segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Arroba do boi gordo chega a R$ 100 em MT

Arroba do boi gordo chega a R$ 100 em MT 30/12/2013 15:59 Mercado com pouca movimentação. A referência do boi gordo está estável em São Paulo, em R$115,00/@, à vista. O quadro de oferta restrita ainda permanece e o cenário é de firmeza. Houve ajustes positivos em sete praças para o boi gordo e em cinco para a vaca gorda. Em algumas regiões de Espirito Santo e Minas Gerais existe dificuldade em embarcar as boiadas devido às chuvas, com isso os compradores estão com maior dificuldade para compor suas escalas. Em Mato Grosso os preços subiram em duas das quatro praças pesquisadas. Na região Sudoeste do estado e em Cuiabá as referências estão em R$98,00/@ e R$100,00/@, à vista, respectivamente. No mercado atacadista de carne com osso houve ligeiro recuo no preço do boi casado de animais castrados, que está sendo negociado, em média, por R$7,39 o quilo. Essa queda nos preços foi puxada pelos cortes de dianteiro, que estão com estoques mais elevados e maior dificuldade de escoamento. Para os cortes de traseiro o cenário é de firmeza e o consumo segue em bom ritmo, dando sustentação aos preços. Boi Gordo - Scot ConsultoriaFonte: Scot Consultoria (*Preços para descontar o Funrural) - (**Região de Cuiabá inclui Rondonópolis) - (***prazo de 20 dias) Município Boi Gordo - (R$/@ - à vista) Boi Gordo - (R$/@ - prazo 30 dias) Vaca Gorda (R$/@ - à vista) Fechamento: 30/12/2013 SP Barretos 115,00 116,00 106,00 SP Araçatuba 115,00 116,00 106,00 MG Triângulo 107,00 109,00 99,00 MG B. Horizonte 105,50 107,50 98,00 GO Goiânia 105,00 106,50 97,50 GO Reg. Sul 106,50 107,50 100,00 MS Dourados 108,00 109,00 102,50 MS Campo Grande 107,50 108,50 101,00 MS Três Lagoas 107,50 108,50 101,50 RS Oeste (kg)* 3,85 3,90 3,65 RS Pelotas (kg)* 3,80 3,85 3,55 Bahia Sul 102,00 104,00 95,00 MT Norte 93,50 95,50 84,50 MT Sudoeste 98,00 100,00 89,50 MT Cuiabá** 100,00 102,00 92,00 MT Sudeste 98,00 100,00 89,50 Paraná Noroeste 115,50 117,00 105,00 SC Oeste*** 114,00 116,00 107,00 PA Marabá 96,00 98,00 86,00 PA Redenção 96,00 98,00 87,00 PA Paragominas 97,50 98,50 89,00 RO Sudeste 99,00 101,00 90,00 TO Sul 98,00 100,00 93,00 TO Norte 98,00 100,00 91,00 Rio de Janeiro 105,50 107,00 96,00 Fonte: Assessoria

Gasolina terá redução de enxofre a partir de janeiro

Gasolina terá redução de enxofre a partir de janeiro 30/12/2013 15:38 A partir de 1º de janeiro de 2014, a gasolina automotiva terá, em todo o território nacional, no máximo 50 miligramas por quilo (mg/kg) de enxofre total, apresentando qualidade semelhante a que é comercializada nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que haverá redução da emissão de enxofre na atmosfera em 94% e emissão de poluentes em até 59% no médio e longo prazo nos veículos mais modernos, contribuindo para a melhora da qualidade do ar e para a diminuição de doenças respiratórias. O teor de enxofre médio do combustível foi reduzido nos últimos anos. Era 500 mg/kg em 2009 e baixou para 200 mg/kg em 2013. A gasolina também se adaptará às novas tecnologias da indústria automobilística, como a injeção direta de combustível, além de viabilizar as metas de emissões da etapa L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve). Em função do processo de refino adotado, a nova gasolina poderá apresentar coloração mais clara e odor diferenciado. As características não influenciam o desempenho do combustível no motor. Não haverá problemas com relação à gasolina importada, que já atende às novas especificações da nova gasolina nacional. Além do teor de enxofre, outros componentes que contribuem para as emissões veiculares terão seus limites reduzidos. São os hidrocarbonetos olefínicos, os hidrocarbonetos aromáticos e o benzeno (este último somente no caso da gasolina Premium, pois o máximo permitido na gasolina comum já era 1%). Fonte: Agência Brasil

