terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Curso Técnico em Agronegócio forma primeira turma em São Joaquim (SC)

Curso Técnico em Agronegócio forma primeira turma em São Joaquim (SC)




Curso Técnico em Agronegócio forma primeira turma em São Joaquim (SC)
31/01/17 - 08:48 

Em 2015 o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (SENAR/SC) iniciou o Curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec no estado. Os primeiros polos presenciais foram nos municípios de São José, Fraiburgo e São Joaquim. Após dois anos de curso, no próximo sábado (4), formam-se os primeiros 20 participantes de São Joaquim. A solenidade está marcada para as 19 horas, no Clube Astréa, e reunirá autoridades, familiares e amigos dos formandos. Em São José a formatura dos 22 novos técnicos formados pelo SENAR/SC acontecerá no dia 11 de fevereiro (sábado), às 20 horas na FETAESC.
Atualmente Santa Catarina conta com seis polos presenciais, além de São Joaquim e São José: os municípios de Seara, Fraiburgo, São José, Campo Alegre e Braço do Norte também possuem turmas. O curso é totalmente gratuito e capacita os profissionais para a execução de procedimentos de gestão do agronegócio. As aulas são 80% a distância e 20% presenciais, nas quais são promovidas visitas técnicas para conhecer a realidade de propriedades catarinenses.
“É uma imensa satisfação acompanhar o engajamento de cada um desses participantes. A atitudes deles em fazer o curso demonstra a preocupação com o futuro da agropecuária. Os avanços tecnológicos são uma realidade no campo e, com certeza, esses técnicos estão qualificados em alto nível para levar atitudes inovadoras aos nossos produtores rurais, pensando sempre na melhoria do dia a dia dentro das propriedades”, observa o presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo.
A coordenadora do programa em Santa Catarina, Katia Zanela, destaca que ainda no mês de fevereiro ocorrerão as formaturas dos polos de São José e Fraiburgo. “Ficamos felizes em acompanhar a conclusão das primeiras turmas e ver que esse trabalho terá reflexos positivos para o meio rural”.
Os profissionais formam-se aptos para atuar nas mais diferentes funções, entre elas empresas comerciais, estabelecimentos agroindustriais, serviços de assistência técnica, além de extensão rural e pesquisa. “Eles serão os agentes de transformação rural. Terão a responsabilidade de levar para o campo uma visão empreendedora auxiliando os produtores catarinenses a identificar os potenciais de suas propriedades para que, cada vez mais, a produção seja aprimorada e garanta a qualidade de vida e a melhoria da renda”, complementa o superintendente do SENAR/SC, Gilmar Antônio Zanluchi.
Renovação no campo
Denise de Bettio, de 31 anos, resolveu seguir os passos do pai que é produtor rural na localidade de Morro Agudo, em São Joaquim. A cadeia produtiva da propriedade tem como base os gados de corte e leite. “O desejo de me inscrever surgiu da necessidade de melhorar a propriedade do meu pai que é um pequeno produtor”, conta.
A mais nova produtora rural é uma das formandas da primeira turma do curso no município. “Foi uma experiência gratificante. Comecei com o objetivo de aprender o melhor caminho para organizar a propriedade e concluo conquistando muito mais do que almejava. Tinha pouco conhecimento sobre o meio rural, mas hoje me sinto preparada”, afirma ela.
Segundo Denise, a propriedade está passando por melhorias em edificações, maquinários e pastagens que proporcionarão um aumento no rendimento do produto final. “O principal benefício é o conhecimento, principalmente quando nos aventuramos em áreas até então distintas de nosso cotidiano. Descobri que uma propriedade rural que antes era utilizada apenas para lazer, pode se tornar uma empresa rural de sucesso”, finaliza.

