quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
27/02/2014 - 11:40
27/02/2014 - 11:40
Família Vaz, de Ubiratã, narra os desafios e conquistas de sua colheita de soja
DuPont Produtos Agrícolas/Brasil
A partir deste sábado o programa DuPont Colheita Farta TV, exibido no Canal Rural com patrocínio do fungicida Aproach® Prima, promete ficar ainda mais interessante. Com o fim da safra 2013/14 da soja, a proposta da produção, agora, é trazer à luz as melhores histórias e estratégias dos produtores na busca por uma boa colheita. A família Vaz, de Ubiratã (PR), será a primeira a ser focalizada. A reportagem começa às 9h00.
“A falta de chuva para encher o grão prejudicou partes da lavoura. Nossa estratégia principal, então, foi cuidar ainda melhor de uma área não impactada diretamente pelo clima. Assim alcançamos a expectativa de produzir 60 sacas por hectare”, resume o engenheiro agrônomo e patriarca do clã, Sebastião Vaz. Segundo ele, a produção em sua propriedade atingiu a extraordinária marca de 10 mil sacas.
Sebastião Vaz conta ao programa, ainda, sobre dois fatores que segundo ele pesaram decisivamente no sucesso de sua safra: o controle da lagarta falsa-medideira, com o emprego do inseticida DuPont Premio® e a total ausência da ferrugem asiática, obtida pela aplicação preventiva do fungicida DuPont Aproach® Prima.
De acordo com a DuPont, Premio® é hoje um dos mais modernos inseticidas em comercialização no Brasil. Usado em baixas doses, com alta potência inseticida, apresenta baixo impacto ambiental e baixa toxicidade.
Já Aproach® Prima, diz a empresa, constitui um fungicida absorvido rapidamente pela cultura da soja, com efeito sistêmico – age no interior da planta –, prolongado período de controle e tolerância à lavagem por chuvas. Aproach® Prima mostra diferenciais de ação desde a fase inicial - como preventivo - até o final do ciclo da ferrugem, segundo a companhia.
DuPont Colheita Farta TV também vai ao ar em reprise às 13h30 do sábado, 01 e no domingo, 02, às 9h00.
27/02/2014 - 12:49
27/02/2014 - 12:49
Produtores de cana-de-açúcar sofrem com baixos preços em Campos, RJ
ortal G1
Os produtores de cana-de-açúcar de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense e região, estão tendo prejuízos com a produção. Os galpões estão cheios, 400 mil sacas de açúcar, quando o normal pra época seriam 250 mil. De acordo com o presidente da Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio da Janeiro (Coagro), Frederico Paes, o período é de entresafra, o que deveria ser o melhor momento para a venda do produto, mas a realidade é outra.
Segundo economistas, o pouco incentivo do governo brasileiro no setor é um dos motivos para esta crise. O desinteresse brasileiro teria acontecido depois da descoberta do pré-sal. As indústrias então passaram a produzir açúcar em vez de etanol. Com muito produto no mercado, o preço vem caindo, dentro e fora do país.
Ipea sugere prioridade para a agroindústria
Ipea sugere prioridade para a agroindústria
27/02/14 - 07:49
Estudo mostra que poder multiplicador do segmento sobre os bens da agropecuária é de dez vezes nos Estados Unidos e de apenas três vezes no Brasil.
Em 1968, a participação da agroindústria no valor da produção da indústria de transformação brasileira era de 26%, e, desde 1995, está em 22%. Investir neste setor de modo que ele retome a importância do início dos anos 1970 é uma das ideias defendidas pelo pesquisador Gesmar Rosa dos Santos, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no estudo "Agroindústria no Brasil: um olhar sobre indicadores de porte e expansão regional", divulgado ontem.
Segundo o estudo, o poder multiplicador da agroindústria sobre o valor dos bens da agropecuária chega a dez vezes em países como os Estados Unidos e, no Brasil, está em torno de três. "Isso indica um enorme espaço a preencher e significa grande oportunidade econômica e social para o País, principalmente devido ao aumento da demanda mundial por produtos da agroindústria", afirma.
Para aumentar essa participação, Santos sugere algumas medidas que dependem da iniciativa privada e do apoio governamental. "Precisamos fabricar mais defensivos, fertilizantes e equipamentos para maquinário", declara. Outra ação importante, segundo ele, é o governo incentivar a inovação entre pequenos e médios produtores. "Do contrário, os grandes tomam conta e muitas vezes com baixa agregação de valor", explica.