Mercado de algodão em Mato Grosso se recuperou ao longo do ano

Mercado de algodão em Mato Grosso se recuperou ao longo do ano 30/12/2013 10:30 Ao longo do ano de 2013, o mercado de algodão em Mato Grosso e no Brasil recuperou seus patamares de preço, um equilíbrio maior entre oferta e demanda proporcionou esse movimento ascendente dos preços. Mato Grosso iniciou o ano com um estoque muito alto de algodão, 174 mil toneladas, e após uma safra 32% menor em volume, colhendo 687 mil toneladas de pluma, deve encerrar o ano com cerca de 120 mil toneladas de algodão disponível para compra imediata. Mesmo com o ganho de faturamento pelos produtores, os elevados custos com a produção exigiram um melhor controle de contas, na média o custo de produção subiu de R$ 4.891/ha na safra 2011/12 para R$ 5.129/ha na safra 2012/13, acréscimo de 5%, desconsiderando aplicações adicionais de defensivos no caso do ataque severo da Helicoverpa armigera. Em âmbito mundial, os principais produtores de algodão também reduziram sua produção, mas mesmo assim há uma superoferta da pluma no mercado mundial, a produção da pluma na temporada 13/14, 25,6 milhões de toneladas, superou o consumo que foi estimado em 23,7 milhões de toneladas pelo Icac, gerando acúmulo de estoques. Estas reservas concentram-se principalmente na China, onde estão 50% dos estoques finais da safra 2013/14 de todo o mundo. E, nesse contexto, a oscilação dos preços na Bolsa de Nova Iorque acompanhou as medidas tomadas pelos compradores chineses. No Brasil a indústria apresentou crescimento mensal na produção física (IBGE) apenas em alguns meses, mas de janeiro a outubro de 2013 houve queda de 1,84% em relação ao mesmo período de 2012. Ao encerrar o ano de 2013, Mato Grosso já está na safra 2013/14 com expectativas positivas em relação à safra de algodão. O incremento de área em 28,7%, alcançando 582 mil hectares, revela um otimismo do setor para a cultura no próximo ano. Para o primeiro semestre de 2014, período em que ainda estaremos em entressafra, os preços da pluma no mercado interno devem sofrer pressão para cima, deixando o valor da arroba mais próximo de R$ 70 devido aos estoques reduzidos da época. O Brasil entrará em 2014 com os estoques mais baixos em dois anos, 383 mil toneladas, de acordo com o último levantamento da Conab. Porém após a colheita da safra 2013/14 no país, podem ocorrer reduções no preço devido à oferta de pluma, já que o Brasil deve recuperar seu estoque de fibra com o incremento de produção de 25% em nível nacional, chegando a 587 mil toneladas em dezembro de 2014. Em âmbito internacional, o Icac já estima a produção da safra 2014/15 que deve iniciar no hemisfério Norte em julho de 2014. Nessa estimativa inicial aponta uma produção menor em 3,1% em relação à safra 2013/14, 24,8 milhões de toneladas. Com consumo em crescimento lento, 3,3%, e com menor circulação da pluma entre exportações e importações, queda de 8%, o mundo deve chegar ao final da temporada com estoque de 20,6 milhões de toneladas, os maiores registrados pelo Icac, graças à política chinesa de retenção de estoques. A análise é do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Fonte: A Tribuna (foto: arquivo)

Mutirão rural beneficia mais de 400 mil pessoas em Mato Grosso

Mutirão rural beneficia mais de 400 mil pessoas em Mato Grosso 30/12/2013 15:18 Ao longo deste ano cerca de 400 mil pessoas foram beneficiadas com os serviços oferecidos,Mutirão Rural da Cidadania, uma iniciativa do Poder Executivo estadual, promovida pela Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT). Foram 27.324 atendimentos realizados nas Tribos Indígenas e 426 nos presídios. Levar serviços de atendimento básico à população de diferentes regiões de Mato Grosso é uma das metas do Programa que realizou 128 eventos neste ano. Neles a população contou com serviços de emissão de documentos pessoais (Carteira de Identidade, CPF, Registro Civil de Nascimento e Carteira de Trabalho). Além disso também foram fornecidas carteiras de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e de pescadores para a população ribeirinha. Ao todo foram atendidos 88 municípios abrangendo todas as regiões de Mato Grosso. Nos eventos a população se submeteu a testes de glicemia, aferição de pressão e consultas médicas. A ação procurou levar exames preventivos de saúde aos cidadãos. Para 2014, a secretária de Estado de Trabalho e Assistência Social, Roseli Barbosa, adianta que o Mutirão Rural da Cidadania deverá trabalhar no atendimento voltado ao pelo exercício da cidadania. “Nossa intenção é levar cada vez mais os serviços e assistência médica a população que se encontra em maior dificuldade de se locomover até a cidade,ampliando aspectos da cidadania aos cidadãos do Estado de Mato Grosso”, ressaltou Roseli Barbosa. O Mutirão Rural da Cidadania retoma as atividades em março de 2014. Fonte: Só Notícias/Agronotícias com assessoria