Maior feira de irrigação da cafeicultura será realizada em Araguari, MG, de 21 a 23 de março

Maior feira de irrigação da cafeicultura será realizada em Araguari, MG, de 21 a 23 de março




Maior feira de irrigação da cafeicultura será realizada em Araguari, MG, de 21 a 23 de março
31/01/17 - 08:27 

A Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura – Fenicafé de 2017 será realizada em Araguari, Minas Gerais, no Pica Pau Country Club, no período de 21 a 23 de março. Considerada a maior feira de irrigação e tecnologia da cadeia produtiva cafeeira, o evento tem por objetivos promover a discussão e a divulgação de conhecimentos, tecnologias, produtos e serviços relacionados à cafeicultura irrigada, seus avanços e desafios, além de estimular negócios e apontar demandas para novos estudos. A Fenicafé é promovida pela Associação dos Cafeicultores de Araguari - ACA, com apoio da Universidade de Uberaba – Uniube, Embrapa Café, Consórcio Pesquisa Café e Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola - SBEA. 
Espera-se a participação de um público aproximado de 20 mil pessoas vindas de mais de 100 cidades brasileiras nos três dias da Fenicafé. Com aproximadamente uma centena de expositores de produtos e serviços voltados ao setor, e volume de negócios superior a 30 milhões de reais, a feira é também excelente oportunidade de demonstração de modernas máquinas e implementos, que proporcionam a geração de novos e melhores negócios.
Referência nacional e internacional para discussão do sistema de produção da cafeicultura irrigada, a Feira tem contribuído para a crescente adoção de avançadas tecnologias no Brasil. Assim, a Fenicafé realiza três grandes eventos: XIX Simpósio de Pesquisa de Cafeicultura Irrigada, XX Feira de Irrigação de Café do Brasil e XXII Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura do Cerrado.
Com relação especificamente à pesquisa cafeeira vale destacar o XIX Simpósio Brasileiro de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada, realizado no dia 22 de março como parte da programação oficial da Fenicafé, o qual tem por objetivo promover a discussão e a divulgação de resultados de pesquisa e tecnologias com ênfase no uso mais eficiente da irrigação, visando ganhos significativos em produtividade e qualidade. Para tanto, os artigos técnico-científicos a serem apresentados e publicados nos Anais do Simpósio já podem ser enviados para publicação por meio da home­page do simpósio (www.fenicafe.com.br) até 13 de fevereiro.
De acordo com o Gerente Geral da Embrapa Café, Gabriel Ferreira Bartholo, “as tecnologias de irrigação do cafeeiro permitem aumento da produção e produtividade, melhoria da qualidade e, ainda, redução de riscos decorrentes de eventuais adversidades hídricas, o que motivou aumento da área de café irrigado no Brasil verificado nas últimas duas décadas, especialmente no Cerrado”. Segundo ainda Bartholo, “o sistema de produção de café irrigado é altamente eficaz na adoção de tecnologias e de boas práticas agrícolas e de gestão, temas que são apresentados e discutidos durante a Fenicafé”.
O café em Minas Gerais – Minas Gerais possui o maior parque cafeeiro do País (aproximadamente um milhão de hectares), respondendo por mais de 55% da produção nacional. O café é o principal produto de exportação do agronegócio mineiro, vendido para mais de 60 países. De acordo com a primeira estimativa de safra de café da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, a produção de café do em Minas Gerais está estimada de 25,39 a 26,81 milhões de sacas de 60 kg. A área em produção deve totalizar 977.444 hectares, com redução de 3,2% em comparação à safra passada, e a produtividade média do estado está estimada em 26,7 sc/ha, por volta de 12% inferior a produtividade de 30,44 sc/ha obtida na safra 2016. Essa redução é atribuída pela Conab à bienalidade negativa do café neste ano, inerente ao ciclo fisiológico da planta.
XIX Simpósio de Pesquisa de Cafeicultura Irrigada – para inscrever trabalhos técnico-científicos acesse o site:
http://fenicafe.com.br/envio-de-trabalhos

Fenicafé – para mais informações sobre como participar acesse:
http://www.fenicafe.com.br/
Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:
http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Acesse Publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café:
http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637

Boi gordo: mercado começa a semana menos pressionado em São Paulo

Boi gordo: mercado começa a semana menos pressionado em São Paulo




Boi gordo: mercado começa a semana menos pressionado em São Paulo
31/01/17 - 08:16 

A semana começou com estabilidade nos preços da arroba do boi gordo na maioria das praças pesquisadas pela Scot Consultoria na última segunda-feira (30/1). Onde houve movimentação, o cenário visto foi de queda nas referências. Ainda é preciso esperar o desenrolar da semana para a definição do posicionamento das empresas. Destaque para Tocantins, que sob pressão por parte das empresas frigoríficas, registrou queda nas referências das duas praças.
Em São Paulo após uma semana de tentativas de compras abaixo da referência, a semana começou com negociações menos pressionadas. A referência permanece em R$147,00/@, à vista, nas duas praças. Há ainda ofertas em até R$2,00/@ abaixo da referência, porém, também há quem oferte R$1,00/@ acima. Os preços no mercado atacadista de carne com osso ficaram estáveis. O boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,29/kg.
 