No estudo, o pesquisador lembra que a composição agropecuária-agroindústria responde por 22% do produto interno bruto (PIB) do Brasil, sendo uma importante geradora de postos de trabalho: 16 milhões de vagas. "Somada aos contínuos saldos positivos na balança comercial (acima de R$ 70 bilhões por ano), a agroindústria tem o porte dos setores de petróleo e gás e automobilístico, os maiores do País", diz ele.
Separada da produção no campo, a agroindústria empregou 3,2 milhões de pessoas em 2012, o que representou 34% de todos os empregos da indústria de transformação no País, naquele ano. "O Brasil deveria focar nesta atividade produtiva, tornando-a a primeira do mundo, visto que retoma concepção dos anos 1970", afirma.
Ao concluir o trabalho, o pesquisador diz ter ficado surpreso pela média salarial paga pela agroindústria. "Em alguns estados, ela chega a pagar mais que a média da indústria de transformação como um todo", conta. É o caso do Paraná, onde a média da remuneração na indústria de transformação é de 2,9 salários mínimos e, na indústria de alimentos, de 3,3 salários mínimos.
Para ele, o governo deveria dar mais atenção ao segmento, investindo em seu desenvolvimento produtivo e em inovação, e ofertando melhores condições de financiamento de modo a atrair mais empreendedores.
Segundo o estudo, das 483.058 indústrias de transformação existentes no País, 136.138 são agroindústria, ou 28%.
Folha Web
Autor: Nelson Bortolin
Opção de segunda safra no Estado favorece população de nematóides
Opção de segunda safra no Estado favorece população de nematóides
27/02/14 - 08:26
Plantar soja como opção de segunda safra aumenta o número de nematóides, aponta a pesquisadora em Nematologia da Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária do Mato Grosso (Fundação MT), Rosangela Silva. Em visita a lavouras de diversos municípios de Mato Grosso a entidade identificou diversas áreas nessa situação. Um dos riscos que o produtor corre ao substituir o milho, algodão ou outra cultura por soja novamente é o aumento das populações de nematóides. “Se em uma safra, a cultura já está comprometida em algumas áreas do Estado, imagine fazendo uma safra sequencial de soja. Isso porque os nematóides precisam de plantas não hospedeiras para reduzir a população e continuar mantendo a soja no sistema”.
Esses parasitas – que podem ser de lesão, de cisto e de galha – são invisíveis ao olho nu e ainda impõem sintomas que mascaram outras pragas e doenças. Há poucos anos esses vermes eram secundários, mas na última década se disseminaram por todas as regiões do Estado.
A não variação do hospedeiro deixa o caminho livre para que os nematóides se reproduzam com facilidade. “Ele se mantém na área, aumenta a população e causa muito mais danos. Em no máximo dois anos fazendo essa sucessão de soja, o produtor provavelmente terá de tomar medidas radicais para controlar a situação depois”, aponta a pesquisadora.
Outro ponto importante é com relação ao nematóide de cisto, que tem grande variabilidade genética, nesse caso, conforme Silva, o cuidado deverá ser ainda maior. “Com este tipo de nematóide identificado na propriedade o manejo é ainda mais complexo, já que o produtor estará usando cultivares resistentes ao patógeno sucessivamente. Assim, a probabilidade de se induzir a resistência às novas raças de cistos é alta”.
Para esse nematóide, que tem estrutura de resistência, o ideal seria que o produtor fizesse a rotação de culturas, como explica a especialista. “Exemplificando, o agricultor poderia plantar soja na primeira safra e crotalária para a segunda. No próximo ano/safra o ideal é que se cultivasse o milho na mesma área. Além do efeito de entressafra tem também o de safra”.
EVENTO - Este assunto e outros foram tratados durante as rodadas da Fundação MT em Campo 2014. O evento começou em janeiro e foi finalizado este mês. Foram realizadas seis rodadas passando pela região do médio norte, norte, sul, Vale do Araguaia e Parecis, reunindo toda a classe ligada ao agronegócio.