Clima quente e seco ameaça safra gaúcha de soja e milho

Clima quente e seco ameaça safra gaúcha de soja e milho 30/12/13 - 09:34 O clima começou a ficar quente e seco para agricultura sul-americana, especialmente para quem está no extremo sul da região. Este é o caso de Rio Grande do Sul e Argentina, que frequentemente sofrem perdas no campo por falta de água. Os produtores gaúchos estão preocupados com a situação das lavouras, principalmente as de milho plantadas em outubro. Maior parte da área cultivada com o cereal – 53% — está em fase de florescimento, quando a planta mais necessita de chuva. Além da baixa umidade, os termômetros seguem elevados no estado vizinho. Alguns produtores já começaram a pedir vistorias às seguradoras, aponta o boletim da Emater local. A soja plantada mais tarde também vem sentindo o efeito do clima. As altas temperaturas e baixa umidade deixaram as plantas murchas, com folhas viradas e desenvolvimento retardado. A previsão indica chuvas generalizadas para o Rio Grande do Sul nos próximos dias, mas em volumes que devem ser insuficientes para saciar toda a sede das plantações. Segundo a Somar Meteorologia, o Norte gaúcho deve ser beneficiado por chuvas de até 100 milímetros. No restante do estado, os volumes variam de 5 mm a 70 mm. Para a segunda semana de janeiro, porém, o acumulado de chuva deve voltar a ficar abaixo dos 20 milímetros. Redenção 100 milímetros É o volume de chuva que tende a cair sobre a região Sul do Rio Grande do Sul nos próximos dias, aliviando o estresse hídrico nas lavouras. Agronegócio Gazeta do Povo (AgroGP)

MT: Soja teve mais um ano bom para o produtor

MT: Soja teve mais um ano bom para o produtor 30/12/13 - 12:20 O ano de 2013 para Mato Grosso foi de mais quebras de recordes, alguns bons e outros nem tanto, segundo análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Tivemos a maior área semeada da história, com 7,9 milhões de hectares, o que possibilitou a produção de 23,7 milhões de toneladas, maior produção do Estado até então, se mantendo como o Estado que mais produz soja no país. Mato Grosso deverá exportar 12,4 milhões de toneladas, gerando US$ 6,6 bilhões em receita. Porém, esses números expressivos trouxeram alguns problemas para os produtores. Um deles foi a elevação do frete, que ocorreu devido à grande quantidade de soja que teve que ser retirada das lavouras, em pouco espaço de tempo e junto com o enviado para os portos, devido à falta de espaço para armazenagem. Desta forma, em algumas cidades o preço do frete chegou a ter mais de 50% de aumento, ultrapassando os R$ 19,00/sc para ser transportado até o porto. Outro recorde que não foi nem um pouco bom, foi o custo de produção da safra 2013/14, que na média ponderada com a comercialização no Estado ficou em R$ 2.347,47/ha, 23% maior que o da safra anterior. Este custo elevado afeta a margem do produtor, que tem que ser mais eficiente para conseguir obter lucro, visto que com uma produção de 52sc/ha, ele terá um custo de R$ 45,14/sc, isso sem considerar as aplicações com a Helicoverpa, que por sinal foi outra surpresa nada agradável para os produtores, que veem seu custo de produção cada vez maior com a incidência desta praga. PERSPECTIVAS 2014: As lavouras de soja no Estado estão em ótimo desenvolvimento, com um clima extremamente favorável para a cultura até então. Desta forma, as 25,7 milhões de toneladas que são projetadas para serem colhidas em Mato Grosso, a cada dia que passa estão mais perto de virarem realidade. No cenário mundial, há uma queda de braço entre uma grande oferta de produto, com uma demanda extremamente agressiva, que deve deixar os preços estáveis, porém, provavelmente menores que os da safra passada. O Estado já comercializou quase 50% da safra 2013/14, já com um preço inferior ao da safra anterior, não tendo perspectivas animadoras para o preço físico nos primeiros meses do ano, devido à pressão da safra, que até o momento mostra que será muito boa em todo o Brasil. Desta forma, se a projeção de mais de 88 milhões de toneladas for confirmada, pressionará os preços internos para baixo. Outro fator que infelizmente ainda irá figurar no cenário do agronegócio no Estado é a falta de logística, porém com algumas modificações, como é o caso do terminal ferroviário de Rondonópolis e a entrada de operação do terminal de cargas de Miritituba. Aliás, para a safra 2014/15, deveremos ter novo recorde nos custos de produção. Assim, as expectativas para 2014 são boas para a produção, porém os produtores e todo o setor deverão ter vários desafios para conseguir obter lucratividade com a oleaginosa, na próxima temporada. A Tribuna

Preço médio dos produtos lácteos teve ligeira alta no último leilão

Preço médio dos produtos lácteos teve ligeira alta no último leilão 30/12/13 - 12:15 O preço médio considerando todos os produtos lácteos negociados através da plataforma Global Dairy Trade teve ligeiro aumento no leilão ocorrido na segunda quinzena de dezembro (17/12). A tonelada, que estava cotada em US$4.973,00 no início do mês, foi negociada, em média, por US$4.990,00, com valorização de 0,3% frente ao último leilão. O preço médio acumula alta de 6,5% nos últimos dezoito leilões (19/3 a 17/12). Já as cotações do leite em pó integral recuaram no último leilão de dezembro. A tonelada, que era negociada por US$5.035,00, ficou cotada em US$4.958,00, queda de 1,5% frente ao leilão realizado em 3/12. Com isso, a tonelada do leite em pó integral finalizou o leilão 0,6% mais barata que a média de todos os derivados lácteos. Scot Consultoria Autor: Juliana Pila