terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Porto de Paranaguá registra novo recorde na exportação de grãos 30/12/2014 14:40

O mês ainda nem terminou e o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá já registra recorde. Este é o melhor dezembro da história do complexo. Nesses 30 dias, já foram exportadas mais de 982,7 mil toneladas de grãos. O volume é 31% maior que o recorde anterior de 749 mil toneladas, em dezembro de 2012, e 47,5% maior que o volume registrado em 2013, 665,8 mil toneladas. Segundo o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino, a expectativa é que os próximos meses também sejam bastante produtivos; não apenas pela chegada da soja da nova safra (2014/15), mas, principalmente, pelo início das operações com os dois novos carregadores do berço 213, no final de fevereiro. “Um dos shiploaders está pronto e o segundo acaba de receber a lança – peça que avança sobre o porão do navio para o carregamento. Esta avança até 30 metros sobre a embarcação, quase 10 metros a mais que os equipamentos atuais. Essas e outras características dos novos carregadores permitem operar com navios de maior porte, reduzindo o tempo de embarque e o custo de transporte marítimo em até 10%, em razão também do maior volume de transporte por navio”, afirma Dividino. A velocidade de carregamentos dos novos shiploaders é de duas mil toneladas por hora (cerca de 30% maior que a dos equipamentos substituídos). Além de trabalharem com maior confiabilidade operacional (menos paradas para manutenção) e maior agilidade nos movimentos operacionais, o equipamento permite ainda reduzir os tempos de interrupções nas mudanças de porões dos navios em até 15%. “Até meados do novo ano, teremos quatro novos shiploaders. Nos próximos meses começam a ser montados outros dois equipamentos: um será instalado no berço 212 e outro no 214”, conclui o diretor-presidente da Appa. Milho – Enquanto a soja da nova safra não entra, o produto que se destaca nas exportações do Corredor do Porto de Paranaguá, no mês de dezembro, é o milho. Só do produto, já chegaram, entres os dias 1 e 29 do mês, 12.337 caminhões carregados. Em 2013, eram 7.645. Apesar desta recuperação verificada em dezembro, no acumulado geral, as exportações de milho ainda estão em baixa, muito por conta da baixa cotação internacional do produto. As origens do grão têm sido, principalmente, os estados do Paraná, Mato Grosso e Goiás. De acordo com a Divisão de Silos, da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), é comum virar o ano ainda carregando e exportando o milho. No entanto, o volume tem chamado a atenção. Este mês, até o dia 29, já foram descarregados (dos caminhões) mais de 446,4 mil toneladas do produto. Neste período, ainda segundo os dados da equipe, já foram exportadas mais de 487 mil toneladas de milho. Nos mesmos 29 dias de dezembro, no ano passado, não chegou a 219 mil toneladas - menos da metade do volume. Para os próximos 20 dias, além das 103 mil toneladas que estão sendo carregadas esta semana, outras 311 mil toneladas já são esperadas para carregar os navios que aguardam para atracar no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. O milho exportado pelo Corredor de Exportação paranaense tem como principais destinos o Irã, Vietnã, Coréia do Sul, Marrocos e Japão, respectivamente. O Porto de Paranaguá é o segundo porto do país em exportação de milho, atrás apenas do Porto de Santos. Outros produtos – Além do milho, os caminhões que estão chegando, este mês, ao Pátio de Triagem do Porto de Paranaguá estão carregados de trigo (4,8 mil veículos) e farelo de soja (4,2 mil veículos). De soja ainda não há registro, no período. Em 2013, nos 29 dias de dezembro, já havia registro da chegada de 122 caminhões de soja. O produto que não chegou, nesse período do ano passado, foi o trigo. Fonte: Assessoria (foto: Assessoria)

Mercado da soja tem sessão de estabilidade em Chicago 30/12/2014 13:59

Na sessão desta terça-feira (30), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago tentam recuperar parte das perdas registradas ontem e trabalham com ligeiras altas. O pregão parece ser de estabilidade. Por volta das 10h (horário de Brasília), os contratos mais negociados subiam entre 2,25 e 3 pontos, com o janeiro/15 valendo US$ 10,44 por bushel. O mercado ainda observa a situação das enchentes na Malásia ameaçando a produção e os estoques de óleo de palma, já que o país é o segundo maior produtor mundial. Além disso, as cheias já deixam mais de 250 mil desabrigados na nação asiática. Paralelamente, os negócios mantêm um ritmo mais desaquecido dada a proximidade do feriado de Ano Novo e, por isso, se comporta de forma mais técnica, segundo explicam os analistas. Ontem, o mercado foi pressionado ainda pelos números dos embarques semanais norte-americanos de soja, que vieram abaixo do volume registrado na semana anterior. Fonte: Notícias Agrícolas

Preços da carne bovina sem osso no atacado sobem 30/12/2014 13:18

Os preços da carne bovina sem osso subiram 0,2% no mercado atacadista na semana passada, em relação à semana anterior, considerando todos os cortes pesquisados. Os cortes de traseiro foram destaque, com alta de 0,3%, enquanto os cortes de dianteiro caíram 0,2%. Este movimento é comum para o período do ano, quando a demanda maior pelos cortes mais nobres movimenta este mercado. Embora as vendas estejam aquém do esperado para este mês e as altas ocorram de maneira pouco expressiva, esta foi a décima segunda alta semanal consecutiva, o que indica a recuperação do consumo diante da oferta existente. Em São Paulo, com o ligeiro recuo dos preços da arroba do boi gordo nos últimos trinta dias e a alta de 3,4% para a carne sem osso, houve melhora da margem da indústria que realiza desossa. Fonte: Notícias Agrícolas

