quinta-feira, 31 de julho de 2014
Governo recebe 81 propostas para estudos de seis ferrovias
O governo federal recebeu 81 pedidos de autorização para elaborar estudos de seis trechos ferroviários previstos no Programa de Investimentos em Logística (PIL)
As Propostas de Manifestação de Interesse (PMI) aos seis trechos ferroviários, somando 4.676 quilômetros (km), foram entregues por 19 grupos até ontem, fim do prazo para apresentação das proposições.
O trecho que recebeu o maior número de pedidos foi Sinop (MT) - Miritituba (PA), de 990 km. A Ferrovia recebeu 16 propostas dos grupos interessados em impulsionar o novo corredor de exportação. Hoje a carga que sai do Centro-Oeste segue pela BR-163 até Miritituba, onde é embarcada em barcaças.
Dali seguem até os portos de Barcarena (PA) e Santana (AM).
Dois outros lotes aparecem em segundo lugar com 15 propostas: Estrela d'Oeste (SP) -Dourados (MS), de 659 km, e Sapezal (MT) - Porto Velho (RO), de 950 km. O trecho entre Açailândia (MA} e Barcarena (PA), de 457 quilometros, recebeu 14 propostas. A Ferrovia entre Anápolis (GO) a Corinto (MG), com775 quilômetros, teve 11 propostase ade Belo Horizonte (MG) e Guanambi (BA), com 845 quilômetros, recebeu 10 propostas.
A Portaria que vai autorizar a realização dos estudos deverá ser publicada pelo Ministério dos Transportes no Diário Oft-
• Preferência 16 foi o número de pedidos de autorização feitos por 19 grupos para estudar o trecho ferroviário entre as cidades de Sinop (MT) e Miritituba (PA), num trajeto de 990 km dal da União, mas somente na próxima semana. A autorização para a realização dos estudos não será terá exclusividade. Isso significa que mais de um grupo poderá fazer os estudos para o mesmo trecho ferroviário.
As empresas terão prazo de seis meses para desenvolver os estudos para as ferrovias previstas no PIL original (Açailandia-Barcarena, Anápolis - Corinto, Belo Horizonte - Guanambi e Estrela iyoeste - Dourados) e de oito meses para os estudos previstos de duas novas ferrovias (Sinop - Miritituba e Sapezal - Porto Velho). Os dois últimos trechos foram agregadas ao PIL em junho.
A realização dos estudos é o primeiro passo rumo ao processo licitatório, que ocorrerá em fase posterior. Para o governo, o importante é atrair, já nesta fase de trabalho, potenciais candidatos à participação nas futuras concessões. Em alguns casos, já há alguns estudos iniciais. O governo afirma, no entanto, que precisa de informações complementares para levar os trechos a licitação.
Data de Publicação: 31/07/2014 às 11:20hs
Fonte: O Estado de S. Paulo
31/07/2014 - 10:13
Estudo da Faep mostra que 70% dos avicultores paranaenses trabalham no prejuízo
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Canal Rural
Um levantamento realizado pela Fundação de Amparo ao Ensino e Pesquisa (Faep) mostra que a maioria dos produtores de aves do Paraná obtém resultados negativos nos últimos anos. Nas nove principais regiões produtoras de frango do Estado, a fundação encontrou resultados negativos em mais de 70% estabelecimentos (29 locais dos 40 pesquisados).
Desde 2008, a fundação realiza o levantamento dos custos de produção de aves e suínos no Estado. O estudo é coordenado pelo consultor da Faep Ademir Francisco Girotto, que foi o responsável pelo desenvolvimento da metodologia na Embrapa.O levantamento leva em conta custos nas nove regiões mais significativas para produção de aves e nas três regiões de maior produção de suínos. Nessas localidades, foram caracterizados 40 sistemas de produção de aves e 10 sistemas de produção de suínos para representar as respectivas cadeias produtivas.
A avaliação dos custos de produção realizados nos últimos anos têm demonstrado uma grande variabilidade dos preços praticados pelas agroindústrias integradoras nas diferentes regiões do Estado. As agroindústrias envolvem pequenas e médias integradoras, cooperativas agroindustriais e gigantescas multinacionais com unidades industriais espalhadas no mundo.
De acordo com dados de maio deste ano, a receita aferida pelo avicultor para conduzir os frangos de corte até o porte ideal para o abate é estabelecido pela agroindústria integradora. Esse valor pago pela agroindústria pelo serviço especializado do avicultor, acrescido da venda da cama de frango, compõe o total da receita do produtor.