Maior movimentação no mercado de animais para reposição no Paraná

Maior movimentação no mercado de animais para reposição no Paraná




Maior movimentação no mercado de animais para reposição no Paraná
31/01/17 - 08:13 

Os pastos em boas condições no Paraná têm causado maior movimentação no mercado de reposição. A procura por categorias mais jovens tem sido mais evidente, fazendo as cotações subirem (mesmo que lentamente) semana após semana.
Já na comparação anual, no Paraná houve desvalorização para todas as categorias de reposição. Destaque para as categorias bezerro e desmama, que tiveram quedas de 12,3% e 13,7%. Já o boi gordo se manteve praticamente estável no período.
Há um ano era possível adquirir 1,89 bezerros desmamados de 6@ com a venda de um boi gordo de 16,5@. Atualmente a relação de troca está em 2,18 animais, melhora considerável de 15,0% no poder de compra do criador.

Altas de preços dos ovos na granja e no atacado

Altas de preços dos ovos na granja e no atacado




Altas de preços dos ovos na granja e no atacado
31/01/17 - 08:10 

Mercado de ovos firme e preços em alta. Os ajustes na produção colaboram com este cenário de alta, mesmo diante do lento escoamento no varejo. A caixa de trinta dúzias nas granjas paulistas teve valorização de 8,0% nos últimos sete dias e está cotada, em média, em R$67,50, segundo levantamento da Scot Consultoria.
No atacado, a caixa está cotada em R$72,00, alta de 7,5% em sete dias. Há uma semana estava cotada em R$67,00. Em curto prazo a expectativa é de que os preços se mantenham firmes.

Pastagens desativadas permitirão crescimento da agricultura

Pastagens desativadas permitirão crescimento da agricultura




Pastagens desativadas permitirão crescimento da agricultura
31/01/17 - 09:26 

A agricultura brasileira, que ocupa 8% do território nacional, crescerá sobre pastagens desativadas e não sobre novas áreas, disse nesta segunda-feira (30) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), em Miami (EUA), durante palestra em seminário sobre a Indústria na América Latina.
Blairo Maggi encerrou no país viagem que teve início na Alemanha e incluiu participação em reunião de ministros da Agricultura dos países do G20, visita aos parlamentos alemão e europeu, encontro com deputados do Partido Verde, em Berlim, reuniões com políticos e empresários na Europa.
Uma das bandeiras do ministro era demonstrar que os agricultores e o agronegócio no Brasil respeitam regras ambientais rígidas e que esse esforço precisa ser reconhecido. Maggi disse haver desinformação em relação à produção brasileira de alimentos e chegou a dizer que o exemplo do país deve ser seguido.

Ressaltou pesquisas desenvolvidas na Embrapa, que contribuem para uma agricultura sustentável baseada em tecnologia. E destacou que a legislação do país alcança também as regras trabalhistas e que as condições dos trabalhadores são vigiadas pelo Ministério do Trabalho e por promotores públicos. Por outro lado, o secretário incentivou o trade: “Não podemos chorar, temos que correr atrás pra poder tentar reverter essa situação”, finaliz

Encontro em Chapadão do Céu debate viabilidade de comercialização

Encontro em Chapadão do Céu debate viabilidade de comercialização




Encontro em Chapadão do Céu debate viabilidade de comercialização
31/01/17 - 09:40 

