontas das folhas foram cortadas, as plantas ‘normais’ amarelaram e morreram depois de uma semana, enquanto as transgênicas sobreviveram por um total de 21 dias.
A descoberta é especialmente significativa para Israel. O trigo é plantado no início do Inverno e brota após a primeira chuva. Se não há nenhuma precipitação subsequente, a planta acaba morrendo. Com esta nova tecnologia, o trigo será capaz de suportar uma quantidade considerável de estiagem. Os resultados já estão ganhando aplicações práticas, e empresas internacionais já manifestaram interesse na tecnologia.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems


“Superplantas” israelenses conseguem ficar até um mês sem água
31/10/13 - 11:46
por Leonardo Gottems
O professor de biologia Shimon Gepstein, da Technion University (Haifa) desenvolveu uma modificação genética que pode revolucionar a produção mundial de alimentos. “As plantas conseguem sobreviver a secas, conseguem ficar até um mês sem água e, mesmo que sejam regadas, precisam de apenas 30% da quantidade de líquido que plantas normais necessitam”, afirma Gepstein.
O pesquisador explica que suas plantas geneticamente modificadas não apenas sustentam a produção do hormônio "citocinina", que previne o envelhecimento e facilita a fotossíntese contínua, como exigem menos água para o crescimento: “Os vegetais e as frutas agora duram o dobro e, às vezes, três vezes mais, após serem cortados. Colhi uma alface modificada que levou 21 dias até começar a ficar amarronzada, enquanto que alfaces normais já ficam ruins em cinco ou seis dias”.
Gepstein sustenta que a descoberta pode beneficiar as regiões que sofrem com a estiagem e clima adverso. “Poderíamos levar suas sementes para zonas áridas, onde há riscos de secas severas, e alimentar a população. Apesar de toda a conotação negativa que a expressão ‘geneticamente modificado’ carrega, posso afirmar que essas plantas não são perigosas para a saúde humana, pois nós as alteramos utilizando seus próprios componentes, nada foi adicionado a elas”, conclui.
A descoberta veio através de experimentos visando prolongar a longevidade dos vegetais. Através de testes em folhas de tabaco, os cientistas foram capazes de desenvolver uma planta que vive duas vezes mais em relação à média da espécie. Quando as pontas das folhas foram cortadas, as plantas ‘normais’ amarelaram e morreram depois de uma semana, enquanto as transgênicas sobreviveram por um total de 21 dias.
A descoberta é especialmente significativa para Israel. O trigo é plantado no início do Inverno e brota após a primeira chuva. Se não há nenhuma precipitação subsequente, a planta acaba morrendo. Com esta nova tecnologia, o trigo será capaz de suportar uma quantidade considerável de estiagem. Os resultados já estão ganhando aplicações práticas, e empresas internacionais já manifestaram interesse na tecnologia.
Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
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