Já os custos do produtor incluem manutenção de mão de obra especializada, energia para o funcionamento dos equipamentos que garantem temperatura, umidade, luz, água e alimento para o correto desenvolvimento dos frangos.A manutenção das instalações e equipamentos, que exigem investimentos, e os cuidados sanitários que a atividade exige também integram a quantia desembolsada pelo avicultor. O resultado dessa diferença (receita menos custo) é o saldo da atividade.
O resultado negativo levantado pela Faep desconsidera do faturamento a venda da cama de aviário, que em algumas regiões sofre restrições de uso em função das características físicas ou químicas do solo. Igualmente, a proibição do uso da cama de aviários para alimentação animal restringiu ainda mais o mercado desse subproduto. Portanto é uma receita que nem sempre o produtor pode contar.
Mesmo considerando a receita total do avicultor, 50% dos sistemas de produção pesquisados estão com saldos negativos sobre o custo total, ou seja, o avicultor não tem nenhum tipo de pagamento sobre os fatores de produção que ele disponibiliza para a atividade: trabalho, capital, crédito e capacidade de gestão.
De todas as regiões, a dos Campos Gerais é a que se encontra com os piores resultados, pois dos três sistemas de produção pesquisados, todos estão negativos sobre o custo operacional, mesmo computando a receita da venda da cama de frango.
Os produtores dessa região, além de não terem nenhum tipo de remuneração pelo serviço, veem suas instalações e equipamentos se depreciarem de forma gradativa. O estudo prevê que se a situação persistir, os produtores perderão a capacidade de permanecer na avicultura, pois não conseguirão acompanhar os avanços tecnológicos que a atividade exige.
31/07/2014 - 09:53
Cana: usinas dispensam mais de mil trabalhadores no interior de SP
Agência Estado
A quebra de safra de cana-de-açúcar está provocando demissões no interior de São Paulo. Só na região de Araçatuba (SP) as usinas dispensaram antecipadamente mais de 1 mil funcionários, informou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade, Aparecido Guilherme de Moura. Segundo ele, entre os filiados a demissão nas duas últimas semanas atinge 45, mas o sindicato constatou o afastamento principalmente de profissionais com menos de um ano de empresa, não sindicalizados. 'São mais de mil', disse ele. Como as perdas de produto continuam sendo registradas no campo, a perspectiva é de que usinas de outras regiões do Estado também demitam trabalhadores.
Por enquanto, as dispensas estavam concentradas em Araçatuba, uma das áreas mais afetadas pela severa estiagem no início do ano. 'Isso é resultado da quebra de safra e logo mais deve chegar à nossa região (Piracicaba)', afirmou o vice-presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana de São Paulo (Coplacana), José Coral.
A seca entre janeiro e fevereiro prejudicou o desenvolvimento dos canaviais e reduziu a oferta de matéria-prima para ser moída no ciclo 2014/15, iniciado em abril. A expectativa é de que os trabalhos estejam quase completos na primeira quinzena de novembro, até 30 dias antes do usual. Como consequência, trabalhadores temporários que seriam dispensados no final da safra já estão deixando as usinas. 'Talvez a intenção seja ir devagar com a moagem, porque não pode parar de uma vez. Mas neste ano há muito mais demissões. Boa parte é da lavoura, mas há também da indústria', afirmou Coral.
Na região de Piracicaba, a quebra de produção deve ser de 22%, o equivalente a 8 milhões de toneladas, 'ou três grandes usinas', segundo o vice-presidente da Coplacana. Em todo o Centro-Sul, principal região produtora do País, a perda pode ser de quase 3%, segundo a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). Já consultorias como a Datagro consideram quebra de até 6%, com processamento total em torno de 560 milhões de toneladas.
31/07/2014 - 09:40
Frenlog pede ao Mapa garantia de R$ 22 milhões para 53 cidades de MT
Da Redação - Viviane PetroA garantia de recursos de mais de R$ 22 milhões para a aquisição de máquinas agrícolas e construção e recuperação de estradas vicinais para 53 municípios do Mato Grosso foi assegurada durante reunião, nesta semana, entre o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, e o presidente da Frente Parlamentar de Logística de Transportes e Armazenagem (Frenlog) e deputado estadual do Mato Grosso, Wellington Fagundes.