“O Fundação MT em Campo alcançou seu objetivo de aproximar pesquisadores, resultados de pesquisas, informações e dados com os produtores. E neste ano passou por reformulações em seu formato, garantindo dinamismo e oportunizando divulgar informações atuais e de importância para o sucesso nas lavouras”, avaliam os pesquisadores da entidade. Foram dois formatos diferentes aplicados nas rodadas, sendo que em Nova Mutum e Rondonópolis, a Fundação MT abriu as portas das suas estações de pesquisa para o público. Em Campo Novo do Parecis, Sorriso, Primavera do Leste e Querência o modelo foi outro. Uma equipe de pesquisadores da instituição, de diferentes especialidades, visitaram propriedades rurais da região para traçar um raio-x da safra.
Diário de Cuiabá
MG: Encontro da Agricultura discute o desenvolvimento do setor até 2030
MG: Encontro da Agricultura discute o desenvolvimento do setor até 2030
27/02/14 - 08:14
Representantes do Governo de Minas e lideranças da agropecuária do Centro-Oeste do Estado estiveram reunidos nesta quarta-feira (26.02), em Divinópolis, para debater os desafios do setor até o ano de 2030. A reunião fez parte de uma série de encontros regionais promovida pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais no mês de fevereiro. Cerca de 200 pessoas participaram do evento, promovido no campus da Universidade Federal de São João Del Rei. Ao todo serão sete encontros regionais no interior do Estado.
“O nosso objetivo com a realização dos eventos é criar uma Agenda Estratégica da Agricultura até o ano de 2030, avaliando as potencialidade e desafios de setor”, explicou o secretário de Estado de Agricultura, Zé Silva, que está coordenando todos os encontros. Segundo o secretário, a agricultura precisa de planejamento a logo prazo. “Isso é importante para que o produtor rural tenha mais segurança em fazer seus investimentos. Queremos implementar um sistema dinâmico, que seja atual, seguindo o cenário de transformação que o mundo está passando, onde se possa produzir mais, em uma área menor, com mais qualidade e com preços acessíveis para o consumidor”, comentou Zé Silva.
O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), Vilson Luiz da Silva, também ressaltou a importância de investir em alimentos de qualidade. Ele também destacou a questão ambiental. “O produtor hoje tem que ser recompensando pelos serviços ambientais que presta e que beneficia toda a população, como preservação de nascentes e matas ciliares”.
Os principais desafios a serem superados para o desenvolvimento da agropecuária da região do Centro-Oeste até 2030 foram apresentados, durante o encontro, pelo presidente da Associação de Pequenos Produtores da Agricultura Familiar de Divinópolis e Região, Nilson Sérgio Pereira. Entre eles, a especulação imobiliária, a educação rural e a segurança no campo. “Antes, no meio rural, o produtor solicitava por melhoria de estradas no meio rural. Isso era suficiente. Hoje a situação mudou. A violência no meio rural é um agravante em todo o país. A gente espera que algo de bom aconteça para que isso seja extinto”.
Nilson Pereira também elogiou a iniciativa de criar um ambiente democrático de participação de todos os representantes do setor. “Estivemos neste encontro representando 130 municípios. Vivemos alguns problemas, mas pensamos no futuro. É hora de avaliar o que podemos tirar de oportunidade para que, até 2030, os nossos descendentes possam ter um meio rural mais valorizado, em condições de produzir alimentos de qualidade para o meio urbano e rural”, disse.
Também participaram do encontro regional em Divinópolis, o secretário-adjunto de Agricultura de Minas Gerais, Paulo Romano; o presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Marcelo Lana; o prefeito de Divinópolis, Vladimir de Azevedo; o deputado estadual Fabiano Tolentino; o diretor-técnico do IMA, Thales Fernandes; e o supervisor da Embrapa Milho e Sorgo, Derli Prudente de Santana.
Além da etapa de Centro-Oeste (Divinópolis), já foram realizados os encontros nas regiões do Jequitinhonha/Mucuri (Almenara), Norte de Minas (Montes Claros), Triângulo Mineiro (Uberaba), Noroeste/Alto Paranaíba (Unaí) e Governador Valadares (Vale do Rio Doce). O último encontro será nesta quinta-feira, dia 27, em Alfenas (Sul de Minas).
Agrolink com informações de assessoria
Mapa vai disponibilizar R$ 4 milhões para médio produtor
Mapa vai disponibilizar R$ 4 milhões para médio produtor
27/02/14 - 06:23
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), vai disponibilizar mais de R$ 4 milhões para a capacitação de médio produtores em cinco estados brasileiros.