Descompasso entre oferta e demanda e aspectos relacionados à viabilidade e comercialização de grãos foram as principais temáticas abordadas no primeiro encontro do Fórum de Comercialização e Mercado Agrícola, realizado no dia 30 de janeiro, em Chapadão do Céu. Promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), o fórum seguirá até o próximo dia 15 de fevereiro, sendo realizado em 10 municípios goianos. 
No evento em Chapadão do Céu, o consultor de mercado agrícola, Vladimir Brandalizz, explanou sobre as principais demandas mundiais e os aspectos políticos que afetam a economia e o trabalho no campo. Segundo ele, é necessário chamar a atenção para as oportunidades do Brasil, em função da capacidade limitada que outros países têm em aumentar sua produção de alimentos. De acordo com Vladimir, é preciso que haja uma ampliação e investimentos na infraestrutura de escoamento, principalmente na área de embarque dos portos – que em 2016, em um determinado mês, atingiu o máximo da capacidade, em torno de 10 milhões de toneladas no mês. 
O presidente da Faeg, José Mário Schreiner, avaliou importante a troca de informações possibilitadas por meio de eventos como o fórum. Para ele, o diálogo e o debate aprimoram o produtor a buscar soluções diárias e complementares para a tomada de decisão na hora da comercialização de seu produto. Como exemplo, ele citou a China, com uma economia voltada ao consumo, a saída da Grã-Bretanha do bloco europeu, o chamado ‘Brexit’, que influencia o mercado no Brasil e o ‘Efeito Trump’, movimentos que poderão fazer com que o Brasil se insira positivamente no mercado. “Eventos como estes deverão, sem dúvida nenhuma, dar mais oportunidades ao setor agropecuário”, sinaliza. 
Desafios de mercado
O consultor técnico da Faeg, Pedro Arantes, explica que o produtor tem conseguido aproveitar com facilidade a tecnologia para aumentar a produtividade,inclusive na etapa de logística. Apesar disso, ele acredita que a comercialização ainda seja um dos grandes gargalos que o produtor enfrenta. “A formação de preço é complexa, porque ela sofre influência do mundo inteiro. Por conta destes fatores os produtores têm mudado sua expectativa constantemente, e por isso, negociam a todo o momento. Portanto, a interação de mercado torna muito complexa para o produtor acompanhar de perto”, pontua.
O vice-presidente institucional da Faeg, Bartolomeu Braz, destaca a necessidade de levar informações atualizadas para o produtor, diante da baixa comercialização de seu produto. “Hoje a expectativa de safra está um pouco acima do que a do ano passado. Nosso Estado está na média regular para cima, porque estamos colhendo acima de 50 sacos. Então, se isso ocorrer teremos uma safra recorde, proporcionando uma oferta grande, com preços de mercado. É necessário, portanto, que o produtor fique atento para não vender seu produto abaixo do preço”, destaca.
Perspectiva mercado
O presidente do Sindicato Rural (SR) de Chapadão do Céu, Antônio Roque, acredita que não adianta nada produzir apenas para dentro da porteira e não saber vender. “Precisamos direcionar de maneira correta o nosso produto para termos lucratividade em nossas propriedades. Cada vez mais devemos acreditar em nosso potencial agrícola. Somos excelentes em produtividade, mas precisamos melhorar as nossas lideranças para que o nosso agronegócio ganhe mais espaço”, relata. 
Walter Roque Rigodanzo, produtor há mais de 30 anos, diz que é necessário buscar cada vez mais informações à respeito do mercado. “Precisamos ter mais subsídios para a tomada de decisão, tanto de vendas e insumos. Precisamos ter noção de mercado e, principalmente, do momento certo de comercializar o grão. Como produtor, o diferencial é conhecer bem as oscilações do mercado”, pontua.  
Eduardo Peixoto, produtor de soja e milho, destacou a importância do evento. Ele elogiou a iniciativa da Faeg, dizendo que a Federação proporcionou, por meio do fórum, que o produtor tivesse uma visão global de tudo que influencia a comercialização. “Quando nós tratamos de mercado, estamos falando de algo que não temos controle, mas com informações econômicas conseguiremos melhorar nossa forma de vender o nosso produto e com certeza acertaremos na hora de comercializar”, conclui.
Serviço
Fórum de Comercialização e Mercado Agrícola 2017
Data: 30 de janeiro a 15 de fevereiro de 2017
Locais: Chapadão do Céu, Mineiros, Jataí, Rio Verde, Itumbiara, Vicentinópolis, Ipameri, Formosa, Silvânia e Porangatu