A atuação da Frenlog nos Ministérios, segundo o deputado Wellington Fagundes, é a da busca de auxílio direto e indireto para o produtor e a população do campo. “Se equipamos o campo com máquinas agrícolas ou se melhoramos a condição do transporte dos produtos, automaticamente aumentamos o lucro por diminuir o custo e os prejuízos para escoar a produção. Como o Estado é o maior exportador de grãos do país, isso é indispensável para o aumento da renda e dos investimentos em áreas como saúde, educação e segurança”, declara em nota.
Conforme o ministro da Agricultura, Neri Geller, a presença de parlamentares no Ministério é fundamental para que recursos sejam empenhados para a realização de "bons projetos e as obras sejam, de fato, realizadas".li
31/07/2014 - 09:39
Mantega manifesta otimismo sobre renegociação da dívida argentina
Agência Brasil
Segundo ele, ainda existem chances de o país chegar a um acordo com os fundos abutres (que compram títulos podres e cobram o valor na Justiça) e evitar o calote.
“Acho difícil que isso [o calote] aconteça, pelo seguinte: se houver moratória - estou raciocinando - a Argentina não vai pagar nada para os fundos abutres nem para os outros credores. Vai ter de fazer outra reestruturação, o que seria ruim para todo mundo. Então, é uma situação que vale a pena para todos renegociar”, analisou Mantega.
O ministro lembrou que o juiz de primeira instância de Nova York, que obrigou o pagamento da dívida a parte dos fundos abutres, flexibilizou alguns pagamentos, o que abre caminho para um acordo. “Espero que não haja novo default (calote). Não seria conveniente nem para os fundos abrutres”, declarou.
Mantega descartou ainda que uma eventual moratória argentina tenha impacto sobre as exportações brasileiras para o país vizinho. “Aquilo que tinha de ajustar já ajustou. Estamos exportando menos”, disse. Segundo ele, iniciativas como o acordo automotivo, assinado com o governo argentino, no início de junho, melhoraram o fluxo de comércio. O ministro disse, no entanto, que as exportações para a Argentina não têm como crescer muito em 2014. “Até deu uma melhorada, mas como eles não estão crescendo muito neste ano, estão comprando menos do Brasil”, explicou.
Exposição em Juara terá cinco leilões de gado de corte e reprodutores em agosto
31/07/2014 09:55
Cinco leilões serão realizados em Juara, de 10 a 17 de agosto, durante a 22ª Expovale, no tatersal do parque de exposições. Eles movimentam os negócios do segmento pecuário, além de mostrar a produção e a qualidade do gado da região para o Brasil.
Fernando Amado Conte, vice-presidente da Acrivale, destacou que a meta é comercializar nesses leilões, mais de 8 mil cabeças, sendo 250 reprodutores e o restante gado de corte. O valor esperado com arrecadação não foi estimado.
Confira a programação:
10 de agosto - Leilão João Conte e convidados
11 de agosto - Leilão Produção Terra Boa
12 de agosto - Leilão Fazenda 09 de Julho,
15 de agosto - Leilão dos Pioneiros
17 de agosto- Leilão Nelore Bonfim
Fonte: Só Notícias/Agronotícias/Angela Fogaça
Oportunidades de carreira no agronegócio serão apresentadas em MT
31/07/2014 09:18
As diferentes oportunidades de carreiras que o agronegócio proporciona serão o foco do encontro dos jovens do projeto Futuros Produtores do Brasil neste sábado (02/08), às 8h, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato). Este é o segundo encontro do grupo (turma 2) formado por 26 jovens que participaram da primeira edição do projeto no ano passado.
O superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidonio, mostrará para os jovens as oportunidades que existem além das propriedades rurais e que estão ligadas diretamente ao agronegócio. Celidonio é engenheiro agrônomo, formado pela ESALQ/USP, com especialização em gestão estratégica do agronegócio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Trabalhou em propriedades de bovinos de corte em São Paulo, Mato Grosso, Bolívia e Paraguai. Começou a trabalhar no Imea em 2008, como analista da cadeia da bovinocultura de corte, e desde julho de 2010 é superintendente do instituto.
Durante o encontro, os jovens também terão uma capacitação com o consultor Álvaro de Carvalho Neto sobre as relações interpessoais e as competências empreendedoras.
O projeto Futuros Produtores do Brasil está na segunda edição. Foi idealizado pela Famato e tem o apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), Sindicatos Rurais e o patrocínio da Monsanto. O objetivo é despertar a paixão pelo agronegócio nos filhos, netos e sobrinhos de produtores rurais de Mato Grosso, além de contribuir na formação de novos líderes do setor.
Fonte: Assessoria
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