O ato de assinatura ocorrerá nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, às 10 horas, na sala do CNPA do Mapa, com a presença do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, e do secretário da SDC, Caio Rocha. Os recursos serão destinados para a prestação de serviços de assistência técnica para 3.560 médio produtores nos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
Serviço:
Assinatura de convênio para capacitação técnica de médios produtores
Data: 27.2.2014 (quinta-feira)
Horário: 10h
Local: sala do CNPA do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Brasília (DF).
Min. da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Lavouras de milho são atacadas por lagarta do cartucho no RS
Lavouras de milho são atacadas por lagarta do cartucho no RS
27/02/14 - 10:34
Lavouras de milho da região já registram presença agressiva da lagarta do cartucho, mesmo em áreas com tecnologia do milho transgênico BT, que deveria ser resistente a esta principal praga da cultura. Boa parte dos produtores toma como medida de controle a aplicação de inseticidas pulverizados, que na maioria das vezes é ineficiente, já que a lagarta se esconde no interior da planta, dificultando contato.
No município de Canguçu o controle biológico da lagarta do cartucho tem se mostrado eficiente até o momento. A medida é uma alternativa contra o uso excessivo de agrotóxicos, para proteção do ambiente e do consumidor, e está em caráter experimental em todo o Estado, cerca de 1,5% da área total. Apenas 17 hectares de um total de 25 mil em Canguçu aderiram ao controle biológico, o restante sofre com os ataques das lagartas.
Na propriedade de Luís Carlos Duarte, 3º Distrito, metade dos seus três hectares de milho recebeu o controle no início do plantio e a outra metade não. "Na primeira área não apareceu lagarta, já nesta outra o ataque é bem agressivo", conta o agricultor explicando que as áreas são bem próximas, mas que apresentaram diferença significativa.
Como funciona
O Controle Biológico trata-se da utilização da vespa Trichogramma sp., um parasitoide de ovos. As fêmeas da vespa colocam seus ovos no interior dos da lagarta, anulando a possibilidade de reprodução da praga.
Com apenas uma aplicação da cartela padrão, com 100 mil ovos, pode continuar o controle por dias naquela determinada área, que para esta quantidade de ovos é de 400m². Sem a vespinha, uma vez imersa, a lagarta dura em torno de 50 dias, sendo ainda possível um controle com o parasita quando houver ovos de lagarta e no início da cultura.
Os danos causados pelas lagartas do cartucho na fase vegetativa e reprodutiva do milho podem variar, reduzindo a produção em até 34%. Para controle os agricultores têm lançado mão principalmente dos agrotóxicos, realizando três ou quatro aplicações por ciclo de cultivo, o que diminui ainda mais as possibilidades do surgimento de inimigos naturais nas áreas cultivadas. A época recomendada para aplicação das cartelas é dez dias após emergência das plantas.
Entraves
O Controle Biológico, apesar de comprovação de eficácia, possui ainda melhorias para avançar na região. Um dos gargalos é a entrega das cartelas que contêm os ovos parasitas em tempo hábil. Do local de destino, Minas Gerais ou São Paulo, as cartelas tem até dez dias para estar na lavoura.
Segundo o assistente técnico Estadual da Emater/RS-Ascar, Alencar Rugeri, no momento, com a greve dos Correios, uma série de produtores que estão implantando lavouras no tarde estão tendo dificuldades em fazer a encomenda desse controle, a exemplo do município de Rio Grande. Outros também registram ataques em áreas não controladas como Jaguarão e Tavares.
Em São Lourenço do Sul a área de plantio do tarde sofrerá redução, em relação à estimativa inicial, devido a problemas com a cultura do fumo, que estenderá seu ciclo, sobrecarregando a mão de obra familiar nessa cultura, em detrimento do milho.
Em Santa Vitória do Palmar a cultura do milho está sendo fortemente afetada pelo excesso de precipitação que não tem contribuído para drenagem do solo, mantendo as raízes inundadas. O total de perdas nesta cultura ainda não tem como ser calculado.
No município de Jaguarão o controle biológico da lagarta do cartucho do milho com a utilização das cartelas é testado há quatro anos. Até agora 20 hectares receberam a vespa no controle da lagarta do cartucho do milho. Alguns produtores passaram a usar todos os anos.
No início da Campanha de Controle Biológico da Lagarta do Cartucho Milho, em novembro, os municípios de Cerrito, Canguçu, Arroio do Padre, Rio Grande, São Lourenço do Sul e Herval receberam a tecnologia em uma pequena área do município.
Diário Popular
Autor: Cássia Medronha
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