USDA reporta a venda de 157.500 mil toneladas ao México 30/12/2014 11:20

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou nesta terça-feira (30) a venda de 157.500 mil toneladas de milho para o México. O volume negociado deverá ser entregue na temporada 2014/15. Toda operação que envolva a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do cereal, feita no mesmo dia e para o mesmo destino deve ser reportada ao departamento norte-americano. Fonte: Notícias Agrícolas

Piloto sobrevive à queda de avião agrícola em fazenda de Mato Grosso

30/12/2014 11h19 - Atualizado em 30/12/2014 12h03 Piloto sobrevive à queda de avião agrícola em fazenda de Mato Grosso Rapaz de 26 anos retornava para a cidade após pulverização em fazenda. Vítima ficou gravemente ferida e foi encaminhada para hospital. Do G1 MT Um piloto de 26 anos ficou gravemente ferido após o avião que ele pilotava cair em uma região de fazendas, a cerca de 60 km de Primavera do Leste, cidade localizada a 239 km de Cuiabá. Segundo o Corpo de Bombeiros do município, o piloto retornava para a zona urbana da cidade nesta segunda-feira (29) após trabalhar na pulverização de uma fazenda. 'Avião rodou e caiu de bico', relata testemunha de acidente em MT Avião que caiu e matou empresário em MT estava apto a voar, diz Anac Ainda de acordo com os bombeiros, o piloto foi socorrido por três homens que trabalhavam na região. Eles o colocaram em uma caminhonete e o conduziam ao Pronto Socorro do município quando encontraram com a unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) que havia sido acionada para atender a ocorrência. A troca de veículo aconteceu na MT-130, no trecho que liga Primavera do Leste a Paranatinga, a 411 km da capital mato-grossense. O rapaz foi encaminhado para a unidade de pronto-atendimento, onde passou por procedimentos médicos. A unidade, porém, alegou que não pode informar o estado de saúde dos pacientes. Informou apenas que o piloto passou pelo setor de internação e, em seguida, foi transferido para outro setor, o qual não foi revelado. Segundo os bombeiros, os homens que socorreram o piloto contaram que não houve explosão, apenas a queda. Ele estava sozinho no avião no momento do acidente. O delegado da Polícia Civil, Rafael Diniz, informou que até o momento nenhuma ocorrência foi registrada. “Se foi um acidente comum, a Anac [Agência Nacional de Viação Civil] deve investigar ou se foi criminoso até a Polícia Federal pode entrar no caso, mas até o momento nada foi registrado”, afirmou. tópicos: Paranatinga, Primavera do Leste

Livro 'O Falar Cuiabano' revela origem e preservação do sotaque cuiabano

30/12/2014 15h09 - Atualizado em 30/12/2014 15h09 Livro 'O Falar Cuiabano' revela origem e preservação do sotaque cuiabano Livro destaca cultura e tradições que os cuiabanos não deixam para trás. Autora conta que Liu Arruda e Silva Freire foram homenageados na obra. Do G1 MT
O livro “O Falar Cuiabano”, lançado pela doutora em educação, Cristina Campos, mostra histórias de pessoas que moram na comunidade São Gonçalo Beira Rio, em Cuiabá, um dos lugares onde o linguajar cuiabano está presente nas famílias. O livro aborda a herança dos indígenas e europeus, como também mostra que os cuiabanos daquela região não largam os sotaques preservando a cultura cuiabana. Segundo Cristina Campos, o livro retrata os hábitos de falar dos cuiabanos que, muitas vezes pelo diálogo, já é possível observar que a pessoa é nascida e criada na capital mato-grossense. A escritora diz ainda que existe alguns traços na pessoa quando ela é cuiabana, como a mistura de gêneros no modo de falar. “Vou lá no mamãe. As pessoas cuiabanas mesmo não fala, 'eu vou lá na casa de mamãe', por exemplo”, diz Campos. De acordo com ela, é bem comum essa mistura de feminino com masculino, misturando os gêneros que são as marcas do falar cuiabano. Livro aborda origem e histórias sobre o linguajar cuiabano A escritora ressalta que essa mistura de gêneros na falar do cuiabano tem 90% de probabilidade de ser influência indígena. A comunidade São Gonçalo Beira Rio foi fundada no século XIX, fica nas margens do Rio Cuiabá, e conta com aproximadamente 300 moradores. Conforme a autora, Liu Arruda e Silva Freire foram as principais pessoas que expiraram para a criação livro. “Peguei algumas falas do Liu Arruda, homenageando-o, pois é um ator que levou esse falar cuiabano para os palcos de Cuiabá e também Silva Freire que fez um registro do falar cuiabano, e que pra mim, é um poeta que traz algumas situações legais”, destacou. tópicos: Cuiabá

Custo de produção da pecuária leiteira recuou em dezembro

30/12/14 - 13:54 Depois da alta observada nos custos de produção da pecuária leiteira em novembro, estes caíram em dezembro. Os preços dos suplementos minerais, concentrados energéticos e defensivos agrícolas recuaram no período. As quedas foram de 4,7%, 2,2% e 0,9%, respectivamente. Com isso, o Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira caiu 0,8% frente a novembro. Para os demais insumos os preços subiram. Nos últimos doze meses, o Índice Scot Consultoria de Custo de Produção do Leite teve alta de 5,6%. Scot Consultoria Autor: Juliana Pila